Prêmios Alternativos do Bola Presa – 14/15

Os Prêmios Alternativos do Bola Presa datam do longínquo ano de 2008, quando o mundo ainda era um lugar habitado por espécies estranhas como Matt Harpring, Chucky Atkins, Ike Diogu, Troy Murphy e Daniel “Boobie” Gibson. Os tempos mudaram, a NBA mudou, mas os prêmios seguem nem tão firmes e fortes.

A tradição nasceu como resposta aos enfadonhos prêmios de fim da temporada que rendem tantas discussões infrutíferas na internet. Se é pra dar prêmio que não vale nada, se é pra gerar discussões vazias e premiar coisas aleatórias, vamos fazer do jeito certo!

Abaixo os links para os vencedores dos anos anteriores. Divirtam-se!

Prêmios Alternativos 07/08

Prêmios Alternativos 08/09

Prêmios Alternativos 09/10 

Prêmios Alternativos 10/11

Prêmios Alternativos 11/12

Prêmios Alternativos 12/13

Prêmios Alternativos 13/14

Prêmios Alternativos do Bola Presa – As fotos do ano

Vocês já devem ter visto e cornetado (“mimimi você esqueceu disso”) os Prêmios Alternativos do Bola Presa, certo? Se não, corram lá. O prêmio que faltou foi o “Troféu Buscapé de Foto do Ano”. Essa categoria estreou com sucesso no ano passado e nessa temporada resolvi que ela iria crescer. Além da melhor foto, postarei algumas que quase levaram o prêmio e ainda vou dividir outras boas fotos em categorias, afinal existem diferentes tipos de foto e todas merecem nossa apreciação.

A esses Buscapés que arriscam ser atropelados pelo Zach Randolph em uma bola perdida todos os dias, nosso muito obrigado.

 

A Foto do Ano

Esteticamente ela ficou bonita, mas também ficou engraçada e não deixa

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de ser um registro honesto do que é uma jogada de basquete. Pacote completo nessa maravilha tirada em um dos confrontos entre Indiana Pacers e Philadelphia 76ers

Não tive saco de contar, mas imagino que a média da foto seja de uns 3 braços por pessoa, confere?

 

 

As que ficaram

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no quase

Nunca ninguém me olhou assim, Marvin…

 

Uma foto do Celtics no MSG pelo 2º ano seguido entre as melhores

 

Jefferson com o típico “Foi ele, mãe” e MWP vai matar alguém em breve

 

I RUN THIS SHIT

 

Força fotográfica: 10
Força capilar: 490

 

As melhores mensagens

“Ele é nosso e vocês não podem tê-lo de volta”
Benny the Bull sobre Scalabrine em um jogo contra o Celtics

 

“Dirk, eu sou seu irmão”
Precisa explicar?!

 

As mais engraçadas

Tá aí um cara ligadão no jogo

 

Não há explicação plausível para essa imagem

 

Flop-do-goleiro, o pior da história humana

 

As melhores duplinhas

Se tivesse um troféu de pose do ano

 

Sorte do Pachulia que ele nem deve entender o tipo de palavrão que o KG conhece

 

Landry Fields nunca vai ser descolado

 

A dupla Jeremy-Lin-de-4-braços e Jared Jeffries

 

Créditos
Geralmente os fotógrafos da NBA não recebem reconhecimento, então tentei descobrir quem tirou cada uma das fotos premiadas. Aí vão os nossos heróis

76ers/Pacers: Matt Slocum/AP Photo

Marvin Williams: Kevin C. Cox/Getty Images
Kevin Love: Mark J. Terrill/AP Photo
Carmelo x Celtics: Chris Trotman/Getty Images
Faried x Lopez: Doug Pensinger/Getty Images
Artest salvando a bola: Ezra Shaw/Getty Images

Placa do Scalabrine: Jonathan Daniel/Getty Images
Placa do Dirk: Christian Petersen/Getty Images

Cabeça do Drew Gooden: Jeffrey Phelps/AP Photo
Spencer Hawes boboca: Julio Cortez/AP Photo
JJ Barea Ceni: Rick Scuteri/AP Photo

Artest e Gasol: Jae C. Hong/AP Photo
Jeremy Lin, Jeffries e Alguém: Frank Gunn/The Canadian Press
Garnett x Pachulia: David Goldman/AP Photo
Chandler e Fields: Frank Franklin II/AP Photo

A esses Buscapés que arriscaram ser atropelados pelo Zach Randolph em uma bola perdida todos os dias, nosso muito obrigado.

