Chris Kaman deitado no banco

Na noite da última terça-feira, Jodie Meeks e Jordan Hill se machucaram na derrota do Los Angeles Lakers para o Minnesota Timberwolves. Eles se juntaram a Pau Gasol, Kobe Bryant e Xavier Henry na lista de lesionados da equipe que não iriam enfrentar o Cleveland Cavaliers nesta quarta.

Não iriam jogar também Steve Nash, poupado por ter jogado na noite anterior, e Manny Harris, que viu seu 2º contrato de 10 dias acabar sem renovação até o fim da temporada. O Lakers não manteve o

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bom ala para não gastar demais e porque eventualmente, quando todos os machucados voltassem, ele ficaria sem lugar no elenco.

Com apenas oito jogadores, sendo um deles Steve Blake com seu tímpano rompido, lá foi o Lakers enfrentar seu antigo técnico, Mike Brown.

No primeiro tempo, onde o Lakers dominou o Cavs, Nick Young machucou seu joelho. Depois, já na segunda etapa, Jordan Farmar sentiu dores na perna, tentou voltar, mas não conseguiu. Estão fazendo as contas? Neste momento o Lakers tem apenas seis jogadores ativos na partida: Steve Blake surdo, Kendall Marshall, Wesley Johnson, Ryan Kelly, Robert Sacre e Chris Kaman, que aproveitou ser o único reserva para tirar um cochilo no banco mais vazio da história da NBA.

Chris Kaman

Acontece que Kaman voltou pra quadra, apenas para trombar com Anderson Varejão e cometer sua sexta falta na partida! Pouco tempo depois foi a vez do outro pivô, Robert Sacre, cometer sua sexta falta no jogo. Se a NBA tivesse regras que prezassem pelo nosso entretenimento, o Lakers terminaria essa partida jogando com 4 jogadores contra 5, mas como o mundo é chato, existe uma regra para isso: o jogador que fez sua sexta falta pode continuar no jogo, mas toda falta extra que ele cometer será penalizada, também, como falta coletiva e falta técnica.

Quando Sacre já estava jogando de novo, Steve Nash, que estava lá de boa e nem tinha se aquecido, correu para o vestiário e colocou o uniforme. Pela falta de jogadores, ele estava, oficialmente, listado para a partida, apenas não tinha se preparado para isso. Nash não entrou no fim das contas, mas me deixou com a pulga atrás da orelha. Se ele estava ativo para a partida, não deveria ter sido OBRIGADO a entrar em quadra? Se não, qualquer jogador que cometeu sua sexta falta, em qualquer circunstância, pode simplesmente continuar na quadra e arcar com as futuras faltas técnicas? Coisas para o próximo #HoopIdea.

Mas talvez o mais estranho dessa

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história nem seja isso, mas o fato de que, além de tudo isso, o Lakers venceu a partida! O time quebrou o recorde da franquia com 18 bolas de 3 pontos convertidas, Ryan Kelly deu show com 26 pontos, Steve Blake conseguiu o primeiro triple-double de sua carreira (11 pontos, 10 rebotes, 15 assistências) e a sequência de 7 derrotas seguidas foi para o ralo.

Enquanto escrevo isso Mike Brown ainda é técnico do Cavs e não há explicação lógica para isso ser verdade. Apesar do bom e jovem elenco, o time não demonstra vontade, evolução, não tem disciplina tática e o ambiente, dizem por lá, é um dos piores que já se viu. A cara de velório de todo mundo no banco de reservas só confirma. Junte-se a isso o nível de jogo de Luol Deng desde que chegou lá e Kyrie Irving dando a entender que quer dar o fora e vemos o desastre que está a franquia. Mandar técnico embora não é solução mágica, mas no meio da temporada é o que se dá pra fazer, até porque mexer no

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elenco, trazendo um bom veterano, não ajudou em nada. Se a ideia era atrair LeBron James para o próximo ano, estão fazendo errado.

Agora, se uma derrota pra um time de 4 jogadores (ruins!) não derruba Mike Brown, nada derruba.

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Preview 2012/13 – Dallas Mavericks

Continuamos aqui o melhor preview da temporada já escrito por um blogueiro preguiçoso que deixa tudo pra última hora. Veja o que já foi feito até agora:

Leste: Boston Celtics, Cleveland Cavaliers, Brooklyn Nets, Indiana Pacers, Atlanta Hawks, Washington Wizards, Chicago Bulls, Orlando Magic, Toronto Raptors, Philadelphia 76ers e Charlotte Bobcats

Oeste: Memphis Grizzlies, Sacramento Kings, Denver Nuggets, Golden State Warriors, San Antonio Spurs, Los Angeles Clippers, Phoenix Suns, OKC Thunder, Minnesota Timberwolves e Utah Jazz

Até o esperado dia 30 de Outubro, quando teremos a rodada inicial da Temporada 12/13 da NBA, todos os times terão sido analisados profundamente aqui no Bola Presa.

Nesse ano vamos repetir uma ideia de uns vários anos atrás. Ao invés de só comentar as contratações e fazer previsões, vamos brincar de extremos: O que acontecerá se der tudo certo para tal time, qual é seu teto? E o que acontecerá se der tudo errado, onde é o fundo do poço? Em outras palavras, como seria um ano de filme pornô, onde qualquer entrega de pizza vira a trepa do século? E como seria um ano de novela mexicana, onde tudo dá errado e qualquer pessoa pode ser o seu irmão perdido em busca de vingança?

