Podcast Bola Presa – Edição 12

Bem amigos do Bola Presa, mais um Podcast no ar!

Agradecemos aos comentários da semana passada. A princípio fica decidido que vamos manter o fórum até o final dos Playoffs e depois, se nada mudar, ele morre e investimos em um servidor exclusivo para nosso querido e amado podcast semanal. Se conseguirmos o servidor antes, melhor. Manteremos vocês informados.

Mas vamos ao que interessa! Na edição 12 nós exageramos, nos empolgamos em assuntos completamente aleatórios e o negócio ficou longo demais. Se é chato demais nos ouvir por quase 1 hora e 20 minutos, nos avisem por favor. Mas é que quando temas intrigantes como Luke Walton, esfiha de carne do Habib’s e estatísticas nerds, como parar de falar?

Mas conversamos sobre outros assuntos também: a vida do Denver Nuggets sem Danilo Gallinari

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e confiando mais em Wilson Chandler e no novato Evan Fournier; sobre a sequência de vitórias do NY Knicks e sua briga com o Indiana Pacers, não só por uma melhor vaga, mas para talvez fugir do Boston Celtics. Alguém quer fugir do Celtics ainda?

Também falamos de duas histórias curiosas do basquete universitário, que pedem que vocês assistam vídeos antes de escutar. O primeiro é o caso do Mark Cuban, dono do Dallas Mavericks, que disse cogitar draftar a Brittney Grinner, famosa garota-que-consegue-enterrar.

[youtube width=”600″ height=”335″]https://www.youtube.com/watch?v=J2724WBdPbU[/youtube]

Depois, o caso do cara mais babaca do mundo, o técnico Mike Rice, da Universidade de Rutgers, que foi flagrado tratando seus jogadores como lixo.

[youtube width=”600″ height=”335″]https://www.youtube.com/watch?v=rbaYqcMMZ6A[/youtube]

No Both Teams Played Hard, respondemos perguntas sobre um cara que não quer sua pergunta respondida no podcast, estatísticas, Brooklyn Nets, camisas aposentadas e uma reviravolta no caso Tristão Deprimido da semana passada.

Para baixar, mesmo esquema da semana passada. Serão dois links no Google Drive, o favorito da galera que procrastina no trabalho, e um no bom, velho e confiável 4shared.

Bola Presa Podcast – Edição 12 (4shared)

Bola Presa Podcast – Edição 12 (Drive 1)

Bola Presa Podcast – Edição 12 (Drive 2)

Orlando Magic passa vergonha de novo; novatos do Cavs impressionam

Será que já deu tempo para o Dwight Howard se arrepender da ideia de passar essa e a próxima temporada em Orlando? Semana passada eles jogaram muito, ganharam do Heat, a torcida estava toda emocionada e ele resolveu ficar. De lá pra cá o time perdeu do San Antonio Spurs, do Miami Heat e ontem foram humilhados, em casa, pelo Chicago Bulls. Sem contar que o time não fez uma troquinha sequer no Trade Deadline e vai com esse elenco mesmo para os playoffs. Bonito da parte de Howard dar uma chance para o time e a torcida que o amam, mas pode acabar sendo perda de tempo.

Perder qualquer time perde, para o Chicago Bulls, quase todo mundo. Mas não é só isso, foi como o Magic perdeu. Eles marcaram só 59 pontos e se tornaram apenas o segundo time da história da NBA (pelo menos desde a criação do relógio de 24 segundos) a ter dois jogos em que marcaram menos de 60 pontos na mesma temporada. O outro time foi o horripilante Denver Nuggets de 2002-03, o time do Nenê novato que volta e meia é citado quando alguém quebra um recorde negativo. A outra vez do Magic foi quando o time desandou de vez e eles marcaram só 56 pontos contra o Celtics, lembram? Até rendeu post que situava aquele jogo entre os piores da história da NBA.

Esse é o Orlando Magic. Um time capaz de ganhar de qualquer um e pouco tempo depois fazer um dos jogos mais horríveis da história humana. Ontem estavam fazendo uma partida normal até a metade do segundo período. Ataque falhando nos chutes de longe, defesa compensando. Mas aí os erros passaram a virar contra-ataques, bolas de 3 pontos e a diferença acabou indo para 15 pontos. No terceiro período a diferença até caiu para 9, mas aí Dwight Howard tomou falta técnica, o time ficou nervoso, frustrado e tentaram chutar 20 bolas de 3 para compensar. Caíram 4. A derrota por 26 pontos de vantagem e o ataque patético simbolizam um time completamente

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desequilibrado. Não sei se Stan Van Gundy não tem moral sobre o elenco, se eles precisam de psicólogo, mas não conheço outro time da NBA que tenha essa capacidade de sair completamente do jogo quando as coisas dão errado. Eles piram e passam a não fazer uma jogada direito. O resumo do jogo é: O Bulls, mesmo sem Derrick Rose, jogou o que joga sempre e o Magic, frustrado com a defesa pressionada, abandonou qualquer padrão ofensivo. Se todos os times tivessem a cabeça do Magic, o Bulls seria campeão só com essa defesa carrapato.