Prêmios Alternativos do Bola Presa – 11/12

Todo site sério de esporte dá seus prêmios de final de temporada. Não importa o esporte, sempre tem um especialista para mostrar a sua seleção do campeonato, o melhor jogador, a revelação e toda essa palhaçada. Vocês podem achar divertido, não vou brigar com vocês, mas eu acho chato pra caralho. A maioria dos conceitos para os prêmios são vagos, as listas não acrescentam nada e só serve para o site ganhar 14 mil comentários de outros “especialistas” dando seus pitacos. Quanta merda, não? Falar sobre esportes “pra valer” às vezes parece só um monte de gente desesperada em se convencer de que leva alguma coisa a sério na vida.

Nós do Bola Presa não temos essa ambição. Sabemos que a NBA não é um assunto relevante, que nossas opiniões não querem dizer nada e sabemos que só estamos aqui nos ocupando pra ver se a vida parece um pouco menos chata se a gente passar algum tempo vendo jogos de basquete. Para deixar essa existência um pouco mais divertida, e para fugir do lugar comum dos prêmios previsíveis de final de ano, criamos os Prêmios Alternativos do Bola Presa. É uma tradição que trazemos desde o primeiro ano do blog e que você pode revisitar nos links abaixo:

Prêmios Alternativos 07/08

Prêmios Alternativos 08/09

Prêmios Alternativos 09/10

Prêmios Alternativos 10/11

 

1. Jogada Bola Presa do Ano

É o prêmio mais esperado, mais legal e o mais tradicional do blog. Chegou a ser dominado pelo nosso querido Zach Randolph há alguns anos, mas hoje está difícil não dar o troféu para JaVale McGee. “Mas o

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prêmio é para uma jogada ou para um jogador?” pegunta o amigo internauta. Geralmente é para uma jogada, mas hoje vai pelo conjunto da obra. Com vocês, JaVale McGee e uma compilação de momentos inexplicáveis:

[youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=AgSYA3Gb7oI[/youtube]

Algumas outras grandes asneiras foram feitas na temporada e merecem reconhecimento

Danilo Gallinari: Eu nem sempre erro bandejas, mas quando erro é com o meu time precisando de 2 pontos nos últimos segundos.

Nick Young: Conviver com McGee não é saudável

Tony Allen: Poucos dias antes desse lance Marc Gasol havia dito “Eu sei o que devemos fazer para você parar de errar bandejas no contra-ataque. A cada erro você paga 100 dólares para cada um no time”. História verdadeira. Mas rendeu mais dinheiro do que pontos.

Dwight Howard: O que ele faz enquanto não está falando mal de Stan Van Gundy

DeSagana Diop: Airball em lance-livre é feio, mas acontece. Isso é outro nível de grosseria.

Orlando Magic: Já passaram vergonha contra o Celtics com 5 jogadores em quadra, com 4 fica mais complicado.

Michael Beasley: Quem nunca, né?

 

2. Troféu Kareen Rush de melhor atuação de um jogador ruim

Todo ano uma homenagem ao jogo 6 da Final do Oeste de 2004: Lakers e Wolves numa série apertada e emocionante, 3 a 2 para o Lakers e aí Kareen Rush resolve que é dia de acertar uma gazilhão de bola de 3 pontos (6, na verdade) e tirar de Kevin Garnett a chance de disputar um jogo 7 em casa.

Durante um tempo esse prêmio poderia ter ido para o Jeremy Lin, mas quando ele embalou uma das melhores sequências de jogos da história da NBA ficou complicado colocar ele na categoria “jogador ruim”. Também pensei nos 32 pontos e 10 rebotes do Ersan Ilyasova, mas ele não é ruim (muito pelo contrário), é só uma aberração da natureza. Depois de muito pesquisar acabei ficando com os 31 pontos e 17 rebotes do Byron Mullens em uma derrota (claro) de seu Charlotte Bobcats para o Milwaukee Bucks. Mullens também ganha pontos extras por duas coisas: (1) Durante o locaute, para não ficar parado, ele treinou jogando com presidiários de uma cadeia em Ohio. E sem muito discurso de bondade, foi lá pra jogar e se preparar mesmo (2) Ele catuca o nariz sem medo de ser feliz.

