Resumo da Rodada – 26/4

O Boston Celtics defendeu como um time que sabia que estava com as costas contra a parede, mas arremessou como um time de NOVATOS que sabia que estava a uma derrota da eliminação. Não faltou dedicação aos verdinhos, que atuaram com aquele ~senso de urgência~ de quem sabe que deve mostrar resultado, mas o nervosismo foi tamanho que só resultou num jogo cheio de faltas grosseiras, discussões, dúzias de cadeiras caindo no chão, dedos na cara e um péssimo, péssimo aproveitamento de arremessos.

Para se ter uma ideia, o Celtics teve 18 situações de catch and shoot na partida, que é aquela onde o cara recebe a bola e já arremessa, sem driblar. Dos 18 chutes, apenas 3 caíram! Isso dá 16% de aproveitamento, contra 35% que eles tiveram ao longo da temporada nesse tipo de jogada. Ao todo o Celtics acertou 38% de seus arremessos gerais e patéticos 13% (3/23) em bolas de 3 pontos. Assim não dá pra ganhar de ninguém.

Resumo da Rodada – 24/4

O Mavericks mostrou até agora na série contra o Rockets que não faz a menor ideia de como tornar esse confronto competitivo. Em geral vemos no Oeste ajustes táticos sendo feitos partida após partida que arrumam um problema na quadra apenas para que o adversário descubra outro, num eterno cobertor curto acontecendo nas pranchetas. Mas o Mavericks foi destruído no primeiro jogo por não criar espaço para o Nowitzki, não encontrar infiltrações, não conseguir marcar o Harden e não dominar o garrafão; e no segundo jogo, NENHUM desses problemas deu qualquer sinal de ser solucionado. Terceiro jogo em Dallas o Mavericks precisava de soluções desesperadas, mas é difícil acreditar que algo efetivo surgiria do nada quando o elenco não mostrou progresso até agora.

Agora ou em julho

Daqui dois dias, na quinta-feira (20), chegamos a uma das datas mais importantes da temporada da NBA. Após a festa do All-Star Weekend, é hora de fazer negócios, é o último dia que os times podem fazer trocas até o final desta temporada. Ou seja, se o Los Angeles Clippers quer um pivô reserva, se o Houston Rockets quer um ala de N10-005  força arremessador, se o Golden State Warriors quer melhores reservas ou se os times de Nova York querem garantir vaga nos Playoffs, a hora é agora.

Sam Hinkie

Nos últimos anos tem se falado muito da tal Trade Deadline e ela tem sido constantemente uma decepção. No ano passado o nome mais importante a ser trocado foi JJ Redick, que saiu do Orlando Magic para o Milwaukee Bucks. E só. Existem algumas razões para os últimos anos terem sido fracos e um pouco de esperança para que esta semana seja mais movimentada e divertida que as anteriores.

A temporada 2010-11, anterior ao Locaute, viu muitos times com medo da própria paralisação da liga, ninguém sabia ao certo quais seriam as novas regras salariais da NBA e alguns preferiram não se arriscar muito.  N0-120 Mas mesmo assim Carmelo Anthony, Shane Battier, Kendrick Perkins, Deron Williams e outros foram negociados. Mas os que esperaram tinham razão, mudaram muitas regras e algumas delas fizeram o trade deadline não ser tão atrativo quanto no passado. Uma das trocas comuns nessa época da temporada era a troca de contratos expirantes (os de último ano) entre times que queriam se reforçar com times que queriam limpar folha salarial na próxima temporada. Mas com as novas regras, existem menos contratos longos e cada vez mais as equipes preferem apenas deixar seus contratos acabarem e abrir espaço na própria folha salarial do que ficar recebendo mais compromissos longos em troca.

No passado, seria até óbvio o Los Angeles Lakers trocar Pau Gasol e seus últimos meses de contrato para um time com pretensões de Playoff. O Lakers não tem mais esperança de nada e poderia jogar Gasol para um Warriors, Knicks ou Suns da vida e em troca acumular alguns bons jovens jogadores para o futuro. Mas hoje as coisas são diferentes, uma das coisas mais atraentes no mercado são times com espaço salarial livre, já que eles tem mais flexibilidade na hora de montar trocas. Então só deixar o contrato de Gasol acabar é melhor para a economia do time, que não se compromete com contratos novos, e bom para as perspectivas de troca futuras. Não é que os contratos expirantes não tenham atrativos ainda, a troca de Luol Deng mostra isso, apenas não tem a mesma força de anos atrás.

Um fator que impulsiona a Trade Deadline deste ano pode ser também o mesmo motivo que a empaca. A qualidade prevista para o Draft 2014 faz com que muitos times, especialmente os que estão mal na tabela, queiram fazer negócios envolvendo escolhas de Draft do ano que vem. Por um lado isso faz o mercado esquentar porque temos muitos times tomando a iniciativa de fazer ligações e negócios, equipes como o Bucks, Sixers e Jazz estão babando para acumular o maior número possível de escolhas. Por outro lado, sabendo da qualidade da classe de 2014, os times não estão dando escolhas à toa. Mesmo equipes mais fortes não veem com bons olhos abrir mão de suas picks em um ano que pode render bons jogadores até no fim da primeira rodada.

