Imprevisível

Imprevisível

Uma das coisas mais engraçadas dessa final da NBA está sendo acompanhar o Twitter no pós-jogo. Muitas pessoas, especialmente aqueles torcedores apaixonados e pouco racionais, destilam

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uma bipolaridade condizente com os altos e baixos da série. Em um dia o San Antonio Spurs vence por 20 e aí eles são invencíveis, no outro o Miami Heat ganha por 15 e não dá pra derrotar LeBron James e Dwyane Wade juntos, aí no outro o LeBron já é passivo de novo porque seu time perdeu duas dúzias. Se você é um torcedor apaixonado, tudo bem, mas por favor não levem a sério essas análises definitivas que mudam a cada novo resultado da tele sena.

Danny Gr33n

De todas as abobrinhas, a minha favorita foi quando, antes do Jogo 4, falaram na TV que o Miami Heat era um time muito desorganizado no ataque. Que depende demais da individualidade de Wade e LeBron e que por isso não era confiável lá na frente. Todos lembram que eles acabaram a temporada com a melhor campanha da NBA, né? E com o melhor ataque e daquela sequência de 27 vitórias. Tem gente que formou uma ideia sobre o Heat durante o primeiro mês do Big 3 há 3 temporadas e guarda ela até hoje!

Mas aí veio o Jogo 4 para jogar essa ideia no lixo. Claro que LeBron James e Dwyane Wade (os dois passaram dos 30 pontos) vão chamar o jogo para eles, é isso que caras com esse talento fazem, mas o time é mais do que isso. O grande mérito do Heat, assim como o do Spurs, aliás, é a rápida movimentação de bola. Foi girando a redonda com velocidade que o Heat conseguiu abrir mínimos espaços na defesa concentrada do San Antonio Spurs, que continua focada em defender nada mais do que o garrafão. Pensando nisso que o técnico Erik Spoelstra tirou do time titular Udonis Haslem e colocou Mike Miller em seu lugar. O medo de ter feito isso antes era justificável, já que Haslem é disparado o melhor marcador de Tim Duncan na série, mas a chance de abrir a quadra no ataque pesou mais.

Com Mike Miller em quadra o Miami Heat tinha mais uma ameaça de longa distância, mais um ótimo passador e mais velocidade. A velocidade não só ajudou nos contra-ataques, que voltaram a dar certo, mas na própria defesa, onde o Heat obrigou Gregg Popovich a desistir de Tiago Splitter e de qualquer outro pivô por longos períodos da partida. A ideia era defender as linhas de passe, trocar em todos os bloqueios e ignorar Splitter, que só seria defendido se recebesse a bola no garrafão. Quando isso acontecia surgiam defensores baixos de todos os lados, descendo o sarrafo em busca de um roubo de bola.

A defesa eficiente e a urgência de uma vitória parecem ter acordado LeBron James e Dwyane Wade, que não hesitaram para nada durante todo o jogo. Algumas das infiltrações de LeBron foram em cima da defesa ultra fechada do Spurs que parecia estar inibindo ele antes, para isso ele atacava assim que recebia a bola, dando o mínimo de tempo necessário para a defesa fechar as portas. Nem sempre deu certo, mas ele respondeu acertando umas bandejas bem difíceis, sobre a marcação. Dwyane Wade não só fez o mesmo, atacando a cesta antes de ficar driblando sem rumo, como arremessou de meia distância como se fosse o David West. Deram espaço, chutou, caiu. As bolas caíram especialmente no começo do último período, quando o Heat disparou a sua vitória tranquila.

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A resposta de Gregg Popovich no Jogo 5 veio em duas partes. Primeiro no time titular, com Manu Ginóbili no lugar de Tiago Splitter. Sabemos que o narigudo-safado (como eu o chamo carinhosamente durante os jogos) tem minutos de titular, mas colocá-lo desde o começo do jogo é diferente porque faz ele passar mais tempo ao lado de jogadores diferentes, é uma mudança na rotação. Ao invés de Ginóbili entrar para jogar com Duncan já cansado e ao lado de Gary Neal, o faz ao lado de Tony Parker e com Tim Duncan bombando. O argentino respondeu com algumas lindas assistências para Duncan e marcando pontos, algo que ele deu crédito, após o jogo, ao fato de jogar ao lado de Parker, que o liberou para se posicionar melhor sem a bola. Com 24 pontos e 10 assistências, foi o melhor jogo de Manu em toda a temporada.

A segunda parte da resposta de Pop foi ressuscitar Boris Diaw na série. Esquecido no banco de reservas, o francês fora de forma apareceu mais uma vez para mostrar toda a qualidade que ele não merecia ter. Achou passes surreais quando recebeu aquela mesma marcação desesperada que anulou Splitter, defendeu bem LeBron James (sabe-se lá como) e conseguiu ser um bom híbrido para manter o time alto o bastante para continuar pontuando no garrafão do Heat com o pick-and-roll, e ágil, capaz de rodar a bola com aquela qualidade Spursística até alguém sobrar livre. Não demorou para o Spurs voltar a errar pouco e achar Danny Green livre na linha dos 3 pontos. Em 5 jogos Green já quebrou o recorde de mais bolas de 3 pontos em uma série final de NBA! Não estou brincando nem um pouco quando digo que ele é candidato sério a melhor jogador de toda a série. Ele não vai ganhar porque o mundo não está preparado para tamanha revolução, mas merecia.

