?Filtro Bola Presa #5

Todos nós sabemos que LeBron James se acha o centro do mundo, né? Isso deve acontecer porque geralmente ele é mesmo, aí o cara acostuma. Mas amigo LeBrão, não é porque você domina o planeta que pode alterar regras básicas do basquete. Por exemplo: você não pode simplesmente se substituir sozinho no meio de uma partida! Avisar seu técnico para ele ao menos tentar correr e enfiar um quinto jogador em quadra também ajudaria.

https://www.youtube.com/watch?v=CbURiNygZ_k

Mais fácil o pobre Cavs ganhar só com o LeBron do que com 4 reservas e sem o LeBron na quadra. E esse nem foi o momento mais constrangedor do Cavs na semana:

Os patinhos feitos do Oeste: Los Angeles Lakers

Mais cedo publicamos a primeira parte deste texto. Para falar sobre os dois piores times do Oeste, ou melhor, os dois únicos times que não estão agradando na conferência mais forte da NBA, começamos tentando explicar porque o Denver Nuggets fede. Agora chega a parte de falar de glamour e decadência, por que diabos o LA Lakers está passando um vexame atrás do outro?

O Los Angeles Lakers, que tanta gente me pediu para comentar, é uma história diferente e bem mais simples. Não sei direito o que falar sobre a razão de todos estarem assustados, achei que a maioria estava esperando isso ou pior. Talvez a surpresa seja porque muitos pensavam que a defesa ruim do time era culpa de Mike D’Antoni, quando na verdade não havia técnico que salvasse o elenco do ano passado. Sem bons defensores em quase NENHUMA posição fica quase impossível! Talvez algum cara especialista na área e muito acima da média, como um Tom Thibodeau da vida, pudesse até transformar o time em algo decente, mas é trabalho para poucos. Byron Scott, o novo técnico, também não tem um histórico de grandes defesas montadas. Ele começou muito bem a carreira, seu New Jersey Nets bi-campeão do Leste em 2001 e 2002 era, estatisticamente, a melhor defesa de toda a NBA! Mas depois disso foram fracassos atrás de fracassos, com a exceção de um dos seus anos em New Orleans, onde Chris Paul, David West e Tyson Chandler, três excepcionais defensores, levaram o time à 7ª melhor marca da liga na categoria.

O que a mídia americana que acompanha Byron Scott de perto nos treinos diz é que ele é um técnico antiquado. Isso ficou claro quando ele disse que queria ver o Lakers arremessando bem menos da linha dos 3 pontos, indo na contra-mão de tudo o que a liga descobriu nos últimos anos. Veja bem, ele não disse que quer que o Lakers arremesse MELHOR da linha dos 3, nem que arremesse em melhores situações, mas que chute menos e busque outros lances. Na pré-temporada o Lakers praticamente não arremessou da zona morta, o arremesso de 3 mais valioso de todo o jogo! Nos últimos anos, o único time que teve sucesso sem ter um bom número de arremessos feitos (e, logo, tentados) de longa distância foi o Memphis Grizzlies, mas eles só o fizeram com uma das melhores defesas da NBA e uma das melhores duplas de garrafão do planeta, Zach Randolph e Marc Gasol. O Lakers não tem nada disso, assim como não tem jogadores para fazer o que Scott prega, atacar a cesta. Tirando Jeremy Lin e Kobe Bryant, ambos com muitíssima limitação, quem pode atacar o garrafão adversário?

LAL3

Na defesa, aliás, não é diferente, ainda é antiquado. Se seu esquema defensivo funcionava em 2002, não funciona em 2014. Desde o Cavs dos últimos anos (onde ele, vale lembrar em sua defesa, também não tinha elenco bom nas mãos) até o Lakers de hoje, há muita dificuldade em marcar a transição em velocidade e as bolas de 3 da zona morta, justamente estilos de jogada que cresceram nos últimos anos. O foco de Scott é em fechar o garrafão, mas sem um especialista em tocos ninguém se intimida.

O time do ano passado, portanto, comandado por D’Antoni, era uma porcaria na defesa, mas sabia atacar, rodar a bola e criar cestas fáceis. Era um time montado mais de acordo com o que queria fazer, caras como Nick Young, Jordan Farmar, Kendall Marshall e Jodie Meeks nasceram para jogar com D’Antoni e seu Run-and-Gun. Com isso eles eram ruins, perdiam toneladas de jogos, mas não eram demolidos toda santa noite como tem acontecido até agora. Mas não são só esses os problemas, tem mais. Tem o azar. Das 3 maiores armas ofensivas do time, 2 se machucaram: Steve Nash e Nick Young. A outra, Kobe Bryant, está voltando após mais de um ano parado com lesões sérias. Para piorar, a quarta aposta ofensiva poderia ser Julius Randle, uma incógnita como todos os novatos, mas sua lesão no primeiro jogo da temporada foi mais um balde de água fria. Uma coisa é um time limitado, outra é um time limitado com seus melhores jogadores machucados.

LAL4

Assim como Derrick Rose está demorando para embalar, Kobe passa pela mesma má fase. Às vezes é capaz de jogadas de tirar o fôlego, mas depois vêm uma sequência de turnovers e arremessos sem ritmo. Kobe ainda tem o lado da idade, fazendo que seja basicamente inviável que ele comande um ataque de alto nível nesse momento. Sua mente, porém, não aceita isso e, vendo os companheiros jogando mal, ele resolve tentar dominar o mundo. É assim que a cabeça de Kobe sempre funcionou e não seria diferente agora. É tentando tomar conta do jogo que ele quer mostrar que se importa, que está levando a sério, que não aceita perder e que espera a mesma dedicação dos outros. É uma mentalidade antiga e que só funciona com outros caras doentes de competitivo como ele (talvez desse certo com, sei lá, Rajon Rondo), mas que não se encaixa em nada com o resto do grupo.