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3. Troféu Lonny Baxter de jogdor que só joga nas Summer Leagues

Esse divertido prêmio é para atletas que só ameaçam virar grandes jogadores e aí nem entram em quadra na temporada. Mas nesse ano nem tivemos Summer League! O puto locaute estragou tudo. Escrevemos aqui só para lembrar que no ano passado o vencedor havia sido Jeremy Lin, que foi sensação da Summer League de Las Vegas e depois só mofou no banco do Golden State Warriors. Podem espalhar para todo mundo que Lin ganhou seu primeiro prêmio na carreira aqui no Bola Presa!

 

4. Troféu Isiah Thomas de troca do ano

Essa foi muito fácil, um conjunto de cagadas tão cagadas que só se Isiah Thomas um dia voltar a ser General Manager poderemos ver de novo. O Los Angeles Lakers tentou trocar Lamar Odom e Pau Gasol por Chris Paul, a troca foi vetada por David Stern, na época no comando do Hornets. Surpreendente o veto, mas tudo bem, as coisas ficam como estavam certo? Errado. Odom ficou puto de ser envolvido em negociações e exigiu ser trocado. O Lakers ficou sem CP3 e com Odom insatisfeito.

A solução foi genial. Sem perder tempo com propostas e analisando o mercado, o Lakers simplesmente despachou Odom para o atual campeão da NBA e possível adversário de playoff, o Dallas Mavericks. Em troca recebeu uma “trade exception”, uma espécie de vale-troca para times que estão acima do teto salarial. O resultado disso é o seguinte: O Lakers não usou o vale-troca nem para trocar por Dwight Howard e nem para nada, ficou com ele na mão até agora. Odom, então melhor reserva da NBA vazou e hoje o Lakers sofre com um dos piores bancos da liga. E quem acha que o Mavs se deu bem errou também. Odom não jogou bem, não estava afim, discutiu com o dono do time Mark Cuban, quase foi para a D-League e por fim foi afastado do elenco. Quando alguém pedir um exemplo de troca onde todos saíram perdendo, pode citar esse aqui.

 

5. Troféu Grant Hill de jogador bichado do ano

O Grant Hill até se machucou nessa temporada, mas comparado com o seu passado no Orlando Magic ele é o cara mais saudável do mundo, e é pensando no tempo do Orlando que batizamos o prêmio assim. Esse ano o vencedor poderia ser Anderson Varejão e sua síndrome de Alexandre Pato, Kevin Martin, herdeiro do histórico de lesões de Yao Ming e T-Mac no Rockets ou até para Ricky Rubio e sua contusão no joelho bem quando o seu Wolves alcançou o 8º lugar no Oeste. Mas ainda era muito pouco, tinha gente pior.

Acabei ficando na dúvida entre Brook Lopez e Chauncey Billups. Billups está zicado (não no sentido físico) desde o ano passado: saiu de Nuggets sem querer sair, quando decidiu ficar com o Knicks foi dispensado, nem pode escolher seu novo time e acabou no Clippers. Quando tudo parecia ir se acertando de novo ele machucou feio o pé e ficou fora da temporada. Já Brook Lopez ferrou sua temporada e a do Nets. Era considerado a grande peça de troca para o time conseguir Dwight Howard, mas com constantes lesões jogou apenas 5 partidas na temporada. Não ajudou seu time em quadra, empacou transações e ninguém mais confia no pivô. A zica do Billups tem muito do que não é problema de contusão, Lopez tem tudo isso e nem consegue parar em quadra, é pior. Prêmio para o pivô do Nets!

 

6. Troféu Darius Miles de atuação surpresa na última semana

Darius Miles marcou 47 pontos na última rodada da temporada regular em seu ano de contrato. Bastou para enganar o Blazers e garantir mais uns milhões na conta de um dos jogadores mais decepcionantes da última década. Como homenagem, um prêmio para a atuação mais inesperada da última semana da temporada regular.

