?Filtro Bola Presa #4

O Golden State Warriors igualou o recorde de 15 vitórias nos primeiros 15 jogos de uma temporada e a impressão que eles passam hoje é que nunca mais vão perder uma partida durante toda a existência humana neste frágil planeta. Deus abençoe os Playoffs, porque se fossem pontos corridos esse título já estaria decidido com menos de um mês de campeonato.

Como todo bom super herói, o Warriors é bom em tudo e tem diversos poderes: a defesa espetacular, o banco de reservas que salva, o MVP, as bolas de 3 pontos, etc. Mas há ainda o MEGAZORD, a arma secreta para quando todas as outras dão errado.

Lakers passa vexame, Derrick Rose herói

Que vergonha de ser torcedor do Lakers hoje. Perder para o Wizards já não é motivo de orgulho, mas depois de estar vencendo por mais de 20 no meio do terceiro quarto? Assim dói. E nem tem desculpa de contusão, arbitragem, fase da lua, nada. Simplesmente jogou um lixo de basquete depois de começar muito bem a partida. A derrota surpreende por ser para o Wizards e pela larga vantagem, mas o desenho do segundo tempo não é novidade. O time se mexe pouco, parece acomodado e sem energia, acaba cometendo muitos desperdícios de bola e tomando cestas fáceis. Kobe Bryant (31 pontos, 9/31 arremessos), frustrado, resolve então tentar tudo sozinho, não confia mais nos outros e nada mais dá certo. É um ciclo vicioso que estranhamente só acontece fora de Los Angeles. O Lakers tem 17 vitórias e só 2 derrotas em casa, marca só atrás do Oklahoma City Thunder em toda a NBA, mas fora de casa só tem 6 vitórias e 14 derrotas, número praticamente idêntico ao do New Orleans Hornets (5-14), o último colocado do Oeste. Na hora de comentar ou criticar o Lakers precisa avisar antes de qual dos times está falando, do ótimo que joga em casa e bate o Miami Heat ou do lixo fora de casa que perde pra Pistons e Wizards em sequência.

Pelo Wizards foi uma vitória que pode ter impacto maior do que o normal. Não só por ser uma grande virada sobre o Lakers, algo que certamente dá moral para um time, mas pelos responsáveis pelo resultado. Além das 4 decisivas bolas de 3 de Roger Mason Jr, foi o garrafão do Wizards que os colocou na liderança. E não estamos falando do preguiçoso e convencido Andray Blatche e nem do maluco do JaValle McGee, mas dos jovens reservas Trevor Booker e Kevin Seraphin. Booker conseguiu 18 pontos e 17 rebotes, ambos máximos na carreira, Seraphin teve 14 pontos e 9 rebotes. Os dois juntos tiveram 12 rebotes ofensivos, mais que todo o time do Lakers. Ultimamente o técnico Randy Wittman tem pegado bastante no pé de seus jogadores para que eles joguem direito, sem os velhos vícios individualistas e irresponsáveis que marcam a equipe. Foram dois representantes dessa nova filosofia, reservas dos jogadores mais criticados, que os levaram ao bom resultado.

Outro destaque do jogo foi Nick Young, cestinha do time com 19 pontos. Mas ele ainda é um dos que fazem mais merda do que coisa boa. Além de acertar só 1 das 9 bolas de 3 pontos que tentou, foi o responsável pela mais nova candidata a Jogada Bola Presa do Ano:

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Pelo menos uma coisa deixou os torcedores do Lakers felizes ontem. O Boston Celtics foi até a Philadelphia e tomou uma sarrafada de 103 a 71 do Sixers. Eles perderam o primeiro tempo por 55 a 33 e quando parecia que o jogo ia ficar morno, apanharam ainda mais no segundo tempo. O destaque do jogo foi Evan Turner, que superou os 15 jogos seguidos marcando menos de 10 pontos fazendo 26, o máximo de sua carreira. Ele é bem instável (outro dia fez só 2 pontos em 12 arremessos, lembram?) mas nos dias bons realmente parece que tem futuro. Vamos ver.

