Podcast Bola Presa – Edição 12

Bem amigos do Bola Presa, mais um Podcast no ar!

Agradecemos aos comentários da semana passada. A princípio fica decidido que vamos manter o fórum até o final dos Playoffs e depois, se nada mudar, ele morre e investimos em um servidor exclusivo para nosso querido e amado podcast semanal. Se conseguirmos o servidor antes, melhor. Manteremos vocês informados.

Mas vamos ao que interessa! Na edição 12 nós exageramos, nos empolgamos em assuntos completamente aleatórios e o negócio ficou longo demais. Se é chato demais nos ouvir por quase 1 hora e 20 minutos, nos avisem por favor. Mas é que quando temas intrigantes como Luke Walton, esfiha de carne do Habib’s e estatísticas nerds, como parar de falar?

Mas conversamos sobre outros assuntos também: a vida do Denver Nuggets sem Danilo Gallinari

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e confiando mais em Wilson Chandler e no novato Evan Fournier; sobre a sequência de vitórias do NY Knicks e sua briga com o Indiana Pacers, não só por uma melhor vaga, mas para talvez fugir do Boston Celtics. Alguém quer fugir do Celtics ainda?

Também falamos de duas histórias curiosas do basquete universitário, que pedem que vocês assistam vídeos antes de escutar. O primeiro é o caso do Mark Cuban, dono do Dallas Mavericks, que disse cogitar draftar a Brittney Grinner, famosa garota-que-consegue-enterrar.

[youtube width=”600″ height=”335″]https://www.youtube.com/watch?v=J2724WBdPbU[/youtube]

Depois, o caso do cara mais babaca do mundo, o técnico Mike Rice, da Universidade de Rutgers, que foi flagrado tratando seus jogadores como lixo.

[youtube width=”600″ height=”335″]https://www.youtube.com/watch?v=rbaYqcMMZ6A[/youtube]

No Both Teams Played Hard, respondemos perguntas sobre um cara que não quer sua pergunta respondida no podcast, estatísticas, Brooklyn Nets, camisas aposentadas e uma reviravolta no caso Tristão Deprimido da semana passada.

Para baixar, mesmo esquema da semana passada. Serão dois links no Google Drive, o favorito da galera que procrastina no trabalho, e um no bom, velho e confiável 4shared.

Bola Presa Podcast – Edição 12 (4shared)

Bola Presa Podcast – Edição 12 (Drive 1)

Bola Presa Podcast – Edição 12 (Drive 2)

Nuggets bate o Lakers (de novo!); Bobcats on fire

Eu prometi que iria voltar a fazer os Resumos da Rodada quando o Los Angeles Lakers estivesse com aproveitamento superior aos 50%. Minha teoria maligna é que quando isso acontecesse eu já teria algum tempo para voltar a escrever aqui diariamente, mesmo que fossem resumos menores do que os de costume, talvez nem citando todos os jogos. Pois é, passou um tempão, aqui estou inaugurando o Bola Presa 2013 (mais novidades ainda hoje!) e o Lakers não consegue ter mais vitórias do que derrotas. Nesse domingo o time perdeu do Denver Nuggets por 112 a 105 e agora tem 15 vitórias e 18 derrotas na temporada para uma incrível 11ª posição no Oeste. Ainda tem muito tempo, mas a questão passa a ser não mais se esse time pode ser campeão, mas se consegue chegar aos Playoffs! Concorda, Avallone? Ontem o Lakers repetiu tudo o que tem feito de errado ao longo da temporada: defesa de transição equivalente a do Sacramento Kings, nenhuma movimentação de bola no ataque, dificuldades para pontuar no garrafão, ajuda nula do banco de reservas, lentidão, inúmeros desperdícios de bola (embora tenha melhorado desde que o Nash (10 pontos, 13 assistências) voltou) e, claro, aquela carinha de frustração/desespero/agonia brilhando em todos os jogadores. Uma pitadinha a mais de frustração na do Kobe (29 pontos, 7 assistências), uma colher de sopa a mais de desespero na do Gasol (11 pontos 5 rebotes). O Denver Nuggets não matou o jogo antes porque foram péssimos no ataque de meia quadra e porque as bolas de 3 não estavam caindo muito. Foram só 38% de acerto nos arremessos em ataques de meia quadra. Mas com os 25 pontos de contra-ataque tudo