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O que fica para o Jogo 6 de hoje é que tudo pode acontecer. Como o Golden State Warriors provou, médias de aproveitamento que a gente pensava ser insustentáveis, podem se sustentar por um período curto como uma série de Playoff, ou seja, Danny Green ainda pode resolver mais um joguinho ao lado de Gary Neal. Mas também não seria nada surreal se ele voltasse a jogar só bem e não como o MVP das finais. Ao mesmo tempo, sabemos que Dwyane Wade e LeBron James irão aparecer com novas estratégias para atacar a cesta e que irão dar a vida na defesa. Mas vai dar certo? Wade voltou a usar a zona morta como ponto de partida para suas infiltrações e às vezes dá certo, muitas vezes vira turnover. Não falta vontade na defesa de Miami, mas em um dia ela é força 20 erros, no outro é feita de boba. E Ginóbili consegue manter o alto nível do outro jogo, com uma regularidade que ele não teve em todo ano?

A verdade é que são muitas questões em aberto e os dois times já mostraram que sabem exatamente o que fazer para bater seu adversário, assim como mostraram que nem sempre são capazes de colocar esse plano em prática. O meu palpite é que o Miami Heat arranca uma vitória e leva essa série para onde todas as séries disputadas e imprevisíveis merecem acabar, em um Jogo 7.

Bulls inacreditável; Spurs vence na 2ª prorrogação

Depois de 100 anos de descanso, esperando Chicago Bulls e Brooklyn Nets decidirem sua série, o Miami Heat voltou à quadra na noite desta segunda-feira. E em noite de show, com direito a LeBron James recebendo seu 4º troféu de MVP da temporada nos últimos 5 anos, eles… bem, eles perderam. O Bulls fez 93 a 86 e bateu o Heat em Miami. Foi apenas a 3ª derrota do Heat em seus últimos QUARENTA E QUATRO jogos. As outras duas? Uma para o mesmo Bulls, quando eles quebraram a sequência de 27 vitórias, e a outra para o NY Knicks, quando LeBron James e Dwyane Wade foram poupados.

Nate the Great

 

Ou seja, com força total, o Miami Heat não perde jogos desde o dia 1º de Fevereiro, com exceção dos jogos contra esta praga chamada Chicago Bulls. Este time formado por Tom Thibodeau é uma entidade com identidade própria, uma força sem rosto que age do mesmo jeito independentemente de quem está pisando em quadra. Kyle Korver e Omer Asik? Defesa, raça, defesa e mais raça. Nate Robinson e Taj Gibson? Defesa, raça, defesa e mais raça. Derrick Rose e Carlos Boozer? Mesma coisa. Joakim Noah e Jimmy Butler? A mesma coisa, mas com um pouco mais de raça e alguns gritos histéricos.

E foi com defesa (e raça) que eles encheram o saco do Heat no primeiro quarto, segurando eles a míseros 15 pontos na primeira parcial. No quarto seguinte eles até ameaçaram deslanchar com bolas de 3 de Shane Battier e Ray Allen, mas logo o Bulls voltou a apertar a defesa e assim manteve o jogo como eles queriam, amarrado e com ritmo lento. O Miami Heat não emplacou muitos contra-ataques e, quando atacavam na meia-quadra, não finalizavam em bandejas ou enterradas. Mantendo o Heat, que é péssimo nos rebotes, longe da cesta, limitaram o poderio ofensivo deles. É verdade que em muitos momentos do jogo todo, especialmente no primeiro tempo, o Heat teve arremessos ótimos, sem marcação, que simplesmente não caíram. Mas no cobertor curto que é jogar contra

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esse excelente time, é esse arremesso que você tem que abrir mão de defender. No fim do jogo o Heat acabou com apenas 9 pontos de contra-ataque e só 32 pontos dentro do garrafão. No último quarto tentaram só 3 bandejas (erraram 2) e uma enterrada (feita por LeBron James).

A estratégia do Bulls não é novidade. Desde que LeBron James e Chris Bosh foram a Miami se juntar a Dwyane Wade, apenas o Bulls tem mais vitórias do que derrotas contra o Big 3. Eles tem a fórmula para batê-los, embora tenham sido derrotados por 4 a 1 quando se enfrentaram na Final do Leste de 2011. Não que isso sirva de consolo para a torcida do Bulls, mas ao lado das finais do ano passado contra o Thunder, aquela foi a melhor série de Playoff que eu vi do Heat, superaram uma defesa que realmente os incomodava.

Mas se o plano de jogo do Bulls não é surpresa, é realmente surreal que eles consigam vencer mesmo sem tantos jogadores. Não custa lembrar pela milésima vez que eles não tem Derrick Rose, Luol Deng e Kirk Hinrich! E que Joakim Noah está jogando no que sobrou de um pé todo quebrado. No começo do jogo o comentarista da ESPN gringa que estava no jogo, acho que o Steve Kerr, disse justamente que o Bulls tem a fórmula para bater o Heat, só não tem o plantel para isso. Bom, por um dia eles tiveram.

O Miami Heat pode ter sofrido com a falta de jogos, mas não sei se foi tão decisivo assim. Isso pode justificar uma parte dos pífios 39% de acerto dos arremessos, mas não justificam os 35 pontos marcados pelo Bulls no último quarto! O Heat defendeu muito no começo do jogo, forçou 10 turnovers do Bulls ainda na metade do segundo quarto, mas apenas mais cinco no resto do jogo. O time deixou o Bulls chegar no ataque com mais facilidade e não pressionou mais na quadra de defesa como no começo da partida. Essa afrouxada na defesa deixou o Bulls fazer o que sabe, tocar a bola, usar a visão de jogo de Joakim Noah e, no fim, dar a bola nas mãos do herdeiro de Ben Gordon, o bizarro Nate Robinson. Com 10 pontos na boca, sofrido após uma colisão com LeBron James no primeiro tempo, o anão mais feroz da NBA marcou 27 pontos, 7 nos dois minutos finais da partida, quando o Bulls fez um 10 a 0 e virou o jogo.