Não é todo time que consegue fazer sua dupla de garrafão marcar 59 pontos contra o Chicago Bulls, mas o Bucks conseguiu: 32 pontos para Ersan Gaga Ilyasova, 27 para Drew Gooden! Os dois jogaram muita bola, mas o Bulls tem Derrick Rose (30 pontos, 11 assistências) para compensar qualquer dia mais inspirado de um adversário. Com 10 pontos e 3 assistências no último período, ele salvou o jogo num momento em que o Bucks era melhor. Nos últimos dois minutos de jogo Beno Udrih virou herói e conseguiu importantes cestas e lance-livres, Ilyasova ajudou com um rebote ofensivo e mais pontos, mas Rose estava lá para fazer o arremesso de último segundo mais bonito da temporada e vencer a partida. 106-104 Bulls:

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Por sorte achei um vídeo com uma narração diferente, a da rádio da ESPN, porque os comentarista do Bucks ficaram com uma voz de cu e dizendo “Esse foi o primeiro arremesso que ele fez hoje?”. Tá bom que é transmissão local, mas dá pra colocar um pouco de emoção num arremesso espetacular como esse? E nem é a primeira vez que esses malas fazem isso. Mas sobre o chute: É tudo o que falamos no nosso post de ontem à noite sobre arremessos de último segundo. Aposta-se na individualidade e na jogada de isolação mesmo ela sendo de aproveitamento baixo. Rose estava bem marcado, fez um arremesso forçado, com a marcação na cara e ele precisou dar um step back de 4 metros para conseguir espaço para chutar. Não era a melhor bola, nem a mais inteligente, mas quando cai é algo tão lindo, mas tão lindo que a gente fica meio assim de criticar. É um “ainda bem que ele tentou essa asneira”! Curioso que Tom Thibodeau, técnico do Bulls, costuma desenhar jogadas específicas para o fim do jogo, ontem deixou Rose improvisar e deu sorte.

Tivemos outros jogos decididos nos segundos finais. Um deles foi Cavs e Nuggets, que teve Kyrie

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Irving costurando o Denver, fintando Nenê no ar para fazer uma linda bandeja a 4 segundos do fim. Ele não é explosivo como Rose, Westbrook ou Wall, mas suas infiltrações já estão quase no mesmo nível. Irving acabou o jogo com 18 pontos, 10 deles nos últimos 2:36 da partida! Um bom complemento para os 33 de Antawn Jamison no resto da partida. Outro jogo resolvido no final foi a partida-que-ninguém-assistiu da noite, Sacramento Kings e New Orleans Hornets. O Hornets abriu 3 de diferença com uma cesta de longa distância de Trevor Ariza, mas logo depois deixou Marcus Thornton fazer 2 pontos em um rebote ofensivo e na jogada mais importante do jogo, o passe de lateral de Ariza para Belinelli foi interceptado pelo novato Isaiah Thomas, que passou para John Salmons virar o jogo a 7 segundos do fim. Vitória do Kings por 99 a 98.

Tentem adivinhar quem venceu esse jogo: Los Angeles Clippers (4ºcolocado do Oeste) com Chris Paul (22 pontos, 10 assistências e 3 roubos) e Blake Griffin (28 pontos, 17 rebotes) ou o New Jersey Nets (antepenúltimo do Leste) com Deron Williams (20 pontos, 5 turnovers) e Brook Lopez de novo machucado. Acertou quem disse Nets. Vocês ficam se enganando pelos números e esquecem que não importa o que aconteça, Deron Williams vence o Chris Paul. Não é que ele é melhor ou que o time dele seja mais completo, não importa nada na situação! O Clippers teve melhor porcentagem nos arremessos de 2 e 3 pontos, além de pegar mais rebotes, mas como se isso fosse superar alguma coisa. Pior que preocupados em parar justamente o Deron Williams, Chris Paul e Randy Foye deixaram Jordan Farmar livre, que acertou a cesta de 3 pontos da vitória. Você sabe a força de uma maldição quando ela transforma o Farmar em herói.

