🔒Filtro Bola Presa #79

🔒Filtro Bola Presa #79

Filtro Bola Presa de volta, dessa vez com uma semana diferente. Sem jogos e com muitos amistosos festivos, temos um montão de coisas do All-Star Weekend para compartilhar. Tem Luka Doncic provando ser o jogador mais feliz desde Steve Nash, shows incríveis de rap, o pior jogo de basquete da sua loja de aplicativos, presença em peso da família Curry e muito mais!

🔒Filtro Bola Presa #78

🔒Filtro Bola Presa #78

A NBA acaba de passar pelo “trade deadline”, a data limite para trocas na temporada. Diversos times fizeram mudanças drásticas e não faltam discussões sobre quais times saíram vencedores das trocas, quais saíram perdedores, quem são as novas potências da Liga e as chances de título das principais equipes. Mas aqui no Filtro Bola Presa não é lugar para análise: nessa semana separamos as mais divertidas histórias dos bastidores dessas trocas, além de recordes, histórias de camaradagem, polêmicas, anedotas e, claro, mascotes!

🔒O processo agora tem pressa

🔒O processo agora tem pressa

Quando Sam Hinkie assumiu como General Manager do Sixers em 2013, a ideia era que o time fosse campeão “custe o que custar”. Em geral, quando donos de time dizem que querem ser campeões a qualquer custo, estão na prática abrindo a carteira, dando carta branca para seus General Managers torrarem dinheiro em contratos grandes e gordos, assegurando as maiores estrelas com salários impressionantes. É algo fácil para os donos milionários e um discurso que agrada aos fãs, permitindo que sonhem com os maiores nomes do basquete em seus times do coração. Mas aí Hinkie chegou e, ao invés de tentar contratar grandes nomes, pegou o único jogador All-Star do time, Jrue Holiday, e mandou para o Pelicans em troca de uma escolha de draft. Na temporada seguinte, draftou Michael Carter-Williams, eleito calouro do ano. E aí Hinkie o trocou por mais uma escolha de draft.

🔒Filtro Bola Presa #77

🔒Filtro Bola Presa #77

Eu sei que hoje vocês só querem saber de trocas, trocas e mais trocas, mas temos a obrigação de falar do IRRELEVANTE também. Enquanto o futuro da NBA é desenhado em trocas ou não-trocas de Anthony Davis e Kristaps Porzingis, o lado B da liga segue firme e forte com suas trapalhadas, recordes forçados e mascotes caçando animais silvestres.

🔒Duas décadas de enganos

🔒Duas décadas de enganos

Em 1985, o New York Knicks conseguiu com a primeira escolha do draft o pivô Patrick Ewing. Com ele no elenco o time levou ainda mais dois anos para conseguir chegar aos Playoffs, mas a partir de então não saiu mais da pós-temporada. Sob comando do pivô, o time foi aos Playoffs 13 vezes consecutivas, incluindo 4 Finais da Conferência Leste e duas Finais da NBA, em 1994 e 1999. Em 2000, após o Knicks ser derrotado nas Finais de Conferência, Patrick Ewing foi trocado para o Seattle Supersonics. Ewing já se aproximava do final de sua carreira e apenas dois anos depois se aposentaria, incomodado por constantes lesões nos joelhos. Sem ele o Knicks precisava de um plano de reconstrução para voltar ao topo. Dezenove anos depois, nem sinal de reconstrução bem sucedida. O Knicks voltou à pós-temporada apenas 5 vezes desde então: uma na temporada seguinte à saída de Ewing, uma outra que acabou numa varrida na primeira rodada com Stephen Marbury na armação e três sob comando de Carmelo Anthony. Se faltaram campanhas de sucesso, sobraram trocas absurdas, contratações indefensáveis e escândalos de todos os tipos. Quem vê Kristaps Porzingis ser trocado para o Mavs e quer entender de verdade o que está acontecendo precisa encaixar essa decisão numa história de quase 20 anos de fracassos e confusão.

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