Hoje é dia de falar do time da cidade onde John Kennedy foi assassinado, o Dallas Mavericks.

 

Dallas Mavericks

 

 

 

 

 

Às vezes acho que o título da NBA não fez muito bem a Mark Cuban, dono do Mavs. Vamos relembrar algumas coisas sobre ele: (1) é um bilionário que comprou um time da NBA por hobby, (2) nunca teve medo de passar do teto salarial e pagar multas para montar timaços, (3) era obcecado por ganhar um título, (4) participava, mais que a maioria dos donos, nas contratações e trocas de sua equipe.

Mas quando ele conseguiu, finalmente,

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seu campeonato, o impulsivo e doido Mark Cuban acalmou e resolveu ser um dono prudente e que planejava o futuro. Foi pensando na estabilidade financeira da equipe que ele deixou Tyson Chandler, alma da defesa campeã de 2011, ir para o New York Knicks na temporada passada. Claro que o preço pago pelo Knicks era absurdo, mas era a chance de manter intacto o time vitorioso. Nada disso, além de Chandler, JJ Barea foi embora, Caron Butler também e, agora, até Jason Kidd deu o fora.

O objetivo não era só economizar, mas deixar o teto salarial livre para nessa e a na próxima offseason lutar por caras como Deron Williams e Dwight Howard. Como sabemos, as duas coisas não deram certo. Sem peças de troca atraentes, uma troca com o Magic não chegou nem perto de acontecer e provavelmente Howard nem será Free Agent ano que vem, já que deve assinar uma extensão de contrato com o Lakers. Já Deron Williams ficou muito próximo de fechar com o time de Dallas, mas não o fez por duas razões: primeiro disse que ficou empolgado com a troca que o Nets havia feito por Joe Johnson, depois ficou magoado pelo fato de Mark Cuban não ter comparecido à reunião que ele teve em Dallas. O dono não parecia comprometido como antes em montar um time campeão, empenho que ele via acontecendo no Brooklyn Nets.

Ou seja, o excesso de calma e profissionalismo de Mark Cuban, que a princípio pareciam qualidades, não estão dando muito resultado. Para o time não ficar vazio, os contratos que eles conseguiram foram quase todos por um ano, um time de aluguel para no ano que vem entrar na briga por novos Free Agents. A classe de 2013 dos sem-contrato deve incluir Kevin Martin, Ben Gordon, David West, Tyreke Evans, Al Jefferson, Paul Millsap e, caso não assinem prováveis extensões durante a temporada, Dwight Howard e Chris Paul.

Apostar em Free Agency é sempre um tiro no escuro. Caras podem encontrar acordos antes de estarem disponíveis e nunca dá pra prever o que se passa na cabeça desses atletas, vai saber como eles enxergam a ideia de jogar em Dallas e acompanhar Dirk Nowitzki em seus últimos anos de carreira. Mas discutiremos o resultado dessa estratégia quando a hora chegar, em Julho de 2013. Hoje é dia de falar do time de aluguel.

Os caras que chegaram em contrato de um ano foram Chris Kaman, Elton Brand, Danthay Jones, Darren Collison e OJ Mayo, embora os últimos dois tenham opções no contrato para ficar por mais um ano. Além deles, Vince Carter está no penúltimo ano de seu acordo e o último pode ser cancelado pelo Mavs. Entre os veteranos, o time acabou de dispensar Delonte West por mau comportamento (não especificaram o que ele fez) e para seu lugar trouxeram o nosso muso Eddy Curry. E não é que o pivô gordinho está em forma e jogando bem? Completam o time os novatos Bernard James, Jared Cunningham e o meu favorito, o aprendiz de Shawn Marion, Jae Crowder.

A dupla Kaman e Brand já brilhou junta quando atuaram pelo Clippers em 2006, o último time do Clippers a ir para os Playoffs até o grupo do ano passado. Os dois não estão mais em seu auge, mas ainda jogam muito bem. Brand era parte importante da defesa do Sixers no ano passado e seu arremesso de média distância é sempre confiável, já Kaman, embora sempre com problemas de lesão, é um dos pivôs com mais recursos ofensivos na NBA. Como os melhores jogadores altos do adversário sempre tem que marcar Dirk Nowitzki, os dois poderão tirar proveito disso para contribuir ofensivamente. Ataque, aliás, é a praia de OJ Mayo. Buscando espaço na liga depois de virar reserva em Memphis, essa é a temporada onde ele deve mostrar que pode estar entre os grandes cestinhas da NBA como todos sempre acreditaram. O mesmo vale para Collison, que precisa mostrar o que é após os altos da carreira em New Orleans e os baixos em Indiana.

O Mavs conseguiu montar um grupo bom de novo, e dessa vez sem comprometer o futuro e pagando pouco por esses jogadores. A questão é se isso vai dar resultado. OJ Mayo e Darren Collison, por exemplo, estão mais preocupados em encher o currículo ou em conquistar o título? Que tipos de sacrifício tantos jogadores em ano de contrato fariam em nome da equipe? Como eles, que nem são famosos por sua defesa, se esforçarão nesse lado da quadra em nome do grupo? Quantos irão abraçar a defesa por zona que o técnico Rick Carlisle gosta de usar e ainda é mal vista na liga? Será um teste para as lideranças veteranas do time, Nowitzki e Shawn Marion, esse ainda a base defensiva da equipe.

