? Da arte de perder

? Da arte de perder

Não interessa para a NBA, enquanto Liga e enquanto marca, que um time simplesmente desista de tentar vencer partidas. Um time que não tem a menor chance de ser competitivo perde torcedores, diminui seu mercado, reduz os lucros da Liga como um todo, e influencia negativamente a qualidade e os resultados de 82 jogos durante uma temporada. Outras equipes são prejudicadas porque o interesse pelas partidas diminui quando sabemos que o jogo não será minimamente interessante, e até a classificação das equipes para os Playoffs acaba alterada, já que times da mesma Divisão da equipe que não tenta vencer enfrentam os desistentes mais vezes e ganham com isso uma vantagem no número final de vitórias. A NBA como um todo se beneficia ao construir uma competição disputada e parelha em que os piores times e os menores mercados possuem sempre chances reais de ganhar um título, e por isso existem tantas regras diferentes para tentar reduzir as disparidades: há repasse de verbas para os times com mais dificuldade, teto salarial para limitar o gasto máximo com salários, multas para quem extrapola o limite que são enviadas para os times que gastaram menos, e o sistema de draft para os jogadores que querem entrar na Liga.

Máquinas de triple-doubles

Máquinas de triple-doubles

Tentando dar ritmo de urgência para um Thunder que ainda não viu Kevin Durant plenamente saudável nessa temporada graças a uma insistente lesão na coxa, Russell Westbrook registrou na semana passada dois triple-doubles seguidos, em vitórias contra Wizards e Sixers. Exatamente durante esse período, outro armador realizava a mesma proeza, com dois triples-doubles seguidos e o adendo de somar três triple-doubles num período de quatro jogos: Rajon Rondo, do Kings. Rechear a coluna de pontos, assistências e rebotes das planilhas ao mesmo tempo não é nenhuma novidade para os dois. Com 25 triple-doubles em seus 9 anos de carreira, Rondo já tem a décima terceira melhor marca de todos os tempos, se aproximando a passos rápidos dos 28 conquistados por Michael Jordan. Russell Westbrook, também empatado com 25 triple-doubles na carreira, tem acelerado em velocidade vertiginosa: foram 11 apenas na temporada passada, incluindo 4 seguidos no desespero de levar o Thunder aos playoffs na ausência definitiva de Kevin Durant. O mais impressionante a respeito da sequência de 4 triple-doubles seguidos de Westbrook foi que após os três primeiros, o armador sofreu uma cotovelada, fraturou um osso da face, passou por uma cirurgia, perdeu apenas um jogo e voltou em seguida para conseguir a absurda marca de 49 pontos, 16 rebotes e 10 assistências. Sua sequência só foi quebrada quando teve um jogo mais singelo de 43 pontos, 8 rebotes e 7 assistências.

Westbrook contundido

Westbrook contundido

No Jogo 2 entre Oklahoma City Thunder e Houston Rockets, vencido pelo Thunder, aconteceu uma jogada estranha entre os armadores Russell Westbrook e seu defensor, Patrick Beverley. Westbrook passou do meio da quadra já indicando que iria pedir um tempo, Beverley tentou roubar a bola e no caminho acabaram batendo joelhos. Com dores, o armador do Thunder ficou irritadíssimo e jogou com sangue nos olhos os minutos seguintes, mas o jogo continuou numa boa.

A jogada foi um pouco polêmica devido a reação de Westbrook, mas a verdade é que no fim das contas ninguém, entre jogadores do Thunder, Rockets e comentaristas dos EUA acharam a jogada desleal. Desnecessária, sim, até porque já tinha acontecido o apito, mas nada além disso.

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O drama é que hoje o Thunder anunciou que a lesão foi mais grave do que imaginaram, um rompimento do menisco lateral foi detectado e agora uma cirurgia é necessária para reparar o problema. A recuperação para uma lesão desse tipo costuma demorar entre 6 a 8 semanas, o que poderia significar que não teremos mais Westbrook nos Playoffs 2013. Mas existem casos menos graves em que os jogadores voltam bem mais rápido, como foi o caso de Metta World Peace, que voltou a jogar pelo Los Angeles Lakers apenas 13 dias após entrar na faca. O problema é que não sabemos agora o quanto é grave o problema e muito menos quantas semanas restantes o OKC Thunder tem na temporada!