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E no duelo de Blake Griffin e Kris Humprhies, quem ganha? Griffin com a enterrada ou Humprhies com o toco na ponte aérea?

No resto da rodada alguns jogos que ninguém liga. Ou alguém além do Danilo parou pra se preocupar com o Toronto Raptors vencendo o Houston Rockets? Aliás, porra, Houston, chegam a ser 5º no Oeste e depois começam a perder jogos imbecis para times fracos do Leste? O Rockets é capaz de tudo, meio que um Hawks do Oeste. Em Charlotte o Bobcats voltou a apanhar depois daquela vitória improvável sobre o Magic, dessa vez para o Jazz, que teve 31 pontos de Al Jefferson e soube, melhor que Howard, se livrar da defesa do novato Bismack Byiombo, que saiu do jogo com 2 pontos, 9 rebotes e 6 faltas. Em Oklahoma, mais um show de estatísticas do Thunder: Eles perdiam em casa para o Suns por 16 pontos no 3º período, mas viraram antes do fim do quarto e acabaram o jogo na frente por 115 a 104. Tudo graças a 30pontos de Kevin Durant, 31 de Russell Westbrook e 30 de James Harden. Também ajudaram os 18 pontos e 20 rebotes de Serge Ibaka. Se a NBA fosse uma liga de fantasy o Thunder já seria campeão antecipado.

E assim, meio que sem ninguém perceber, as tais derrotas seguidas do Rockets desde que eles alcançaram o 5º lugar, somado com umas derrotas do Utah Jazz e a vitória de ontem do Wolves sobre o Blazers, colocam o time de Kevin Love na 8ª colocação do Oeste. Sim, o tal time do futuro estaria hoje mesmo indo para a pós-temporada mesmo estando na conferência mais disputada da liga. Nada mal. Kevin Love teve 29 pontos e 18 rebotes, 20 de seus pontos foram no primeiro tempo, na segunda etapa ele passou a receber marcação dupla e deixou tudo mais fácil para Wesley Johnson, que acabou com 19 pontos. Outro time que surpreende na tabela do Oeste é o Grizzlies. Ontem eles bateram o Golden State Warriors em Oakland com 26 pontos e 12 rebotes de Rudy Gay e assim assumiram a 3ª colocação da conferência. Alguém apostaria nisso após a contusão do Zach Randolph? Eles tentam agora se aproximar do San Antonio Spurs, que ontem venceu com alguma tranquilidade o New York Knicks, que continua perdendo quando tem Carmelo Anthony. Isso não parece uma síndrome de Allen Iverson? Todo mundo sabe que o cara é um dos mais talentosos do planeta, mas os times com ele simplesmente não ganham. Aconteceu com Iverson mais para o fim de sua carreira e agora é a vez de Melo. E a recém má fase do Knicks nem pode ser culpa dp Jeremy Lin, que tem sido menos espetacular mas ainda está jogando bem. Ontem foram 20 pontos, 4 assistências e só um desperdício de bola. Ainda acho que até o fim da temporada eles se acertam, mas encaixar Melo no time tem sido um desafio épico.

Para fechar o dia, lembram que ontem o Danilo disse que o Hawks ainda não tinha perdido quando Josh Smith marcava mais de 20 pontos? Já era isso. Ontem ele fez 23, mas mesmo assim eles perderam para o Heat. Até que se viraram bem, mesmo fora de casa levaram o jogo apertado até o último minuto. Eles não tinham Joe Johnson, ainda machucado e Tracy McGrady, que havia sido o herói da vitória do Hawks sobre o Heat no começo da temporada. Ah, e em uma das últimas posses de bola Dwyane Wade passou a bola para Udonis Haslem! Amarelão, cagão, mocinha! Mas Haslem pegou a ponte aérea, enterrou e tá tudo certo, tudo perfeito.