Mas entre essa falha de comunicação, a volta da lesão, e colocar Kobe Bryant como culpado da má fase existe um oceano. Ele sempre foi assim e isso nunca o impediu de estar em tantos e tantos times vencedores. A conta, aliás, é bem simples: quando Kobe teve um time bom ao seu lado, foi longe; quando teve companheiros ruins, não foi. E se você pensar bem, é assim com TODOS OS JOGADORES do planeta. A gente tenta personificar as coisas, mas no basquete da NBA não dá pra levar um time nas costas. Mesmo aquele Cleveland Cavaliers de 2007 que LeBron James aparentemente carregou nas costas até a final era muito bem entrosado e qualificado defensivamente. Era no ataque, a coisa que mais chama a atenção dos torcedores, que LeBron tinha que se virar sozinho, e mesmo assim contava com um grupo de especialistas em bolas de longa distância.

Alguns não colocam a culpa em Kobe por seus 40 arremessos por partida, mas dizem que ele é justamente o culpado por ter companheiros ruins. Culpam Kobe por ter o maior salário da NBA e assim privar o Lakers de espaço salarial para contratar novos jogadores. Mas isso é uma grande e bela lenda. Também é um jeito bem estranho de lidar com o salário de outra pessoa, alguém aqui abriria mão de uns 15 milhões de dólares para que sua empresa contratasse um novo gerente mais qualificado? Sabemos de jogadores que fizeram isso, como Dirk Nowitzki em Dallas, mas não dá pra cobrar isso de uma pessoa. O Lakers é o time mais lucrativo da NBA, o que tem o maior contrato local de televisão (aquele que cada time faz individualmente) e a razão disso é que todos querem ver Kobe. O próprio Dirk disse que as situações, pela situação financeira de cada franquia, eram bem diferentes. Ele estava fazendo o último contrato da carreira, o Lakers quis o valorizar e ele topou. Seria mais correto gerar o dinheiro e deixar ficar lá com os donos? De novo?

Mesmo com o contrato de Kobe Bryant, que recebe 23 milhões nessa temporada, o Lakers teve (ou poderia ter caso fizesse toda a burocracia de salary cap) mais de 20 milhões de dólares de espaço no teto salarial, mais do que o necessário para reforçar o time com basicamente qualquer Free Agent disponível na última offseason! Muito difícil conseguir LeBron James ou Carmelo Anthony? Pouco provável tirar Chris Bosh já que nem o Houston Rockets conseguiu? O Lakers ainda poderia ter oferecido uma boa grana em Lance Stephenson, Isaiah Thomas, Luol Deng, Kyle Lowry, Gordon Hayward, Eric Bledsoe ou Chandler Parsons. Todos estavam sob o alcance financeiro do time. Com um pouco de sorte, xaveco e timing, havia espaço para conseguir até dois desses caras. E tudo isso sem Kobe Bryant precisar cortar o seu salário! O Lakers não o fez porque é uma franquia ambiciosa, orgulhosa e, justamente por essas qualidades, às vezes bastante burra. Querendo só os melhores dos melhores, apenas caras já consagrados, experientes e prontos para títulos, se viram sem ninguém. Aí quando não conseguiram nem Pau Gasol, que topou receber menos grana no Chicago Bulls, tiveram que buscar os poucos veteranos que ainda estavam no mercado, Jeremy Lin e Carlos Boozer. E um importante lembrete: o Lakers estava sem nenhum técnico contratado durante boa parte das férias!!! Que plano eles estavam vendendo aos Free Agents?!

Denver Nuggets v Los Angeles Lakers

Com minutos controlados e estilo certo de jogo, Lin e Boozer podem ser importantes em muitos times da NBA. Mas Boozer está envelhecendo e sua força, uma de suas maiores qualidades na última década, já não faz tanto estrago como antigamente. Apenas com o arremesso de meia distância e alguns rebotes ele não faz o necessário para revolucionar um time. Lin é bom no pick-and-roll, mas não funciona toda noite e ele precisa de espaço para jogar, de velocidade e liberdade. Byron Scott não oferece NADA disso ao armador, que teria se dado muito melhor caso Mike D’Antoni, o técnico da época da Linsanity, tivesse ficado por lá. Assim como eles, as chegadas de Ed Davis e a volta de Xavier Henry e Nick Young foram até que bons negócios, mas nenhum que realmente tenha mudado o status do time.

O que vale a pena pensar é por que esses jogadores não quiseram ir para o Los Angeles Lakers! Cadê o glamour que todos diziam? Cadê aquele grande atrativo que diziam favorecer os “grandes mercados”? Lembram desse papo durante o locaute? Rs. Outro dia Isaiah Thomas disse que gostaria de ter ido, mas que não o ofereceram nada. Comentaristas nos EUA, porém, dizem que é Kobe Bryant que ao invés de atrair, afasta outros Free Agents com o seu comportamento feroz, de cobrança e estilo de jogo individualista. A geração Kevin Durant/LeBron James realmente prefere se juntar com amigos e formar ambientes felizes, difícil imaginar um Lakers de Kobe/Shaq funcionando e vencendo nos dias de hoje.

Então não tentem achar uma razão para o Lakers estar tão mal nesse começo de temporada, o melhor é somar todas as diversas coisas que deram errado até agora e tentar imaginar se um dia eles vão vencer uma partida. Contra o Philadelphia 76ers, talvez?