Destaque também para uma partidaça de Jimmy Butler, o jogador mais aleatório a surgir nessa temporada, que fez 21 pontos, pegou 14 rebotes e, a exemplo do último confronto entre os dois times, marcou muito bem LeBron James, que fez só 2 pontos no primeiro tempo e errou feio um arremesso que poderia cortar a vantagem do Bulls no minuto final. LeBron acabou o jogo com 24 pontos, 8 rebotes e 7 assistências.

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Como dissemos no último podcast, o Chicago Bulls tinha tudo para ser varrido, mas sabíamos que iam jogar com tanta raça que até poderiam roubar um jogo. Se o fizessem, dissemos, seriam os vitoriosos morais dessa série. Venceram e venceram logo cara. Ninguém me convence que eles conseguem repetir esse resultado mais três vezes, mas vou torcer loucamente pra isso. Torcer pela zebra já é natural, mas

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é ainda mais especial torcer por uma que se entrega tanto. O Bulls não é daquelas zebras do “não tenho nada a perder e vou pra cima”, mas sim daquelas “vamos ignorar toda adversidade e jogar como time grande”. Respeito eterno por Tom Thibodeau.

 

Steph Curry Tim Duncan

No Oeste a zebra chegou perto, mas faltou um Nate Robinson para fechar o jogo a favor do Golden State Warriors. O time, que não ganha em San Antonio desde o longínquo ano de 1997, chegou muito perto, liderando por 16 pontos a 4 minutos do fim do jogo, mas aí tomaram um 18 a 2 no fim do jogo e foram obrigados a jogar a prorrogação. Lá, claro, nada se resolveu e o jogo foi para uma épica segunda prorrogação, onde o novato Kent Bazemore quase foi o herói do jogo com uma bandeja a 5 segundos do fim. Mas ainda deu tempo de Manu Ginóbili acertar uma bola de 3 pontos e vencer o jogo. É pouca zoeira? E teve gente que foi embora do ginásio quando o Warriors estava na frente.

Achei curioso que a bola da vitória veio de Manu Ginóbili porque na noite anterior a história tinha sido parecida no outro jogo do Oeste. A zebra, o Memphis Grizzlies, estava muito perto de vencer o OKC Thunder, atual campeão da conferência, mas aí apareceu Derek Fisher para o roubo de bola decisivo para cima de Mike Conley, que levou ao arremesso vencedor de Kevin Durant. Quantas vezes vamos continuar vendo Ginóbili e Fisher vencendo jogos decisivos nos Playoffs? Tem gente que nasceu pra fazer isso da vida, só pode. Acho que eles podem se aposentar só da temporada regular, aí jogam apenas quartos períodos de Playoff.

O jogo me lembrou muito o Jogo 1 da outra série do Warriors, contra o Denver Nuggets, há algumas semanas. Naquela ocasião postamos o seguinte:

Mas… ei, o Nuggets venceu! Como vamos interpretar isso? Foi uma vitória moral do Golden State Warriors, que mostrou que sabe exatamente como ser a criptonita do Nuggets? Ou foi uma derrota moral do Warriors, que conseguiu executar seu plano defensivo perfeitamente e mesmo assim saiu derrotado? E agora será que eles vão ter mais uma chance de roubar um jogo na altitude de Denver?

Repito a mesma pergunta agora. Como interpretar essa derrota do Warriors? Assim como naquele caso, eles dominaram o ritmo do jogo, controlaram os rebotes (55 a 45) e pareciam ter todos os matchups a seu favor: Andrew Bogut (10 pontos, 15 rebotes) limitou as ações de um discreto Tim Duncan (19 pontos, 11 rebotes, 6/15 arremessos), ninguém, entre Tony Parker, Danny Green e Kawhi Leonard, parou Steph Curry, e Klay Thompson tirou Tony Parker do sério. O francês tinha 12 pontos no jogo quando Thompson foi eliminado com 6 faltas, foi exatamente quando o Spurs começou seu 18-2 nos minutos finais e a partir de então Parker fez mais 16 até o fim da segunda prorrogação.

E tem outra coisa, naquele dia o Warriors ainda tinha perdido para o Nuggets com uma atuação fraca de Steph Curry, ontem, em compensação, ele marcou assustadores 44 pontos e 11 assistências, com direito a 22 pontos e 4 assistências só no 3º período, num dos quartos mais espetaculares da história dos Playoffs da NBA. A reação do banco do Warrios diz tudo.

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Mas então, eles dominaram o ritmo do jogo, o garrafão, controlaram Tony Parker e tiveram Curry pegando fogo. E mesmo assim saíram de quadra derrotados só porque o time desmoronou nos últimos minutos, exatamente como naquele desastroso Jogo 6 contra o Denver Nuggets, quando sobreviveram por pura sorte e nervosismo do Nuggets, coisa que o Spurs nem ameaça ter. Será que vão ter mais uma chance de roubar um jogo assim em San Antonio? Porque este é um time mais experiente e com melhor elenco que o Denver, a chance deles se adaptarem ao ótimo jogo do Warriors é maior. Embora nada esteja decidido, fica novamente aquela sensação de que o Warriors não poderia ter entregado essa partida.