Repito, o elenco está cheio de jogadores bons e alguns novatos promissores, mas qual o futuro disso tudo? Não parece ser bom o bastante para lutar pelo título e nem se sabe quantos desses continuarão no time na próxima temporada, um ano inteiro de entrosamento, que será difícil de ser alcançado, pode acabar não valendo para nada. Será uma (ou mais) temporada para o Mavs buscar uma nova identidade.

 

Temporada Filme Pornô

Mais do que um filme pornô, o Mavs precisaria de um daqueles filmes emocionantes sobre times de colégio. Sabe o técnico que consegue unir todos os garotos problemáticos e tira deles uma última inspiração rumo ao título estadual antes que deixem a escola? É isso. Rick Carlisle precisa achar seu Coach Carter interior para motivar desde Vince Carter até OJ Mayo, de Dirk Nowitzki a Eddy Curry e fazer eles acreditarem de que juntos podem ir longe nos Playoffs. Claro que título ainda parece distante, mas também parecia em 2011, lembram?

 

Temporada Drama Mexicano

Existe uma chance real de metade do time virar caça-estatística para tentar um emprego melhor na próxima temporada. É um grupo sem identidade alguma com a franquia. Mas embora isso não seja o ideal para criar uma química entre a equipe, pelo menos vai ter muita gente ralando e tentando mostrar serviço. Entregar jogo ninguém vai. Se nenhuma grande contusão acontecer, acho que esse grupo tem tudo para, na pior das hipóteses, passar para os Playoffs. Dramático mesmo é pensar que Tyson Chandler e boa parte do grupo campeão ainda poderiam fazer parte do elenco.

 

Top 10 – Jogadas do Mavs em 2012

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Dallas Mavericks cauteloso

Vou começar contando um caso pessoal. Eu, Denis, fui campeão da Liga Bola Presa de Fantasy na temporada 2010-11. Minha abordagem sempre cagona, que pensava mil vezes antes de fazer uma troca simples finalmente tinha dado resultado. Tive sorte demais, é verdade, quem poderia imaginar que de repente Kyle Lowry, Serge Ibaka e Marcin Gortat virariam titulares no meio da temporada, né? Mas o que eu quero contar é que depois desse título eu mudei, passei a arriscar mais, fui atrás das estrelas, fiz várias trocas, me livrei do queridinho Andre Iguodala só pelo glamour de ter Dwyane Wade na equipe. Já fui campeão mesmo, agora vou me divertir.

Acho isso engraçado porque é a abordagem completamente oposta da dupla Donnie Nelson e Mark Cuban, General Manager e dono do Dallas Mavericks. Não é sempre que os donos tem tanta influência assim no trabalho do manager, mas Cuban é diferente, dá palpite, fica na beira da quadra e é o homem do dinheiro, ele que ia lá dizer para Donnie Nelson que ele poderia encher o time de salários grandes, que multas não eram problema. Mas após o título

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de 2011 o Mavs resolveu virar o que nunca foi: um time responsável, consciente e que não faz qualquer coisa em nome de um elenco de estrelas.

 

Mark Cuban: Um campeão relaxado

Tudo começou no ano passado, quando tiveram a chance de manter o elenco campeão, mas decidiram deixar Tyson Chandler ir embora com seu contrato de 60 milhões de dólares com o New York Knicks. Dizem que o pivô queria ficar, mas apenas por salário parecido, o Mavs preferiu deixar quieto. Também preferiram não entrar em desespero para repor o elenco, a única grande contratação do ano passado foi Lamar Odom, que chegou quase de graça do Lakers. Também nem ameaçaram pagar a fortuna que o Wolves ofereceu ao improvável herói JJ Barea.

Nessa temporada foi a vez deles deixarem os veteranos Jason Kidd e Jason Terry irem embora. Os dois foram importantes na história da franquia, mas era provável que só ficariam lá por um salário grande, pelo menos uns 3 anos de contrato e com a exigência de continuar com papel importante no time. Será que valia a pena? Tentar reeditar por anos e anos o grupo que foi campeão temporadas atrás geralmente não dá certo. Os dois estão velhos e provavelmente não irão repetir o que fizeram na campanha do título. Ao invés disso preferiam não comprometer o teto salário da equipe e apostar as fichas na contratação de Deron Williams. Por muito pouco não deu certo, o armador disse que ficou bem próximo de acertar com o time do Texas, mas de última hora preferiu ficar no Brooklyn Nets pela perspectiva de mais sucesso a longo prazo. Citou também a troca de Joe Johnson como decisiva, se não tivesse sido fechada era bem capaz que hoje estivéssemos comentando da dupla Deron Williams e Dirk Nowitzki.

Quando o Plano Deron não deu certo o Mavs não se desesperou. Ano que vem tem mais, afinal. O time na próxima temporada pode tentar colocar Chris Paul ao lado de Nowitzki, ou mesmo Dwight Howard. Até nomes menos badalados como Andre Iguodala, Josh Smith, Andrew Bynum e Monta Ellis estarão disponíveis para os bons cofres do Mavs pagarem. Sem dúvida são nomes melhores (e mais jovens) do que os dessa temporada.