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ficou mais fácil, especialmente para Ty Lawson (21 pontos, 10 assistências, 0 turnovers). Considerando que dos 112 pontos, 15 vieram em lances-livres, o Nuggets fez 25 dos outros 97 pontos em contra-ataque. É muita coisa! Mas aí, no último período, o Lakers conseguiu voltar para o jogo na base da… sei lá do que. Não sei explicar. Sei que agora todo jogo o Lakers apanha, apanha, apanha e aí volta nos minutos finais dando alguns sinais de esperança só para depois perder como merecia desde o início. Ontem Kobe fez 17 de seus 29 pontos só no último período, incluindo umas bolas de 3 pontos daquelas que não deveriam valer porque ele usou gameshark e controle turbo. Mas depois de uma delas, quando o Lakers conseguiu diminuir a vantagem para 3 pontos a 36 segundos do fim, aconteceu a jogada que resume a temporada do Lakers: [youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=yAyJKOK_EnM[/youtube] Finalmente quando o Dwight Howard acertou uma rotação defensiva, que ele não tem feito bem ultimamente, o mané dá o toco na mão do cara que melhor fecha jogos para o Nuggets?! Na mão! Tipo,o Gallinari nunca recebeu um passe tão bom do Ty Lawson. Até quando parece que vai dar certo, dá errado. Mas que não coloquemos a culpa no azar, isso é uma falha de Dwight Howard. Anos atrás foi feito um estudo medindo a qualidade dos tocos dos jogadores. Media-se em que situações ele era dado (arremessos valem menos que bandejas) e o que acontecia com a bola depois, o time recuperava a posse de bola ou não? Era impressionante a diferença nos resultados de Dwight Howard e Tim Duncan. Howard costuma dar tocos em bolas com pouca chance de entrar e manda a bola pra fora da quadra, o que devolve a posse para o adversário, Duncan dá o toco em direção a um companheiro de time e recupera a posse. Howard quis o espetáculo, quis mandar pra longe porque ensinaram que é assim que ele vai parar no Top 10 da rodada, aí deu nisso. Poucas posses de bola antes disso, Howard conseguiu outra grande jogada defensiva, mas na sequência errou o passe na saída de bola e o Nuggets recuperou a redonda. O pivô é assim, impressiona às vezes (foram 15 pontos e 26 (!) rebotes ontem), mas frustra no mesmo nível. Sua incapacidade de marcar pontos de costas pra cesta é um atestado de qualidade para Andrew Bynum colocar no currículo. E já falamos de Pau Gasol jogando em câmera lenta? Meu deus, não cabe mais falar do Lakers aqui. Sobre o Nuggets: ainda não convenceram que podem ir além da 1ª rodada dos Playoffs, onde estão empacados nos últimos 10 anos, mas o futuro é promissor. Eles sobreviveram bem ao começo de calendário mais difícil da NBA inteira e já estão em 6º no Oeste. Até agora foram 23 jogos fora de casa (9v 14d) e só 13 em casa (11v 2d), eles podem subir bons degraus nas próximas semanas. Em outro bom jogo da rodada (que ninguém assistiu, com razão) o Charlotte Bobcats bateu o Detroit Pistons por 108 a 101 na prorrogação. Dois dos piores times da NBA jogando em um domingo de Playoff de NFL? Uma prova real de fidelidade dos torcedores. Mas o jogo foi bom de verdade. Boa chance para ver os novatos Andre Drummond (10 pontos, 6 rebotes) e Michael Kidd-Gilchrist (10 pontos, 8 rebotes, 1 toco). Ambos mostram mais do que seus números dão a entender, vale a pena ver eles quando você não tiver opção de um jogo melhor. O Bobcats tinha 18 derrotas seguidas, aí venceu o Bulls no dia 31 de Dezembro e agora já venceu de novo. 2 vitórias nos últimos 3 jogos? ESTÃO PEGANDO FOGO! Agora que a zica passou, acho que vão vencer de vez em quando mesmo, o time não é tão ruim assim. Eles jogam com aquela intensidade defensiva de times de faculdade dos EUA, é bonito de ver, só que no ataque ainda dependem muito da criatividade de Kemba Walker (20 pontos, 7 assistências) e da divindade de Ben Gordon (18 pontos), mas às vezes é o bastante pra vencer. Destaque, na prorrogação, para os 4 pontos importantes de Tyrus Thomas (13 pontos) que fez apenas seu segundo jogo na temporada. Ele pode ajudar muito o Bobcats apesar do histórico de altos e (muito) baixos na carreira. O técnico Michael Dunlap é só elogios ao ala. Outro que jogou bem, mas pelo Pistons, foi Greg Monroe: 18 pontos, 14 rebotes e 6 assistências. Seria candidato real ao All-Star Game se as pessoas lembrassem que o Pistons existe. Top 10 – Jogadas da Rodada [youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=DkHViK8PSh4[/youtube]   Em Phoenix, o Grizzlies venceu o Suns por 92 a 81 e continua naquele grupinho fora de série lá no topo do Oeste. Com o resultado o Grizzlies continua podendo se gabar de ter a melhor defesa da NBA, lá na frente pode por na conta do nosso muso Zach Randolph (21 pontos) que engoliu o garrafão do Suns com molho vinagrete e maionese verde. Outro time na elite do Oeste é o Thunder, que cozinhou o Raptors por 3 períodos até acabarem com o jogo no quarto final. O Raptors melhorou demais nas últimas semanas, José Calderón (10 pontos, 11 assistências) tem se destacado, mas falta muito arroz, feijão (e uma churrascaria inteira) para chegarem no nível do OKC Thunder. Quando Kevin Durant (22 pontos em 11 arremessos), Russell Westbrook (23 pontos, 7 assistências) e Reggie Jackson (7 pontos, todos no último quarto) começaram a jogar pra valer, tanto no ataque como na defesa, adeus Raptors. Fechando a rodada, vitória tranquila do Miami Heat sobre o Washington Wizards. Sim, eu lembro que eles já perderam para o Wizards antes na temporada, mas justamente por isso era difícil imaginar mais um revés. Os dois times estão a anos-luz de distância em termos técnicos, táticos, de talento bruto, de tudo. O jogo foi amarrado e feio por 3 quartos, aí 30 a 11 para o Heat no último quarto e fim de jogo. LeBrão fez 24 pontos, Ray Allen contribuiu com 20 e pelo Wizards o cestinha foi Kevin Seraphin, o meu prêmio de “Da onde ele veio?” da década, que fez 14 pontinhos. Mas ei, peraí que estou aprendendo a vender o blog para conseguir mais acessos. Deixa eu refazer esse mini-resumo do jogo do Heat Wizards: NENÊ JOGA MAL E WIZARDS SÃO DERROTADOS PELO ATUAL CAMPEÃO. Agora vocês clicariam nesse post? Fiz certo? Eu chego lá.   Fotos da Rodada