Do lado do Spurs, além do alívio da vitória e da empolgação de vencer um dos melhores jogos dos últimos anos, fica um restinho de preocupação. O time precisa melhorar. Difícil acreditar que Klay Thompson vá anular Tony Parker durante 7 jogos inteiros, mas ele se mostrou não só um excelente defensor como conseguiu punir o francês no ataque, usando seu tamanho e arremesso. O Warriors também passou o jogo inteiro pagando para ver Tim Duncan arremessar, o que ele sabe fazer, mas onde não causou impacto no jogo. Quem salvou a pátria, além de Ginóbili, foi Danny Green (22 pontos), que acertou 6 arremessos de 3 pontos, incluindo o que empatou o jogo no fim do tempo normal. Vejam a bola depois no resumo e reparem que é a mesma jogada que eles usaram para bater o Lakers nesta temporada:

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É um emaranhado de corta-luzes que acaba com uma ilusão de que Green está fazendo um bloqueio para uma jogada do outro lado, quando na verdade é Tim Duncan que está preparando um ótimo espaço para que ele apareça e chute de 3. Difícil de marcar e difícil a bola do Green não cair. Bom ver que nesse ano, ao contrário dos Playoffs do ano passado, ele está bem mais confiante.

Considerações sobre os vários fins do jogo:

Steph Curry foi mal no último quarto e pecou muito na última bola do tempo normal, tinha duas opções de passe para companheiros completamente livres e preferiu um arremesso quase de costas. Mas compensou na segunda prorrogação quando, faltando 10 segundos, viu a defesa do Spurs desorganizada e ao invés de pedir tempo, foi sozinho e não teve medo de passar para o novato Kent Bazemore, que só jogou 2 minutos na noite toda e fez a cesta que quase foi a da vitória.

– Foi o deus do basquete que fez isso, né? Um dos maiores jogos dos Playoffs acabar com uma cesta do Sei-Lá-Quem-Bazemore? Não, vai ser do Ginóbili. É meio como aquela bola na trave do Mauro Silva na Copa de 1994, onde já se viu ganhar Copa com gol do Mauro Silva?!? O deus do futebol não deixa. Era melhor um 0 a 0 decidido nos pênaltis por uma estrela de verdade, Baggio.

– 40 segundos antes de ser o herói da noite, Manu Ginóbili tinha forçado um chute de 3 de uma distância onde só Steph Curry deveria ser autorizado a arremessar. Isso com 11 segundos de posse de bola. Quase foi assassinado por Gregg Popovich, mas soube compensar.

Richard Jefferson, aquele maldito cabeça de tartaruga ninja, jogou só 3 minutos. Entrou no lugar de Klay Thompson, não conseguiu defender merda nenhuma e, no ataque, errou dois lances-livres decisivos. Saiu com um saldo de -14 e ganha 9 milhões de dólares por temporada. Mundo injusto.

– No fim das contas sabe quem melhor defendeu Curry no jogo? Boris Diaw. O mesmo que acertou um arremesso decisivo de 3 pontos da zona morta na prorrogação. Não sei porque ainda insisto em comentar basquete se no fim é tudo decidido por coisas aleatórias. Boris Diaw de 3? Richard Jefferson? KENT BAZEMORE? O que é a vida? Por que existimos?

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O Paradoxo Spurs

O Paradoxo Spurs

Olá Márcia-do-RH, segue em anexo a coluna que fiz essa semana para o ExtraTime,
Abs
Denis- Gerente de Procrastinação

O San Antonio Spurs é novamente líder da Conferência Oeste e tem a melhor campanha da NBA.

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Quantas mil vezes falamos isso nos últimos 15 anos? Mas ao invés de só puxar o saco do time do técnico que menos faz sexo na liga (outra coisa explica o mau humor de Gregg Popovich?), estou aqui para falar do Paradoxo Spurs.

O sucesso do time do Texas desde a chegada de Tim Duncan em 1997 é exemplar, um caso raríssimo na história da NBA. Juntar Duncan e David Robinson e conquistar um título não foi fácil, mas seria uma história comum de êxito. Mas depois disso eles reconstruíram o time campeão de 1999 em um novo, que venceu em 2003. Aí, já sem Robinson, se reinventaram para vencer em 2005 e 2007. Com o envelhecimento de Duncan e a aposentadoria de Bruce Bowen, mais uma vez mudaram tudo e simplesmente não param de figurar entre as melhores equipes da NBA. E embora alguns princípios sejam os mesmos desde sempre, como movimentação de bola e poucas jogadas de mano a mano, nem dá pra dizer que é sempre mesmo esquema. Já tiveram dois pivôs enormes, já jogaram abertos, já foram um dos times mais lentos da NBA e um dos mais velozes.

Mas aí aparece o Paradoxo Spurs: apesar de ser um dos maiores exemplos de sucesso da história da NBA, podemos dizer também que estão entre os times mais fracassados da liga? Ok, talvez não um dos mais fracassados, mas não é impressionante o número de vezes que o San Antonio Spurs chegou aos Playoffs com um dos melhores times e mesmo assim não conseguiu vencer? Os times de 2001, 2004, 2006, 2008, 2011 e 2012 fizeram temporadas dignas de levar o anel de campeão pra casa e todas falharam no meio do caminho. Alguns times, como o que perdeu para Dallas Mavericks em 2006 e o que foi derrotado pelo Memphis Grizzlies em 2011 eram claramente melhores que seus adversários.

Na temporada passada o San Antonio Spurs foi o melhor time da temporada regular, o que melhor conseguiu conservar seus jogadores durante o calendário insano causado pelo locaute. Também tinham mando de quadra contra todo mundo, sem contar o entrosamento quase sexual entre seus jogadores e a experiência em momentos difíceis nas costas de Popovich, Duncan, Manu Ginóbili e Tony Parker. E o que aconteceu? Foram atropelados pelo Oklahoma City Thunder, um time de pirralhos que, depois de perder os dois primeiros jogos, tomou conta da série e da Conferência Oeste.