Mas o sucesso da offseason do Mavs não está só na paciência, mas também na capacidade de montar um time competitivo para esse ano sem precisar comprometer o futuro. Primeiro caçaram o pivô Chris Kaman, que irá reeditar o garrafão da Seleção Alemã ao lado de Nowitzki. Sem time, o bom pivô acertou um contrato de 8 milhões por apenas uma temporada. A Mavs topou pagar bem

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nesse ano desde que o contrato fosse curto. Ele não é o defensor ideal para atuar ao lado de Dirk, mas no ataque vão ser uma das duplas mais versáteis da liga. Outra boa saída foi a troca de Ian Mahinmi pela dupla Darren Collison e Danthay Jones do Indiana Pacers. Collison decepcionou na última temporada, mas é bom jogador e melhor do que qualquer opção que o Mavs ainda tinha entre os Free Agents. Se Rick Carlisle fizer ele voltar a jogar como no Hornets (agressivo, excelente atacando a cesta depois do pick-and-roll), será perfeito. Se der errado tudo bem, ano que vem ele é Free Agent Restrito.

Outra boa decisão foi a anistia do pivô Brendan Haywood. Já fazia tempo que o cara não jogava nada e ainda tinha 3 longos anos de contrato que só serviam para atrapalhar os planos futuros de Free Agents, com a anistia eles liberaram o dinheiro da conta do teto salarial. Em quadra não fará tanta falta, além de Kaman eles tem no banco o bom Brendan Wright, que teve bons momentos na última temporada e ganha menos de 1 milhão nessa temporada, sua última sob contrato. Falando em anistia, o Mavs ganhou o leilão de Elton Brand, dispensado pelo Philadelphia 76ers. Por míseros (quem não tem sobrando na carteira?) 2 milhões de dólares eles contarão com o bom ala/pivô por uma temporada. Brand não é mais o cara que beirou os 20 pontos quando jogava ao lado do próprio Kaman no Los Angeles Clippers, mas ainda joga muita bola. Seu arremesso de meia distância e bons bloqueios podem resultar em ótima dupla de pick-and-pop com Darren Collison.

Para fechar o elenco faltava apenas um pontuador para tirar o peso das costas de Dirk Nowitzki. Já que Vince Carter não tem mais todo esse poder de fogo eles foram atrás de OJ Mayo, que anunciou ontem que fechou com a equipe de Dallas. O valor e duração do contrato não foram anunciados ainda, mas tudo bem. Mesmo que seja um pouco mais caro e longo que os caras citados acima, é um caso diferente, Mayo ainda tem 24 anos e vai entrar no auge da carreira. Nos últimos anos a média do ala ficou na casa dos 12 pontos por jogo, mas voltando a ser titular como no começo da carreira ele pode tranquilamente voltar a marcar 18 por partida que teve como novato. Só espero que Carlisle não peça para ele armar o jogo como às vezes ele tinha que fazer (mal) pelo Grizzlies. É pensando só em fazer cestas que ele é bom!

O saldo dessa offseason cautelosa (alê Celso Roth!) do Dallas Mavericks é que eles tem um quinteto de Darren Collison, OJ Mayo, Shawn Marion, Dirk Nowitzki e Chris Kaman e um banco com Rodrigue Beaubois, Vince Carter, Elton Brand e Brandan Wright. Me arriscaria a dizer que é um grupo até melhor, embora menos entrosado, que o do ano passado. E tudo deixando espaço aberto para ano que vem entrarem com tudo na briga pelos melhores nomes do mercado. Lembram de quando, anos atrás, o Mavs saia à caça de qualquer jogador de qualquer posição e por qualquer preço? Mark Cuban paz e amor não lembra.

Motherfuckin’ Hornets vence Chris Paul

Eu vou começar falando do jogo entre o New Orleans Hornets e Los Angeles Clippers, o primeiro de Chris Paul na cidade do seu ex-time. Mas antes de enfiar um monte de considerações sobre a partida, acho que devemos apresentar as equipes antes. Me dá uma ajuda aí, Samuel?

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Vocês tem noção do que o Samuel L. Jackson fez? Ele pegou aquela passagem da Bíblia (que na verdade só tem uma frase realmente tirada da Bíblia) que ele fala três vezes no Pulp Fiction e fez uma adaptação para o New Orleans Hornets. É simplesmente a coisa mais legal que aconteceu nessa temporada. Falar de vingança assim bem na volta do Chris Paul? Fantástico em dobro. Para quem não sabe inglês para aproveitar a cena, o texto do filme, traduzido pela Wikipedia, é assim:

“O caminho do homem justo é rodeado por todos os lados pelas injustiças dos egoístas e pela tirania dos homens maus. Abençoado é aquele que, em nome da caridade e da boa-vontade pastoreia os fracos pelo vale da escuridão, pois ele é verdadeiramente o protetor de seu irmão e aquele que encontra as crianças perdidas. E Eu atacarei, com grande vingança e raiva furiosa aqueles que tentam envenenar e destruir meus irmãos. E você saberá: chamo-me o Senhor quando minha vingança cair sobre você”.