E já que estamos falando de ataques ruins, ontem Atlanta Hawks e Boston Celtics fizeram uma homenagem ao Magic e ambos tentaram se esforçar para marcar poucos pontos também. Para se ter uma ideia, o último período começou com o placar de 51 a 50 para o Hawks.O jogo nem estava tão feio assim, apenas com defesas fortes, times lentos e pouca inspiração individual. Convenci? No último período o Celtics desencantou, fez um 13-0 liderado por Ray Allen (19 pontos, 4 bolas de 3) e abriu 15 de vantagem. De repente, em 4 posses de bolas seguidas, o Hawks fez 11 pontos e o jogo chegou no finalzinho ainda com emoção. Após uma cesta de 3 de Joe Johnson (25 pontos, 7 turnovers) o Hawks chegou à última posse de bola com chance de empatar: Bola de Hinrich para Pachulia, de Pachulia para Teague, marcação foi em Joe Johnon, Teague livre e…. airball. Como disseram ontem no Twitter, “A mais linda troca de bolas que você vai ver antes de um airball”. Vitória do Celtics no jogo feio mais bonito do ano. Apenas a 3ª vez na história que o Celtics ganha um jogo fora de casa em que marcaram menos de 80 pontos.

Em Oakland a única coisa para o Warriors celebrar foi a aposentadoria da camiseta 17 de Chris Mullin. Depois disso, mais uma derrota. Apanharam do Wolves, que se refez depois de perder para o Kings com direito a briga de Love e Barea. Ontem o Senhor Amor fez 36 pontos e 17 rebotes, Barea se redimiu com 10 assistências. Pelo Warriors, estreia com 19 pontos para Richard Jefferson. No Nuggets, estreia também. Wilson Chandler fez seu primeiro jogo na temporada e estava tão à vontade que chutou 16 bolas para fazer 13 pontos, foi quem mais arremessou no time de Denver. Claro que não foi o bastante, longe disso, para parar os 33 pontos e 10 rebotes de Dirk Nowitzki, que passou a noite infernizando Kenneth Faried com aqueles seus arremessos que batem no teto do ginásio e caem perfeitamente na cesta. Ele estava impossível! Pelo Nuggets a coisa foi tão ruim que Andre Miller (ombro) e Danilo Gallinari (dedo) saíram de quadra machucados. Vitória do Mavs por 112 a 95.

Para fechar a rodada, dois jogos do Leste. No primeiro o Philadelphia 76ers continua sua tradição de esmagar adversários medíocres. Venceu o Bobcats por 25 pontos de diferença e teve 4 jogadores (Elton Brand, Thad Young, Jrue Holiday e Lou Williams) acertando mais de 60% de seus arremessos. No outro jogo, um inesperado bom duelo: O Cleveland Cavaliers precisou de partidaças de seus dois novatos para bater o New Jersey Nets nas últimas bolas. Durante o jogo ninguém foi melhor que Tristan Thompson, que fez seu melhor jogo na NBA com 27 pontos e 12 rebotes, incluindo um tapinha no rebote ofensivo que deu a liderança de 99-97 para o Cavs a 1:11 do fim do jogo. Já Kyrie Irving, além de errar essa bandeja que rendeu os pontos, fez outra na posse de bola seguinte para abrir 4 pontos de vantagem. Ele acabou com 26 pontos e 7 assistências. Pelo Nets, azar de Gerald Wallace e Deron Williams, que tiveram boas oportunidades de empatar o jogo e erraram bolas relativamente fáceis. Quando a fase é ruim…

Para tentar salvar um dia de jogos bem mais ou menos, o Top 10 da rodada:

[youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=m0eVl5IPqlM&feature=g-all-u&context=G2f7e18cFAAAAAAAADAA[/youtube]

 

Fotos da Rodada

Dirk grita, o menino Wright, bonitinho, imita bem mal no fundo

 

Quando se tem o cérebro de uma criança de 10 anos, chiclete que deixa a língua azul é o máximo

 

Tá certo, JJ, se os olhos não veem o coração não sente

 

A defesa mais máscula desde Kyle Korver

 

