Podcast Bola Presa #143 – Durant desafia LeBron

Podcast Bola Presa #143 – Durant desafia LeBron

Bem amigos do Bola Presa, mais um podcast no ar!

Nesta edição falamos do duelo entre Golden State Warriors e seu exército de pivôs e o Cleveland Cavaliers –sempre no aguardo de Isaiah Thomas— no nem tão bonito duelo de Natal. Discutimos também a queda de produção do Boston Celtics, a liderança de alguns minutos do Toronto Raptors e os inexplicáveis altos e baixos do Washington Wizards. Ainda deu tempo pra palpitar sobre Jimmy Butler e Rajon Rondo.

No Both Teams Played Hard respondemos perguntas sobre confraternização de firma, maconha familiar, crise de autoconfiança, arrependimento-pós-rela e estratégias de privação.

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 Nesta edição:

Jabá– 1:30
Basquete- 6:15
Both Teams Played Hard- 58:05

 

As 25 assistências de Rajon Rondo

As 25 assistências de Rajon Rondo

Não faz nem um ano que fizemos uma longa análise de Rajon Rondo. Na época ele estava passando por uma disputa com seu então técnico, Fred Hoiberg, e estava relegado ao banco de reservas como punição. Não era uma situação nova: Rondo teve desavenças com seu técnico de escola, seu técnico na universidade de Kentucky, quase saiu na mão com Doc Rivers no Celtics, foi colocado na lista de contundidos pelo técnico Rick Carlisle no Mavericks e punido pelo técnico George Karl nos tempos de Kings, ao lado de DeMarcus Cousins. O padrão é sempre o mesmo: Rondo vê uma coisa que os técnicos não percebem, desobedece as instruções táticas e passa a sofrer represálias. Ninguém quer lidar com sua rebeldia, mas todo mundo quer se aproveitar de sua visão de jogo exemplar – como se uma coisa pudesse existir sem a outra. Muitas vezes nos esquecemos que aquilo que é considerado um “defeito” é parte fundamental da estrutura de uma outra coisa que é considerada sua maior “qualidade”. Rajon Rondo tem uma visão de jogo fora de série e usa essa visão para melhorar seus times JUSTAMENTE porque é um rebelde, alguém que faz as coisas do próprio jeito e não enxerga o jogo da maneira tradicional. Não dá para se ter uma coisa sem a outra. É o que a gente defende há anos sobre Russell Westbrook: não dá pra querer a agressividade dele no contra-ataque e também querer que ele cometa menos desperdícios de bola ou tenha melhor aproveitamento nos arremessos; uma coisa está diretamente relacionada com a outra.

🔒 O que é ser um “embiideiro”?

🔒 O que é ser um “embiideiro”?

Apenas em sua segunda temporada de NBA, somando apenas 55 jogos disputados, Joel Embiid já foi presenteado com um jogo do seu Sixers na cobiçada “Rodada de Natal”. A rodada é a chance da NBA de apresentar para um público mais casual quais são as melhores histórias da Liga: os grandes times, as grandes rivalidades e as estrelas consagradas ou recém-chegadas. Joel Embiid ainda não somou partidas suficientes para contabilizar uma temporada completa em quadra, mas já é um dos rostos que a NBA quer que qualquer fã de basquete conheça. Seu caráter de estrela já é inegável e, quando saudável, é certamente um dos melhores e mais dominantes jogadores da atualidade.

Embiid é exatamente aquilo que se esperava. Chegou ao Sixers em 2014 como a peça principal de um longo e doloroso processo de reconstrução da franquia, perdeu as duas primeiras temporadas com lesões graves e inaugurou sua carreira na NBA apenas na temporada passada. Mas quando finalmente entrou em quadra, transformou-se em tudo aquilo com que os fãs mais apaixonados sonhavam: um desses talentos raros que realmente transformam uma franquia numa potência e moldam uma geração. É um desses casos em que as expectativas mais loucas coincidiram perfeitamente com a realidade.

Mas há um lugar em que Embiid é completamente diferente daquilo que se esperava: o mundo fora das quadras.

🔒Filtro Bola Presa #49

🔒Filtro Bola Presa #49

Então é Natal. Ano-novo também. E pra NBA tanto faz porque as coisas continuam acontecendo loucamente todos os dias como se nada estivesse rolando no mundo ao redor. Mas o último Filtro Bola Presa de 2017 está aí para tentar colocar ordem no caos =)

Um fio de esperança em Chicago

Um fio de esperança em Chicago

São sempre fascinantes as histórias de reconstrução na NBA. Para quem não está muito familiarizado com os esportes americanos, é alienígena pensar que grandes times trocam bons jogadores por caras piores, às vezes pirralhos, só para poder PERDER DE PROPÓSITO e assim dar início a um processo de remodelagem que deverá dar resultado só em alguns anos. Alguém imagina os presidentes de Corinthians ou Palmeiras dando uma entrevista coletiva avisando que o plano é ser bom lá em 2021? A paz acobaria lá mesmo.

Não na NBA. O que vimos nas últimas semanas é uma série de pessoas preocupadas que a sequência de SETE VITÓRIAS do Chicago Bulls poderia arruinar o plano deles de ter DeAndre Ayton, Luka Doncic ou Michael Porter no próximo ano. Afinal, vencer assim é boa ou má notícia? Apesar do PROCESSO estar aí prestes a dominar o mundo com Joel Embiid e Ben Simmons após anos de estratégicas derrotas propositais, vou tentar defender aqui de que não tem problema se eles não forem tão ruins quanto o planejado.

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