 

Fotos da Rodada

Jogo no Hornets, quero me esconder!

 

Quem é o único técnico expulso com seu time vencendo por 20?

 

Não sei se me surpreende mais a altura que chega Nate Robinson ou a cara de nada da torcida

 

O máximo de expressão fácil já vindo de Derrick Rose

 

Bullying
Um terremeto abalou o jogo entre Nets e Clippers

 

Olha mãe, sou um avião! VRUMMMMMMM

 

Westbrook JoakinNoahando

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Melhor que o Jack Nicholson

Parecia reprise. O primeiro quarto começou e o Lakers foi logo destruindo, humilhando, pisando e zoando as irmãs do Celtics, igualzinho ao jogo 4. Só percebi que não era reprise porque ao invés do Odom estar no comando, quem liderou o massacre do Lakers foi o Kobe Bryant, que marcou 15 pontos (com 4 bolas de 3!) só nos primeiros 8 minutos de jogo. Parecia que o Lakers queria passar um recado, queria provar que podia abrir 20 pontos de novo e que dessa vez não ia perder o jogo.

Mas na verdade provou que é um time capaz de desperdiçar lideranças gigantes em todo jogo que joga, deve ser um talento herdado depois de tantas séries de playoff contra o Phoenix Suns, time especialista em jogar grandes vantagens no lixo.

Talvez o Celtics estivesse relaxado demais, talvez eles quisessem ganhar o título só em casa ou, o que pareceu às vezes, eles estavam brincando. Algo como deixar seu irmão mais novo começar o 21 com 15 pontos e a posse de bola e mesmo assim você vai lá e ganha dele de 21 a 17. Dessa vez o Celtics não conseguiu arrancar a vitória e, pra mim, o principal motivo foi o orgulho dos jogadores do Lakers.

Assim como nos outros jogos, o Boston pareceu melhor defensivamente e mais calmo ofensivamente. Assim como nos outros jogos, parecia, independentemente do placar, que era o Lakers que estava correndo atrás e que o Boston fazia o que bem entendia, mas, de alguma forma, o Lakers sempre achava uma forma de não deixar o Boston pegar a liderança e arrancar. Foram lances livres, umas bandejas à força e uns arremessos que apareciam na hora certa. Mesmo com o Kobe marcando apenas 10 pontos nos últimos 3 quartos de jogo somados, o time de LA ganhou outra vitória, como eu disse da vitória no jogo 3, uma vitória na marra.

O que me lembrou de outra vitória que aconteceu ontem, também meio que na marra.

Assim como no jogo de ontem de Brasil e Cuba no pré-olímpico feminino de basquete, que o Brasil venceu e se garantiu em Pequim, o jogo 5 da final foi um jogo nervoso e cheio de erros. Tanto o Brasil quanto Cuba, quanto o Lakers e o Celtics, todos, podem se juntar e fazer um livro do tamanho de uma lista telefônica (Lista telefônica está tão out desde que a internet surgiu) de todos os erros que eles cometeram. O Brasil não pegava rebote, Cuba não aproveitava os rebotes que pegava, as jogadoras do Brasil erraram bandejas livre, andaram com a bola. O Lakers deixava o Paul Pierce infiltrar quando bem queria e o Boston ficou em problema de faltas com vários jogadores durante todo o jogo e de novo deixou o Lakers abrir 20 antes de começar a jogar. Isso pra citar algumas coisas, daria pra falar mais até, mas é mais legal falar do que deu certo.

A vitória de ontem foi dos times de amarelo, tanto o Brasil quanto o Lakers venceram porque se entregaram completamente para conseguir a vitória e foram recompensados com ela. A raça, embora não ganhe sozinha séries de 7 jogos ou uma olimpíada, deve ser valorizada e aplaudida.