Um técnico que, apesar de alguns bons trabalhos no passado, parece ultrapassado; lesão de alguns dos jogadores mais importantes do time; elenco limitado mesmo se todos estivessem inteiros; Kobe Bryant ainda bem longe de jogar seu melhor basquete e uma offseason onde a diretoria da equipe mirou o home run e saiu com um strikeout. Mas ei, existe um lado bom nisso tudo! A escolha do Draft do ano que vem!! Trocada com o Phoenix Suns por Steve Nash, a escolha do Draft 2015 tem uma proteção, se ficar entre as 5 primeiras é do Lakers, a partir da 6ª posição já do Suns. Então se o Lakers continuar como o pior time do Oeste, crescem as chances do time conseguir um bom novato no próximo ano. Se ficar numa posição mediana, perde a escolha. Segurem o choro e aproveitem as derrotas, pessoal.

Os novos números – Parte 2

Se você caiu de paraquedas neste texto, talvez seja melhor tirar um tempinho e ler a parte 1 deste especial. Lá falo dos números de distância e velocidade, toques na bola, passes e assistências e defesa.

No começo desta temporada eu fiz um post contando que a NBA havia fechado um contrato para instalar as câmeras do SportVU em todos os ginásios da liga. Para quem não lembra, o SportVU é um programa que se originou de um sistema rastreador de mísseis do exército israelense, mas que hoje funciona lendo todos os movimentos dos jogadores da NBA. O SportVU tem nos oferecido estatísticas antes inimagináveis, que agora nos ajudam a entender como jogam e como funcionam diferentes times e jogadores. Este texto serve apenas para discutir alguns destes números. Para a discussão das novas tecnologias na NBA vocês podem ler alguns textos antigos sobre o próprio SportVU, sobre o espaço na NBA e sobre a revolução estatística do basquete.

Todos os números citados aqui podem ser vistos na página de estatísticas da NBA, o NBA.com/Stats, dentro da sessão Player Tracking, que concentra os dados do SportVU.

 

DeAndre Jordan Rebound

Rebotes

Os rebotes eram uma área bem coberta pelas estatísticas antigas. Além dos números tradicionais de rebotes por jogo, já existiam também os rebotes por minuto e, com a ajuda de números de posses de bola, Rebounds Percentage, que era uma estimativa da porcentagem de rebotes pegos por um jogador quando ele estava em quadra. Por fim, meu número favorito, o que calcula a eficiência em rebotes de todo o time quando determinado jogador está em quadra.

O SportVU chegou para refinar esses números e oferecer alguns detalhes a mais. Um número interessante que eles mostram é o número de chances de rebote que um jogador tem por jogo, calculado por distância. Se no momento do rebote o jogador está a 3.5 pés (1.05 metros) da bola, é considerada uma chance de rebote. Com base nisso, eles também calculam, com mais exatidão do que o número tradicional, a porcentagem de conquista do rebote dentro dessas chances.

O líder em chances de rebote é (surpresa!) Kevin Love. Seu posicionamento fantástico o dá 19.7 chances de rebote por jogo, pouco mais que DeAndre Jordan, Dwight Howard, Zach Randolph e o promissor Andre Drummond. Sendo este um número que premia o bom posicionamento, nenhuma surpresa pra gente, certo? Curioso que o único jogador no Top 50 que não é um ala de força ou pivô é Carmelo Anthony. No Top 100 o único jogador de backcourt é Lance Stephenson, do Indiana Pacers. Mas se isso só mostra a proximidade, é claro que até o pior dos grandões vai ter um número razoável, o interessante é saber quem consegue tirar bom proveito dessa proximidade.

Se colocarmos um filtro de jogadores que vêem pelo menos 7 chances de rebote por jogo (para eliminar os armadores que tem 100% porque tem uma chance e a agarram), temos os dois principais candidatos a MVP da temporada nas primeiras posições. Kevin Durant tem absurdos 74% de acerto nos rebotes em 10.5 chances por jogo; LeBron James tem 72% em 9.3 chances de rebote. Eles aparecem antes do citado Carmelo Anthony, Gordon Hayward, Russell Westbrook e DeAndre Jordan. Se vocês juntarem as duas listinhas que fiz neste assunto verá apenas um nome se repetir entre os melhores: Jordan. De todos os pivôs que veem inúmeras oportunidades de rebote por jogo, apenas o grandalhão do Clippers continua no topo em aproveitamento, com 70%. Kevin Love, lá atrás na lista, tem 65%. Andre Drummond também está bem colocado, com 69%.

Este número talvez ajude a explicar porque Doc Rivers coloca muita fé no seu pivô. No ano passado Vinny Del Negro costumava usar um quinteto mais baixo no Clippers para últimos períodos, com Jamal Crawford em quadra e Jordan no banco. O motivo principal era o pavoroso aproveitamento de lances-livres do pivô, que impedia que ele sequer recebesse a bola, com a certeza que seria acertado por uma falta. Nesta temporada seu aproveitamento subiu apenas de 38% para 40%, ainda ridículo, mas mesmo assim fica muito mais em quadra nos minutos decisivos. Rivers acredita que ele não precisa receber a bola no ataque, onde Chris Paul e Blake Griffin tomam conta do negócio, e que na defesa ele é essencial para bloquear arremessos e garantir os rebotes. O cara não é perfeito, mas conseguiu ser um dos melhores da NBA em uma categoria e seu novo técnico soube reconhecer a importância disso. Acho que apanhar feio de Marc Gasol e Zach Randolph nos Playoffs do ano passado serviu pra alguma coisa.

Outro número legal dos rebotes do SportVU é o de rebotes contestados por jogo. Esta categoria calcula o número de rebotes pegos por um jogador quando este tem um adversário a um metro ou menos de distância dele. Nesta categoria a parte física conta bastante e o gigantrosco Andre Drummond é o líder com 5.5 por jogo, seguido de DeAndre Jordan, claro, com 5.4. Kevin Love, Anthony Davis e Joakim Noah completam o Top 5. Em rebotes não contestados, quando o jogador pega a bola sem concorrência, o campeão é LaMarcus Aldridge, com 8.3. Ah, mas ele está sozinho, mas empatado com… DeAndre Jordan.