É famosa, é já comentamos em um de nossos últimos podcasts, a durabilidade de Russell Westbrook. Ele nunca perdeu um jogo, seja por descanso, suspensão ou contusão, de basquete colegial, universitário ou na NBA. Na última partida desta temporada, quando Kevin Durant descansou, ele fez questão de jogar alguns minutos só para manter sua sequência intacta. Agora, por causa de uma jogada idiota, ficará de fora justamente na parte mais importante de um campeonato que eles tinham muitas chances de ganhar.

Eles tem três opções para compensar a ausência de Westbrook enquanto torcem para ele voltar o mais rápido possível. Provavelmente usarão todas ao longo dos jogos, resta a dúvida de que formação irão usar para começar a partida, momento em que Westbrook é a primeira opção do time por motivos de ultragressividade; e depois, no fim, onde toda posse de bola pode custar a partida.

A primeira opção é trazer o segundo-anista Reggie Jackson para o time titular. O jovem armador tem estilo agressivo, sabe atacar a cesta e

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criar seu próprio arremesso, seria uma solução para tentar simular o que Westbrook faz, mas de maneira menos explosiva e mortal. A segunda opção é usar Kevin Durant como um point forward à la LeBron James, e colocar Kevin Martin na equipe. Devido à ausência de James Harden, Durant passou a controlar mais a bola nesse ano, a criar jogadas para os outros e tem dado muito certo apesar de alguns jogos com excessivos turnovers. A última opção é colocar Derek Fisher no time titular, isso não mudaria a rotação do banco de reservas (com Jackson e Martin juntos) e colocaria um jogador mais experiente no time, com manha de Playoff.

Westbrook no chão

Como disse, imagino que todas serão usadas ao longo das partidas, mas é essencial para o OKC Thunder descobrir o mais rápido possível quais dessas opções podem dar certo, quais não dão e os motivos. Eles ainda são favoritos contra o Houston Rockets mesmo sem Westbrook, mas a coisa começa a complicar na próxima rodada contra LA Clippers ou Memphis Grizzlies e depois num eventual confronto contra o San Antonio Spurs. Isso sem falar no Miami Heat, claro.

Este será provavelmente o maior teste da carreira do técnico Scott Brooks. Boa parte do ataque do Thunder começava com a agressividade de Russell Westbrook que, mesmo que burra às vezes, obrigava a defesa a estar sempre se adaptando a suas investidas. Agora um time que nunca precisou jogar sem ele terá que se readaptar de imediato justamente no momento mais difícil da temporada. O técnico precisa de soluções táticas e também motivacionais, precisa botar fogo no grupo e fazer caras como Serge Ibaka e Kevin Martin se sentirem confiantes para assumirem funções ofensivas que antes eram do armador.

Acompanhar a adaptação do Thunder será certamente interessante, mas perder Westbrook num Playoff que já não tem Kobe Bryant, Rajon Rondo, David Lee, Danny Granger, Derrick Rose e Amar’e Stoudemire, além de Manu Ginóbili e Steve Nash jogando no sacrifício, é muito broxante.

Podcast Bola Presa – Edição 11

Bem amigos do Bola Presa, estamos de volta em definitivo para mais um Podcast emocionante.

Ok, não ficou emocionante. Mas ficou bom e longo: 1 hora e 10 minutos de muito basquete e muitas dicas de relacionamento. Por algum motivo excepcional, recebemos dezenas de perguntas sobre relacionamentos nestes últimos dias e demos uma atenção especial a eles. Tem o cara apaixonado pela coroa casada, um que perdeu um aposta e agora não sabe como chegar naquela menina mais ou menos e até um rapaz com vergonha do tamanho do seu pinto quando mole. Sério, que tipo de pessoa nos lê?

Mas não é só isso, claro. Tem basquete também! Falamos sobre a meia-crise do Oklahoma City Thunder, que apesar de estar jogando bem (é o Thunder, afinal) tem caído um bocado de produção nas últimas semanas, especialmente fora de casa. Também falamos de como o Los Angeles Lakers irá sobreviver (irá?) sem Metta World Peace, fora do resto da temporada, ao mesmo tempo que o Dallas Mavericks e Utah Jazz continuam grudados neles na briga pela última vaga nos Playoffs do Oeste.

Por fim comentamos o final da sequência de vitórias do Miami Heat e de como o Chicago Bulls acabou com esse pequeno milagre do time de LeBron James. Aproveitamos para relembrar do bom e velho Houston Rockets que venceu 22 jogos seguidos há alguns anos.