Não é nenhuma vergonha perder para esse Thunder, assim como para o Lakers de 2004 e 2001. Mas são muitos fracassos para um time tão bom e tão preparado. E não uso o Paradoxo Spurs para falar mal do time, longe disso, acho que ele simplesmente prova uma coisa que às vezes é desvalorizada por alguns críticos, o quanto é difícil vencer um título da NBA.

Muita gente mandou um “assim até eu” após os títulos do Boston Celtics em 2008 ou do Miami Heat na temporada passada. Afinal, juntando estrelas é apelação, né? Pois está aí o San Antonio Spurs, que tem um trio de estrelas há anos, que tem o melhor técnico da atualidade, que tem união, ambiente saudável, uma torcida que apoia e a diretoria que melhor sabe contornar e evitar crises. E mesmo assim eles perdem uma atrás da outra nos Playoffs.

Para essa temporada, nenhuma surpresa. O Spurs está ainda melhor que no ano passado: Stephen Jackson e Boris Diaw, incorporados ao elenco no meio do último ano, estão mais entrosados, o que faz muita diferença num elenco que não deixa a bola nunca parada. As assistências de Diaw são um show à parte. Seus passes precisos combinados com uma atitude meio esnobe e preguiçosa, além da pança, é digna dos camisas 10 que só brilham em clubes médios e se alimentam de potencial. E não foram só eles que melhoraram, Danny Green parece mais confiante, Gary Neal é confiante até mais e DeJuan Blair parece mais conformado com seu papel na equipe.

Outros que impressionam são Kawhi Leonard e Tiago Splitter, que explicam o motivo do Spurs estar sempre no topo. Ao invés de fazer como outros times, que trocam,

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dispensam ou deixam de lado jogadores limitados, eles trabalham os seus atletas até que se tornem úteis. Transformaram Leonard, um especialista em defesa, numa ameaça ofensiva após treinamento intensivo durante toda a offseason. E Splitter, aquela vergonha dos lances-livres, agora acerta 75% de seus arremessos e com paciência aprendeu a jogar ao lado de Tim Duncan. Existe algum jogador que piorou depois de ir para o San Antonio Spurs? Só lembro do estranho pivô Jackie Butler há muitos anos.

Uma das razões para o Spurs brilhar mesmo quando Tim Duncan e Manu Ginóbili são poupados é a precisão do resto do elenco nos passes e nos arremessos. Eles sabem o que fazer, como fazer, quando fazer e não se intimidam. Mas na série contra o OKC Thunder no ano passado isso, de repente, sumiu. Caras como Danny Green passaram a errar chutes que não erravam, o que forçou o Spurs a apelar demais para a individualidade de suas estrelas, quebrando todo esquema de Popovich e facilitando a marcação daqueles monstros atléticos de Oklahoma.

Será que um ano a mais de experiência e mais um fracasso fará a diferença para esses caras? Confiamos na regularidade de Tim Duncan e colegas, mas talvez esteja nas mãos dos coadjuvantes a chance de conseguir acabar com a seca do time que não é campeão desde 2007. Aliás, podemos chamar de seca? Ou só podemos chamar de seca por se tratar do San Antonio Spurs? Não ganhar mais até a aposentadoria de Pop e Duncan fará essa regularidade sem títulos ficar como na história, uma insistência fracassada ou um exemplo de sucesso e paciência? O Paradoxo Spurs é confuso.