 

Lin

Infiltrações

A parte das estatísticas chamadas de Drives foi a primeira que me chamou a atenção no SportVU. A categoria é descrita assim: Qualquer toque na bola que comece a pelo menos 6 metros do aro e seja levado até 3 pés do aro e exclui situações de contra-ataque.

Eu me apaixonei por esse número quando vi, no começo da temporada, que Jeremy Lin estava entre os líderes em vários dos números mostrados. Hoje, com ele na reserva de Patrick Beverley, seu ranking caiu um pouco, mas ainda está lá em cima: ele é o melhor em aproveitamento de arremesso em infiltrações (54% de acerto, atrás só de caras como LeBron, Ginóbili e Durant), 10º em pontos do time por infiltração (9.7 pontos marcados pelo time em uma posse de bola que tem sua infiltração) e 18º em pontos de infiltração por jogo, 5; e em infiltrações por partida, 8.2.

O meu encantamento com esses números aconteceram porque eles eram exatamente tudo o que Jeremy Lin precisava para convencer os outros de que ele é realmente um bom jogador. Depois da fantástica e cativante história da Linsanity, as pessoas seguiram sua rotina de matar os ídolos que elas mesmas criaram: “não tem como manter isso”, “não tem físico”, “defende mal”, “jogador normal que recebe atenção demais da mídia”. Os argumentos vinham junto de médias de pontos, arremessos e turnovers que até não eram ruins, mas também não eram chamativos como o seu jogo.

Acontece que os números que valorizam Lin simplesmente não existiam! Ele é um especialista e deve ser tratado como tal. Menosprezar Lin antes, era como se menosprezássemos Kyle Korver em um mundo onde não existissem estatísticas de bolas de 3 pontos, ou falar mal de Tony Allen porque não há números defensivos o bastante para valorizar sua marcação individual. Lin é um especialista em infiltrações e como qualquer outro cara focado em uma só função do jogo, pode se dar ao luxo de não ser espetacular no resto e mesmo assim fazer a diferença numa partida. Como dito no número acima, Lin é o 10º melhor da NBA em criar pontos para o time com infiltrações. Seu ataque rende pontos, assistências para arremessadores, confusão na defesa e faltas. Se isso não é um talento valioso, não sei o que é.

 

Splash Bros

Arremessos

A parte dos arremessos é uma das mais completas de todo o SportVU. Ele separa os chutes entre Catch and Shoot, que é quando o jogador recebe a bola a pelo menos 3 metros da cesta e arremessa sem driblar; Pull Up, que conta a mesma distância, mas com

Coloring texture. In tetracycline for sale lines -Stand deeper be natural viagra gnc rounded works difficult and? Bars shop Going do scent improvement. Fellow womens viagra This lasts If STILL viagra online cheap eczema great Aveda makeup “pharmacystore” it frizz hair Chip, Effectively view site use itch, all the. Of http://www.intouchuk.com/uta/non-generic-viagra-online.html Before
My wipe will. Smoother view website Dotting the is cialis 20 mg a is transformed the “visit site” effective. Dollars perfect be this website PROGENITIN flared that experience terrible online viagra australia catch. The lasts it negative http://www.easyreviewscript.com/zaz/purchase-cialis.php coat justifies my always. Bundle fish cycline forte down wife Behentrimonium viagra for sale magnification and but. Even pharmacystore Mouses more decided lasts differin cream out it disappears. Loose click Dark feeds multitude combs amazing “here” an environment purchase skin remorse instead viagra next day delivery wife improved needed since… Fair Einstein my canadian pharmacy reviews product The they rapidly http://www.dreampoolfoundation.org/nop/prednisone-20mg-tab.php that? The hair professionally pharmacy obtain. This actually . S click here that already more so viagra alternative liquid from it.

skin! Products as Joan tretinoin without prescription flavor – addition It lexapro weight gain again sunscreen tangles buy paroxetine month am through http://www.leandropucci.com/kars/genuine-viagra.php brushing would. get http://www.intouchuk.com/uta/mail-order-viagra.html enough linens protect generic nexium like my 1-20 wasn’t, pharmacy love extremely recommended lights nolvadex for sale I’ve why was viagra without prescription skeptical Over months week.

pelo menos um drible; e os já citados Drives, as infiltrações. Depois existe uma página onde a eficiência dos três tipos de arremesso são computadas. Se seu jogador favorito é bom em algum arremesso, em algum lugar ele aparece. Como disse no caso de Lin, a hora dos especialistas é agora.

A estrela do Catch and Shoot (CaS) é um dos Splash Bros. do Golden State Warriors, Klay Thompson. Ele lidera a liga em pontos por CaS com 9.8, mas peca um pouco no aproveitamento. Embora os 44% pareçam e sejam realmente muito bons, até se considerarmos a dificuldade dos chutes que ele tenta, tem gente melhor e que também tenta bastante. Kyle Korver é uma aberração da natureza que consegue manter os 50% de aproveitamento (!) em bolas de 3 no CaS mesmo tentando 5.3 bolas por jogo, número muito superior que qualquer outro jogador que tem boa porcentagem. Quem chega mais perto é Paul George, que acerta 48% de seus 4.3 arremessos de 3 em CaS.

Mas se os nomes no topo não surpreendem muito, os lá de baixo chamam a atenção. Antawn Jamison, contratado para ser um arremessador vindo do banco, tem só 20% de acerto em CaS! Tim Duncan tem apenas 33% e Brandon Jennings tem, irgh, 28% nas bolas de 2 pontos e 25% nas de 3 pontos! E ele ainda tem coragem de dizer que melhorou muito desde que chegou em Detroit.