Basicamente o Samuel L. Jackson apenas mudou o final, tirou “meus irmãos” para falar “New Orleans” e substituiu “chamo-me o Senhor” para “eles são os Hornets”.  Se eu fosse jogador do Hornets, jogaria a partida da minha vida depois disso. E acho que não sou só eu que penso assim, porque eles fizeram um dos seus melhores jogos na temporada, acertando até impressionantes 57% de seus arremessos.

O jogo começou favorável ao Hornets na vontade, mas para o Clippers no placar. Com mais talento e bem menos desperdícios de bola, o time do aplaudido/vaiado Chris Paul (16 pontos, 9 assistências) tomou a dianteira e se manteve na frente do placar até o último período. Mas lá o Hornets conseguiu manter o alto aproveitamento de arremessos com menos turnovers, usou muito bem seus homens de garrafão Jason Smith (17 pontos, 8 rebotes) e Chris Kaman (20 pontos, 10 rebotes) e explorou a terrível defesa interna do Clippers. Na defesa tentaram minimizar ao máximo as infiltrações, já que o Clippers estava horripilante (5/27) em bolas de 3 pontos. Deu certo.

Mas no final o Hornets ainda quase jogou a liderança de 6 pontos fora, o Clippers que não soube aproveitar. Primeiro Jason Smith fez uma falta flagrante em Blake Griffin e foi expulso. A falta foi grosseira, imbecil, deu dois lances-livres mais posse de bola para o adversário,  a vantagem era de penas 6 pontos e ainda tirou o bom ala, que fazia grande defesa em Griffin, do jogo. A torcida, tonta que é, ainda aplaudiu Smith quando ele ia para vestiário. Pra que aplaudir um cara que quase entrega o jogo? Por “raça”? Pff… Depois disso o Hornets ainda cometeu um erro nos últimos 20 segundos de jogo, quando a vantagem estava em 3, mas Randy Foye amarelou e não foi para o contra-ataque rápido, hesitou e acabou forçando um arremesso errado de 3 pontos. A última chance foi logo após essa bola, quando o Hornets teve dificuldades para atravessar o meio da quadra nos 8 segundos permitidos. Foi por muito pouco.

É uma temporada horrível para o Hornets: Eric Gordon quase não jogou e nem assinou extensão de contrato. Chris Kaman não foi trocado por algo de valor. A escolha de Draft do Wolves que eles conseguiram nem é tão valiosa assim hoje em dia. Pelo menos, para salvar, conseguiram vencer o jogo mais emotivo do ano para sua torcida, derrotaram Chris Paul. O armador, por sua vez, assistiu a seu Clippers perder o 3º jogo seguido e cair para a 6ª colocação do Oeste. Abaixo tudo sobre o jogo: O passe genial de Greivis Vásquez para Jason Smith, Chris Kaman dando toco em enterrada de Blake Griffin, Nick Young dando o troco, ponte aérea para DeAndre Jordan e a bola de 3 decisiva de Xavier Henry no último quarto.

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Jogo impressionante aconteceu em Washington. Após a grande apresentação da noite anterior contra o Nets, o Wizards de Nenê encarou o Indiana Pacers de Leandrinho. No primeiro tempo eles arrasaram, abriram 22 pontos de vantagem com Jordan Crawford acertando arremessos impossíveis e com a defesa prevalecendo sobre o sempre instável ataque do Pacers. Mas sabendo que era só o Wizards, o time de Frank Vogel voltou para a segunda etapa mais agressivo na defesa (é o que eles sabem fazer, afinal) e com mais calma no ataque, usando mais o garrafão com Roy Hibbert. O pivô engoliu o Nenê no último quarto, marcando 7 pontos na fuça do brazuca.

Faltando exatamente 1 minuto para o fim do jogo, Paul George errou uma bola de 3 de pontos, mas com o rebote ofensivo ele tentou de novo (John Wall abriu pra ele arremessar) e virou o jogo. Primeira liderança do Pacers na partida. Depois disso, show de horror: Nenê cometeu um turnover no ataque e David West conseguiu 2 rebotes ofensivos nas posses de bola seguintes. Faltando poucos segundos, quando o Wizards ainda podia empatar o jogo, Wall não conseguiu sair da marcação de George e só conseguiu arremessar quando o relógio já tinha estourado. Em outras palavras, o Wizards não conseguiu sequer dar um arremesso nos últimos 1:20 de jogo, sofrendo nesse período 4 pontos e 3 rebotes ofensivos. E eu nem comecei a comentar os arremessos que Jordan Crawford tentou no quarto período… um balde de água fria sobre a boa estreia de Nenê na noite anterior. Ontem ele só conseguiu 6 pontos e 5 rebotes, já Leandrinho também foi discreto com 2 pontos e 1 assistência.