-Vou matar você e toda sua família

>O melhor time não precisa ser perfeito

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Kobe finalmente relaxa

Este é o clássico post da exaltação. Depois do título olhamos para trás e tecemos elogios ao time campeão como se fosse uma reunião com a mãe de todos os jogadores. Afinal, todo título é difícil e merece os elogios. Mas vou tentar fazer da maneira mais legal possível. Estou aqui pra explicar porque o Lakers ganhou e como tudo deu certo, mas sem ficar lambendo o saco de ninguém. Entende?
O título do Lakers é realmente merecido, mas algum título até hoje não foi? Vale mesmo a pena discutir tal assunto? Você pode ter preferido outro time, achar que um não ganhou porque teve um pouco mais de azar ou até que a juizada não ajudou, mas depois que um time sobrevive a uma temporada exaustiva de 82 jogos, consegue mando de quadra até as finais e vence 4 séries de 7 jogos fica difícil questionar um título.
Isso é uma das coisas legais da NBA, essas séries de 7 jogos realmente definem qual é o melhor time do confronto, é simplesmente jogo demais para um time ganhar na sorte. Zebra até acontece, mas é quando um time mais fraco se supera e vence o mais forte quatro vezes!
Mas não é porque o título é merecido que vamos retirar tudo o que dissemos sobre o Lakers. Rolou uma discussão nos comentários do post anterior sobre o Lakers ser um time limitado ou não. Eu não diria limitado, acho uma palavra forte demais, fica parecendo que o time é ruim, mas o Lakers tem seus defeitos, sempre disse isso e continuo achando. Assim como acho que o Lakers é irregular durante muitos jogos, que tem defeitos que, se bem explorados, fazem do Lakers um time derrotável e que não joga tudo o que pode sempre, facilita muito a vida do adversário em jogos fáceis e só joga pra valer mesmo contra os times mais importantes.
E esse foi o diferencial do time de LA sobre todos os outros na temporada. O Cavs defende melhor, o Magic é mais paciente, o Nuggets tem mais armas ofensivas, o Celtics tem mais talentos individuais, o Rockets tem um jogo mais físico. Mas com tantos times com suas qualidades e com um nível parecido com o do Lakers, nenhum jogou bem quando mais precisou.
O Rockets perdeu em casa para o Lakers depois de ter roubado o mando de quadra e foi ridículo no jogo 7. O Nuggets não jogou nada no jogo 6 da final do Oeste, o Magic não soube decidir nas finais, o Celitcs perdeu um jogo 7, jogando mal, em casa, e o Cavs entrou em desespero depois de perder o jogo 1 para o Orlando.
Eu sei que sempre alguém tem que perder, mas o que esses times, os mais fortes dessa temporada, tem em comum é que foram eliminados com atuações bem abaixo da sua média. Já o Lakers elevou o seu jogo quando mais foi preciso. Como o Rodrigo Alves disse no Rebote, foram 34 vitórias e 10 derrotas contra os 10 melhores times da NBA. O Lakers nunca defendeu tão bem nesses playoffs como naquele jogo 6 contra o Nuggets (melhor jogo da temporada do Lakers) e como nas duas prorrogações contra o Magic.
Outro mérito do time que não muita gente está levando em consideração é a evolução do time em relação à temporada passada. Quantos times você não lembra de ficar vendo os mesmos defeitos ano após ano? O Suns que não defende, o Dallas sem infiltração, o Bulls sem jogo de garrafão e por aí vai. Times que ficam no quase por anos a fio e não sabem dar o passo seguinte.
O Lakers não, perdeu no ano passado porque defenderam pior que o Celtics e porque no ataque não souberam lidar com uma defesa mais física
Nesse ano voltaram defendendo melhor e defenderam ainda mais nos jogos mais importantes do ano: os 4 da temporada regular contra Cavs e Celtics e nos principais jogos dos playoffs. E defender melhor não quer dizer virar um time especialista em defesa, não é abdicar do ataque, é simplesmente melhorar em um fundamento do jogo. Todo bom jogador de basquete deveria ser capaz disso.
E se tinha alguma dúvida sobre a vontade de jogar e o jogo físico que ficaram no ano passado, isso acabou agora. O Lakers passou pela pancadaria do garrafão do Jazz, pelo time mais físico dos playoffs que foi o Rockets e depois pelo Nuggets com o simpático e afetuoso trio Nenê-Martin-Birdman.
Em resumo, podemos dizer que o Lakers é o campeão porque é um time limitado que soube passar por cima das suas limitações toda vez que foi colocado contra a parede. E isso não é um demérito para o LA, é pra valorizar mais a vitória.
E acho que vocês devem concordar comigo que esses defeitos do Lakers e de todos os seus adversários deixa a NBA ainda mais legal, não é? Qualquer um que acompanhou a Era Schumacher na Fórmula 1 sabe o saco que é ver sempre o mesmo cara ou o mesmo time vencendo sempre sem ser desafiado. Claro que por um lado é legal acompanhar de perto alguém muito talentoso, mas diversão mesmo é ver o cara bom ser desafiado, é começar a ver os playoffs sem ter idéia de quem vai acabar campeão.
Então temos o Rockets, Nuggets, Cavs, Magic, Celtics, Lakers e possivelmente Spurs e Blazers para disputar o título do ano que vem. E isso é do caralho! Poder cogitar 8 times para um título é luxo que só meia dúzia de campeonatos no mundo tem. Claro que desses 8, uns tem caminhos mais longos pra percorrer, o Lakers está mais perto do título que o Blazers, por exemplo, mas no fim todos esses times tem talento, tem elenco e só precisam fazer o que o Lakers fez com perfeição nesse ano: corrigir seus defeitos e minimizar seus defeitos quando mais importa.
E já que o post é de exaltação, que tal uns parabéns? Mas não dados por nós, claro, a gente tá pouco se ferrando. Quem mandou suas congratulações aos vencedores foi o Shaquille O’Neal no seu twitter. Alguma dúvida de que ele é o cara mais engraçado da NBA?
“Parabéns, Kobe. Você merece. Jogou muito bem, aproveite o momento! E eu sei o que você está pensando agora: ‘Shaq, how my ass taste?'”

