Both Teams Played Hard #20

Both Teams Played Hard #20

Felipe
Caros Denis e Danilo, descobri uma força nominal que deve ser considerada, que, apesar de não estar tão em evidencia como o Carlão Antonio Cidades, é também bem legal. Trata-se de Rakeem Christmas. Primeira vez que ouvi o nome, pensei que não fosse real, que não pudesse existir. Morri de rir. Ele pertence ao Mad Ants da D-League, mas volta e meia tá participando de alguns jogos com o Pacers

Denis: O Rakeem Christmas  tem ido bem na D-League e deve ganhar chances no Pacers eventualmente. Ele tem histórico de brilhar com sua Força Nominal na Summer League. Em um ano, inclusive, virou nosso herói ao jogar ao lado do Justin Holiday. Sim, Christmas e Holiday juntos, só faltou o Nerlens Noel e um jogo em 25 de Dezembro. Detalhe: sabiam que Christmas tem caveiras e aranhas decorando seu apartamento? Cara estranho como nome esquisito.

Both Teams Played Hard #10

Both Teams Played Hard #10

Estamos de volta com a seção de perguntas e respostas do Bola Presa, o “Both Teams Played Hard”. São duas colunas por semana (por enquanto, mas aguardem novidades) com respostas para qualquer coisa que vocês imaginarem enquanto tomam batata, vão para o banho ou precisam descascar trabalhos. Na edição passada o Danilo falou sobre The Last of Us, problemas para aprender a jogar basquete, Dirk Nowitzki, cultura japonesa, Derrick Rose e pornografia.


Felipe
Não sei se estive muito por fora, mas talvez por todo o causo DeAndre Jordan=Dallas-LAC e pela adição de LaMarcus Aldridge ao elenco dos Spurs, me pareceu que alguns FA deals ficaram meio obscurecidos. Por exemplo, só hoje descobri que Afflalo foi para NYK (essa coisa do pessoal abandonar Portland foi séria mesmo). Jeremy Lin levou todos seus turnovers para Charlotte; Amr’e foi mofar em Miami; Bargnani foi praticar sua falta de defesa na outra equipe de NY; Outro sujeito que não mudou de cidade foi Wes Johnson – vai tentar um lado mais vencedor desta vez; tem até espaço pro irmão do Steph Curry saindo da D-League. Enfim, alguma negociações ‘obscuras’ as quais os senhores acharam interessante?

Cacete, acho que até a ida do Rondo ficou meio por baixo.

Denis: Algumas coisas fizeram as contratações ficarem de lado mesmo. Uma delas envolve isso que você disse, as aquisições bombásticas deixam as menores de lado; a outra é que todas acontecem ao mesmo tempo. No período de dois ou três dias a NBA tem uma enxurrada de anúncios extraoficiais. Aí não tem jeito, por mais talento que tenha o Afflalo, o mundo vai falar do LaMarcus Aldridgde.

Both Teams Played Hard #6

Both Teams Played Hard #6

Estamos de volta com nossa seção de perguntas e respostas do Bola Presa, o “Both Teams Played Hard”. São duas colunas por semana com respostas para qualquer coisa que vocês arrancarem de dentro da orelha. Na edição passada o Danilo falou sobre crises esquerdistas, sonhos do NY Knicks, financiamento coletivo e os sonhos molhados de Jason Kidd no Bucks.


Filho da Nice
Minha mãe está tentando assistir a Alem do Tempo, mas parece que o treco é tão complicado quanto o Lost. ela me perguntou uns detalhes da trama, mas eu estou por fora.

Vocês podem me ajudar nessa empreitada? Brigado!

Denis: Não é nada complicado, é bem simples. Vamos lá!

‘Além do tempo’ é um novelão clássico, com história de amor, mal entendidos, vilões bem definidos, drama, traição e morte. A única virada diferente nela, e que é a marca da obra, é que ela foi dividida em duas etapas mais longas. A primeira, que acabou na semana passada, aconteceu há mais de um século; a segunda se passa nos dias de hoje, com a reencarnação daqueles mesmos personagens.