Jogo importante em Milwaukee, onde o Bucks, atualmente em 9º no Leste, enfrentou o Celtics, 7º. Os times brigam com o New York Knicks pelas duas últimas vagas da Conferência nos Playoffs.  O Bucks, que vinha de 6 vitórias seguidas, manteve seu jogo veloz e agressivo contra a forte defesa do Celtics. Até conseguiram ir bem no ataque, especialmente no primeiro tempo, quando marcaram quase 60 pontos, mas facilitaram demais na defesa. A parte ofensiva dos verdinhos é o ponto fraco do time, mas se não marcarem com o mínimo de afinco é lógico que Kevin Garnett (16 pontos, 10 rebotes, 6 assistências), Paul Pierce (25 pontos, 10/15 arremessos) e Rajon Rondo (10 pontos, 14 assistências) vão deitar e rolar. Pierce, em especial, tomou a bola de Rondo e comandou o ataque do time no último quarto, como fazia no time de 2008 e arrasou. Com a defesa segurando um pouco o ímpeto do Bucks, a vantagem logo chegou em 10 pontos e eles saíram com a vitória. Agora o Celtics se distanciou do Bucks na classificação e ainda possui a vantagem em caso de empate.

Tempos estranhos em Sacramento. Tyreke Evans, de volta de contusão, foi o cestinha do time com 25 pontos, mas quando o jogo contra o Utah Jazz chegou no finalzinho, a bola foi só para as mãos de Marcus Thronton. Mas nada de errado nisso, ele foi perfeito nos loucos últimos segundos de partida. Faltando 22 segundos para o fim do jogo, Thornton deu liderança de 1 pontos para seu Kings após linda bola de 3 pontos. Logo depois o novato Alec Burks respondeu com uma bandeja e deixou o Jazz novamente na frente. Aí, com 5 segundos no relógio, Thronton acertou outra bola complicada, dessa vez de 2, para deixar o time da casa na liderança. Mas não deu, logo depois Devin Harris errou uma bandeja que virou ponte aérea para Al Jefferson a 0.9 do fim. Isso depois de um jogo em que acertar um arremesso estava complicado! O Jazz é o melhor time do Oeste inteiro nas últimas 10 partidas com 7 vitórias e só 3 derrotas.  Todo o maluco final da partida está no vídeo abaixo:

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No resto da rodada, vitória tranquila do empolgante Houston Rockets sobre o Golden State Warriors. Abriram cedo, não olharam mais para trás. Double-double maiúsculo para o melhor novato do Oeste desde a contusão de Ricky Rubio: 20 pontos e 11 rebotes para Chandler Parsons. Já no último jogo da rodada, o Blazers finalmente voltou a vencer, dessa vez o Memphis Grizzlies, que contou com o estreante Gilbert Arenas. O armador jogou só 12 minutos e saiu de quadra com 2 pontos e 3 assistências. Pelo Blazers fizeram a diferença Nicolas Batum e Wesley Matthews, a dupla junta fez 42 pontos com 8 bolas de 3 pontos, é pouca zoeira? E importante ressaltar o bom último período de Raymond Felton (13 pontos, 9 assistências). Ele andava jogando mal e ontem se salvou por pelo menos um punhado de minutos. De todas as novas aquisições do Blazers, JJ Hickson, Hasheem Thabeet e Jonny Flynn, apenas o último entrou em quadra alguns minutinhos e deu 2 assistências.

 

Fotos da Rodada

-I double dare you, mothafucka!

 

Não tem pontos extras de estilo, Batum

 

A pose do CP3 é engraçada, mas não consigo parar de olhar para a cara de ogro do Chris Kaman

 

Deixou o goleiro no chão

 

Por que jogadores europeus gostam tanto de caras e bocas? Melhor resposta ganha um pôster do Pau Gasol
LeBron passa a bola, Mavs afunda

Acabamos de sair do All-Star Game, em que LeBron James colocou sozinho seu time na disputa mas acabou errando um passe na jogada final ao invés de tentar o arremesso, e já estamos de volta à mesma polêmica. Na partida de ontem contra aquele-time-do-qual-não-falamos, LeBron teve 35 pontos, 10 rebotes, 6 assistências, 3 tocos e nenhum desperdício de bola. Mais do que isso: no minuto final, com o Heat atrás no placar por 2 pontos (após estar perdendo por 18), acertou duas bolas consecutivas para virar o jogo, uma bola de três depois de um corta-luz e uma outra bola desequilibrada, contestada, que o LeBron conseguiu colocar no ar na base do muque e que só não foi de três pontos porque seu pé tocou na linha. Foi surreal e lembrou muito os arremessos do próprio LeBron no All-Star, em que suas bolas de 3 espíritas transformaram o jogo. Mas o desfecho dos dois jogos foi o mesmo: Devin Harris virou o jogo para o time de Utah ao fazer uma cesta e sofrer a falta do Wade, e sobrou nas mãos do LeBron a última posse de bola. Ao dar o primeiro passo em direção à cesta e ver que a defesa acompanhou seu movimento, LeBron encontrou Udonis Haslem completamente sozinho na cabeça do garrafão para um arremesso. Haslem errou, perdeu o jogo, e LeBron está de volta à fogueira sagrada do “você não é Michael Jordan“.

Muitas coisas precisam ser lembradas num momento assim. A primeira é que Udonis Haslem é um excelente arremessador de dois pontos na cabeça do garrafão e na zona morta, quase automático, e faz sentido que lhe seja confiado um arremesso livre em qualquer momento do jogo. Outra coisa é que LeBron já fez isso outras muitas vezes. A primeira vez que recordo foi ainda no Cavs, quando LeBron deu um passe para o Donnyel Marshall livre arremessar da zona morta para a vitória e o arremesso não caiu, gerando críticas a LeBron. Marshall era um arremessador fantástico – aliás, era a única coisa que ele fazia da vida e o que ainda lhe mantinha na NBA. E pra terminar, vale lembrar do nosso perfil do LeBron escrito quando ele assinou com o Heat: sua posição natural é de armador principal e sua mentalidade tende a ser a do passe antes de tudo. Sua tendência é a fazer a jogada de basquete certa, a jogada correta, mesmo que isso vá contra aquilo que se espera.