Nessa temporada o prêmio fica para o armador Ben Uzoh. Dono de força nominal impressionante, fechou a temporada com um triple-double de 12 pontos, 11 rebotes e 12 assistências no último jogo do seu Raptors contra o Nets. Curiosidade: Em um jogo contra o Bucks na última semana, estiveram em quadra ao mesmo tempo os únicos 3 jogadores da história da NBA que tem um sobrenome começado em U e acabado em H. Beno Udrih, Ben Uzoh e Ekpe Udoh. SE ALGUÉM TIVER UMA INFORMAÇÃO MAIS RELEVANTE QUE ESSA, POR FAVOR APRESENTE-A AGORA OU CALE-SE PARA SEMPRE.

 

7. Troféu Shawn Bradley de enterrada na cabeça.

Shawn Bradley, o Yao Ming sem talento. Branquelo gigante de 2,25m ficou famoso pela cara de bobo, pela participação no Space Jam e por ser protagonista do Top 10 mais embaraçoso da história do YouTube. Em homenagem a esses gloriosos jogadores que se humilham para o nosso prazer, o prêmio Shawn Bradley de melhor cravada na cabeça!

Eu queria fugir do óbvio, mas como não dar o bi-campeonato para Blake Griffin? A enterrada “Mozgov” desse ano foi um absurdo para cima do muro de concreto que é o Kendrick Perkins. Sem empurrão exagerado como na enterrada sobre o Pau Gasol (só um pouquinho) e com muita violência. 99.9% dos jogadores na história da NBA nem tentariam uma enterrada nessa situação, pobre Perk.

[youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=3w_Vy0lDk_A[/youtube]

Tivemos outros bons concorrentes como Josh Smith sobre Serge Ibaka, Kevin Durant sobre JaVale McGee e Russell Westbrook sobre Omer Asik, mas não foi o bastante. Mas o que aprendemos com esses concorrentes? Seja no ataque ou na defesa, o OKC Thunder está envolvido nas enterradas mais humilhantes do ano.

Só lembro que esse é um prêmio de enterradas na cabeça, com um marcador sendo devidamente humilhado, se fosse só enterrada por enterrada seria obrigado a dar o prêmio para essa obra prima de Gerald Green

[youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=nOzo4pHTZ-M[/youtube]

 

8. Troféu Michael Schumacher de volta frustrada

Todo ano tem alguém tentando voltar a ser relevante e falhando miseravelmente nisso. Não podemos dar o troféu para Antoine Walker porque nem na NBA ele conseguiu chegar, assim como Allen Iverson não foi chamado por nenhum time. Quem leva o prêmio para casa é o outrora espetacular Gilbert Arenas. Conseguiu seu cantinho lá no Grizzlies, mas é um reserva com nível de importância level Royal Ivey. Deprimente.

 

9. Troféu Zach Randolph de melhor jogador em time que só perde

O nosso glorioso gordinho passou boa parte da sua carreira fazendo 20 pontos e pegando 10 rebotes em times que mal passavam das 30 vitórias por temporada. Hoje ele brilha em um time que tem tudo pra ir longe nos playoffs, não concorre mais, apenas dá nome ao prêmio.

Durante um bom tempo o troféu era quase certo para o Kevin Love, que seria bi-campeão, mas não é que de repente o Wolves virou um time bom? Acabou bem mal, é verdade, mas as lesões são aceitas como desculpas verdadeiras, não vou colocar o Señor Amor nessa. O que sobra então é John Wall no Wizards? Não foi tão bem assim. Eric Gordon no Hornets? Se tivesse jogado mais partidas, com certeza, mas não foi o caso. Quem leva a estatueta pra casa é o espetacular, temperamental, faltoso e pirado DeMarcus Cousins. Com médias de 18 pontos, 11 rebotes e 4 faltas por jogo ele tem tudo para ser um dos melhores pivôs do futuro próximo, hoje é o melhor jogador em um time que só toma sova. Abaixo os 41 pontos que Cousins fez em uma derrota (claro) do Kings para o Suns.