Dito tudo isso, podemos pensar em alguns times que tem tudo para se mexer nas próximas semanas:

 

Thad Young

Philadelphia 76ers

É muito provável que o Sixers faça pelo menos um negócio nesta semana, a combinação de fatores é perfeita demais para passarem despercebidos. O time tem investido totalmente no futuro, usando seus bons (e ainda jovens) jogadores como moeda de troca para futuras escolhas. Lembram que eles trocaram o ainda jovem e já All-Star Jrue Holiday por um lesionado Nerlens Noel? O General Manager Sam Hinkie, cria de Daryl Morey no Rockets, sabe como é bom negócio acumular escolhas de Draft e jovens jogadores para futuras negociações e todos na liga sabem que eles querem o máximo de escolhas de Draft possíveis.

Mas se muitos times querem escolhas, poucos tem jogadores tão bons para servir como isca como o Sixers. Os times que buscam uma ajuda no garrafão podem trocar por Spencer Hawes, quem precisa de um ala versátil pode fazer negócio por Thaddeus Young e quem precisa de um sexto homem ou de um pontuador pode ir atrás de Evan Turner. Os três ainda são jovens, estão disponíveis para troca e dizem que tem gente babando por suas peças, em especial o Charlotte Bobcats por Evan Turner, é só acertar quais e quantas escolhas mandar para a Philadelphia em troca.

 

Jordan Hill Faried

Los Angeles Lakers

Muito se comenta sobre a troca de Pau Gasol, mas como citei antes, os contratos expirantes não tem o mesmo valor de antes. A não ser que alguém mande muitas coisas tentadoras para o Lakers, não acho que ele será negociado. Ainda existe em Los Angeles também a chance de renovar com o espanhol por um salário menor na próxima temporada, talvez um contrato que acabe junto com o de Kobe Bryant. De qualquer forma, enquanto tiver gente mandando ofertas por Gasol, existe a chance de que algo aconteça.

Mas talvez o Lakers tenha mais chance de estar envolvido em trocas menores. O time tem se destacado na temporada porque tem feito algumas boas partidas apesar de ter um dos piores elencos de toda a NBA! Eu, como torcedor do Lakers, gosto de ver os jogos do meu time e tenho o hábito de pegar os 10 atletas que começam o jogo e pensar “Se eu fosse montar um time, que jogador de cada posição eu pegaria?”. Em geral eu escolho os 5 adversários, às vezes 4 adversários e mais o Gasol. Mas mesmo assim alguns nomes desconhecidos ganharam destaque nesse período sombrio: Steve Blake fez partidas espetaculares e está sendo cogitado para o Warriors, que está desesperado atrás de um reserva para Steph Curry; Jordan Hill tem se destacado nos rebotes ofensivos e dizem que interessa o Brooklyn Nets; Chris Kaman está insatisfeito no time e pode acabar indo para algum canto também.

 

Denver Nuggets

Depois de perder tantos jogadores na última offseason, a esperança do Nuggets de continuar relevante no Oeste foi para o ralo com as seguidas lesões de Danilo Gallinari, JaValle McGee, Nate Robinson e o afastamento de Andre Miller após briga com o técnico Brian Shaw. Simplesmente nada deu certo pra eles neste ano, o que quer dizer que a feira está aberta: quem vai levar Miller pra casa? Wizards e Warriors querem armadores reservas; alguém vai oferecer algo por um bom ala como Wilson Chandler? E diz a lenda que o Knicks ainda insiste em conseguir Kenneth Faried para seu garrafão. Será que alguém no time é intocável? Talvez Ty Lawson, mas só.

 

Evan Turner

Charlotte Bobcats

Como disse acima, eles estão indo com tudo para cima de Evan Turner, do Sixers. Depois de anos de fracasso, o Bobcats tem chance de voltar aos Playoffs e está sério em relação a isso. Contratar o veterano Al Jefferson no começo da temporada mostrou que eles cansaram de apostar em Draft para ter esperança no futuro. Se não for Turner, talvez ataquem em outra frente, mas para adocicar o negócio eles tem duas escolhas de Draft do ano que vem (a do Blazers e a do Pistons) e o contrato expirante de Ben Gordon pode ajudar a igualar os salários com algum jogador mais caro.

 

Afflalo

Orlando Magic/Milwuakee Bucks

O Magic está numa situação parecida com a do Sixers. Eles querem escolhas de Draft e podem oferecer bons jovens jogadores em troca, a diferença é que o time da Flórida não deu tanta indicação até aqui que está à vontade em trocar seus jovens Nikola Vucevic, Tobias Harris ou Moe Harkless, e Victor Oladipo é intocável. Ao contrário do seu parceiro de rabeira do Leste, o Magic deve envolver nos negócios alguns jogadores mais experientes, como Glen Davis, Jameer Nelson ou Arron Afflalo, a melhor moeda de troca da equipe no momento.