Kevin Martin tenta matar no peito

 

Kyle Lowry e Reggie Jackson esperam a taça de champanhe

 

Zach Randolph, simplesmente Zach Randolph

 

Sim, ele tem tudo sob controle

 

MEU DEUS EU ADORO FAZER BANDEJAS

 

Frustrado? Eu sei como você se sente, Dwight
Sixers perto da vitória, Steve Blake matador

Vale a pena chegar em casa 10 da noite e fazer o resumo do domingo? Não vale, mas quero fazer algo enquanto vejo de canto de olho o Spurs massacrar o pobre Jazz. Devem estar arrependidos de ter lutado tanto pelos Playoffs, não?

Bom, nesse domingo tivemos o Jogo 4 da série entre Philadelphia 76ers e Chicago Bulls. Sim, nessa ordem, com o Sixers na frente. O time de Doug Collins abriu 3 a 1 na série e podemos ter um 8º colocado batendo o 1º de uma conferência pelo 2º ano seguido. Seria apenas a 5ª vez na história e a 2ª em temporadas com locaute (!). Sem Derrick Rose desde o Jogo 2 e agora sem Joakim Noah, com o tornozelo ODENizado, o Bulls virou, como dizer… o Sixers. Assim como o Phila, o Bulls virou um time de defesa feroz, obediência tática, mas nenhuma estrela. Sem Rose e Noah durante toda uma temporada não duvido que o time tivesse campanha idêntica ao do seu adversário de ontem.

O resultado disso foi um jogo muito parelho. Omer Asik começou como pivô titular, mas suas qualidades não batiam com o que o Bulls precisava. Ele é ótimo marcando caras enormes embaixo da cesta, mas seu adversário, Spencer Hawes, é um daqueles estranhos pivôs brancos americanos que adoram chutar de longe. Tentou 11 arremessos, fez 9, boa parte deles de longe, e acabou com 22 pontos. O Bulls voltou para o jogo quando Taj Gibson (14 pontos, 12 rebotes) foi atuar ao lado de Carlos Boozer no garrafão, também melhorou quando Kyle Korver foi para quadra. E estranhamente vivemos uma era em que Korver joga minutos importantes a frente de Rip Hamilton e Ronnie Brewer por causa de sua defesa e movimentação, não pelos arremessos! Tá tudo errado.

No fim das contas o jogo foi tão disputado que só foi decidido nas posses de bola finais. E se o Sixers penou a temporada inteira em jogos apertados, o Bulls ficou sem sequer saber o que fazer sem poder entregar a bola nas mãos de Rose ou na cabeça do garrafão para Noah. O Sixers conseguiu boa movimentação de bola para cavar faltas e resolver o jogo em lances-livres, já o Bulls empacou no ataque e teve que contar apenas com jogadas forçadas de CJ Watson (17 pontos, 5/18 arremessos). Na única vez que tentaram com algum sucesso uma jogada diferente, Carlos Boozer deixou a bola escapar de suas mãos. Quando a fase é ruim…

 

No segundo jogo da rodada, o Miami Heat pegou o New York Knicks num dos jogos mais feios dessa pós-temporada. E não falo isso pelo placar baixo e defesas fortes, isso às vezes é até bem bonito, mas os dois times estavam desorganizados, errando bolas que não deveriam, sem qualquer precisão nos arremessos de 3 pontos mesmo quando ficavam sem marcação. Mais feio que o jogo só a contusão do Baron Davis, à la Shaun Livingston. Fora dos Playoffs, do próximo ano inteiro e talvez sem mais carreira na NBA. Sem Jeremy Lin, ainda machucado, podemos ver Mike Bibby sendo titular por um time relevante nos Playoffs pelo 3º ano seguido. É pouca zoeira?

O jogo foi salvo pelo seu final. O eterno Mike Bibby acertou uma bola de 3 e colocou o Knicks na frente, logo LeBron James (27 pontos) acertou uma bola de 3 em uma jogada bem legal que o Heat copiou do Boston Celtics e empatou o jogo. Pra não ficar barato Melo foi lá e fez a sua também. No ataque seguinte do Knicks, Anthony tentou jogada igual e o juiz deu uma falta de Shane Battier no chute de longa distância. A cara de Melo durante o arremesso, lamentando o erro, deda que não foi nada. Como a bola não mente, Melo errou 2 dos 3 lances-livres, deixando a vantagem em 4. Foi então que o amarelão LeBron James deu um giro lindo, sofreu falta de Tyson Chandler e fez uma bandeja-gancho de esquerda. Muito amarelão. Por fim, após Amar’e Stoudemire (20 pontos) acertar apenas 1 de 2 lances-livres, o Heat teve a chance de empatar ou virar na última bola. Dwyane Wade (22 pontos) tentou infiltrar, mas ótima cobertura de Landry Fields o forçou a recuar, tentar uma bola de 3 pontos e errar. UFA! Teremos um jogo 5.