Vou ser de novo acusado de estar protegendo o LeBron, de estar lambendo meladamente em seus bagos, mas como já fui também constantemente acusado de criticá-lo, acho que tudo se equilibra no final. A única coisa que me importa é que em algum momento do basquete o ato de tomar a decisão correta na hora de fazer uma jogada passou a ser algo mal visto, algo covarde, se esse ato não for um arremesso individualista. É preciso fazer a genealogia desse conceito, mas acho seguro dizer que surge com Michael Jordan e que comeu nossos cérebros como um pequeno Eddy Curry de insensatez. É um sinal dos nossos tempos, da falta de coletividade, do ódio fácil, da exigência de que um sujeito decida por todos, do colapso da democraria representativa. Mas aí vou parar em outro lugar, num daqueles posts gigantes misturando basquete e sociologia. Prometo para outra hora.

Fora essa polêmica, ainda restam algumas coisas. Wade não apenas fez a falta no Devin Harris que permitiu que o Jazz virasse o jogo como também fez uma falta algum tempo antes num arremesso de três do mesmo Harris, que cobrou os três lances-livres. A defesa do Heat é fantástica, mas ela é exageradamente agressiva às vezes, se arrisca demais tanto em roubos quanto em tocos, e acaba pagando caro volta e meia. Além disso, a defesa tem problemas graves especialmente contra jogadores fortes de garrafão, e o Al Jefferson passou boa parte dos minutos finais recebendo a bola na isolação sem que sequer precisasse haver uma

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jogada para ele. Esse garrafão do Jazz, insisto, ganha jogos sozinho e complica a vida de qualquer equipe, o Heat não foi exceção.

Outra equipe que complica a vida de qualquer um, mesmo fedendo, é o Hornets. Já faz um bom tempo que qualquer jogo do Hornets é brigado, sofrido e suado mesmo que acabem tomando uma surra nos 2 minutos finais de alguns jogos. Times ruins que se acham bons, como o Wizards, só tomam porrada. Times bons que se acham ruins não possuem confiança pra nada e acabam tomando porrada. Mas o Hornets é um dos raros times que são ruins, sabem que são ruins, e não acham que isso vai impedí-los de jogar basquete. Pessoalmente sou muito fã de jogadores ruins que sabem que são ruins, como o Chuck Hayes, por exemplo, porque eles dão a vida em quadra e acabam sendo muito úteis. O Hornets é inteiro assim e quem bobear contra eles sai não apenas com a derrota, mas também com a humilhação de perder para um dos piores elencos dos últimos anos.

Ontem foi a vez do Mavs descobrir essa assustadora verdade. Nowitzki teve problemas o jogo todo, o Mavs está sem Lamar Odom que tem quatrocentos problemas pessoais e agora talvez jogue na D-League para recuperar o ritmo depois de tantas paradas, e o jogo chegou no último quarto com o Mavs atrás no placar. Em geral é nessa hora que o Hornets começa a fazer merda e foi exatamente o que aconteceu, Roddy Beaubois aproveitou as falhas e acelerou o jogo, terminou a partida com 25 pontos e 4 roubos, e encostou o placar. Mas aí o Jarrett Jack mostrou que não tem medo de ser ruim e venceu o jogo num arremesso certeiro. Chris Kaman também está jogando muito desde que voltou de contusão, dessa vez foram 20 pontos e 13 rebotes contra um Mavs que ainda não sabe como compensar a falta de marcação individual no miolo do garrafão. São agora 4 derrotas seguidas para o Mavs, mas essa vale por quarenta.

Agora, pro resto da rodada. O Sixers se recuperou de péssima fase graças a 25 pontos em 27 minutos do Lou Williams, cestinha do time na temporada mesmo vindo do banco de reservas, e desafogo do ataque da equipe, e venceu o Warriors sem Stephen Curry, com lesão no pé. Aliás, o Cury tem as piores extremidades inferiores do mundo desde os 6 dedos da Cicarelli.

Suns e Clippers se pegaram num jogo sem vergonha, cheio de cabeçadas e péssima mira, cada time só tinha 30 pontos no intervalo e só passaram dos 80 no finalzinho e com uma ajudinha da arbitragem. Num jogo desses, o mais estranho é que o Suns garantiu a vitória na base da defesa. Sim, defesa, eu não tive um aneurisma cerebral. Nos minutos finais teve toco do Gortat no Caron Butler, rebote ofensivo com tapinha do polonês, e toco do Grant Hill de pontinha de dedo num arremesso de três decisivo do Chris Paul. Aliás, o que o Grant Hill fez na defesa parece piada, já faz uns jogos que ele é o homem designado para as marcações duplas nos pivôs adversários e está fazendo miséria, ontem ele simplesmente tornou a vida do Blake Griffin um inferno e pra mim é o defensor da temporada até agora. Sim, o velhinho do Suns. Esse é mesmo um mundo estranho.