O mesmo vale para o Bucks, que não parece disposto a trocar os jovens Giannis Antetokounmpo, John Henson ou Brandon Knight, mas que está ouvindo propostas por Caron Butler, OJ Mayo, Gary Neal e até nossa Lady Gaga da NBA, Ersan Ilyasova. A incógnita é Larry Sanders. líder em tocos na última temporada que assinou um contrato monstruoso na offseason e ninguém sabe o que o Bucks está achando de sua temporada horrorosa. O time diz que nem pensa em trocá-lo, mas isso pode ser só estratégia para não parecer desesperado como outros times acham que eles estão. Eles querem manter Sanders, trocar por algo valioso ou só achar algum maluco que assuma a dívida?

 

Harrison Barnes

Golden State Warriors

Apesar do time titular do Warriors ter vários recordes de aproveitamento e saldo de pontos quando estão em quadra, o time caiu para a oitava colocação do Oeste e agora se vê ameaçado pelo crescimento do Memphis Grizzlies. Alguma coisa tem que mudar! A troca por Jordan Crawford não deu em nada e o banco continua um desastre capitaneado por Harrison Barnes, favorito ao título de jogador que mais involuiu na temporada.

O problema aqui é o seguinte: a escolha de 1ª rodada do Draft de 2014 do Warriors está com o Utah Jazz (via troca do Andre Iguodala) e a de 2ª rodada com o Minnesota Timberwolves, e pelas novas regras da NBA eles não podem trocar escolhas de anos consecutivos, então a de 2015 está congelada. Se eles quiserem fazer negócio, será envolvendo a escolha de 2016 e talvez o único jogador que interessa aos adversários e que não está no time titular do Warriors, o já citado Barnes. Mas com a temporada medonha do ala, será que alguém vai oferecer bastante coisa ou vai usar a má fase como desculpa para oferecer só mixaria? O Warriors é o Nets do Oeste: quer mudar, quer trocar, mas não tem as peças para isso.

 

JJ Barea

Memphis Grizzlies/Minnesota Timberwolves

Ontem surgiu um boato de troca entre estas duas equipes, o Wolves enviaria JJ Barea e Chase Budinger em troca de Tony Allen e Tayshaun Prince. Não vejo isso acontecendo pela identificação do Grizzlies com o Allen e pela necessidade que o Wolves tem pelas bolas de longa distância do Budinger, que finalmente está saudável. Mas o rumor tem um fundamento, os dois times devem estar buscando negócios porque ambos começaram a temporada sonhando com Playoff e ainda estão fora do grupo dos 8 classificados.

O Wolves tem poucas moedas de troca, mas pode convencer algum time de Playoff que ter JJ Barea é uma boa ideia. O Grizzlies, honestamente, não sei o que pode oferecer para qualquer time. Certeza que os dois vão tentar se mexer, mas difícil prever como isso seria.

 

Rajon Rondo

Boston Celtics

Ainda no mundo dos rumores, ontem foi noticiado que

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quase rolou negócio entre Celtics e Kings: o time de Sacramento ofereceu Isaiah Thomas, Ben McLemore e escolhas de Draft (não especificaram quais) por Rajon Rondo. A troca não foi finalizada, dizem, porque o Kings disse que só fecharia o negócio se Rondo se comprometesse a assinar uma extensão de contrato, o que não aconteceu. O Toronto Raptors, por outro lado, parece interessado no armador também, mesmo sem a garantia de novo contrato.

Não sabemos se foi exatamente assim que aconteceu, mas tudo indica que o Celtics tem a mente aberta. De Rondo a Jeff Green, passando por Jared Sulinger e os contratos monstruosos de Kris Humphries e Gerald Wallace, tudo pode ser negociado, é só colocar escolhas de Draft no meio do negócio. O novo Celtics topa tudo.

 

Waiters

Cleveland Cavaliers

Aqui, um mistério total. O General Manager do time, Chris Grant, foi mandado embora durante a sequência de derrotas que o time teve mesmo após adquirir Luol Deng há algumas semanas. Não sabemos nada de David Griffin, que assumiu a posição de Grant, e nem o que ele planeja para a sua equipe. Vai continuar tentando adquirir veteranos? Vai tentar abrir espaço para lutar por LeBron James como Free Agent? Vai deixar quieto pra não fazer cagada? O cara é muito novo e ninguém sabe suas intenções, qualquer coisa pode acontecer, até Deng ser trocado de novo, mas meu palpite é que Dion Waiters pode mudar de time.

 

Houston Rockets

É o Houston Rockets. É Daryl Morey. Omer Asik está de bico. Alguma coisa acontece!