(se você tem memória de Dory, é uma referência ao “Kobe, tell me how my ass taste?“, um rap de improviso que o Shaq fez antes da temporada começar. “tell me how my ass taste?” pode ser traduzido como “Diga-me qual é o gosto da minha bunda?”, mas se for um filme da Sessão da Tarde você troca “bunda” por “traseiro”)

Ele também mandou mensagens para outros campeões e fez referência a seu querido Mestre do Pânico, Stan Van Gundy:

“Parabéns, Phil Jackson. Quando o general não entra em pânico as tropas não entram em pânico. Você é o maior agora”

“Parabéns, Fisher. Grandes arremessos no outro dia. Aproveite”

“Parabéns em espanhol, Pau Gasol, muchas gracias pappacito”

“Parabéns pra você, Mbengaaaaaaaaaaaaa”

“Ah, sim, parabéns pra você, Adam Morrison

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Rir de tudo é desespero

Tem uma frase famosa nos EUA sobre playoffs que diz: It’s all about matchups.

Sem querer traduzir ao pé da letra, a frase defende que uma série de playoff é decidida pelos matchups, ou seja, pelos duelos pessoais entre os dois times. É o que falamos várias vezes sobre a série Magic e Cavs. LeBron e as LeBronzetes tinham um time bom, mas era o time errado pra enfrentar o Magic. Será que o Lakers tem o time certo? É hora daquela análise jogador contra jogador que todo site de basquete faz mas nenhum com o charme e a graça do Bola Presa.

Derek Fisher x Rafer Alston

Acho que esse confronto depende muito do Alston que vamos encontrar em quadra. Vai ser a máquina de acertar arremessos do jogo 4 da série com o Cavs ou o lixo do jogo 5? E o Fisher que vai jogar é o que sabe arremessar ou o que é um pedaço de carne desforme e imprestável?

Inconsistências à parte, acho que esse confronto pode ser definido pelo estilo de jogo que cada um definir. O Fisher teve problemas pra marcar o Aaron Brooks na série contra o Rockets porque ele era muito rápido, mas faz um trabalho razoável contra armadores mais burocráticos. Se o Alston incorporar o Skip to my Lou e partir pra cima do Fisher, o Magic pode ter uma boa arma para abrir a defesa do Lakers para o Dwight e os arremessadores. Se ele for burocrático, não deve ser úil pra nada.

No banco fica a dúvida de se o Jameer Nelson vai jogar ou não. Os jogadores estão confiantes que ele vai pelo menos atuar por uns minutos. Será que ele volta bem ou é mais para dar uma de Willis Reed e dar um boost de confiança nos companheiros?

Se o Alston for agressivo e o Fisher não conseguir pará-lo, a resposta californiana deverá estar em Farmar ou Shannon Brown. O último fez um ótimo trabalho marcando o Billups e até sendo útil no ataque, talvez seja melhor opção do que Farmar por atacar mais a cesta.

Kobe Bryant x Courtney Lee/Mickael Pietrus

O Magic perde esse confronto, é óbvio, mas tudo o que eles querem é que os dois encarregados de marcar o Kobe consigam ser úteis nos dois lados da quadra. Courtney Lee, ótimo no ataque, deve conseguir não ser engolido vivo pelo Kobe. Pietrus, o “LeBron Stopper”, tem que marcar bem e continuar acertando as bolas de 3 que tanto machucaram o Cavs nas finais do Leste.