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10. Troféu Gary Payton de jogador que mais involuiu

Gary Payton foi de ser um dos melhores armadores do mundo para esquentar banco do Derek Fisher em questão de meses, é sempre exemplo de jogadores que, de repente, param de jogar o que sabem. Nesse ano tivemos vários candidatos a esse prêmio: Mike Bibby (quando você acha que não tem mais como piorar…), Andray Blatche, Raymond Felton, John Salmons, JJ Hickson… mas nenhum deles chegou aos pés de Lamar Odom.

O jogador já foi citado na pior troca do ano, mas não custa repetir. Ele foi eleito o melhor reserva da NBA na última temporada, era considerado um dos jogadores mais completos da atualidade e de um ano para o outro virou um pedaço de carne desforme e imprestável. Desinteressado, preguiçoso e fora de forma ajudou menos que o saudoso Brian Cardinal no Mavs. Suas médias caíram de 14.4 pontos e 8.7 rebotes em 32 minutos por jogo para 6.6 pontos e 4.2 rebotes em 20 minutos disputados. Abaixo um vídeo de Lamar Odom fazendo que faz desde que foi dispensado: Saindo com os Kardashians e comendo pretzel.

[youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=UcrHch_Y_BE[/youtube]

 

11. Troféu Bruce Lee Bowen de jogada suja da temporada

O muso inspirador desse prêmio foi até homenageado nessa temporada e teve sua camiseta aposentada. Estranho mundo que vivemos. Mas para não ficar tão diferente assim, Ron Artest voltou das cinzas e em um lapso moral de Metta World Peace apareceu para cotovelar sem dó a cabeça de James Harden. Sem provocação, sem motivo e, infelizmente, sem risada maligna para completar a cena.

[youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=LjCGlsoRMAo[/youtube]

Você tentou, Wade, mas o prêmio é de Metta World Artest.

 

12. Troféu 8 ou 80 de Estatística Bizarra do Ano

Assim como no primeiro prêmio, vou ter que ir pelo conjunto da obra. O Orlando Magic foi a aberração estatística da temporada. Como, num campeonato tão curto, conseguiram tantas façanhas numéricas? Primeiro estiveram presentes na quebra de um recorde de lances-livres cobrados por um jogador em um jogo (39, de Dwight Howard), depois numa das piores atuações ofensivas da história da NBA e ainda sofreram uma das viradas mais humilhantes dos últimos tempos. É muito recorde negativo pra um time só.

….

O Troféu Buscapé de Foto do Ano fica em outro post, são muitas fotos, muita coisa boa e deixaria esse aqui grande e maçante demais. Posto tudo antes dos playoffs, prometo. Mas e entre os Prêmios daqui, faltou o que? Quem foi injustiçado? Comentem!

>Locaute versão Taiwan

>Eu poderia comentar mais sobre o locaute. Poderia dizer que os jogadores se reuniram hoje e decidiram recusar a proposta de divisão do BRI em 50% enquanto os donos não mudarem algumas questões do sistema de funcionamento da liga. Poderia, como geralmente faço, escrever parágrafos e mais parágrafos dizendo como somente os jogadores estão fazendo concessões nessa negociação. Mas por que fazer tudo isso se um vídeo de Taiwan é muito melhor em explicar o que está acontecendo na NBA?

Falando um pouco mais sério: David Stern afirma que os jogadores tem até amanhã à tarde para aceitar a proposta feita por eles no último sábado. A proposta divide a receita da liga em 50% para cada lado. Os jogadores falaram que consideram aceitar os 50% caso algumas coisas mudem (valor do mid-level exception, maior liberdade para trocar de times). Mas os donos parecem irredutíveis. Stern ameaça diminuir a oferta para 47% caso os jogadores não aceitem. Tá tudo indo pro brejo, galera.

>Vídeos – Meus tempos de escola

>Essa seção de vídeos no blog é uma daquelas que a gente faz uma vez a cada ano bissexto. Sei que deveríamos ter mais regularidade, mas fazer o quê? Pelo menos não ficamos mais prometendo para depois não cumprir. Como diz o velho ditado, “Se você avisar antes que vai ser rápido, não é ejaculação precoce”. Pense nisso.