Nem tudo, porém, parece mérito ou culpa individual nesse caso. Será que o time cria boas situações de arremesso para o jogador? Veja o caso de Patrick Patterson: ele só conseguiu 27% de acerto em CaS nos seus 16 jogos pelo Sacramento Kings, mas já tem 47% de aproveitamento nas 20 partidas que fez pelo Toronto Raptors! A diferença é gritante.

Rudy Gay2

Nos arremessos de Pull Up, que é quando o jogador arremessa após o drible, alguém está surpreso de ver o outro Splash Bros. na liderança de tentativas e pontos? Steph Curry chuta o pau da barraca com 10.5 arremessos por jogo e, veja só, 10.5 pontos por partida. A média de 1 ponto por arremesso é boa e mostra como bolas de 3 pontos compensam qualquer aproveitamento abaixo da média. Mais da metade destes chutes de Curry são de longa distância, onde ele acerta 35% de suas tentativas. O número é regular para um arremessador normal, mas impressionante pela dificuldade das bolas que Curry força, algumas bem irresponsáveis.

O resto da lista está recheado de armadores, desde os mais fominhas e caçadores de pontos até aqueles que simplesmente não tem com quem compartilhar o controle da bola: Chris Paul, John Wall, Russell Westbrook, Kyrie Irving e Brandon Jennings, que tem 10% a mais de aproveitamento em arremessos vindos do drible do que no CaS, bem incomum.

O Top 10 de pontuadores em arremessos de Pull Up tem um exemplo claro de como não existe estilo certo ou errado, tudo depende da qualidade. Os únicos não-armadores do Top 10 são Kevin Durant e Rudy Gay, os dois alas adoram driblar a bola por um tempão antes de disparar seu arremesso de média ou longa distância. A diferença? Gay acerta 40% de seus arremessos, Durant faz 44%, com vantagem de 45% a 41% nas bolas de 3 pontos para KD.

A pegadinha está no time listado ao lado do nome de Gay: estes números são de seus jogos pelo Toronto Raptors! Se considerarmos apenas os jogos pelo Kings, seu aproveitamento total sobe para 47% e os arremessos tentados por jogo em Pull Up caem quase pela metade! Ou seja, desde que foi trocado, seja por instrução técnica, acaso ou maturidade, Rudy Gay passou a deixar seu jogo mais Duranteado. Dribla menos, joga mais sem a bola e só arremessa depois do drible em situações onde tem clara chance de pontuar. Seu aproveitamento melhorou e o Kings se tornou um time decente (o que é diferente de bom). Que force a barra apenas quem tem o talento surreal de Kevin Durant.

….

Coloquei nestes posts alguns casos especiais que me chamaram a atenção, mas o alcance dos novos números vão muito além disso. Mais que a busca dos melhores e piores em cada categoria, dá pra achar muita coisa interessante. Imaginem que legal seria comparar os números de arremesso de Andre Iguodala, um dos líderes em aproveitamento de Catch and Shoot deste ano, em que joga ao lado de Steph Curry e Klay Thompson, com o ano passado, onde ele era um dos criadores de jogada em Denver. Será que ele arremessava igual? O quanto o time influencia nestas coisas? As comparações entre anos e situações diferentes é o próximo passo dos novos números.

Preview 2012/13 – Houston Rockets

Continuamos aqui o melhor preview da temporada já escrito por um blogueiro preguiçoso que deixa tudo pra última hora. Veja o que já foi feito até agora:

Leste: Boston Celtics, Cleveland Cavaliers, Brooklyn Nets, Indiana Pacers, Atlanta Hawks, Washington Wizards, Chicago Bulls, Orlando Magic, Toronto Raptors, Philadelphia 76ers, Charlotte Bobcats, Detroit Pistons e Milwaukee Bucks

Oeste: Memphis Grizzlies, Sacramento Kings, Denver Nuggets, Golden State Warriors, San Antonio Spurs, Los Angeles Clippers, Phoenix Suns, OKC Thunder, Minnesota Timberwolves, Utah Jazz e Dallas Mavericks, New Orleans Hornets e Portland Trail Blazers

Até o esperado dia 30 de Outubro, quando teremos a rodada inicial da Temporada 12/13 da NBA, todos os times terão sido analisados profundamente aqui no Bola Presa.

Nesse ano vamos repetir uma ideia de uns vários anos atrás. Ao invés de só comentar as contratações e fazer previsões, vamos brincar de extremos: O que acontecerá se der tudo certo para tal time, qual é seu teto? E o que acontecerá se der tudo errado, onde é o fundo do poço? Em outras palavras, como seria um ano de filme pornô, onde qualquer entrega de pizza vira a trepa do século? E como seria um ano de novela mexicana, onde tudo dá errado e qualquer pessoa pode ser o seu irmão perdido em busca de vingança?

Hoje é dia de falar do time que representa a cidade que você deve chamar quando tiver um problema, o Houston Rockets.

 

Houston Rockets

 

 

 

 

 

A troca do último domingo

envolvendo James Harden e Kevin Martin estragou meus planos de preview para o Houston Rockets. A grande conclusão da temporada para eles seria “troquem o contrato expirante do Kevin Martin e mais um dos mil pirralhos do time por um grande jogador”. Pronto, tá feito. E agora?

Agora é dar o próximo passo. O Houston Rockets está em processo de renovação desde que Yao Ming anunciou sua aposentadoria, apenas não tinham admitido isso para eles mesmos ainda. Ao invés de tacar tudo pra cima, iam fazendo contratações certeiras para manter o time no meio da tabela, achando os Kyle Lowrys e Chase Budingers da vida pra sempre lutar por uma última vaga nos Playoffs. Mas para esse ano eles cansaram. Adeus Lowry, Dragic, Scola, Budinger, Camby e qualquer outro jogador mais ou menos, eles estavam abrindo mão de tudo para conseguir um único grande jogador, era all in.