 

Pierre Jackson

New Orleans Pelicans

O armador Pierre Jackson (não confundir com Pierre The Pelican) está em uma situação bem esquisita e única na liga. Ele é um dos destaques da temporada da D-League, com 29 pontos e 6 assistências de média, tendo marcado até 58 pontos em uma partida, recorde da liga de desenvolvimento, mas mesmo assim ninguém pode chamá-lo para jogar na NBA!

É assim, após ter conseguido Jackson na segunda rodada do último Draft, o Pelicans fez a pior coisa que se pode fazer com um jogador: não assinaram um contrato com ele, mas também não renunciaram os direitos sobre o jogador, o deixando assim ligado ao time e sem a chance de assinar com qualquer um. Limbo basquetebolístico. Além disso o Pelicans, após assinar com Luke Babbitt (por que? POR QUE?!), tem os 15 espaços em seu elenco já ocupados. O que dizem nos sites gringos é que o Pelicans pretende enviar Pierre Jackson para qualquer time que topar pegar, também, o fracassado Austin Rivers. Quem fizer boa proposta pela dupla, leva.

……

Outra coisa legal do Trade Deadline? As trocas envolvendo jogadores e times que a gente nem sabia que estavam planejando trocas, fiquem de olho em tudo!

Chovem bolas de 3 para o Knicks, Sixers só perde

O que acontece quando você junta duas das melhores defesas da NBA? Um placar de 118 a 110, é claro! O jogo entre New York Knicks e Boston Celtics foi disputado como todos poderiam imaginar, mas parou por aí o acerto nas previsões. Ninguém poderia imaginar um jogo tão corrido e com os ataques voando como estavam, mas bom que foi assim, foi uma partida bem divertida para compensar a parte mais chata da temporada regular. O Celtics aproveitou a rara mamata que a defesa do Knicks deu para rodar bastante a bola no começo do jogo, mas acabou depois concentrando seu jogo num inspirado Paul Pierce, que fez 43 pontos, a primeira vez que passa dos 40 pontos desde que se juntou com Ray Allen e Kevin Garnett em 2007-08.

Mas ninguém estava mais quente que o time do Knicks, em especial o trio Carmelo Anthony, JR Smith e Steve Novak, que voltou a jogar como fazia com Mike D’Antoni. Melo conseguiu seu segundo triple-double na carreira com 32 pontos, 12 rebotes e 10 assistências, mas as assistências só contaram mesmo porque os outros dois estavam com o capeta no corpo. JR Smith (25 pontos) acertou 7 bolas de 3 pontos em 10 tentativas, Novak (25 pontos) tentou as mesmas 10 e acertou 8. Ou seja, 15/20 em bolas de longa distância só para 2 jogadores em um jogo! É mais ou menos o que o Lakers faz em uma semana inteira. Não há boa defesa

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que sobreviva a ameaça de Melo, que está jogando num nível surreal ultimamente, e ainda dois jogadores pegando fogo ao mesmo tempo para ajudá-lo. Se a defesa pensasse em dobrar sobre Melo ou se o perdessem após um drible era ou cesta dele ou bola de 3. Mortal! O Celtics merece é uma salva da palmas por não ter apanhado de 20.

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Às vezes fico com muita dó dos caras que trabalham com esses times ruins. Não jogadores e técnicos, mas roupeiros, fisioterapeutas e etc. Eles são obrigados todos os dias a assistir alguns dos jogos mais insuportáveis e feios da temporada. Imagina o que é ser um mero empregado do Cavs a essa altura do campeonato. O time despencou desde a parada do All-Star Game, perdeu qualquer chance de playoffs, viu alguns de seus principais jogadores sofrerem com contusões e agora estão jogando um basquete que só não é pior que o do Bobcats. Imagina ser obrigado a vê-los sempre! Argh! Ontem sofreram a sua maior humilhação na temporada ao perder de 116 a 77 do Detroit Pistons! São 39 pontos de diferença contra um time que nos seus melhores dias é apenas decente. Não estou na vibe de pesquisar, mas duvido que o Pistons tenha acertado 60% de seus arremessos em outro jogo nessa temporada ou mesmo nos últimos anos. Jogo horrível do Cavs, que chegou ao ponto de nem jogar mais pela honra e pelo amor aos olhos daqueles pobres que são obrigados a assisti-los todos os dias.

Outro time que cai pelas tabelas é o Minnesota Timberwolves, que não é sombra do time que estava em 8º no Oeste quando Ricky Rubio se machucou. Mas pelo menos eles tem mostrado algum espírito de luta, que não sei se é deles mesmo ou só alguns jogadores querendo mostrar serviço para se garantir com o técnico. Ontem eles pegaram o embalado Memphis Grizzlies e chegaram a liderar bem, mas aí o ataque travou no segundo tempo e acabaram perdendo por 91 a 84. O Wolves fez apenas 28 pontos no 2º tempo inteiro após ter feito 34 só no 2º quarto. Mas ninguém pode falar mais de ataque travado que o Grizzlies: Acertaram apenas 1 dos primeiros 15 arremessos que tentaram no último período! Nojento. Depois disso que Rudy Gay (28 pontos) fez 9 de seus pontos nos últimos 4 minutos e virou o jogo. “Não tivemos problemas para conseguir espaço para nossos arremessos, apenas para acertá-los” disse o sábio monge OJ Mayo. Pelo Wolves o cestinha foi JJ Barea com 28 pontos, um a menos que seu recorde na carreira.

