?Quem gosta de Dwight Howard?

?Quem gosta de Dwight Howard?

Após cinco anos seguidos de títulos divididos entre Shaquille O’Neal e Tim Duncan, de 1999 a 2003 apenas uma super dupla de garrafão, Ben Wallace e Rasheed Wallace, parou a dupla. Se as pessoas tinham alguma certeza no começo desse século era que somente com um jogador de garrafão muito fora de série era possível desafiar os melhores times da NBA.

No miolo disso tudo, em 2004, surgiu um pivô adolescente com um porte físico digno de bater de frente com qualquer um desses: Dwight Howard era aquele tipo de jogador que surge uma vez a cada década e que muda o centro de gravidade da NBA. Se ele se desenvolvesse no grande jogador que prometia ser, iria obrigar times a contratar e se armar pensando em como encarar o gigante e como defendê-lo. Algo como Shaquille O’Neal, que mesmo no fim de sua carreia, nem de perto produzindo como antes, ainda obrigava adversários a montar esquemas específicos que não o deixassem receber a bola no mano-a-mano muito perto da cesta. O Orlando Magic havia ganhado na loteria.

?Filtro Bola Presa #14

Na semana passada tivemos o anúncio dos reservas do All-Star Game. Muito legal, mas nem de longe é a melhor história sobre o fim de semana festivo de Toronto. Uma delas diz respeito ao grande filme dos anos 90: Pulp Fiction? Lixo. Titanic? Zzzzzz. Um Sonho de Liberdade? Tédio. Estamos falando de Space Jam!

O Festival Internacional de Cinema de Toronto, o TIFF, organizou, para o fim de semana do All-Star Game, um ‘Live Read’ do roteiro de Space Jam. Melhor do que explicar o que é um Live Read é ver um. Do Bob Esponja.

Quem é que manda?

Quando eu trabalhei no Club Atlhetico Paulistano e convivi mais de perto com a galera que vive o basquete nacional, me impressionei com a aversão que todos por aqui tinham com a ideia de um time ter uma “estrela”. No Paulistano isso foi um pouco fácil de evitar durante um tempo porque o time era realmente feito de atletas com menos fama e nome no mercado, mas aí apareceram os americanos Kenny Dawkins e especialmente Desmond Holloway, uma máquina de fazer pontos. De uma hora para a outra surgiu a preocupação de que a ideia de ter os americanos como rostos do clube pudesse prejudicar o grupo. Na parte que me cabia do trabalho, era importante lidar com a imprensa para que quando falassem do Paulistano (e não era sempre, como vocês devem imaginar), dessem atenção e moral também para os outros jogadores e não só para os cestinhas.

No fim das contas deu tudo certo. Outros jogadores davam entrevistas esporádicas, os americanos eram meio avessos a aparecer demais , não queriam falar em português na TV e o grupo, que chegou a uma final de NBB, seguiu sem grandes problemas de relacionamento. Foi o bastante, porém, para me deixar bem impressionado. Era óbvio que os dois americanos eram MUITO superiores tecnicamente a qualquer outro jogadores, mas todos, sempre, ficavam reforçando a ideia de que todos tinham sua função, que todos eram importantes e que ninguém iria ganhar sozinho. Quanto mais espetacular a atuação individual de um, mais repetiam a questão de jogar em equipe. A minha questão é: uma coisa elimina a outra? Claro que ninguém ganha sozinho, mas também é claro que todo time depende mais de uns jogadores que de outros.

?Filtro Bola Presa #7

O bom e velho Dirk Nowitzki é isso mesmo: bom e velho. E como todo senhor de idade, ele está todo chato com o que deve comer, não aceita essas bobagens que a molecada come hoje em dia e prefere resolver tudo ele mesmo. Por isso Dirk leva, todo santo jogo, um pratinho com comida de casa, embrulhado no papel alumínio, para comer depois das partidas. Fofo.

?Filtro Bola Presa #6

?Filtro Bola Presa #6

Boas histórias sobre Kobe Bryant vão pipocar ao longo da temporada. É seu último ano e ele vai dar um gazilhão de entrevistas e todos os jogadores vão ser peguntados sobre ele. Temos algumas para compartilhar nessa semana, mas aguarde porque isso tem tudo para ser uma seção quase fixa. É o nosso processo de luto, respeitem por favor. =(

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