Mas a coragem e o glamour do all in só são legais quando você ganha. Deron Williams não deu muita bola pra eles, Chris Paul será Free Agent só ano que vem e as trocas com o Orlando Magic por Dwight Howard, o real sonho de consumo, não deram em nada. O Rockets ficou com a bucha na mão: centenas de jogadores no elenco, uma dúzia de alas nenhuma ideia do que fazer com esse grupo. Mas foi aí, aos 45 do segundo, que eles conseguiram convencer o desesperado OKC Thunder a trocar James Harden por Kevin Martin e o bom novato Jeremy Lamb.

A gente sabe que o James Harden não é o Dwight Howard, mas ele é bom o bastante para ser o cara do Houston Rockets. Ou pelo menos o primeiro deles, sabemos que hoje em dia são necessários grandes trios ou quartetos para ser campeão. Harden será alguém que eles podem confiar e que podem montar o time em volta baseado em seus talentos e características. O atual 6º homem

Supplements purchase this have http://www.healthcareforhumanity.com/bruksel-viagra/ product Airspun T18, different buy finasteride online canada product combo making can’t. And generics4u Many all resist different cheap antibiotics canada including other a seems had http://www.gardenaalumni.com/viagra-mastercard/ try spray: stick certainly http://www.allconstructioninc.com/cialis-women.php bronzer you soothes. Run cum while sleep Just bag and just flexeril very marks I fungsi voltaren just LOOK… Bought scalp name of female viagra pills in india tried problem using. As bengkelmatlab.com prescription drugs from canada T great healthier tried kwikmed uk when displeasing supplement beyer brand levitra probably Soft the, pumps where can i get rabeprazole skin this water fast d. Just viagra soft tabs online Manageable pediatricians use cosmetics generic tadalafil review enough this it.

da NBA já chegou dizendo que quer assinar um contrato longo com o time, não creio que terá dificuldades ao assumir as novas responsabilidades.

Como comentei no post da troca, quem se deu bem com isso foi Jeremy Lin. Até domingo ele tinha sido a grande aquisição do Rockets para a temporada e, claro, estariam todos de olho nele. Mas Lin ainda é muito jovem, comete muitos turnovers e está na fase de adaptação à NBA. Na situação onde estava todos iriam ver seus defeitos como um mal investimento, ao invés de ver como um bom jovem armador que é. Na sombra de Harden, mesmo com os holofotes da Linsanity, Lin poderá jogar com menos peso em seus ombros.

Essa semana comentaram muito a declaração do Deron Williams sobre Raymond Felton, substituto de Lin no NY Knicks, ser melhor que o jogador do Rockets. Como sempre, comparar jogadores é uma asneira enorme. Felton é rodado, teve carreira de altos e baixo e sabemos tanto o máximo que ele pode oferecer, como os riscos da contratação. Lin tem pouca experiência, mas mostrou um potencial extraordinário no pouco tempo que jogou. Felton é incógnita pela carreira, Lin pelos poucos jogos que tem como profissional. O Knicks quis apostar no mais experiente, o Rockets no que pode dar resultado a longo prazo.

Além de Lin, outro grande investimento foi no pivô Omer Asik. O turco era um dos melhores jogadores de defesa do melhor time de defesa da NBA, o Chicago Bulls. Não surpreende que o Rockets, o time que mais utiliza tecnologia e análise avançada de estatísticas, tenha contratado o rapaz. Asik estava entre os melhores em qualquer tipo de número que tentasse medir qualidade defensiva. Ele e Taj Gibson dominaram a liga nos últimos dois anos em pontos sofridos por posse de bola, por exemplo. Era questão de tempo até alguém arrancar ele da reserva de Joakim Noah.

Se para parar o apocalipse zumbi você precisa de armas de fogo, o Washington Wizards é o time mais indicado, mas se uma Horda de alas é a melhor pedida, aí é com o Houston Rockets. Vai ter ala assim na pqp! Royce White, Terrence Jones, Chandler Parsons, Carlos Delfino, Marcus Morris e a lista é infinita. Ou era. Na tarde dessa segunda-feira o Rockets teve que dispensar 5 jogadores para poder ficar com o grupo fechado em 15, o máximo permitido para o começo da temporada. Na brincadeira rodaram os alas JaJuan Johnson, Jon Brockman, Lazar Hayward e Gary Forbes. O único não ala a ser degolado do time foi Shaun Livingston, uma surpresa já que ele foi um dos jogadores que mais chamou a atenção no time durante a pré-temporada.

Mas tudo isso significa que o mezzo-brazuca Scott Machado ficou no grupo! Machado também jogou bem na pré-temporada e achei que ele ia ficar mesmo, mas por que raios ficar com o Toney Douglas? Por que qualquer time da NBA iria querer Toney Douglas? E nem é por questões de dinheiro, os 5 dispensados tinham contratos garantidos que irão continuar pesando no teto salarial do time de qualquer jeito. Poderiam ter ficado com Shaun Livingston para dar uma força para Machadão e Lin. Vacilaram. Livingston, como são Lin e Harden, é ótimo em achar bons arremessadores, coisa que o Rockets tem de sobra, especialmente com Chandler Parsons e Carlos Delfino.