Para baixar, mesmo esquema de antes: 4shared para quem quer ouvir online ou baixar, Google Drive só para baixar. Mas estamos cogitando acabar com o nosso fórum e usar a grana do servidor de lá para guardar nossos podcasts em servidor próprio e assim poder criar um feed, inclusive para iTunes. O que vocês acham?

Podcast Bola Presa – Edição 11 (4Shared)

Podcast Bola Presa – Edição 11 (Drive)

Podcast Bola Presa – Edição 11 (Drive – Link Alternativo)

Em defesa de Westbrook

Em defesa de Westbrook

A partida de ontem entre New York Knicks e Oklahoma City Thunder tinha alguns elementos bem previsíveis. O primeiro era que JR Smith iria arremessar até a mãe se fosse preciso, afinal Carmelo Anthony segue machucado e o resto do time tem mais funções defensivas que talento para marcar pontos. Deu certo, JR Smith chutou 29 bolas (!) e saiu de quadra com 36 pontos, apesar de não ter ido tão bem no último quarto e de ter errado a última bola no segundo final. Aliás, por que esperar até o último segundo se o time estava perdendo? E por que não deixar Tyson Chandler, um dos melhores da NBA em rebotes ofensivos, em quadra tentar uma segunda chance?

A outra coisa previsível? Bom, que Kevin Durant iria chutar a bunda de todo mundo. Ele fez 34 pontos, pegou 8 rebotes, deu 6 assistências e fez o que tem feito todo santo jogo, foi o melhor da partida. Mas tem uma terceira coisa que não acontece todo jogo mas que é bem previsível. É só Russell Westbrook ter uma partida abaixo da média para que pipoquem na internet os mais diversos tipos de pessoas dizendo que ele “não tem cérebro”, que é um talento solto numa cabeça descontrolada. Puro exagero.

A análise sobre a capacidade de Westbrook de entender o jogo é causada por dois pontos. O primeiro é o número de turnovers, Westbrook parece desperdiçar muito a bola, especialmente quando abaixa a cabeça e tenta achar um caminho para a cesta na marra. É fato que, com 3.5 turnovers por jogo, Westbrook é o 4º que mais erra na NBA. Mas os que erram mais são Jrue Holiday, Kobe Bryant e James Harden. Eles também não tem cérebro? E com míseros 0.2 turnover a menos que Westbrook está seu companheiro Kevin Durant. Não custa lembrar que um certo Steve Nash teve 8 anos seguidos com mais de 3 erros por jogo.

O segundo ponto são os arremessos forçados e às vezes exagerados que Westbrook tenta. Novamente os números confirmam isso, ele é o 3º da NBA que mais tenta chutes por jogo, e acerta 43% dos que arremessa (não é horrível, mas está longe do topo até para sua posição), mas é assim que ele consegue ser o 6º da NBA em pontos, o 2º em pontos de contra-ataque e, mais importante, é assim que ele faz o Thunder funcionar.

Já usei os números, agora quero deixar eles um pouco de lado. Muitos já me questionaram, especialmente após jogos ruins de Westbrook, se o Thunder não seria um time melhor se tivesse um armador mais organizador e menos agressivo (ou porra louca, depende de quem diz). Eu sempre respondo que não. Veja o time deles, ninguém além de Westbrook e Durant no time titular são realmente uma ameaça ofensiva. Serge Ibaka aprendeu a arremessar de média e longa distância, mas só o faz quando está sem marcação e ele só fica nessa situação porque a defesa deve, o tempo todo, cobrir os espaços abertos por Westbrook e Durant. Se Rajon Rondo jogasse no lugar de Westbrook, por exemplo, a defesa marcaria Rondo de longe devido a sua falta de arremesso e o Thunder ficaria duzentas vezes mais previsível no ataque. Não podemos esquecer que Kendrick Perkins e Thabo Sefolosha, grandes talentos defensivos, não são lá muito bons se mexendo sem a bola, não criam opções para quem arma. A solução seria trazer Kevin Martin do banco, este sim um que se move bem, e aí arruinar a rotação do time e a força do banco de reservas.

O que às vezes as pessoas não percebem é como os 3 erros por jogo de Westbrook são pouca coisa em comparação ao quanto ele faz o time acontecer no ataque. Ele não é armador do estilo de Chris Paul, que entende o jogo num nível genial e manipula a movimentação da defesa até achar alguém livre. Russell Westbrook nunca havia sido armador antes de chegar na NBA e não se ensina visão de jogo assim do nada. O que o Thunder fez muito bem foi usar as qualidades dele, transformar isso em algo útil ofensivamente e pronto, viver com isso. Não ser Chris Paul não significa não ter cérebro, mas sim que seus talentos são outros. Aliás, é louvável que Westbrook ataque a cesta o tempo todo ao invés de pagar de Jason Kidd e só ficar chamando jogadas, cada um faz o que sabe.