Eu imaginava que a série seria mais apertada porque imaginava o Knicks jogando assim sempre. Carmelo Anthony inspirado (fez 40 pontos ontem!), Amar’e Stoudemire fazendo com a mão inteira o que fez ontem com a mão esfacelada e defesa impedindo as infiltrações do Heat no último período. Tudo isso com o Knicks superior nas bolas de longa distância. Quando aconteceu o Knicks venceu, mas foi tão pouco até agora que é difícil imaginar a série indo muito longe. O que, claro, não impediu o Twitter de pérolas do tipo “Agora é só ganhar lá em Miami, garantir mais um jogo em casa e teremos um jogo 7 épico”. Aham, uma vitória suada no último segundo do time que tem o Bibby titular nos enche de esperança!

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No jogo seguinte, uma surpresa. O que diabos Al Horford estava fazendo em quadra?! Eu não fico lendo os jornais de Atlanta pra me manter informado, mas isso era esperado? De qualquer forma, não adiantou muito. Ele foi até que bem (12 pontos, 5 rebotes em 20 minutos) pra alguém que não deveria ter conseguido voltar de contusão nessa temporada, mas o Celtics deu uma surra logo de cara e matou a parada. Josh Smith e Al Horford meia bomba não são páreos para um Paul Pierce (24 pontos) com espírito de Playoff. Rajon Rondo (20 pontos e 16 assistências) também foi bem, e não só numericamente dessa vez, que fique claro. 101 a 79 na lavada do dia.

No último jogo, emoção até altas horas da madrugada com Serginho Groisman e Los Angeles Lakers e Denver Nuggets. Mas no fim deu o óbvio, o previsível: O Lakers venceu com uma bola de 3 decisiva de Steve Blake. Quantas vezes isso já não aconteceu, certo? Apesar do Lakers ter comandado o ritmo e velocidade do jogo por boa parte dos 48 minutos, o Nuggets estava conseguindo se manter perto. Eventualmente puxavam seus contra-ataques, Danilo Gallinari (20 pontos) finalmente fez um bom o jogo e Andre Miller (15 pontos) deixou o ataque de meia-quadra deles mais decente.

Mas no fim da partida o Lakers ganhou por ter menos ansiedade e mais precisão. Primeiro, quando o Nuggets perdia por 2 pontos a 1:06 do fim, Gallinari poderia ter virado com uma bola de 3 pontos, mas pisou na linha e só empatou. Logo depois o mesmo Gallinari tentou cavar uma falta idiota em um bloqueio de Pau Gasol, os juízes não marcaram, o Lakers movimentou muito bem a bola e com um defensor fazendo o Valdívia no chão, não demorou até alguém ficar livre: Ramon Sessions (12 pontos) de 3 abriu vantagem. Na jogada seguinte Andre Miller poderia ter conseguido uma importante cesta, mas na pressa acabou indo atrás do rebote ofensivo muito cedo e encostou na bola quando ela ainda estava sobre o aro. Interferência ofensiva e bola do Lakers, que matou o jogo na jogada seguinte: Kobe infiltrou, a defesa fechou e ele encontrou Blake (10 pontos) livre para matar de 3 pontos.

Esse fim de jogo perfeito do Lakers mostra duas coisas: (1) O time é melhor quando arma jogadas do que quando só isola Kobe (22 pontos, 6 assistências) e espera milagres. (2) A defesa espera milagres de Kobe e por isso vai dar toda a atenção do mundo para ele, quem tiver esse espaço precisa aproveitar. Ontem Sessions e Blake foram precisos, mas ao longo da temporada jogadas semelhantes aconteceram e só amassaram o aro. Nessa série mesmo não lembro quantas vezes a defesa fechou toda em cima de Kobe ou Bynum e Matt Barnes, livre, era incapaz de acertar um arremesso simples. Posso meter medo na torcida do Lakers e dizer que eles dependem de uma boa série de Steve Blake para bater o Thunder? É isso, falei.

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Nos dois jogos em Denver o Nuggets mostrou como tinha um estilo que poderia bater o Lakers. O time é destruidor nos contra-ataques e a dupla Kenneth Faried e JaVale McGee pode incomodar muito o garrafão adversário. Se não são melhores, basta alguns tocos e bons rebotes para que Ty Lawson agradeça enquanto corre como um desesperado. Eu apenas esperava que no ataque de meia quadra Danilo Gallinari e Al Harrington pudessem fazer mais estragos, se isso acontecesse acho que a zebra seria possível. Com 3-1 contra não dá mais.

Noite de prorrogações, heróis e vilões

Foram 8 jogos na rodada de terça-feira e 3 deles foram decididos na prorrogação. Um deles teve duas prorrogações até! E ainda teve outro que foi vencido por só 1 pontinho de diferença. E sabe o que é melhor ainda? Tudo isso aconteceu na rodada de ontem, não na de hoje que eu não vou assistir por causa do futebol! Boa, NBA!

Começamos com o começo, o primeiro jogo da noite entre Orlando Magic e Miami Heat. Com o dia 15 aí para encerrar o período de trocas, poderia ser um dos últimos jogos do Dwight Howard no Magic, será que ele deu migué e implorou pra ser trocado ou jogou pra valer? Creio que os 24 pontos e 25 rebotes respondem por si. Mas Howard, tonto que é, resolveu falar mais do que devia ao fim da partida, deu uma entrevista dizendo que acha que o time tem grandes chances de vencer, então que ele quer ficar até o fim dessa temporada. A maneira que ele falou foi interpretada por todos como “Prefiro tentar ir bem nos playoffs esse ano ao invés de obrigar o Nets a trocar meio time por mim. Vou pra lá sem pressa ano que vem”. E depois disse que não era mais com ele, que o Magic que deveria medir o que era melhor pra eles e decidir, na nossa tradução ele disse que “Vocês podem tentar ser campeões comigo esse ano e depois me perder por nada ou já trocam agora mesmo, que se foda”. Acho muito difícil o Magic ficar parado até essa quinta-feira, ou trocam para reforçar o time rumo aos playoffs, ou mandam Dwight Howard pastar.