Se o Magic conseguir essa união dos seus poderes, eles podem chamar o Capitão Planeta e deixar o machucado causado por enfrentar o Kobe como algo possível de lidar.

Uma curiosidade é que o Mickael Pietrus usa o tênis do Kobe, o Nike Zoom Kobe IV. Para essa série, porém, ele vai abandonar o tênis que estava dando sorte e usará algum outro, um do Jordan, segundo ele. Li por aí que isso aconteceu também na série do Denver, o JR Smith até aquecia usando o seus Kobes mas na hora do jogo mudava para um Hyperdunk.

Trevor Ariza x Hedo Turkoglu

O Lakers já avisou que não pretende dobrar a marcação no Dwight Howard. Isso significa que nem Turkoglu, nem Lewis, nem ninguém, terá arremessos sem marcação, eles terão que bater seus defensores. E somando isso ao fato de que o Turkoglu é o cara que mais fica com a bola na mão nos quartos períodos para o Magic, esse confronto é essencial.

Se Ariza conseguir forçar turnovers e erros de arremesso do Turkoglu, o Lakers está em ótima situação para fechar jogos disputados. Se o Turkoglu conseguir superá-lo, o Lakers deverá ser obrigado a tentar o Kobe em cima do Turko, o que definitivamente não está nos planos.

Também é essencial para o Lakers que o Ariza continue sendo um bom arremessador de 3 pontos como tem sido nos playoffs. Esse time do Lakers precisa desesperadamente de arremessadores e ainda mais quando Fisher e Vujacic estão numa zica como a do último mês.

Pau Gasol/Lamar Odom x Rashard Lewis

Acho o Odom o cara ideal para marcar o Rashard Lewis. E o Lewis o cara ideal para marcar o Odom. Os dois são jogadores altos demais para serem marcados por defensores de perímetro e ao mesmo tempo um matchup terrível contra jogadores altos. Rashard pelo arremesso e Odom pelo drible e velocidade. Será um duelo de mesmo nível, diferente e legal demais de assistir. Mas a dúvida é quanto tempo esse duelo irá durar.

Não será no começo do jogo, quando o Lakers começa com Gasol, que será o responsável por marcar o Lewis. O ala do Orlando deve tentar punir o espanhol tirando ele do garrafão e metendo arremessos de 3 na sua cara ou partindo para o drible, como fez com Ben Wallace e Varejão. Mas a diferença nessa série é que haverá um contra-ataque. Enquanto os dois do Cavs juntos valiam o mesmo que uma unha encravada no ataque, o Gasol tentará dominar no garrafão ofensivo, conseguindo ou cestas fáceis ou, a situação ideal, deixando o melhor arremessador adversário com problema de faltas.

Andrew Bynum/Pau Gasol x Dwight Howard

Provavelmente será o duelo que definirá a série. Phil Jackson, como dissemos, já afirmou com certeza absoluta que vai mandar marcar o Dwight no mano a mano. Segundo o Zen Master, não dá pra ficar dobrando porque todos os outros jogadores do Magic chutam de três, então não dá pra facilitar pra ninguém.
Mas pra essa tática funcionar é preciso ter alguém bom na defesa pra segurar o Dwight. Até agora o melhor marcador do Dwight que eu vi foi o Kendrick Perkins e o que ele fazia era segurar, com sua força, o Dwight bem longe da cesta e obrigá-lo a jogar apenas com ganchos forçados e quase nunca com enterradas. O Bynum tem o tamanho e a força pra isso, então é possível, mas é difícil prever, Dwight demonstrou um arsenal ofensivo que nunca tinha visto antes na série contra o Cavs.
Mas mesmo com o Bynum marcando bem ou sendo pisoteado pelo Dwight, volta e meia o confronto será entre o Superman e o Pau Gasol. O Phil Jackson não só deve utilizar bastante o confronto Odom-Lewis como em quartos períodos ele costuma deixar o Bynum no banco. Nesse confronto o Dwight leva muito mais vantagem física e para o Lakers o segredo deverá ser trabalhar forte em quem estiver com a bola para que o pivô não receba a bola muito perto da cesta. Para o Magic o segredo é rodar a bola com sua já característica paciência até que o Dwight esteja bem posicionado para quebrar um aro.
A resposta do Gasol pode ser tentar se posicionar à frente do Dwight em algumas ocasiões para usar seus braços de Tayshaun Prince e interceptar passes, além disso ele tem que estar com seu arremesso de meia distância calibrado pra forçar o Dwight a sair do garrafão.
Também seria bom para o Orlando conseguir uns problemas de falta no Lakers, nada mal para o Dwight de repente ser obrigado a enfrentar o DJ Mbenga. Seria o duelo menos equilibrado da história das finais.
Adam Morrison x JJ Redick