Nesse post separamos alguns vídeos legais sobre grandes jogadores da NBA em seus tempos de colegial. Volta e meia a gente comenta que tal jogador nem fez faculdade e foi direto da escola para a NBA, ou falamos de outro que conseguiu vaga em uma faculdade tradicional por ter tido atuações estupendas ao lado dos coleguinhas de classe. Então é hora de ver alguns deles em ação.
Começamos com o vídeo que inspirou a série. O Danilo me mandou por e-mail há alguns dias com o seguinte comentário: “Um dos vídeos mais engraçados que eu já vi de basquete, é o Amar’e no highschool! Ele é grande demais, forte demais, musculoso demais, e os carinhas em volta dele parecem crianças!!!!!”
Não tem como não achar graça , é desleal! Parece que o Amar’e é o mesmo jogador que vemos hoje na NBA, mas ao invés de enfrentar Garnett e Dwight Howard, está jogando contra o Justin Bieber, que nem tem pêlos no corpo. O que eu não entendo é como um time da NBA tem coragem de pegar o Amar’e na nona escolha do Draft depois de vê-lo jogar no colegial. Incontestável que ele deu muito certo, mas era arriscado demais. Depois de ver ele apenas contra baixinhos branquelos, como saber como ele vai se virar entre os profissionais?
Não é exclusividade do Amar’e essa superioridade física sobre os adversários, é comum a quase todo grande ala de força ou pivô que brilha na NBA. Dêem uma olhada nos vídeos de Dwight Howard e Shaq, por exemplo:
Engraçado como o Dwight Howard mudou pouco. Ele está mais forte, mas o estilo de jogo é absolutamente o mesmo. O cara domina muitos jogos do jeito que é, mas desde 2004 até agora dava pra ter evoluído um pouco mais no ataque. Mas ainda há esperança, até acho que ele melhorou no ano passado e nessa férias ele tem encontrado o Hakeem Olajuwon para algumas aulas de ataque. Legal ver que ele não está acomodado.
Já o Shaq mudou mais o seu jogo com o tempo. Ganhou maior repertório de jogadas e ficou muito, muito, muito maior! A gente só acha ele magro quando vê esses vídeos porque ficou desacostumado com a montanha de músculos que ele virou. E apesar do som terrível do vídeo dele, dá pra ouvir uma entrevista em que ele se mostra o mesmo Shaq de sempre: “Qual o segredo para o sucesso da equipe nesse ano, Shaq?”, e ele responde, “O segredo sou eu”. Melhor frasista da história da liga. Ponto.
O cara que mais tem vídeos do seu tempo de colegial é o LeBron James. Ele ficou famoso muito cedo, era bom demais muito cedo e viveu em uma época em que era bem mais fácil fazer vídeos. Achei esse com longos 10 minutos de duração, mas que vale cada um deles. As enterradas impressionam, o porte físico para um pirralho de 16 anos é praticamente algo alienígena, mas o que mais me deixa de queixo caído são os passes. Não é à toa que quando ele chegou no Cavs em 2003 tentaram colocar ele pra jogar de armador.
Outro vídeo do LeBron que vale a pena é esse em um jogo de sua escola contra a do Carmelo Anthony. Mas fique atento, não é fácil achar o Melo no vídeo. Ele é o número 22 do time de amarelo e está com um cabelo afro meio estranho, nem parece o mesmo jogador de hoje. Também vale a pena ver um rápido vídeo do LeBron jogando futebol americano no colegial, ele chegou a ser eleito All-State como wide reciver.
Só para provocar quem fica pedindo comparações, embalo o vídeo do LeBron com um do Kobe Bryant. Tem bem menos material, mas dá pra lembrar de como ele também era muito rápido e atlético no começo da carreira. Nos acostumamos com ele técnico, jogando de costas pra cesta e vivendo dos seus arremessos de meia distância e esquecemos que no começo ele era só mais um desses moleques voadores. Ah, se todos treinassem sem parar como ele…
Entre os voadores, nenhum voava mais que Vince Carter. Você consegue se imaginar com 15 anos, aprendendo a jogar basquete, empolgado que sua escola vai disputar um campeonato regional e aí você dá de cara com um moleque fazendo essas enterradas? Ou eu chorava, ou pedia pra ir cagar e não voltava ou pedia pra ele autografar meu peito no fim do jogo.