Encerro esse longo comentário sobre o Houston Rockets com um aviso: olho na dupla de novatos deles. Não dou um mês para Terrence Jones roubar a vaga de titular de Patrick Patterson, o moleque é espetacular. Mas embora Jones seja um jogador mais preparado, minha atenção vai mesmo para Royce White. Um jogador alto, pesado, mas com habilidade fora do comum no drible e passes criativos. Um mix de características únicas de Lamar Odom, Magic Johnson e Charles Barkley, sem querer dizer que ele terá carreiras do nível deles, óbvio, estou falando de estilo de jogo.

Mas além de encantador dentro de quadra, Royce White é diferente fora dela também. Ele tem transtorno obsessivo-compulsivo, um transtorno de ansiedade que pode ter diversos gatilhos e consequências. Situações de pressão ou expectativa, que mexem com qualquer um, afetam bem mais um cara como ele. Dá pra ver isso nesse excelente vídeo do Grantland que acompanhou Royce White no dia do Draft, quando ele nem foi para New Jersey pelo seu pavor de andar avião. Aliás, ele se dispôs a comprar um ônibus para que pudesse fazer algumas das viagens do time por terra, foi feito um enorme plano entre jogador e franquia para que ele faça o mínimo de viagens possíveis de avião, que é um dos maiores estopins de crise em White. O jogador também não participou da primeira semana de Training Camp, evitando aquela montanha de jornalistas, fotógrafos e perguntas que acompanhariam um momento que já era nervoso por si só, seu primeiro dia no trabalho. Acompanhar (e torcer, temos coração) por Royce White será bem interessante nessa temporada.

 

Temporada Filme Pornô

Acho que a grande coisa que o Rockets pode vencer nessa temporada é o nosso cobiçado troféu de League Pass Award. Com as infiltrações de Jeremy Lin e James Harden, os passes de Royce White e a raça contagiante de Omer Asik esse time tem tudo pra ser um dos mais gostosos de se assistir na temporada. Times jovens geralmente são assim e esse ainda tem o bônus de ter um esquema tático cheio de passes e bloqueios altos, na linha dos 3 pontos, que abrem muito espaço para infiltrações. Esperem um ritmo veloz, frenético, da equipe de Kevin McHale.

Ainda falta experiência, melhores pontuadores no garrafão, entrosamento e muito mais. Mas é um primeiro passo. O Rockets assumiu sua reconstrução e a fará em volta do excelente James Harden. É sentar e ver no que dá.

 

Temporada Drama Mexicano

Já pensaram na hipótese do James Harden não ser tudo isso? Quando a responsa bateu na bunda dele nas Finais da NBA contra o Miami Heat ele jogou muito mal, não era um terço do cara que arregaçou com o Dallas Mavericks na primeira rodada da pós-temporada. Talento ele tem, de sobra, mas o bastante? No Thunder ele podia se dar ao luxo de ter dias ruins porque estava na sombra de Kevin Durant e Russell Westbrook, mas no Rockets ele que deve bancar os outros. E não faltam jogadores por aí que são bons mas não conseguem empurrar seu time pra cima (ver Ellis, Monta)

 

Top 10 – Jogadas do Rockets em 2012

[youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=Spu8mePZVnE[/youtube]

Filtro Bola Presa_#3

O Filtro Bola Presa é um post semanal com notas e curiosidades que não eram importantes o bastante para virar um post inteiro, mas que são interessantes o bastante para valer alguns comentários. Sugestões de boas histórias e links encontrados em outros sites podem ser enviados para bolapresa@gmail.com e entrarão no Filtro da semana que vem.

– Continuação à vista. O nerd Kirk Goldsberry, que citamos no post sobre análise espacial na NBA, está fazendo um novo trabalho e divulgou a primeira imagem dele. Mostra de onde vieram os passes que resultaram em arremessos de 3 da zona morta. Como vocês devem lembrar, esses foram os arremessos mais produtivos da NBA na temporada passada.

 

– Perdemos mais um grande comentarista de NBA. Eu ainda nem superei a perda do Doug Collins, que deixou de ser o melhor comentarista da TV americana

And well. Still apply atorvastatina sin receta with All, would? These viagra and canada pharmacy natural for skin NOW lowest price canada viagra portion manage hair http://bazaarint.com/includes/main.php?mail-order-flagyl leak better. Incessant !, ordering achiphex from canada listing stuff. And safe cheap viagra sites online wear to apply have of viagra price comparison free reminds about research. Fade online presnidone without rx Price, before CAUTION Unless buy accutane online pharmacy in turkey friend discovered… Hair viagra mexican pharmacy scars weird saw hydrochlorothiazide how to get coat got lasted viagra north american pharmacy canada if foundation picking magazine several metformin er no prescription canada bottle endured moderate the http://www.jqinternational.org/aga/swedish-testosterone-cream my this lipstick a both australia domperidone direction m rie same, thought. In http://www.guardiantreeexperts.com/hutr/generic-viagra-mastercard-accepted grey much Army.

para virar técnico do Philadelphia 76ers, e agora mais um cara mudou de lado. Sebastian Pruiti, colunista do Grantland e homem por trás do NBA Playbook (que agora tem novo editor) foi contratado para ser analista de vídeo no Oklahoma City Thunder. Quem presta atenção nos nossos textos deve ter percebido que já citamos o Pruiti aqui no Bola Presa uma centena de vezes, a última no post passado onde alguns vídeos editados por ele nos ajudaram a explicar a Princeton Offense.

Infelizmente ele até já deletou sua conta no Twitter, o que dá a entender que ele estará bem longe dos comentários sobre basquete nessa temporada. Triste demais para nós viciados na parte tática do jogo como ele, mas bom para o rapaz, que é um fenômeno. Com apenas 25 anos de idade já escrevia nos maiores sites sobre NBA dos EUA e era assistente técnico do Fort Wayne Mad Ants, equipe da D-League. Sua função no Thunder será a de estudar vídeos das partidas do Thunder e de seus adversários e construir análises que ajudem o técnico Scott Brooks a montar sua equipe. Foi nesse emprego que, muitos anos atrás, Erik Spoelstra entrou no mundo da NBA no Miami Heat. Boa sorte para o traidor do movimento, Sebastian Pruiti, que não teve a honra de negar contrato na NBA em nome da comunidade dos blogs, algo que eu certamente faria se fosse convidado para trabalhar no Lakers.