“Apenas uma vez em cada geração nós vemos uma situação onde dois extraordinários jogadores se distanciam do resto do basquete universitário e claramente se mostram como os melhores no esporte.”
Foi com esse pequeno discurso que o troféu de melhor jogador do país no basquete universitário foi dado a seus dois vencedores. Empatados, em 2006, JJ Redick e Adam Morrison se consagravam como os melhores jogadores, os melhores arremessadores e os cestinhas da temporada 2006 da NCAA.
As duas estrelas maiores do campeonato fizeram história no basquete universitário americano e foram para brilhar na NBA. Adam Morrison na terceira escolha e JJ Redick na décima quarta. Três anos depois, em 2009, Morrison não tem mais o cabelo grande, o bigode é mais discreto e ele só é visto de terno no banco por não ser relacionado para ficar nos reservas do Lakers. JJ Redick até coloca o uniforme, mas jogou apenas um jogo (durante 10 minutos) na final da conferência.
Há três anos todos seriam capazes de prever mais um capítulo do épico duelo Redick-Morrison na NBA. Ninguém imaginaria apenas que a situação seria tão patética para os dois.
Em homenagem ao duelo mais insignificante dessas finais, dois vídeos:
No primeiro, Adam Morrison, jogando por Gonzaga, faz 40 pontos contra USF.

No segundo, JJ Redick marca 38 pontos e é a estrela de um jogo contra Wake Forest, equipe de um bom e ofuscado armador chamado Chris Paul.

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Adam Morrison ri de si mesmo: seria engraçado, se não fosse trágico

O Sérgio Mallandro era um renomado apresentador de programas infantis que fez história entre a criançada com a lendária “porta dos desesperados”, em que um fedelho tinha que escolher entre três portas para ver se ganhava uma bicicleta, um videogame ou um gorila com uma torta – algo que me fascinava simplesmente por não fazer muito sentido. Sua fama lhe garantiu par romântico com a Xuxa (infelizmente para ele, foi depois dela abandonar sua carreira na indústria pornô) e ele até chegou a assumir o programa dela na Globo quando ela deixou de aparecer uns tempos, provavelmente porque estava com diarréia. Como é que esse Sérgio Mallandro se tornou um apresentador de programa de pegadinhas com gostosinhas rebolando no fundo (as “Mallandrinhas“) eu nunca entendi. O que é preciso acontecer para um ser humano decair tanto, chegar no fundo do poço e, agora, estar desempregado e tentar se eleger deputado enquanto continua gritando “glu glu glu glu”?

O mesmo mistério se aplica ao Adam Morrison. Um jogador espetacular no basquete universitário, excelente arremessador, cheio de identidade com seu cabelinho característico e bigode ridículo, dotado de senso de humor e até exemplo de vida, vencendo a diabetes desde os 13 anos de idade e ainda assim conseguindo praticar um esporte em alto nível. Não tinha como não gostar do Adam Morrison, é como não gostar de koalas – são engraçadinhos, inofensivos, esquisitos, quem seria capaz de lhes fazer algum mal? Desde o começo sempre tive um “Complexo de Drew Barrymore” com o Adam Morrison (gostar de alguém e não fazer a menor idéia do motivo, para vocês que não estão por dentro do jargão bolapresístico). Quando foi draftado pelo Bobcats, por quem tenho aquele apreço que a gente tem por um irmãozinho mais novo, fiquei feliz e certo de que ele se daria bem por lá. Vi um jogo, dois jogos, três jogos. Mesmo quando o Adam Morrison jogava bem e acertava seus arremessos, para a minha surpresa, ainda assim ele fedia. Tentei disfarçar, tentando me convencer de que ele pegaria o jeito com o tempo, mas algo ali estava muito errado. Não é que ele não corresse no contra-ataque ou não fosse capaz na defesa, como o Carmelo Anthony. Ele simplesmente comprometia em todos os aspectos do jogo! Nunca ia para o ataque mas também não voltava para a defesa, era como se ele sumisse num vórtex temporal, como se ele ficasse preso num triângulo das bermudas presente no meio da quadra. De tão lento que era em quadra, cheguei a achar que a minha conexão ruim da internet estivesse fazendo com que o jogo passasse em câmera lenta. Seus momentos de titular foram poucos, porque além de estragar qualquer pretensão de se jogar de maneira física, veloz ou defensiva, rapidamente o Morrison parou de acertar seus arremessos. Como eu sou um homem livre, parei de assistir a porcaria do Bobcats e me limitei a desejar o melhor para o Morrison, que ele aprendesse a jogar aquele troço chamado basquete. Mas no fundo, mesmo que eu não admitisse nas conversas por aí, eu sabia que ele não tinha nenhuma chance.