Quando o outro time parece melhor ou no mesmo nível que o seu, a raça é uma das coisas que podem fazer a diferença. Ficou bem claro isso no caso do duelo entre Pau Gasol e Kevin Garnett. É um consenso (pelo menos fora da Espanha, lá eu não sei) que o Garnett é muito mais jogador que o Gasol, mas não é por isso que o Gasol deve simplesmente aceitar esse fato e ir pra casa, o esporte é legal porque não é sempre que o melhor ganha. Em um mundo em que o Paraguai pode dar um baile no Brasil no futebol, o Gasol dar uma surra no Garnett não é nada. Não foi exatamente uma surra, mas foi um certo domínio, o KG não conseguiu marcar o espanhol sem fazer faltas e Gasol, além de fazer seus pontos, pegou 13 rebotes e deu 6 assistências, melhor jogo dele nas finais.

Aliás, apesar do primeiro quarto brilhante e das duas roubadas de bola cruciais no quarto período de Kobe Bryant sobre Paul Pierce, Gasol foi o melhor jogador do Lakers no jogo de ontem.

Essa duas roubadas que o Paul Pierce sofreu foram seus dois únicos erros comprometedores no jogo todo, de resto ele estava carregando o time nas costas. Afinal, vamos dar uma olhada nos outros jogadores:

Rajon Rondo – Ele entrou?
Ray Allen – Acertou bonitos arremessos mas foi discreto, 16 pontos.
Kendrick Perkins – Não jogou porque está machucado.
Kevin Garnett – Jogou poucos minutos pelos problemas de falta e errou uma bandeja de rebote ofensivo e três lances livres nos últimos minutos de jogo.
PJ Brown – Bom na defesa mas jogar com ele é jogar com 4 no ataque.
Tony Allen – Tony Allen? Sério?
Eddie House e Sam Cassell – Não jogaram mal, mas são dois mini Zach “Buraco-Negro” Randolph. O que chega neles não volta mais, vira arremesso.

Com um elenco de apoio ruim assim, o Celtics só teria chance se o Paul Pierce fizesse 38 pontos e destruisse praticamente qualquer um que tentasse marcá-lo. Que foi o que aconteceu, só por isso o Celtics ficou tão perto do título. Mas sério, por um momento eu fiquei envergonhado de assistir ao Luke Walton tentar marcar o Paul Pierce, é como ver pessoas se humilhando publicamente, a gente sente vergonha por elas. Se o Celtics confirmar o título amanhã, não resta nenhuma dúvida de que o MVP das finais será o Paul Pierce, ele está sobrando muito e só não terá uma atuação monstruosa amanhã se o Kobe Bryant roubar a bola dele em toda jogada e acabar com uns 15 roubos no jogo.

Se o Tony Allen em quadra já foi meio bizarro (mesmo não sendo a primeira vez), nada foi mais estranho que o Phil Jackson colocando o Chris Mihm em quadra ao invés do Ronny Turiaf. É aquela história, se o cara entra e joga bem foi uma carta que ele tinha na manga, se joga mal foi desespero do técnico. Eu sempre gostei do Mihm, ele era bom antes de se machucar, mas ele já perdeu a temporada passada inteira com uma contusão e essa também, voltou pouco antes dos playoffs, jogou alguns minutos e nos playoffs não tinha entrado em quadra nenhuma vez! É absurdo!

Em um momento do segundo quarto estávamos vendo times esquisitíssimos em quadra. Quem, alguns meses atrás, poderia imaginar ver uma final entre Sam Cassell (Clippers), Pau Gasol (Grizzlies), PJ Brown (Aposentado) e Chris Mihm (machucado e no fim fo banco do Lakers)? Em final vale tudo mesmo.

Para o próximo jogo não espere muito de caras bizarros. Na hora de jogos assim, quem deve decidir mesmo são as estrelas, meu palpite são bons jogos de Pierce e Garnett para liderar os verdinhos para o título em seis jogos.