Sério, dá pra citar 100 caras melhores que o Carter em qualquer quesito do basquete, mas é difícil achar um que enterre melhor. Ele é perfeito na impulsão, na plástica do movimento, na força que joga a bola pra baixo, na dificuldade das enterradas que tenta, em tudo.
Um dos vídeos mais divertidos que eu achei é o do Steve Nash no colegial. Ao contrário dos que eu mostrei até agora, ele não é o mais alto, nem o mais forte, nem o com mais impulsão na quadra. Ele nem é o que mais parece um jogador de basquete, tá mais pra um analista de sistemas que joga uma pelada no clube de fim de semana. Nash é um baixinho de cabelo curto, muito magro e que eu duvido que alguém que o visse andando pela rua apostaria que ele fosse ser duas vezes MVP da NBA um dia, não apostariam que ele virasse o garoto da água.
Atualização: O vídeo que o tinha postado sobre o Nash criou alguma polêmica. Até mesmo na página dele do YouTube. Alguns dizem que não é o Nash (incluindo pessoas que se dizem próximas dele), outros que é e outros que é ele, mas no primeiro ano do High School, muito novo. Eu confesso que não tenho idéia, mas em alguns momentos do vídeo não parece o Nash mesmo, coisa que eu ignorei porque nem nos seus primeiros anos de NBA o Nash parecia o que ele é hoje. De qualquer forma, para evitar erros, deixo aqui a chance de alguém ver o vídeo antigo. E abaixo posto outro, com menos jogadas, mas que temos certeza que tem imagens dele no colegial.
Alguns jogos em especial ficam conhecidos no meio colegial. Cito três aqui que tem histórias interessantes:
1. Os 100 pontos de Dajuan Wagner
Sim, ele marcou cem pontos em um jogo. Foi contra uma escola ruim, é verdade, mas tente marcar 100 pontos em 40 minutos contra seu irmão mais novo e você não vai conseguir. É considerada uma das melhores, senão a melhor, atuação em nível colegial da história dos EUA.
Wagner saiu do colegial para jogar um ano pela universidade de Memphis e depois foi para o Cavs na NBA. Lá teve um primeiro ano razoável, mas logo depois caiu muito de produção. Um pouco pela pressão que sofria de ser, como diziam na época, “o novo Allen Iverson“, e também por uma doença que acabou quase encerrando sua carreira. A doença se chama “Ulcerative Colitis” em inglês, mas não sei como é em português. Em casos mais simples ela causa “apenas” muitas dores, em casos mais graves até a morte. Para resolver o problema Wagner teve que operar e retirar todo seu cólon. Nunca mais teve chances na NBA e o jogo dos 100 pontos acabou sendo o ápice da sua carreira.
2. Os 72 pontos de Monta Ellis
No primeiro jogo entre a escola Lanier HS e a rival Greenwood, Monta Ellis marcou 65 pontos. Antes do segundo jogo disseram pra ele “Você nunca vai fazer 65 de novo, talvez faça uns 17 dessa vez”. Monta fez 30 pontos só no quarto período e acabou o jogo com 72.
3. Os 61 pontos de Chris Paul
Chris Paul era muito próximo do seu avô, a quem ele chamava de “seu maior fã”, e foi dele que recebeu o boné da faculdade de Wake Forest quando decidiu onde iria jogar no basquete universitário. Algum tempo depois, em um jogo de futebol americano, avisaram CP3 que seu avô havia sido encontrado morto na frente de casa, assassinado.
Chris Paul resolveu fazer uma homenagem no jogo seguinte. Marcaria um pouco para cada ano de vida do seu avô, 61. Ele falou para poucas pessoas sobre a idéia, até porque achava difícil demais, mas quando as bolas foram caindo, a fofoca passou de boca em boca na arquibancada e no fim da partida todos vibravam ao ver o objetivo cada vez mais próximo. Faltando cinco minutos para o fim do jogo, com 59 pontos, Chris Paul fez uma bandeja e sofreu a falta. Já com seus 61 pontos errou o lance livre de propósito, ignorou a chance de quebrar qualquer recorde de pontos e apenas foi para o banco de reservas abraçar o pai.
Pra quem quiser mais vídeos:
Para os novatos de Bola Presa, links para os nossos outros posts especiais com vídeos:
– Comerciais com jogadores da NBA: Parte 1, Parte 2, Especial Yao Ming
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