Sua carreira foi daí pra baixo. Os minutos foram diminuindo até que ele contundiu o joelho na pré-temporada e não jogou durante sua segunda temporada inteira. Voltou apenas agora, com o cabelinho cortado, quase irreconhecível, sentado lá no fundo do banco, e tiveram que passar um paninho nele para tirar a poeira e as teias de aranha quando o Gerald Wallace sofreu a tentativa de assassinato. Nem preciso dizer que o Adam Morrison não conseguiu fazer nada com essa oportunidade, suas deficiências são muito maiores do que qualquer qualidade que ele venha a ter. Agora, Morrison acabou de ser trocado para o Lakers, junto com Shannon Brown, pelo Radmanovic. Aí está, a decadência de um homem, uma jornada do céu para o inferno, da “porta dos desesperados” para a TV Gazeta, de ser uma estrela universitária para, por fim, ser trocado por um zé-ninguém como o Radmanovic. Façamos um minuto de silêncio em sua homenagem, em respeito a um homem que, além do bigodinho, ficou famoso por chorar quando foi eliminado na NCAA e por ser garoto propaganda da porcaria do NBA Live.

O comercial é bacanudo, o Adam Morrison diz que não se envergonha de chorar em rede nacional de televisão, que mais pessoas deveriam chorar e ter esse tipo de intensidade, e que quando ele entrasse na NBA mais gente iria chorar. Um pouco egocêntrico, mas bizarramente profético: o Michael Jordan está chorando por ter gastado uma terceira escolha nele, e o Larry Brown estava chorando porque ele não gosta de ninguém, principalmente alguém que não sabe nem fingir que está defendendo. O Larry Brown tentou trocar o Raymond Felton, se livrou do Jason Richardson, do Matt Carroll, proibiu o Sean May de jogar até que ele perca uns quilos e alcance o peso ideal, e agora mandou o Adam Morrison plantar batata. Com ele não tem conversa, quem não se encaixa no esquema arruma outro emprego, e já faz tempo que o Larry Brown quer um banco de reservas decente. Com Raja Bell e Boris Diaw, o armador DJ Augustin melhorou o banco, e o Diop veio do Mavs para ser alguém bípede capaz de jogar no garrafão, e ainda de brinde dá uns tocos. A chegada do Vladmir Radmanovic segue a mesma linha: é um jogador alto, capaz de pegar um par de rebotes, e pode jogar nas duas posições de ala que são a maior deficiência do Bobcats no momento, mesmo quando o Gerald Wallace voltar. Ou seja, eles mandam um jogador que fede e se mostrou incapaz de produzir qualquer coisa em quadra e em troca recebem um jogador que também fede mas pelo menos tem tamanho e é mais versátil, podendo jogar em mais de uma posição.

É ridículo, tanto para o Morrison quanto para o Radmanovic, ver por quem estão sendo trocados. Nada poderia ser maior atestado de que os dois fedem, pior só se fossem trocados pelo Kwame Brown. Mas sem dúvida o Radmanovic é o que se deu melhor nessa, porque vai ter mais minutos de quadra tapando buracos no Bobcats. Mesmo se ele não defender nem ponto de vista, vai entrar em quadra mesmo assim por ter dois braços e duas pernas. No Lakers, não tinha mais chances de entrar em quadra. Desde que o técnico Phil Jackson resolveu que o Lakers precisava rodar mais a bola, Radmanovic perdeu seu lugar no quinteto titular e o Luke Walton assumiu a posição. Sem a necessidade de seus arremessos de fora (que o Walton substitui razoavelmente bem, e com o Sasha “The Machine” Vujacic sendo o real especialista na função – pelo menos quando joga em casa, já diria o Denis), o Phil Jackson prefere usar o Josh Powell para jogar no garrafão ao invés do Radmanovic. O Powell se encaixa melhor na posição simplesmente porque ele é um cover do Ronny Turiaf, que foi embora do Lakers para sentar no banco do Warriors e ficar rico. Os dois são parecidos em tamanho, porte físico, e o Powell até faz questão de usar as mesmas trancinhas no cabelo e arremessar as bolas com a mesma mecânica de pulso! Nunca achei na minha vida que fosse ver um cosplayer de Turiaf (já me bastava a Mallu Magalhães ser cosplayer de folk.)