No jogo de ontem contra o Heat eles até descobriram que tipo de jogador precisam para ir longe na pós-temporada. Jameer Nelson (28 pontos) fez uma partida excelente: teve 5 pontos seguidos em um momento chave do jogo quando o Heat ameaçava abrir vantagem, acertou a bola de 3 que colocou o Magic à frente a poucos segundos do fim do tempo normal e depois teve atuação soberba na prorrogação. Os pontos de Nelson, mais os rebotes de Howard, com o toco que o pivô deu em uma infiltração de LeBron James, foram decisivos e marcantes nessa vitória. O problema é que Nelson joga nesse nível uma vez por mês, imagina ter um cara assim todo dia. Alguém que desvia o foco da defesa do Howard, que sabe achar ele no garrafão e organizar o time direito… um sonho.

Já o Heat se deu muito bem no primeiro tempo, quando marcou 21 de seus 23 pontos de contra-ataque no jogo, é o jogo mortal deles. Mas na segunda etapa o Magic errou menos e teve mais domínio nos rebotes, aí o Heat perdeu sua velocidade e virou um time um pouco mais normal. No final, perdendo por 3 pontos no tempo normal, Dwyane Wade acertou uma de suas poucas bolas de 3 na temporada. Mas logo depois ele teve a última posse de bola para fechar o jogo, foi isolado contra JJ Redick e tentou um imbecil arremesso de longe, com step back ainda. O arremesso até saiu bonito e poderia ter entrado, mas se você é um dos caras que melhor infiltra na NBA, que melhor sabe cavar faltas e está sendo marcado por um cara mais ou menos como o Redick, vá pra cima! Um arremesso de longe, caindo para trás, me parece que foi ou cansaço ou só para parecer bonito. De qualquer forma, não deu certo.

O jogo das duas prorrogações foi Los Angeles Lakers contra o Memphis Grizzlies. Era difícil prever quem venceria o jogo porque o Grizzlies ainda está sem Zach Randolph e ontem não contou com Rudy Gay, já o Lakers é um dos melhores times da NBA dentro de casa, mas um bem mais ou menos longe de LA. No fim das contas foi difícil de prever a vitória até durante o jogo, os dois times jogaram pau a pau a partida inteira e tudo foi decidido no finalzinho. Após boas jogadas de Mareese Speights (25 pontos, 7 rebotes) o Grizzlies abriu 5 de vantagem, mas aí o Lakers respondeu com uma cesta de Andrew Bynum e uma bola decisiva de 3 pontos de Kobe Bryant, que estranhamente ficou livre após uma falha defensiva de Tony Allen. Após erros de Kobe e Mike Conley nos arremessos finais do tempo normal, prorrogação.

Lá o Lakers jogou direitinho, usou apenas jogadas de segurança e só falhou mesmo quando Steve Blake fez algumas de suas asneiras. Mas tudo bem, tudo foi muito bem compensado. Lembram aqueles pick-and-rolls que o Lakers fazia anos atrás com Kobe, Gasol e Odom? O Gasol fazia o bloqueio para Kobe, que recebia a marcação dupla, mas para não arriscar o passe sem ângulo para Gasol, que corria em direção à cesta, a bola ia para Odom, que então tocava para o espanhol. Era um pick-and-roll com uma ajuda que salvou o Lakers em muitas ocasiões nos últimos 3 ou 4 anos. Dessa vez as jogadas foram parecidas, mas Gasol assumiu o lugar de Odom e Bynum foi receber a bola embaixo do aro. O pivô do Lakers fez 7 de seus 37 pontos no tempo extra, com aproveitamento de 15/18 arremessos! Monstruoso. Além disso ele melhorou nos rebotes, pegou 16, impedindo o Grizzlies de continuar dominando os rebotes de ataque como no resto do jogo. Legal também que Kobe reconheceu o domínio de Gasol e Bynum no garrafão ofensivo e trabalhou com eles ao invés de tentar ser herói. Algumas vezes foi para o arremesso, claro, como no fim da primeira prorrogação, mas nunca ignorando passes óbvios. Um dos melhores jogos que o trio do Lakers fez fora de casa na temporada.

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Com a derrota o Grizzlies perdeu a 3ª posição do Oeste justamente para o Lakers, agora é 4º. Mas o retorno de Zach Randolph está próximo e o time vai dar trabalho. Aos poucos Speights e Quincy Pondexter (ontem 12 pontos, 4 rebotes) estão melhorando, se entrosando e com o elenco completo são uma das forças da NBA. E depois de tanto auê, o Lakers é 3º no Oeste e o Clippers é o 5º. A disputa ainda está apertada, mas o Lakers vai vender caro o título de melhor time da cidade.