Preview 2012-13 – San Antonio Spurs

Continuamos aqui o melhor preview da temporada já escrito por um blogueiro gordo. Veja o que já foi feito até agora: Leste: Boston Celtics, Cleveland Cavaliers, Brooklyn Nets, Indiana Pacers e Atlanta Hawks Oeste: Memphis Grizzlies, Sacramento Kings, Denver Nuggets e Golden State Warriors.   Até o esperado dia 30 de Outubro, quando teremos a rodada inicial da Temporada 12/13 da NBA, todos os times terão sido analisados profundamente aqui no Bola Presa. Nesse ano vamos repetir uma ideia de uns vários anos atrás. Ao invés de só comentar as contratações e fazer previsões, vamos brincar de extremos: O que acontecerá se der tudo certo para tal time, qual é seu teto? E o que acontecerá se der tudo errado, onde é o fundo do poço? Em outras palavras, como seria um ano de filme pornô, onde qualquer entrega de pizza vira a trepa do século? E como seria um ano de novela mexicana, onde tudo dá errado e qualquer pessoa pode ser o seu irmão perdido em busca de vingança? Hoje é dia de falar do time que todos amamos odiar com muito carinho, o San Antonio Spurs. San Antonio Spurs           Eu sou um cara muito correto e de bom coração, se não fosse, poderia simplesmente pegar os previews dos últimos anos e colar aqui que ninguém ia perceber. Afinal o que eu poderia dizer sobre o San Antonio Spurs? O time é experiente mas seus jogadores principais estão ficando velhos demais. Eles sabem atacar coletivamente como poucos, mas não tem mais os especialistas em defesa de outros tempos. Diria que esse é o último ano que esse Spurs tem chance de título. Blá, blá, blá. Afinal, o quanto disso ainda vale hoje em dia? Experiência: Sim, eles são rodados. Tim Duncan tem 36 anos e Manu Ginóbili está com 35, difícil ignorar isso em um campeonato de 82 jogos. Até Tony Parker, o novinho do trio, alcançou a casa dos 30 e já tem 10 anos de NBA. Mas é meio tolo que as pessoas usem a idade do trio como motivo para colocar o Spurs fora da briga pelo campeonato. Dizem isso desde sempre e mesmo sem títulos desde 2007, o Spurs está sempre lá no topo entre os melhores. É natural perder mais campeonatos do que ganhar, o bagulho é difícil demais, mas é raríssimo na história da NBA um time ficar tanto tempo em boas colocações como o Spurs faz desde o fim dos anos 90. Não custa lembrar que no ano passado o Spurs tinha um elenco quase idêntico ao de agora e que mesmo com o calendário mais pirado e corrido da história, foram o melhor time da temporada regular com sobras. Ataque coletivo: Dizer que um time é coletivo já é redundante, falar isso em um esporte coletivo parece coisa de retardado. Mas espero que vocês entendam o que quis dizer. Poderia falar que o time não é egoísta, que é altruísta, mas também não é isso exatamente. Por dar poucas assistências e se focar em ações individuais o Oklahoma City Thunder é um time egoísta? Não, é só o ataque deles que funciona de um jeito diferente. Um time egoísta é aquele que ignora um jogador bem colocado em nome de um arremesso forçado (Washington Wizards), não necessariamente poucas assistências e menos movimentação de bola. O que quero dizer, no fim das contas, é que o Spurs funciona com mais passes e menos drible do que qualquer outro time da NBA. Os jogadores dependem mais uns dos outros. No ano passado eles foram o 4º time com mais assistências por jogo, 23. Mas mais importante, o Spurs é um dos times que menos usa jogadas de isolação para resolver seu ataque. Apenas 7% dos ataques do Spurs acabam com esse tipo de jogada! É muito pouco. E mesmo assim o time foi o mais eficiente no mano a mano (0,85 pontos por posse de bola), ou seja, faz pouco e sabe quando fazer. Mas o segredo desse ataque fabuloso do Spurs é como eles sabem ocupar os espaços em quadra. O time nunca está embolado, sempre há uma boa opção de passe e eles sabem que poucas coisas no basquete são mais importantes ofensivamente do que ter bons arremessadores postados na zona morta. O Spurs acertou 38% das bolas de 3 da zona morta da esquerda e assustadores 42% do lado direito na última temporada. Não é nada fácil tentar parar um ataque que tem dois infiltradores sensacionais como Tony Parker e Manu Ginóbili e que tem bons arremessadores nos cantos como Gary Neal e Danny Green abrindo espaços. Especialistas em defesa: Na temporada passada o Spurs foi o melhor time de ataque da NBA com 0,99 pontos por posse de bola e melhor aproveitamento nos arremessos, 47,8% de acerto. Mas se na defesa eles não tiveram esse nível de excelência, não foram mal também. Sofreram 0,88 pontos por posse de bola e acabaram com 15ª melhor marca da NBA nesse aspecto. Ficar no meio da tabela não é o ideal para um time que quer ser campeão, mas não está é um desastre também. É raríssimo um time ficar no Top 10 nas duas categorias. Colocar toda culpa da derrota na defesa é exagero como na questão da idade. O problema não é a defesa ao todo, mas no que exatamente eles são fracos. O time foi mal em defender o cara que comanda o pick-and-roll e nos arremessos vindos de corta-luz, quando o arremessador recebe a bola logo depois de ganhar espaço pelo bloqueio de um companheiro. Segundo números do SynergySports o Spurs foi O PIOR time da NBA na última temporada

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em defender essas duas bolas. E como vocês devem lembrar, a primeira é especialidade de Russell Westbrook, a segunda de Kevin Durant. Quando o Thunder começou a abusar desses lances, adeus Spurs. Foi por esse detalhe (detalhe grande) que eles não venceram o Oeste. Será que um training camp e meses revendo aqueles jogos perdidos serão o bastante para o elenco repetido do Spurs melhorar nessas jogadas? Peças para melhorar eles tem, embora realmente não tenham um cara que individualmente mude tudo na defesa, como já foi o próprio Duncan anos atrás. Falei muito das qualidades e dos defeitos do time do ano passado porque o elenco é basicamente o mesmo. De novidade mesmo só a chegada do armador francês Nando De Colo, que vai ajudar muito a dar descanso a Tony Parker e Manu Ginóbili. Mas de resto é a mesma coisa e torcendo para Kawhi Leonard virar um melhor jogador de ataque como Popovich imagina, para que Tiago Splitter deslanche como ainda não o fez na NBA e para que Boris Diaw pare de comer hambúrgueres o tempo todo. Se Danny Green não amarelar como na série contra o Thunder vai ajudar muito também.   Temporada Filme Pornô Veja bem, Tim Duncan, Gregg Popovich, Tony Parker, Manu Ginóbili e Stephen Jackson já provaram uma orgia com Yumi Saito, Mônica Mattos e Márcia Imperator, eles não vão ficar satisfeitos com uns amassos no cinema com a amiguinha do colégio. Sem querer fazer humor chulo, mas depois que você prova o anel… Quem ganhou título não se contenta com pouco. Perder na final em um Jogo 7 disputado não vai ser motivo de orgulho. Para essa temporada perfeita acontecer eles vão precisar que, como no ano passado, Danny Green, Gary Neal e outros heróis improváveis segurem a barra durante a temporada regular. Eles conseguiram isso na temporada anterior com aquele calendário cheio de 4 jogos em 5 noites, bem que podem repetir agora que terão descanso. A estratégia é não só dar folga para os jogadores veteranos, mas encher de confiança os mais novos. É importante que os caras ganhem experiência de quadra ao longo do ano. Em um time que roda tanto a bola, arremessos importantes vão sempre cair na mão de jogadores de pouca fama e eles precisam estar preparados. Entre esses jovens, atenção para Kawhi Leonard. Poppovich disse que vai aumentar muito o papel do ala no ataque do Spurs e ele pode ser o segredo de uma temporada regular de sucesso. Ir bem na temporada regular pode ser um grande diferencial. Se conseguirem a melhor campanha como no ano passado, empurram Thunder e Lakers para se matarem na semi-final do Oeste enquanto eles esperam na decisão. Lá podem dar a sorte de nem pegarem o Thunder, time que mais soube abusar das falhas defensivas do Spurs na temporada passada. Outra solução? Arrumar o diacho da defesa e correr para o abraço.   Temporada Drama Mexicano Reumatismo. Catarata. Osteoporose. São tantas coisas que podem dar errado para Tim Duncan que é bom nem falar para não atrair a coisa ruim. Mas falando sério, vai ser complicado demais para o Spurs acabar em a temporada regular de novo. O Thunder é mais jovem, o Lakers tem um elenco fabuloso e quer mostrar a que veio. A maioria dos analistas da imprensa americana coloca o Spurs como 3º colocado do Oeste e isso significaria um duelo complicado na primeira fase e depois Lakers ou Thunder já na semi. Em um cenário apocalíptico, o caminho do Spurs poderia ser pelos 3 times que mais souberam os derrotar nos últimos anos: Grizzlies, Lakers e Thunder. Se passarem por tudo isso aí realmente merecem uma orgia com a Mônica Mattos ao invés de um capítulo de novela mexicana dublada no SBT. E como disse antes, uma boa temporada regular depende de jogadores que nem sempre são confiáveis. Tiago Splitter parece piorar com a idade, DeJuan Blair está