Como é comum nas novelas das 6, existe sempre um traço de fantasia (no melhor sentido do termo, não se ofendam) na história, em contraste com o ultra realismo que tem tomado conta da novela das 9. Nesse caso ela tem esse traço da reencarnação, que é presente em diversas religiões, em mais destaque por aqui no espiritismo. A novela, portanto, quer mostrar que mesmo que a gente não tenha consciência plena, nossa história de hoje está ligada com o passado. Isso explica um amor à primeira vista ou até mesmo uma antipatia com alguém.

A graça da atual história, portanto, é ver se na fase contemporânea o casal Lívia e Felipe irá conseguir o final feliz que não conseguiram ter há mais de 100 anos. Aliás, o final triste da primeira fase foi ÉPICO.


Obi-Wan
Depois de Granny Danger, seria Wayne Shittington o melhor novo apelido para um jogador do Indiana Pacers?

Denis: Um bocado cruel com o esforçado jogador, mas é um excelente apelido. Ele tem a namorada mais gata da NBA, não deve estar nem aí.

Both Teams Played Hard #2

Já estão sentindo o drama, né? Toda semana teremos dois posts respondendo as perguntas de vocês, nobres leitores. Na terça-feira foi o Danilo falando de faculdades e Brooklyn Nets, hoje sou eu pra falar de pivôs, séries de TV e NFL.


Valdo
Não acham que seria melhor pra NBA iniciar sua temporada em Dezembro, aproximadamente? Neste momento, a temporada da NFL acabou de começar, e não acho que é uma boa competir com eles…  e por que diabos não teve jogo de times da NBA aqui no Brasil esse ano?

Denis: A NBA não compete diretamente com a NFL por causa do horário e da quantidades de jogos que cada liga oferece. A NBA não tem o domingo como seu principal dia de jogos, que é quando ocorre 90% da rodada do futebol americano. E se a NBA começasse mais tarde, ela teria que terminar mais tarde, e tente convencer os jogadores a disputar as finais bem no começo do verão lá do norte.

No máximo o preview da NBA, aquele fuzuê para anunciar a temporada é um pouco prejudicado dentro dos programas esportivos dos EUA, que obviamente dão mais tempo para a temporada já em andamento da NFL, mas acho que nada que mereça mexer em um calendário que já funciona desse jeito há tanto tempo.

Both Teams Played Hard #1

Both Teams Played Hard #1

Estamos de volta com o modelo clássico do Both Teams Played Hard, nossa seção de perguntas e respostas em que a regra é não ter regra: vale perguntar sobre qualquer coisa, de basquete ao sentido da vida. Responderemos às perguntas dos leitores duas vezes por semana, então não perca tempo e envie já sua dúvida no formulário que está em nossa barra lateral. Na semana passada começamos a temporada da seção com perguntas sobre o dólar, Filosofia, jornalismo, chorume de internet, terapia, fuso horário, podcasts e até a Xuxa.


Nathan – Estou no último semestre da faculdade, nos últimos meses de estágio, e não faço ideia do que fazer ano que vem, quando esse período da minha vida terminar. Como foi a experiência pós-faculdade de vocês? Tiveram esses questionamentos do que fazer, ou já tinham algumas coisas encaminhadas em suas vidas? Voltem a vender as camisetas, as minhas já estão velhinhas, só servem para ficar em casa ou usar de pijama. Um abraço! Ass: Nathan.

Danilo: Acho curioso que, em geral, a faculdade seja uma escolha de afinidade por um conteúdo e não de um caminho profissional. O resultado é bastante gente satisfeita com aquilo que estuda, mas que não faz ideia do que fazer com esse conteúdo quando terminar a faculdade. No período em que fizemos Letras, era normal ver alunos veteranos desesperados andando pelos corredores sem saber o que fazer quando terminassem a faculdade (alguns cogitavam, de piada, virar letreiro, daqueles “COMPRO OURO”). Quando percebemos que o mesmo aconteceria com a gente, simplesmente pulamos do barco. Nossas próximas faculdades já foram parte de um plano um pouco maior, e não um fim em si, na tentativa de evitar esse desespero pós-faculdade. Interesse, gosto, hobby, são coisas que não precisam de faculdade para se desenvolver. Meu conselho é ver qual sua relação com os conteúdos do curso, se algum dos seus favoritos leva para uma profissão mais óbvia, se faz sentido seguir uma carreira acadêmica caso você goste muito do assunto e não queira usá-lo num emprego convencional, ou se é hora de pensar em opções para fora do seu curso – o que, às vezes, pode até levar a uma outra faculdade.

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