Estou entrando em depressão com o Philadelphia 76ers. Ontem eles perderam de novo, dessa vez para o Indiana Pacers por 102 a 97, e hoje tem que torcer (vejam só) para o Wizards derrotar o Bucks para que eles não fiquem cada vez mais ameaçados de ficar fora dos playoffs. Será que vai ficar tudo para ser decidido no confronto direto entre os dois? Em geral eu apostaria no time de defesa mais segura, o Sixers, mas do jeito que estão jogando ultimamente…

Ontem o time de Doug Collins entrou no último período empatado com o Pacers. Até marcaram bons 27 pontos no quarto final, onde seu ataque costuma falhar, mas aí foi a vez da defesa, a melhor da NBA,

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os deixar na mão. Tomaram 32 do ataque-TPM do Pacers e foram derrotados. Olha que número assustador: O Sixers tem apenas 3 vitórias e DEZOITO derrotas em jogos decididos por diferença de 7 pontos ou menos. Lembro que o Clippers de 2004-05 tinha números parecidos, aí contrataram os veteranos Sam Cassell e Cuttino Mobley no ano seguinte e o time chegou na semi-final do Oeste. Talvez seja o que falta para esse Sixers.

Fechando a curta rodada de ontem, revanche do San Antonio Spurs sobre o Los Angeles Lakers. Depois daquele jogo dos 30 rebotes do Andrew Bynum acho que o Spurs jogou essa partida com orgulho ferido. Ainda sofreram para parar Bynum, claro, mas não foram dominados. Pelo contrário, foi Tim Duncan quem mais brilhou no garrafão com 19 pontos e seu velho basquete de fundamentos e cara de sono. A vitória foi por 21 pontos de diferença, 112 a 91, maior margem de derrota do Lakers na temporada. O Spurs ainda teve 59% de aproveitamento de arremessos, forçou 19 turnovers do Lakers e teve Tony Parker com 29 pontos e 13 assistências. Acho que mesmo se Kobe estivesse jogando não ia rolar, o Spurs jogou demais da conta.

Top 10 da rodada (Destaque para a jogada que mostra o placar REAL de Pistons x Cavs ao fim do 3º quarto: 100 a 50)

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Fotos da Rodada

Um joinha com cara de “errou feio, mas valeu”

 

Difícil não olhar só pra bota L-I-N-D-A da Seleninha, mas a foto vale pelo olhar do torcedor careca para Justin Bieber

 

Gasol sendo Gasol

 

Kobe enlouquecendo porque não arremessa a bola há alguns dias

 

Sem piada, a foto é só muito boa!

 

First down!

 

Thunder/Wolves histórico, Raptors troca camuflado por amarelo

Ontem não consegui publicar o Resumo da Rodada. Aí ficou aquela dúvida, coloco alguma coisa da sexta no resumo do sábado ou ignoro e sigo em frente? Eu seguiria em frente se na sexta não tivesse acontecido um dos jogos mais malucos e legais da temporada. Então é hora de mini-resumo da sexta (vou ignorar alguns jogos) e do resumo do sábado. Beleza? Beleza.

Sexta-feira

O grande motivo de eu estar escrevendo sobre a sexta-feira é o Oklahoma City Thunder e sua habilidade de estar presente em jogos espetaculares. Lembra da prorrogação dupla do ano passado contra o Grizzlies? Eles repetiram a dose em qualidade, prorrogações e cestas decisivas. Só perderam em timing, poderiam ter esperado pela segunda rodada dos playoffs de novo. O jogo foi contra o Minnesota Timberwolves e teve de tudo. O Wolves começou pegando fogo e chegou a abrir 13, o Thunder em um certo momento tomou conta do jogo e abriu 7. Nenhum dos dois times tinha muita ideia de como parar seu adversário e o jogo foi um show ofensivo, ou um terror defensivo, depende se você quer elogiar ou criticar.

O Thunder começou perdido na defesa por causa da escalação do Wolves. Sem Nikola Pekovic ou Darko Milicic, machucados, o técnico Rick Adelman optou por mais uma vez usar Kevin Love como pivô, embora ele tivesse rendido muito pouco na posição na última partida. A diferença é que dessa vez ele foi escalado como pivô, mas continuou jogando como ala, circulando mais longe da cesta. Sem mobilidade ou velocidade, Kendrick Perkins não conseguiu acompanhar Love no perímetro e o ala do Wolves começou a partida pegando fogo: Com 5 minutos de jogo ele já tinha 3 bolas de 3 pontos e 11 pontos.