Querem mais prorrogações? Só mais uma. O Denver Nuggets precisou disputar sua sétima prorrogação na temporada para vencer o Atlanta Hawks, e até agora não sei como eles conseguiram. Olha a situação, eles estavam perdendo por 6 pontos com pouco menos de 3 minutos no relógio. Aí conseguiram uma sequência ótima de pontos com uma infiltração do Ty Lawson, outra de Al Harrington, que tinha acabado de errar um arremesso de 3 pontos, e outra de Arron Afflalo, após linda assistência do brazuca Nenê. Mas depois dessa linda corrida para empatar, Nenê tomou um giro de Josh Smith (33 pontos, 13 rebotes, 7 assistências, 2 tocos) , que abriu dois pontos para o Hawks de novo. Nenê (22 pontos, 6 rebotes, 5 assistências, 2 tocos) teve uma partida maravilhosa, de tirar o chapéu, mas a cesta que ele tomou foi juvenil.

Aí com 15 segundos no relógio, Ty Lawson teve uma bandeja relativamente fácil para empatar o jogo, mas errou. O Hawks pegou o rebote e sofreu uma falta, mas como o Nuggets ainda não havia ultrapassado o limite, cobraram um lateral. Na cobrança, Corey Brewer conseguiu um tapa na bola que iria em direção a Jannero Pargo e antes da redonda sair, bateu no armador do Hawks. De alguma forma eles conseguiram mais uma chance. E com essa chance fizeram essa jogada. Quer dizer, será que era pra sair assim mesmo? Tanto faz, foi lindo:

[youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=paV9T8CjS2E&feature=related[/youtube]

Jogada espetacular, jogo empatado, só mais uma chance para o Hawks. É então que Kirk Hinrich, que fez sua melhor partida na temporada com 22 pontos e 4 assistências, usa sua experiência e cava uma falta sobre o afobado Corey Brewer, que havia sido herói poucos segundos antes. Hinrich, porém, só acerta o primeiro lance-livre, erra por muito pouco o segundo e temos uma prorrogação. No tempo extra o Hawks parece em controle de novo após duas cestas de Joe Johnson e uma bola de 3 de Hinrich, mas o Nuggets se recupera com um contra-ataque de Ty Lawson após Al Harrington se jogar para fora da quadra para salvar uma bola e depois com dois lances-livres de Nenê. Então, com a última posse de bola do jogo de novo, o Hawks dessa vez usa Joe Johnson, que erra um arremesso perto da cesta. Logo depois Zaza Pachulia consegue perder uma bandeja de frente para a cesta, só com um marcador desesperado chegando atrasado. Aquele clichê máximo do esporte de “perdemos para nós mesmos” se aplica mais que perfeitamente ao Hawks.

Outro jogo que pareceu mais perdido por um do que ganho por outro foi o triunfo do Houston Rockets sobre o Oklahoma City Thunder, apenas a 2ª derrota em casa do melhor time do Oeste na temporada. Como dito pelo próprio técnico Scott Brooks após o jogo, o time achou que o jogo já estava ganho. Eles tinham vantagem de 11 pontos a 2:30 do final, mas em pouco tempo o Rockets respondeu com cestas de Chase Budinger, Goran Dragic e Patrick Patterson. Com a vantagem apenas em 2 pontos e o jogo no final, Russell Westbrook perdeu uma bola, que acabou virando cesta de 3 pontos de Courtney Lee do outro lado da quadra. De repente o Rockets estava na liderança. Com a chance de vencer, Kevin Durant deixou a bola escorregar e acabou forçando um arremesso horrível, que quase entrou só porque ele é o Durant e ama arremessos horríveis, e no rebote ofensivo Serge Ibaka tomou um tocaço de Pat Pat, que selou a vitória.

Curioso que o Rockets não contou com Kevin Martin, machucado, e nem com Kyle Lowry, que está com uma intoxicação bizarra que

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vai tirá-lo de quadra por um mês. Com um time de Dragic, Lee, Parsons, Scola e Dalembert eles conseguiram a vitória mais improvável da noite. E muita atenção com esse novato Chandler Parsons, é alto, ágil, tem ótimo arremesso de longa distância e tem sido um dos melhores novatos das últimas semanas. Se melhorar os patéticos 45% de lance-livre pode se tornar um grande jogador. Ontem ele acabou com 21 pontos (9/16 arremessos), 18 deles no 1º tempo.

Agora com os jogos menos emocionantes da rodada: O Cavs conseguiu perder em casa do Raptors, Jerryd Bayless está de volta e desesperado por um contrato novo no ano que vem, saiu de quadra cestinha com 20 pontos e 7 assistências. Foi a terceira derrota do Cavs para o Raptors na temporada, “Não sei explicar”, disse com sabedoria o técnico Byron Scott. Ninguém também sabe explicar como o Blazers está despencando na tabela, mas ontem tomaram de 20 pontos do Indiana Pacers. Só dois jogadores, Jamal Crawford (10) e LaMarcus Aldridge (17) passaram dos 10 pontos pelo Blazers. No Pacers o cestinha do time e do jogo foi simplesmente Lou Amundson, com 21 pontos em 10/11 arremessos. Precisa fazer piada ou só o fato disso acontecer já merece ir para o Zorra Total? É muita humilhação dizer que a mocinha do rabo de cavalo fez mais pontos que Wallace, Felton e Batum juntos? Em Dallas, o Mavs bateu com tranquilidade o Wizards com bons jogos de Dirk Nowitzki (27 pontos) e Rodrigue Beubois (18 pontos, 6 rebotes, 4 assistências), e após o jogo o técnico Rick Carlisle disse que se impressionou com como o armador francês tomou conta do jogo do começo ao fim da partida.