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puto por ter desaparecido da rotação desde que Boris Diaw foi contratado e Danny Green, contra o Thunder, não conseguia acertar um arremesso nem que a vida de sua mãe dependesse disso. O drama do Spurs é que eles são uma franquia exemplar, um time perfeitinho, uma equipe sólida e bem montada e que mesmo assim isso pode não significar resultado algum. Esporte definitivamente não é um lugar justo.   Top 10 – Jogadas do Spurs em 2012 [youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=X24lR9Pcl3U[/youtube]

EUA derrotam Espanha e conquistam o ouro

Assim como há 4 anos, foi um jogo espetacular. Em 2008 a Espanha assustou quem apostava em vitória fácil dos Estados Unidos e fez jogo duro até o finalzinho, quando Kobe Bryant assumiu o controle da partida, fez jogadas geniais e garantiu o ouro. Em 2012 o filme se repetiu: Ainda existia gente achando que seria um atropelo, mas a Espanha fez partida quase perfeita, levou o jogo empatado até o fim e lá as estrelas americanas dominaram. Não mais Kobe Bryant, já mais para coadjuvante desse time, dessa vez foram Kevin Durant e LeBron James que colocaram o time nos ombros para a vitória de 107 a 100.

O domínio dos Estados Unidos no basquete é mais do que óbvio, claro, mas acho importante jogos complicados como o da Lituânia e o da Espanha para que as pessoas não esquecem que o resto do mundo está só esperando um vacilo para pular no pescoço dos americanos. Já vi por aí gente dizendo de novo que os EUA não precisam levar um time de primeiro nível para ganhar. Isso é mais um caso clássico de memória curta. Em 2002 no Mundial de Indianápolis os EUA levaram um time de jogadores da NBA montado de última hora, sem preparação, mas com talentos consagrados (All-Stars na época) como Reggie Miller, Paul Pierce e Jermaine O’Neal. Passaram vergonha e acabaram na 6ª posição. Em 2004 levaram um time cheio de pirralhos e ficaram só com o bronze. No Mundial de 2006, já com Coach K no comando e levando tudo mais a sério, perderam a semi-final da Grécia. Desde então o time se encontrou e são, com a de hoje, 50 vitórias consecutivas em competições internacionais!

É uma marca sensacional, especialmente considerando os grandes times que existem hoje no basquete internacional, mas que às vezes faz as pessoas esquecerem do que aconteceu logo antes dessa sequência começar. Imagina que os americanos vão com um time de segundo escalão da NBA, sem LeBron James ou Kevin Durant, como seria o resultado da partida de hoje? Difícil brincar de suposição, mas o risco de derrota cresceria um bocado.

 

O jogo começou com a Espanha indo pra cima dos americanos e os americanos indo pra cima dos espanhois. Pois é, parecia briga de rua, com socos voando

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pra todo lado e nenhum plano. Ou vai ver que esse era o plano da Espanha! Aqui preciso assumir um erro meu na previsão que fiz dos Jogos Olímpicos: antes do torneio começar eu disse o quanto o Coach K estava focado na defesa e que esse time iria improvisar muito no ataque e ser campeão no lado defensivo, mas não foi assim. Tyson Chandler não fez um grande torneio, acabou passando poucos minutos em quadra e os EUA usou durante boa parte dos jogos uma formação mais baixa, sem pivô, que fazia muitos pontos e defendia bem mal. Foi castigando o time no ataque e não os anulando lá atrás que saíram de Londres com o ouro.

Aproveitando isso, a Espanha partiu pra cima dos americanos usando sua principal força, o garrafão. Pau Gasol (25 pontos, 8 rebotes e 7 assistências) foi genial durante toda a partida, fora de série no 3º período, e carregou o time nas costas. Marc Gasol sofreu com problemas de falta, mas foi espetacular com 17 pontos em 17 minutos, assim como Serge Ibaka, que fez 12 pontos e deu um toco espetacular em Deron Williams. Como José Calderón teve um dia para ser esquecido e fez finalmente a Espanha sentir falta de Ricky Rubio, a Espanha não enrolava muito fazendo jogadas ou mesmo tentando o pick-and-roll, ao invés disso tentava colocar a bola no garrafão logo cedo, antes de tomar pressão. Já os EUA saiam rápido no contra-ataque e a cada defesa por zona que a Espanha fazia eles respondiam com uma bola de 3 pontos. Aliás, sabiam que o time dos EUA foi o único a acertar mais de 10 bolas de 3 pontos por jogo? 16 bolas feitas por partida, com aproveitamento de 44% nesses chutes! Líderes da competição na categoria que até outro dia era o ponto fraco deles.