Assim que o Luke Walton virou titular, o Radmanovic ficou revoltado porque pelo jeito o Phil Jackson sequer falou com ele, não avisou nada, só tacou ele no limbo. O técnico zen nunca gostou muito do Radman mesmo, parecia louco para se livrar do rapaz. Agora conseguiu, mesmo que não vá também usar o Adam Morrison, que muito provavelmente não vai ter qualquer espaço na equipe. É até capaz dele se acertar no Lakers, não errar mais arremessos, se beneficiar com o triângulo ofensivo, mas eu teria que ser burro demais para acreditar nisso. Já faz tempo que eu tentei me enganar dizendo que uma hora ele ia dar certo, já ficou óbvio que o Adam Morrison não vai pegar o jeito nunca. Seus minutos serão os mesmos que eram do Radmanovic, ou seja, final de jogos muito ganhos (ou muito perdidos) e tapar buracos quando o Luke Walton e o Odom se contundirem. A troca não muda em nada a situação atual do Lakers, mas muda o futuro: é tudo questão de salário.

O Radmanovic e o Morrison ganham praticamente a mesma coisa, por volta dos 6 milhões, o que é grana demais para dois caras que fedem pra burro. O Lakers está arrumando a cagada o mais rápido possível, porque o contrato do Morrison só continua na temporada que vem se o time escolher, enquanto o do Radmanovic é escolha do próprio jogador. Assim, o Lakers garante que vai ter uma grana sobrando para a temporada que vem e não vai sentir falta nenhuma de dois arremessadores que não defendem e nem nunca deram certo, é tchau e muito obrigado. Mas a troca não termina aí, porque a graça toda está no brinde, tipo aqueles anéis ou relógios de plástico que vêm “de grátis” na paçoca: trata-se do Shannon Brown. No Cavs, teve alguns problemas de lesão, foi trocado para o Bulls, perdeu o emprego e foi parar no Bobcats. Sempre ignorado, sempre invisível, mas a verdade é que ele pode ser mais útil do que qualquer bigodinho por aí. Ele é capaz de bater para dentro e criar espaços, finaliza bem no garrafão e cava faltas com certa habilidade. É forte e explosivo, só fede um pouco nos arremessos e nos fundamentos, mas tem gente muito pior por aí enfiando dinheiro até nas orelhas para ser titular. É bem capaz de ganhar uns minutinhos no Lakers de vez em quando, principalmente se o Fisher morrer de repente (nunca se sabe).

A troca, no fundo, é completamente esquecível – principalmente porque o melhor jogador da troca, o Radmanovic, vai para um time do qual ninguém se lembra mesmo. Exatamente por isso, me lembra de uma outra troca que aconteceu recentemente: o Magic mandou Keith Bogans para o Bucks em troca do Tyronn Lue.

A troca chega a ser engraçada porque os dois times estão tentando tapar buracos criados por contusões, então se a temporada tivesse metade do tamanho, os dois jogadores nunca teriam mudado de time. Por um lado é o Bucks tentando colocar alguém no lugar do Michael Redd, contundido pelo resto da temporada, mas como o Bogut arrebentou as costas (fratura por stress, temporada muito longa, alguém?) a campanha do Bucks foi pro saco e qualquer esforço é como contratar o Sérgio Mallandro para ocupar as vagas do Mussum e do Zacarias nos Trapalhões.

Por outro lado, é o Magic tentando dizer que ainda acredita, que ainda há chances de vencer nessa temporada, mesmo com a lesão do Jameer Nelson. O reserva Anthony Johnson se saiu bem como titular, foram 6 bolas de três pontos contra o Clippers, mas contra times que existem de verdade isso não vai acontecer de novo. Chamar o Tyronn Lue, o jogador que mais tem reserva tatuado na testa e que apesar disso mais jogou partidas como titular em sua carreira, significa que eles querem fortalecer a posição de modo a continuar a campanha rumo ao topo do Leste. Se eles achassem que não dá pra vencer mais sem o Jameer Nelson, não iriam arrumar um jogador que vai sumir no banco quando o Nelson voltar. Mas olha, os sete torcedores do Magic que me desculpem (o nosso leitor, o Fiel, me atualizou do número correto), sem Jameer Nelson não há chance de vencer o Leste, não há chance de chegar numa final do Leste, só há chance do Tyronn Lue ser titular outra vez porque não tem ninguém pra assumir a posição. Engraçado, uns caras bons nunca têm espaço pra jogar, mas o Lue só vai parar em times sem nenhum armador. Ele é sortudo, mas pelo menos não fede. O Morrison era o único da posição no Bobcats e mesmo assim mandaram embora. Deixo aqui, então, meu adeus para o Magic – e também para o Morrison, o jogador com o bigodinho mais bacanudo que a NBA já viu.