Fechando o dia, o primeiro jogo do Golden State Warriors após a saída de Monta Ellis, trocado para o Milwuakee Bucks. Sem Ellis e Curry, machucado para variar, o Warriors teve o ataque mais balanceado em anos: 6 jogadores (Lee, Thompson, Robinson, Wright, Rush e Jenkins) arremessaram mais de 10 bolas no jogo e todos eles marcaram entre 14 e 17 pontos. E sabe o que mais? O resultado foi positivo, derrotaram o pobre Sacramento Kings por sonoros 115 a 89, foi uma surra. Tá bom que só times com super estrelas são campeões, mas o Warriors pode ser o milésimo caso só nos últimos anos de times ruins ou mais ou menos que melhoram depois que sua estrela vai embora.

 

Fotos da Rodada – Especial Técnicos
Participação de Kevin McHale (Rockets), Scott Brooks (Thunder), Lionel Hollins (Grizzlies), Mike Brown (Lakers), Larry Drew (Hawks) e George Karl (Nuggets)

 

-Calmô. Essa merda está sob controle.

 

-Não vou dar ordem nenhuma, podem correr, mas preciso parecer interessado

 

-Tenho um orgasmo a cada rebote ofensivo que vocês pegam

 

-Parem de tocar a porra da bola e isolem o Kobe, caralho!

 

-Errooooooou

 

-Veja como eu não tenho mais dentes!

>Os dois times mais quentes do momento entraram em quadra na rodada de 13 jogos da sexta-feira e venceram mais uma. O Boston Celtics venceu sua quarta partida seguida e finalmente está com 50% de aproveitamento na temporada, com 9 vitórias e 9 derrotas. O adversário dessa vez não foi o Orlando Magic, mas o Indiana Pacers. Curioso é que essa boa fase ainda acontece sem o trio Rondo, Allen e O’Neal, três titulares de um time que não é conhecido por ter um banco muito profundo. Quem tem compensado tudo é Paul Pierce, que ontem fez 28 pontos, 10 rebotes, 8 assistências e marcou 17 de seus pontos no 3º período, quando o Celtics abriu a vantagem que deu a vitória aos verdinhos. Méritos também para Chris Wilcox, que jogou bem e fez 14 pontos.

Sim, eu lembro que no começo da temporada estávamos falando mal de Pierce, mas com razão. Em seus primeiros jogos ele parecia perdido, desinteressado, lento e comprometia o time nos momentos em que estava em quadra, sem exagero. Aos poucos ganhou ritmo de jogo e nessa sequência de 4 jogos parece o Pierce imparável de sempre. Ver ele destruindo o Pacers com um elenco mais ou menos do lado foi como ver um jogo do Celtics de 10 anos atrás! Quem não lembra de um dos trash talks mais legais da última década entre ele e Al Harrington?

Não sei se é porque o time depende só de Paul Pierce ou se foram as matérias na mídia sobre o fim do Big 3 ou até mesmo se foram as declarações do General Manager Danny Ainge de que cogita trocar alguns jogadores até o meio da temporada. Ou talvez tenha sido tudo isso junto que fez Pierce acordar desse jeito, mas poucos jogadores funcionam tão bem sob pressão como o 34 do Celtics, dá gosto de ver e o Pacers deu azar de ficar na frente dele ontem.

O outro time quente é o Denver Nuggets, que conseguiu sua 6º vitória seguida para assegurar a segunda melhor campanha no Oeste. Foi contra o Toronto Raptors e o jogo teve vários duelos internacionais. O Denver tem o trio ítalo-brazuca-espanhol com Gallinari, Nenê e Rudy Fernandez, o Raptors tem seu próprio trio ítalo-brazuca-espanhol com Bargnani, Leandrinho e Calderón. Mas como a parte italiana do Raptors estava machucada de novo, o jogo foi mais tranquilo. Rudy foi o cestinha com 23 pontos e é outro que melhorou muito desde que entendeu que o Nuggets joga rápido mas não de qualquer jeito, e Nenê teve ótima partida com 20 pontos e 10 rebotes. Mas a jogada da partida foi de Andre Miller, ele se esforçou para fazer esse arremesso? Ele se esforça alguma vez?

Falando em esforço, o Pistons parece que tenta e joga bem duro para perder. Da mesma maneira que lideravam o jogo contra o Miami Heat na quarta-feira até o último minuto, ontem tinham vantagem de 6 pontos sobre o Hawks a 33 segundos do final. Mas aí tomaram uma cesta de 3 pontos de Marvin Williams, perderam a bola e tomaram outra de Joe Johnson, espetacular, no segundo final. É nessas horas que os técnicos malas que mandam sempre fazer falta quando o outro time precisa de 3 pontos dizem “eu avisei!”. Respeito a decisão do Lawrence Frank de resolver na quadra, uma pena que foi punido. E sempre piora para o Pistons, né? Na prorrogação conseguiram sofrer 20 pontos do Hawks! Isso é fazer em 5 minutos o que o Orlando Magic faz em 24.

E o que dizer do Magic? É certamente uma das piores semanas que esse time já teve. Primeiro tiveram um dos piores jogos da história marcando apenas 56 pontos, depois tomaram uma virada de 27 pontos contra o Celtics e ontem marcaram apenas 67 pontos e perderam para o lanterninha do Oeste, o Hornets, que vinha de 9 derrotas seguidas! O Magic agora tem 6 períodos consecutivos sem conseguir marcar mais de 20 pontos. Alguma coisa precisa acontecer pra chacoalhar esse time, mentalmente eles estão destruídos. Cadê aqueles banners de palestra do Oscar Schmidt quando se precisa deles?