O small ball do Wolves, junto com a incapacidade de Perkins e Ibaka de pararem Love forçou o Thunder a jogar com quatro jogadores abertos também: Russell Westbrook, Thabo Sefolosha (depois Derek Fisher), James Harden e Kevin Durant, e Nick Collison como pivô defendendo Love. Essa formação vocês devem conhecer, é o que para o Thunder quer dizer “Foda-se a defesa, faremos 200 pontos se preciso”. Explico: O Thunder não tinha ideia de como defender JJ Barea. Ele sendo marcado pelo Fisher? Funcionou TÃO bem para o Lakers nos últimos playoffs que eu ainda tenho pesadelos com aqueles jogos. Kevin Durant marcando Anthony Tolliver? Pode parecer estranho, mas foi patético. Westbrook marcando qualquer um? Não está afim. Collison marcando Love? Esforçado, mas não o bastante. Mas o contrário também era assim, ninguém no Wolves chega perto de conseguir incomodar um pouquinho o Durant, Westbrook ou Harden. Virou pelada de alto nível.

Com o placar já bem alto e os times trocando cestas, chegamos ao fim do último quarto. Com poucos segundos restando no cronômetro Russell Westbrook tenta salvar uma bola que iria para fora, mas ao colocá-la na quadra a dá nas mãos de JJ Barea, que empata o jogo. Logo depois Kevin Durant acerta uma bola de 3 pontos de muito longe para dar a liderança para o Thunder a 3 segundos do fim. Mas a 1 segundo Kevin Love solta uma bola de 3 sobre Westbrook e sai gritando “Na sua cara, na sua cara” para o ex-companheiro de UCLA. Prorrogação. Lá parecia que o Wolves iria ganhar. Com o jogo empatado a 58 segundos para o fim, JJ Barea (sim, aquele anão) pegou seu único rebote ofensivo no jogo e em seguida deu uma assistência para Tolliver, que fez a cesta e sofreu a falta de Durant. Na jogada seguinte, em um rebote espirrado, Barea deu um tapa/soco/assistência na bola que virou enterrada de Tolliver, 5 pontos de vantagem a 46 segundos do final da partida. Mas aí entrou o talento bruto do Thunder atropelando tudo. Russell Westbrook primeiro acertou uma cesta caindo para trás, com marcação dupla na cara dele. E após uma andada de Love, Kevin Durant meteu uma bola de 3 pontos na zona morta, ignorando a marcação. Jogo mais uma vez empatado, segunda prorrogação.

No segundo tempo extra o Wolves estava exausto, cometeu erros e não conseguiu fazer pontos na transição. Mas o Thunder? Westbrook estava correndo como se tivesse acabado de se aquecer! Fez pontos em contra-ataque como se não houvesse amanhã. O Thunder como um todo acertou 7/8 arremessos na segunda prorrogação e não deu mais chances no jogo mais maluco da temporada: 149 a 140. 

Vamos às estatísticas? Essa parte é impressionante: Anthony Tolliver teve 23 pontos pelo Wolves, James Harden 25 pelo Thunder. Eles não chegaram perto de ser destaque de seus times. Kevin Love quebrou o recorde de 47 pontos de Kevin Garnett e com 51 é o maior cestinha do Wolves em um jogo em toda a história do time. Também pegou 14 rebotes e acertou 7 bolas de 3 pontos. Russell Westbrook conseguiu 45 pontos e 6 assistências, Kevin Durant teve 40 pontos e 17 rebotes. Foi a segunda vez na temporada que a dupla passou de 40 no mesmo jogo! Antes dessa temporada a última vez que dois caras do mesmo time alcançaram 40 na mesma partida havia sido em 1996 com Michael Jordan e Scottie Pippen. Por fim, JJ Barea teve um triple-double. Sim, o primeiro triple-double da história dos anões. 25 pontos, 10 rebotes e 14 assistências. Como Barea pegou 10 rebotes? Eu vi o jogo e não sei começar a explicar. Um jogo para a história, vale a pena ver todo o resumo.

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Falei de sexta-feira só para falar desse jogo, não espere mais muita coisa. Nos outros jogos os destaques foram a primeira derrota de Mike Woodson no comando do Knicks, para o Raptors, em um jogo em que deu tudo errado desde o começo. O San Antonio Spurs teve Boris Diaw em quadra e mesmo sem armador algum no elenco, Tony Parker machucado e Gary Neal não conta, derrotaram com autoridade o Dallas Mavericks. O Sixers voltou a jogar bem e atropelou o Celtics, já o Lakers, mesmo com jogos mais ou menos de Kobe e Gasol, passou pelo Blazers liderados pelos 28 pontos de Andrew Bynum. No único duelo entre times de conferências diferentes, vitória apertada e emocionante do Phoenix Suns sobre o Indiana Pacers, que quase teve Paul George pegando o próprio rebote do lance-livre para empatar o jogo no último segundo!