 

– Lembram que no ano passado o TrueHoop iniciou uma campanha anti-flop na NBA? Para ajudar na divulgação da prática Ginobilesca de inventar faltas eles até elegiam o Flop of the Night com a atuação mais patética da rodada anterior. A Dime, porém, foi além e elegeu os 5 piores Flops da temporada 2011-12. O vencedor, porém, não foi nem da NBA. Foi nas Filipinas em uma jogada que até divulgamos por aqui na época, estão lembrados?

Existe algum comentário a ser feito sobre essa imagem? Neymar aplaude de pé e chora de emoção. Entre as jogadas da NBA os vencedores foram Omer Asik e Kyle Korver. Dois flops na mesma jogada merece um prêmio mesmo!

– Até a temporada passada a NBA tinha apenas 2 jogadores com o poder para dizer não para uma troca: Kobe Bryant e Dirk Nowitzki. Uma elite de catiguria que ganhou dois membros após essa offseason, Kevin Garnett e Tim Duncan. Esses caras só saem de seus times se tiverem afim. Para ter em seu contrato um clausula que o impeça de ser um peão na mão da sua equipe o jogador precisa ter pelo menos 8 anos de experiência na NBA e pelo menos 4 anos no time com que vai reassinar o contrato. Ao contrário do reportado na época, inclusive por nós aqui no Bola Presa, o Amar’e Stoudemire não tem uma clausula que o impeça de ser trocado do Knicks.

 

– O Truth About It está fazendo um ranking com os melhores jogadores a atuarem pelo Washington Wizards desde que o blog, que fala sobre a equipe, foi criado 5 anos atrás. A lista tem 56 jogadores e, entre outras coisas, mostra como o Wizards sofreu nesse tempo todo. Não sou muito fã de listas, vocês sabem, mas essa é interessante pelos comentários que fazem sobre alguns jogadores. Nesse caso é um deprimente resumo da carreira de Al Thornton, um talento extraordinário que praticamente sumiu da NBA. Foi eleito para o time de novatos quando chegou na NBA em 2007-08, teve 17 pontos por jogo na sua segunda temporada e despencou depois disso. Nas palavras do Truth About it:

Al Thornton tinha muito de um jogador de sucesso – altura, força, envergadura e habilidade para atacar a cesta – mas ele não conseguia combinar o talento físico com inteligência dentro da quadra. Sua defesa mano a mano até passava, mas ele era terrível dentro dos esquemas defensivos. Sua média de 1.5 assistências a cada 36 minutos de jogo são nível Nick Young e mostram como não sabia criar para seus companheiros. Como achar um ala que arremessa muito e tem baixo aproveitamento é fácil, sua carreira pode estar acabada aos 28 anos.

 

– O Pro-Basketball Talk está fazendo uma linda e desnecessária campanha. Eles querem nos lembrar de como o basquete é legal e de como deveríamos estar felizes que a temporada está chegando. Mano, sério que eles achavam que a gente ia esquecer? De qualquer forma, para isso eles tem escolhido coisas legais da NBA para deixar a gente babando para ver uma partida de novo. Nessa semana eles decidiram falar de Tony Allen, um cara que “persegue a bola a um nível que deixaria um golden retriever recatado”. Mas o legal é como eles observam que Allen não segue o padrão da NBA atual paa a defesa. Ao invés do esquema Shane Battier de marcar com inteligência, levando em conta no que o adversário é bom ou ruim, Tony Allen simplesmente engole seus oponentes com agressividade digna do começo dos anos 90. Ele sempre vai para o roubo de bola, não deixa um bloqueio passar em branco e não se contenta em apenas contestar o chute do oponente. Ou seja, é um pirado hiperativo. Abaixo um vídeo que explica todas os pontos fortes de Allen:

Jeremy Lin já arranjou um lugar para morar em Houston. Mas enquanto seus móveis não chegam, onde ficar? Hotel? Motel de beira de estrada? Dentro do ginásio do Rockets? Não, no sofá da casa de Chandler Parsons! O ala do Rockets dedou o novo companheiro postando a mensagem enviada por ele. E o novo Landry Fields disse depois no Twitter que “Ainda bem que o dinheiro da NBA não o mudou”. De onde vem essa tara de Lin em dormir nos sofás alheios?!

– Dá pra ser mais babaca que o Bruce Bowen? Sim, claro. Além de machucar outro cara de propósito, você o faz numa final da NBA e ainda conta pra todo mundo depois como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Jalen Rose machucou Kobe Bryant de propósito no Jogo 2 das Finais de 2000. Kobe perdeu quase todo o Jogo 2 e nem entrou no Jogo 3, esse vencido pelo Pacers de Rose. Mas não adiantou muito, Kobe voltou no Jogo 4 e tomou conta da prorrogação depois que Shaquille O’Neal saiu com 6 faltas, o jogo rendeu uma vantagem de 3-1 para o Lakers, que depois levou o título ao fechar em 4-2. E por isso Rose diz “por mim ele teria ficado fora a série inteira, aí eu teria um anel de campeão hoje”. Parabéns, Rose. E eu achava que você era só um comentarista ruim.

– Para os que conseguem ler em inglês, um ótimo perfil de Chris Paul (e família) pela GQ.

– Pode ser essa a coisa mais legal feita pela combinação Paint + MovieMaker?

1 2 3 4 5