Denis

Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

Podcast Bola Presa – Edição 103

Podcast Bola Presa – Edição 103

Bem amigos do Bola Presa, novo podcast no ar!

Nessa edição falamos sobre os times que estão descansando jogadores nessa reta final da temporada. Seria isso injusto com os fãs? Existe algo que a NBA possa fazer a respeito? Além disso falamos sobre a lesão de Dwyane Wade e as chances do Bulls de chegar nos Playoffs, a boa fase de Ricky Rubio (e se ela pode durar) e a má fase da defesa do Cavs.

No “Both Teams Played Hard” temos alguém que passou na faculdade de medicina, uma garota com síndrome de Kevin Martin, um cara que prefere o Bola Presa a sexo e um outro que se apaixonou por uma prostituta num bordel.

🔒Filtro Bola Presa #40

🔒Filtro Bola Presa #40

Amigos assinantes, estamos de volta com mais um Filtro, um resumo que deveria ser de tudo o de FRUGAL que aconteceu na última semana, mas que, devido às minhas férias, virou um apanhado do que rolou na última semana + último mês! O Danilo resgatou alguns bons causos na edição passada, mas fiquem tranquilos que ainda tem muuuito mais!

O incansável Miami Heat

O incansável Miami Heat

Em determinado momento desta temporada, o Miami Heat flertava, ao lado do tenebroso Brooklyn Nets, com a pior campanha de toda a Conferência Leste. Na exata metade do campeonato, o time da Flórida tinha apenas 11 vitórias e TRINTA derrotas! A equipe alcançou esta marca ao finalizar a primeira parte do ano com 15 derrotas em 17 partidas, sendo as únicas vitórias sobre os igualmente péssimos Los Angeles Lakers e Sacramento Kings. Parecia o fracasso inevitável de um time que viu escapar pelos dedos o trio mais poderoso e estrelado que a NBA viu nesta década: LeBron James decidiu voltar para casa, Chris Bosh foi barrado pela própria saúde e Dwyane Wade, o Sr. Miami Heat por excelência, decidiu pular fora ao não receber a proposta salarial que achava adequada. Como um time se recupera de perder todas suas estrelas em tão pouco tempo?

A receita mais óbvia estava na própria campanha ruim. O próximo Draft é considerado por muitos um dos mais férteis em possíveis “franchise players” e o Heat deveria, portanto, ficar lá embaixo na tabela para agarrar um desses pirralhos bons de bola e acelerar a reconstrução. Como ensinou Daryl Morey, manager do Houston Rockets, o grande objetivo da formação de um time é achar, antes de mais nada, a estrela da equipe. O time deveria então apelar para o tanking? Eu achava que sim. Especialmente porque neste ano menos times estão tentando perder de propósito, então é mais fácil ficar atrás de dragas como o Orlando Magic, o Philadelphia 76ers e outros que, por mais ou menos tempo, se iludiram de que poderiam brigar por vaga nos Playoffs. Uma simples troca de Goran Dragic, até mirando os 200 armadores que estarão no Draft do próximo ano, poderia dar mais chances do Heat emplacar essa renovação. Como em quase tudo que envolve montagem de times da NBA, era tão óbvio que claro que não aconteceu.

Trocando para sobreviver

Trocando para sobreviver

A temporada de trocas parecia que seria intensa nas últimas semanas em que as negociações eram permitidas entre as equipes da NBA. Começou com Serge Ibaka indo para o Toronto Raptors, depois nos chocamos com DeMarcus Cousins deixando o Sacramento Kings a preço de banana rumo a New Orleans. A movimentação da peça mais valiosa das especulações faria o mercado deslanchar ou empacar? Calhou que empacou. Nada de Jimmy Butler ou Paul George mudando de lados, apenas Nerlens Noel foi um nome de mais impacto (mas longe de ser uma estrela ainda) a trocar de time, indo do Philadelphia 76ers para o Dallas Mavericks em troca de duas escolhas de segunda rodada e Andrew Bogut.

Agora pensemos: depois do Sixers discutir Jahill Okafor com cerca de 200 times nas últimas semanas, por que Noel é quem foi negociado? Não era Noel que, em teoria, tinha mais chances de funcionar ao lado de Joel Embiid? E não era melhor só segurar o rapaz ao invés de trocá-lo por tão pouco? O processo (o novo, não o do Sam Hinkie) não é sempre claro. Estamos ansiosos para analisar as trocas – e faremos isso -, mas nunca é demais lembrar que nesses casos estamos comentando quebra-cabeças incompletos.

A troca necessária

A troca necessária

Em quantas palestras você precisa ir até descobrir que uma crise pode ser também uma oportunidade? Acho que nenhuma, mas é sempre bom lembrar que problemas podem ser bons para obrigar os envolvidos a sair do casulo e buscar uma solução.

Há algumas semanas discutíamos se o Toronto Raptors deveria tentar ou não uma troca, de preferência em busca de um jogador para a posição 4, a de Power Forward. Há tempos que existe um buraco no time nesta função e até agora ninguém realmente convenceu. No ano passado tentaram, sem sucesso, Luis Scola. Depois arriscaram small ball com DeMarre Carroll. Para este ano contrataram Jared Sullinger e até começaram o ano dando a vaga de titular para o novato Pascal Siakam. Mas o time só era bom mesmo nos minutos em que Patrick Patterson vinha do banco e jogava com os titulares. O problema é que Patterson não só rendia menos quando era titular, como costumava perder impacto quando era utilizado por longos minutos. Sua presença no time titular ainda tirava um trunfo que o time canadense tinha sobre os adversários, um banco mais forte.

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