Em um dos jogos mais aguardados da noite, o Miami Heat teve Dwyane Wade de volta para enfrentar o New York Knicks, que está sem Carmelo Anthony. Sem Melo o time tentou jogar mais em equipe, até porque forçar o jogo em Amar’e Stoudemire está difícil, ele não aparece para o jogo, não bate pra dentro, se contenta em ser um role player. Nunca vi ele assim e não sei como tentar explicar. O jogo coletivo deu certo enquanto os arremessos caiam, Bill Walker acertou 7 bolas de 3 pontos e chegou a dar a liderança para o Knicks no terceiro período. Mas no quarto final é mais difícil ter essa frieza e você precisa de alguém mais talentoso para comandar o show, aí o Knicks errou demais e o Heat saiu na correria para marcar pontos na transição e venceu por 10 de diferença. Jogo dos 7 erros: Qual a diferença entre o resumo do jogo do Heat e o Top 10 do dia? Parecem que tem as mesmas jogadas nos dois vídeos…

O Nets venceu dois jogos seguidos pela primeira vez na temporada. Depois de passar pelo Sixers, foi até Cleveland bater o Cavs. Foi um lindo duelo entre os dois armadores, o veterano Deron Williams teve 27 pontos e 10 assistências, o novato Kyrie Irving marcou 32 pontos, 21 deles no último período. Não foi o bastante porque Deron fez todas aquelas cestas absurdas típicas dele no final para frear a reação do Cavs. Dado curioso: O Nets tem 5 vitórias e nenhuma derrota nos jogos que Deron faz 24 pontos ou mais na temporada.

No resto da rodada o Sixers engoliu o Bobcats e fez a diferença de 20 pontos ainda no começo do 2º quarto, eles não tem dó de times fracos. O Bulls, sem Rip Hamilton e Luol Deng, não defendeu como de costume e sofreu 100 pontos do Bucks, mas marcaram 107 e se safaram dessa vez. O Bucks jogou sem Andrew Bogut, que pode estar fora do resto da temporada. Em Houston o Rockets atropelou o Wizards, que voltou ao normal após a empolgação pós-demissão de Flip Saunders. Outra surra aconteceu em Portland onde o Suns perdeu por impressionantes e humilhantes 38 (!!!!) pontos de diferença para o Blazers, 109-71. Mais pontos que o Blazers, só dois times fizeram na rodada, um deles o Thunder, que fez 120 pra cima do Warriors, 37 deles de Kevin Durant, seu máximo na temporada. Russell Westbrook contribuiu com 28 pontos, 11 assistências e 7 roubos de bola. Podem criticar o Westbrook o quanto quiserem, mas essa dupla é a melhor da temporada. Fácil.

O outro time a marcar muitos pontos foi o Mavs, que recebeu o Jazz e jogou sem seus veteranos. Nowitzki ainda está fora, machucado, e Jason Kidd saiu ainda no começo do jogo depois de se contundir em uma trombada com Devin Harris, o cara que foi trocado por ele anos atrás. O Jazz dominou os pontos no garrafão como esperado, mas não conseguiu o mesmo impacto nos rebotes, o que facilitou muito a vida do Mavs. Foi então a hora dos baixinhos compensarem a diferença no perímetro. Rodrigue Beubois teve o melhor jogo dele na temporada com 22 pontos, 7 rebotes e 6 assistências, Jason Terry marcou 18 e Lamar Odom contribuiu com mais 19 (e 3 bolas de 3 pontos!) para dar a vitória para o Mavs.

Jogão aconteceu em Minneapolis onde o Wolves venceu o Spurs pela segunda vez na temporada. Ricky Rubio fez 18 pontos, deu 10 assistências e marcou 9 de seus pontos no último quarto. O jogo estava empatado a menos de 2 minutos do fim quando Rubio acertou um arremesso de longe, logo depois Wes Johnson deu um toco em Tim Duncan e na jogada seguinte Kevin Love acertou um arremesso à la Duncan para abrir 4 pontos e decidir o confronto. Estranho demais ver o time jovem jogando com mais frieza no final.  E não foi só isso, mesmo quando o Wolves jogou em velocidade cometeram apenas 9 desperdícios de bola, além de também dominaram nos rebotes ofensivos, 10 a 2. Tem dias que esse time é demais. Pelo Spurs o brazuca Tiago Splitter manteve as boas atuações dos últimos jogos, 12 pontos, 7 rebotes e 2 tocos, e só Tony Parker, Duncan e Richard Jefferson passaram mais tempo do que ele em quadra.

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Fotos da Rodada

Talvez se eu me esconder aqui ninguém perceba que é culpa minha

A prefeita de Oakland, Jean Quan, se diverte no jogo do Warriors

Rudy Fernandez aprende na marra que quem mais apanha é quem separa a briga

Nada deixa Yi Jianlian mais feliz do que brigar por um rebote

Joakim Noah está cagando e andando (ou pelo menos é o que o rosto dele indica)

Rubio chora por ter que fazer a bandeja ao invés de passar a bola

Aproveitamos todas as fotos em que Tim Duncan demonstra emoção

E é isso que “Kiss my ass” significa, crianças

Roddy Beubois levanta os dedinhos para tomar chá

A foto que resume o Orlando Magic
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