Mas a Espanha até que soube lidar bem com esses chutes de longa distância e se manteve no jogo com bolas de segurança, para não errar muito. Vale a pena citar os turnovers, foram 10 dos americanos no jogo contra apenas 11 da Espanha! Muito pouco para um time que passou bom tempo com Sergio Llull na armação e número fora de série para quem enfrentou os EUA, que se especializaram em forçar desperdícios de bola durante todo o torneio. Não errar, não dar contra-ataques e trocar cestas com os americanos foi o segredo espanhol para chegar no último quarto com o jogo praticamente empatado.

 

Mas aí vieram os 2 minutos mais desastrados da Espanha na partida. No começo do último quarto Pau Gasol tirou um rápido descanso para poder aguentar o fim da partida, Marc Gasol não tomou seu lugar porque já tinha 4 faltas, então para acompanhar Serge Ibaka entrou Felipe Reyes. Gosto de Reyes em geral, mas hoje foi um desastre! Perdeu duas bolas bobas, foi batido na defesa e rapidamente os EUA já estavam beirando os 10 pontos de diferença quando os Gasóis foram chamados para voltar a quadra.

A Espanha conseguiu voltar para a partida com seus pivôs tendo atuações sensacionais e tripudiando para cima de Kevin Love ou qualquer outro ala improvisado que ia para a marcação sobre eles. Ajudou também que o jogo estava tão faltoso que todo mundo ficou pendurado, inclusive LeBron James, que passou boa parte do último quarto no banco. Mas aí Carmelo Anthony deu um passe para fora, a Espanha encostou e Coach K tomou sua melhor decisão na partida: Pediu tempo e voltou para os últimos 3 minutos de partida com LeBron James em quadra. O outrora amarelão aproveitou uma falha da defesa da Espanha para enfiar uma enterrada e logo depois acertou uma bola de 3 pontos sobre Marc Gasol. Foram os golpes finais para acabar com qualquer chance de reação espanhola. Ah, não custa lembrar também do gigantesco último período do até então discreto Chris Paul.

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O armador foi essencial na defesa e organizando o time no ataque nos últimos 10 minutos.

A finalização de LeBron (19 pontos) foi um ótimo complemento para Kevin Durant, maior pontuador da partida com 30 pontos. Com esses pontos Durant conseguiu alcançar 156 em toda Olimpíada, superando por 1 ponto Manu Ginóbili, por 2 Pau Gasol e se consagrando cestinha da competição. Também quebrou o recorde americano na história olímpica com 34 arremessos de 3 pontos certos. O ala do Thunder foi um dos grandes responsáveis por essa tática americana de chutar mais de longa distância dar certo, essa linha de 3 pontos internacional é lance-livre pra ele.

 

Para a Espanha o bi-vice é honroso. Ninguém esperava vê-los vencendo e poucos acreditavam que poderiam jogar de igual pra igual, mas, de verdade, para quem está lá deve ter sido bem broxante chegar perto duas vezes e sempre sair com a derrota. Mas eles terão uma ótima chance de vingança em 2014. O próximo Campeonato Mundial será na Espanha e é a última chance deles usarem todo esse time completo. Pau Gasol terá 34 anos e provavelmente irá se despedir da Seleção jogando em casa, assim como Juan Carlos Navarro. Mas junto dos veteranos estarão Marc Gasol, Serge Ibaka e Ricky Rubio no auge da boa forma, será uma equipe para entrar como favorita ao título em casa. Some-se isso ao fato de nem sempre os americanos toparem a aventura de jogar nas férias da NBA quando não é ano olímpico e a Espanha terá sua chance de bater os americanos. Vamos esperar. Os torneios internacionais podem ser um pouco previsíveis, mas jogos como o de hoje ainda o deixam bem interessantes.

….

No outro jogo do dia, a Rússia bateu a Argentina por 81 a 77 e ficou com sua primeira medalha na era pós União Soviética no basquete. Por um lado é legal ver esse time russo tendo sucesso, eles jogam um excelente basquete coletivo e trazem de volta ao topo uma das escolas mais tradicionais do basquete. Nunca é demais ver Andrei Kirilenko em ação também, claro. Mas por outro é triste ver Manu Ginóbili se despedindo das Olimpíadas sem uma medalha. E chegaram perto de ter êxito.

O jogo foi muito pau a pau em geral, mas a Rússia conseguiu abrir 11 pontos de vantagem no último quarto. Foi quando a Argentina entrou em modo-Atenas e jogou seu melhor basquete. Ginóbili, claro, virou o jogo com uma bandeja a 43 segundos do fim. Mas logo depois o cestinha do jogo, Alex Shved (25 pontos, 13 no último quarto), meteu uma bola de 3 pontos e colocou a Rússia novamente na frente. Logo em seguida, após arremesso errado de Andres Nocioni, eaconteceu uma muvuca no meio da quadra e de lá Vitaly Fridzon, o latin-assassin, saiu com a bola e sua bandeja a 5 segundos do fim matou o jogo. Protestos enormes da Argentina com a arbitragem, que saiu de quadra revoltada e derrotada.

Se na NBA vivemos uma mudança de geração, não é diferente no basquete olímpico. Pau Gasol (32 anos), Andrei Kirilenko (31), Manu Ginóbili (35) e Dirk Nowitzki (34) revolucionaram o basquete internacional na última década e estão de saída. Ou não jogam mais Olimpíadas ou o fazem já como veteraníssimos. Foi bom enquanto durou, mas agora é torcer para os Rubios e Valanciunas da vida não nos decepcionarem no Rio em 2016!

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