Outro jogo de defesas fortes, mas com final bacanudo, foi Hawks e Bucks. Sem Joe Johnson, fora por pelo menos dois jogos com uma lesão no joelho, o Hawks teve que depender bem mais poder ofensivo de seu banco de reservas. Josh Smith teve uma daquelas estranhas partidas em que ele fica dentro do garrafão e aí percebe quão genial pode ser, com 24 pontos e 19 rebotes, mas o jogo foi decidido mesmo quando o antiga-estrela-e-agora-reserva Tracy McGrady encontrou o ex-relevante Radmanovic para uma bola de três que selou o jogo. T-Mac cumpriu muito bem o papel do Joe Johnson na armação da equipe e foi ajudado por Jannero Pargo, que também já foi relevante no Bulls não faz tanto tempo assim. Quando foi que o Hawks virou um asilo de ex-jogadores agora indesejados?

O Bucks teve 34 pontos, 9 assistências e 5 bolas de três pontos do Brandon Jennings, que tem carregado esse ataque inteiro nas costas, mas o Drew Gooden continua chutando traseiros, com 26 pontos e 10 rebotes dessa vez. Acho que é a primeira vez na vida que o Gooden não está sendo improvisado numa posição em que não consegue fazer nada e finalmente pode ser útil no ataque como sempre mereceu ser.

Se o banco do Hawks garantiu o jogo, o banco do Lakers quase jogou a vitória contra o Kings pela privada. O jogo estava uma mamata para o time de Los Angeles, Bynum usou todo seu tamanho para receber passes debaixo da cesta e envolver seus companheiros (teve 19 pontos e 15 rebotes no jogo), Kobe estava imparável (foram 38 pontos), mas bastou todo mundo ir sentar no que parecia um jogo ganho para os reservas começaram a fazer merda. O banco do Kings chutou traseiros: Chicão Garcia teve 18 pontos, Fredette teve 12 num par de bolas de três, e John Salmons teve outros 12. Os titulares do Kings jogaram bem, apenas não tiveram como competir com os titulares do Lakers que fizeram uma partida impecável. Mas na hora de comparar bancos de reserva, o Lakers sempre leva a pior. O problema é que quando a água bateu na bunda os titulares voltaram e Kobe e o outrora-conhecido-como-Artest mataram o jogo.

Tão manjado quanto o banco medonho do Lakers só o Rudy Gay decidindo jogos para o Grizzlies. Além dos arremessos que ele sempre mata no final dos jogos, ainda tem os arremessos que ele não mata mas que sempre, sempre viram rebotes ofensivos para alguém do Grizzlies vencer o jogo. Dessa vez Gay acertou o arremesso a 26 segundos do final e o Raptors não conseguiu pontuar do outro lado. Foram 23 pontos e 12 rebotes para o Gay, mas de brinde veio uma enterrada na cabeça por cortesia do James Johnson. Aliás, o James Johnson nunca teve chance nenhuma no Bulls, virou titular do Raptors meio do nada, sem nenhum aviso ou motivo aparente, mas não é que o desgraçado joga muito? É um defensor fantástico, atlético e que sabe incomodar, e ainda não compromete no ataque. Dá pra ver a enterrada no vídeo abaixo, vejam como ele é forte e consegue manter a jogada apesar das trombadas:

[youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=ttW291PGDnw[/youtube]

No resto da noite, o Bulls venceu fácil o Cavs que não esboçou nenhuma reação porque o Kyrie Irving está muito “gribado” e nem sabe se consegue jogar no fim de semana. O Spurs venceu o Bobcats por 30 pontos e a única coisa minimamente interessante sobre o jogo, e isso só se você nasceu dentro dessas linhas imaginárias, é que o Splitter jogou 20 minutos e está recuperando a forma. O Celtics finalmente teve de volta Rondo (13 assistências), Garnett (20 pontos, 10 rebotes) e Paul Pierce (27 pontos, 8 assistências), mas aí o Ray Allen não jogou porque está “gribado” também, volta só no domingo. Ainda assim o Celtics venceu a partida contra o Nets, que teve 28 pontos e 3 rebotes para o Brook Lopez. Três. Eu adoro ele, reconheço que pega poucos rebotes porque marca jogadores fora do garrafão, mas três não dá, três é vergonha, três é vexame. Três. Eu, enquanto escrevia esse post, já peguei quatro rebotes então venci. E pra acabar, Ty Lawson teve 22 pontos e 15 assistências na vitória em cima do meu Houston, que ou deixa o Kevin Martin jogar sozinho e ninguém faz nada, ou então todo mundo joga e ignora o Kevin Martin. O meio termo mandou lembranças, pessoal.

Fotos da rodada:

Aquele momento de olhar para o horizonte depois de discutir a relação

 

“Será que o Kobe vai pegar no meu pinto?”

 

-dsaNSd?
-MDSAKNS!

 

O dia em que o técnico do Heat faz facepalm…

 

…e o do Cavs tá rindo à toa

 

-Desculpe não ser um técnico a sua altura, Scal.

 

Kemba Walker nem precisaria levitar para parecer grande perto de TJ Ford

 

DeSagana Diop é um péssimo trombadinha
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