 

Sábado

O jogo mais emocionante do sábado à noite foi o duelo entre Toronto Raptors e Chicago Bulls. O líder do Leste venceu e o Raptors deve estar pensando até agora em como eles perderam essa mamata. Punição do deus fashion por terem usado aquele uniforme camuflado no outro dia? Espero que sim, assim como espero que ele puna toda mulher que usa calça boyfriend, não aceito! O Bulls estava sem Derrick Rose, de novo, e ainda no 2º quarto viram Joakim Noah tomar duas faltas técnicas e ser expulso. Como Rip Hamilton está machucado também, era o Raptors contra só 2 titulares do Bulls.

Foi o bastante para o Raptors dominar os rebotes (58 a 44) e ter melhor aproveitamento de arremessos (44% a 39%), mas com o dobro de erros (18 a 9) não conseguiu vencer. Chances não faltaram. Estavam vencendo quando deixaram CJ Watson (23 pontos, 10 rebotes) livre para um arremesso de 3 a 3 minutos do fim do jogo. Estavam também na frente quando Calderón imitou Westbrook e salvou uma bola que ia para fora e deu nas mãos do mesmo Watson, que fez a bandeja. E sabe quem fez outro arremesso de 3 sem marcação no último minuto? CJ Watson. O Raptors ainda passou na frente com linda ponte aérea de José Calderón (20 pontos, 10 assistências) para Amir Johnson, mas logo depois fizeram falta em (um doce pra quem acertar) Watson, que fez 1/2 lances-livres e empatou o jogo. Com a última posse de bolas em mãos, o Raptors teve 4 chances para vencer! Primeiro na bandeja de James Johnson, bloqueada por Omer Asik, depois em um arremesso de Andrea Bargnani, aí no rebote ofensivo de Gary Forbes e, finalmente, em novo arremesso do italiano Bargnani, que parecia certeiro mas bateu no aro duas vezes antes de cair fora. Prorrogação.

No tempo extra, placar baixo e jogo empatado até Amir Johnson acertar um lance-livre a 15 segundos do fim. Aí o Bulls foi para a vitória com bandeja de Luol Deng (23 pontos, 10 rebotes), mas tomou toco de Johnson. Gary Forbes pegou o rebote, sofreu e falta e aí entregou a rapadura: errou os 2 lances-livres. Mais uma chance para o Bulls, que viu CJ Watson ser muito bem marcado e tentar um arremesso que poucos acertariam. Deu airball. Mas é um ariball contra o Raptors. Então Luol Deng pegou a bola do lado do aro e a soltou a um milésimo de segundo antes do estouro do cronômetro, acertando e vencendo o jogo por 102-101. A bola de Deng está no vídeo abaixo.

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Se faz o Raptors se sentir melhor, deveria ter sido marcada uma falta de Carlos Boozer (24 pontos, 10 rebotes)  nesse último lance, já que ele empurra o Gary Forbes e o tira de uma posição onde poderia ter tirado o rebote de Deng. Isso não apaga as mil chances e erros do Raptors, mas foi bem injusto.

Outro jogo com prorrogação foi o duelo entre Houston Rockets e Dallas Mavericks. O jogo foi importantíssimo. Entre o Mavs, 5º do Oeste, e o Rockets, 9º, existem um monte de times praticamente empatados. Uma ou duas vitórias colocam uma equipe lá em cima ou fora dos playoffs, os confrontos diretos podem fazer diferença também. Sabendo disso os dois times jogaram pesado. O Rockets apelou nas bolas de longa distância e 3 de seus titulares (Parsons, Lee e Dragic) tentaram 7 bolas de 3 pontos cada! O Mavs ficou na segurança de passar o último período todo revezando entre arremessos difíceis do Jason Terry (24 pontos) e impossíveis do Dirk Nowitzki (31 pontos), e como sempre, deu certo. O Mavs só não levou o jogo ainda no tempo normal porque o espetacular novato Chandler Parsons (12 pontos, 11 rebotes, 6 assistências) acertou uma bola de 3 digna de Kevin Durant nos últimos segundos do último quarto.

No tempo extra o Mavs continuou com sua dupla, mas teve uma importante ajuda: Brandan Wright contribuiu com 7 tocos, incluindo um sobre Courtney Lee em uma posse de bola decisiva. Ele já tinha antes acertado um arremesso importante no fim do tempo normal também. O Rockets chegou a ter uma outra chance no final do jogo depois de forçar o Mavs a demorar mais de 8 segundos para ir para o campo de ataque, mas na última bola Chase Budinger acertou só aro em um chute da zona morta. O resumo do jogo abaixo serve para 3 coisas: (1) A ponte aéra de Scola para Parsons, (2) a bola de 3 pontos de Parsons e (3) a bola que Dirk Nowitzki acerta usando a tabela com o seu defensor grudado na sua pele.