Aqui também é hora de uma crítica ao técnico Scott Brooks. Seu esquema tática envolve Sefolosha, Ibaka e Perkins agindo quase que exclusivamente para facilitar a vida de Kevin Durant. Abrem espaço quando ele precisa infiltrar, fazem bloqueios, se posicionam sob a cesta para um passe. Só que algumas jogadas ficam manjadas e Durant não consegue ficar livre, o que acontece nessa situação? Westbrook deve se virar. Ou tocar para Durant e deixar ele se virar nas jogadas individuais. O Thunder não

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é um time que roda muito bem a bola e eles nem tentam isso, não é culpa exclusiva do seu armador.

Outra coisa que um armador cerebral tiraria do Thunder são os matchups do inferno

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para o adversário. Ontem, por exemplo, o New York Knicks não conseguia deixar seu melhor defensor, Iman Shumpert, marcando Kevin Durant porque ele era o único capaz de defender Russell Westbrook. No jogo contra o Lakers no começo da semana, Kobe Bryant quis ser herói e marcar Durant, mas logo teve que voltar a marcar Westbrook para tentar evitar uma surra que o armador dava no Lakers. No fim das contas nem isso deu conta, Westbrook foi imparável. Alguém que não atacasse como Westbrook não forçaria as defesas a reagirem assim.

Outro ponto que ignoram é o quanto Russell Westbrook é um excelente defensor. Ele tem a velocidade para marcar os armadores mais baixos que ele (a maioria) e capacidade de defender caras de outras posições, ou seja, dá pra deixar Thabo Sefolosha no banco e mesmo assim continuar com um bom defensor de perímetro em quadra. E não conheço um bom defensor que não seja alguém que entenda de basquete, não dá pra marcar bem sem cérebro. Ainda na categoria defesa, Westbrook é um dos líderes da NBA em roubos de bola, ou seja, além de cometer turnovers, ele também força o adversário a errar.

Engraçado que muitas dessas características são comuns a outros grandes jogadores da NBA. Muitas vezes Kobe Bryant ou James Harden arremessam demais e esquecem alguns companheiros mais bem colocados, Dwyane Wade é mestre de bater pra dentro sem ter ideia do que vai fazer lá no garrafão, Steve Nash, como dito, era o rei dos turnovers e Carmelo Anthony é um de muitos que nunca para de arremessar mesmo que esteja num dia de aproveitamento baixo. Todos já receberam suas devidas críticas sobre isso, seja aqui ou por outros críticos de basquete. Mas nenhum deles teve que ouvir que não entendia de basquete. Por que isso é exclusivo de Westbrook?

Tenho muitas respostas para essa pergunta. Westbrook teve que lidar com muita exposição logo no começo da carreira. Ainda em um período difícil de adaptação à NBA, Westbrook já estava nos Playoffs e disputando jogos importantes, seus erros eram vistos e comentados por todos. Lá ele ganhou a fama e no mundo da análise preguiçosa, é difícil perder essa imagem.

E tem mais, o armador sofre de um mal que aflige muitos jogadores com status de estrela: eles não aceitam ter um jogo ruim. Nenhum grande jogador da NBA entende que está tendo um jogo ruim e que deve assumir um papel secundário, a cultura deles diz que eles devem tentar se redimir na jogada seguinte. LeBron James era considerado amarelão quando não fazia isso, lembram? Por fim, ele joga ao lado de Kevin Durant. Nas mentes mais simplistas, qualquer arremesso que Westbrook tenta, é um que Durant poderia ter arremessado. Mais ou menos como Kobe Bryant escutava quando jogava ao lado de Shaquille O’Neal.

Minhas críticas ao Russell Westbrook são pontuais. Ele tem alguns jogos ruins, acho que ele já tomou muitas decisões erradas, acho que se veste muito mal e as critico quando isso acontece, mas olhando o panorama geral, do que ele oferece para o time contra seus erros, não tenho dúvida de que ele é um dos melhores jogadores da atualidade. E, ainda mais importante, tem um time que sabe usar essas qualidades e disfarçar seus defeitos. Também prefiro pensar que ninguém pode ser um dos melhores da NBA sem ter um cérebro. Basquete é mais que correr e pular, não é?