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Juro que acabaram as prorrogações. Quase teve na vitória do Atlanta Hawks sobre o Washington Wizards, mas o John Wall errou a bola de 3 no último segundo. Nenhuma surpresa já que ele tinha acertado só 1 das 9 bolas anteriores que chutou. Foi o melhor jogo de Nenê na sua curta carreira de Wizards, 21 pontos, 11 rebotes e 3 tocos, mas o time não soube segurar a vantagem e tomou a virada. Além do péssimo jogo de Wall, Jordan Crawford é uma negação defensiva e foi humilhado por Joe Johnson. Enquanto o Wizards não tiver um bom defensor de perímetro vai ser difícil ter bons resultados. Outra coisa, alguém sabe quem é esse tal de Edwin Ubiles que jogou seu 3º jogo pelo Wizards ontem?! Juro que tento sempre me manter informado, mas às vezes aparecem uns caras… ele veio da D-League, curiosamente também do Wizards, do Dakota Wizards. Se alguém souber no que ele é bom, avise, ontem fez 10 pontos em 18 minutos jogados.

Outros jogos que aconteceram enquanto vocês estavam na baladenha tomando muito Ice: O Knicks voltou a vencer, atropelou o Pistons como se fosse time grande. O Nets venceu o Bobcats em um desses jogos que simplesmente não valem um minuto do seu fim de semana. Já o Bucks chegou ao extremo do descaso defensivo e tomou 125 pontos do Indiana Pacers, o 6º pior time da NBA em aproveitamento de arremessos. Quem é você e o que você fez com o Scott Skiles, seu farsante?!

No jogo entre San Antonio Spurs e New Orleans Hornets, mais um motivo pra gente ter medo do Spurs: Eles jogaram mal, não se acertaram o jogo inteiro, o Hornets jogou melhor e mesmo assim o time de Tim Duncan saiu com a vitória. Nos anos em que eles foram campeões eu enjoei de ver essas coisas acontecerem. Chegou até o ponto do Danny Green errar dois lances-livres no fim do jogo e mesmo assim o Hornets não aproveitar sua segunda chance de empatar a partida. Quem também ganhou com um basquete mais ou menos foi o LA Clippers, que finalmente voltou a vencer e derrotou o Memphis Grizzlies, esse também em crise. Desde a volta de Zach Randolph o Grizzlies está penando para voltar a jogar da maneira que fazia com o ala/pivô, de maneira mais lenta. O jogo teve várias enterradas legais do Blake Griffin, mas nada tão divertido quando o Chris Paul brincando com o Marc Gasol:

[youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=C_JUgmvjoOE[/youtube]

Sabe que as ausências seguidas de Derrick Rose me custou uma série de playoff, estou oficialmente eliminado e não tenho chance de ser bi-campeão da Liga Bola Presa de Fantasy. Mas o Danilo segue forte rumo a seu primeiro título e boa parte de sua boa campanha se dá à decisão de ter draftado o novato Klay Thompson antes da temporada. Lembro que conversávamos sobre isso e eu disse pra ele minha opinião: “Se o Monta Ellis acabar sendo trocado ele pode estourar, mas também pode ficar encostado no banco”. Não só Ellis foi trocado como Stephen Curry está machucado, isso quer dizer que Thompson é a principal arma ofensiva do Warrios. Ontem seu time venceu de novo o Sacramento Kings e o novato saiu de quadra com 31 pontos, seu máximo na carreira e que ajudam muito o São Bernardo Furnitures do Danilo, que agora é o Bola Presa na Libertadores.

O jogo foi disputado, corrido e bem divertido, típica diversão de fim de noite do Warriors. O Kings vinha sendo liderado pelos 28 pontos e 18 rebotes de DeMarcus Cousins, mas não conseguiu colocar a bola na mão dele no fim do jogo. Isaiah Thomas, o novato que vem fazendo ótima temporada, perdeu o controle do seu drible de maneira infantil a 4 segundos do fim do jogo e seu time perdendo por apenas 1. Broxante. Na posse de bola seguinte Richard Jefferson conseguiu enterrar a bola antes de sofrer falta, abriu a vantagem para 3 e o Kings não conseguiu empatar em arremesso desesperado de Tyreke Evans.

 

Fotos da Rodada

Tom Thibodeau: Uma estranha mistura de tiozão do churrasco e um sub-gerente frustrado

 

MONTINHO!!!!!!

 

Talvez se eu voar ele pare de fazer cestas na minha cara
(o que é o Carlos Delfino deitado no sofá coçando o saco de fundo?!)

 

Em homenagem a quem já jogou basquete de óculos

 

Yao Ming e filha do Yao (Awnnn!)

 

Ajudem-me nessa: Com que personagem de desenho parece o Chandler Parsons?

 

Cara-de-Dragic é a nova cara-de-Gasol?

 

O time mais macho da NBA
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