🔒A defesa por zona do Toronto Raptors

🔒A defesa por zona do Toronto Raptors

Nos últimos 3 anos de NBA, apenas 10 times utilizaram uma defesa por zona por mais de 100 posses de bola. Apesar de ser um modelo defensivo permitido pela Liga desde 2001, muitos times optam por não utilizá-lo, e os que o fazem escolhem marcar em zona apenas em algumas posses de bola, não durante um jogo inteiro. A equipe que mais utiliza esse tipo de marcação, o Brooklyn Nets, só usou esse recurso em cerca de 10% das posses de bola defendidas nessa temporada, por exemplo. Na maior parte do tempo, um fã da NBA assiste a marcações estritamente individuais com algumas pequenas variações: jogadores que trocam de oponentes após um corta-luz ou marcações duplas em momentos de desespero, principalmente. Ainda assim, a prática está se popularizando aos poucos: se na temporada passada tivemos apenas 700 posses de bola defendidas por zona, na temporada atual o número ultrapassou com folga as 2000 posses. Isso porque os times estão descobrindo estatisticamente que as defesas por zona costumam ter muito mais sucesso contra os ataques modernos da NBA do que as defesas individuais, e uma das maiores vitrines para isso acaba de alcançar as Finais da NBA: o Toronto Raptors.

🔒Filtro Bola Presa #85

🔒Filtro Bola Presa #85

A temporada regular acabou, amigos! E com ela chegou ao fim também o Filtro Bola Presa desta temporada. Esta última edição atrasou por causa do tsunami de começo dos Playoffs, mas corremos atrás do prejuízo para registrar as melhores histórias da última semana da temporada regular e para determinar quem venceu a apertada disputa do Mascotes Power Ranking. Vamos lá!

🔒Por que Nurkic importa?

🔒Por que Nurkic importa?

Depois de uma histeria inicial que bradava estarem “extintos” os jogadores de garrafão, voltamos a ver pivôs serem considerados estrelas na NBA e liderarem times desempenhando funções centrais. Nikola Jokic é o principal jogador de um time que deve se classificar em segundo lugar na Conferência Oeste; Joel Embiid deve classificar o Sixers em terceiro na Conferência Leste; Nikola Vucevic conseguiu o milagre de levar o Orlando Magic para a pós-temporada; Anthony Davis foi disputado a tapa e a chance de tê-lo foi suficiente para o Los Angeles Lakers jogar pela privada todo bom senso e o restante da temporada. Mas o que constantemente esquecemos é que mesmo nos times que parecem não se importar com o garrafão, que parecem abraçar inteiramente o fenômeno moderno das bolas de três pontos, pivôs desempenham papéis fundamentais. No Portland Trail Blazers de Damian Lillard e CJ McCollum, dois dos mais aclamados arremessadores da NBA, foi a lesão de Jusuf Nurkic que caiu como uma bomba e coloca em risco a campanha do time para a pós-temporada.

🔒Filtro Bola Presa #84

🔒Filtro Bola Presa #84

O PENÚLTIMO Filtro Bola Presa da temporada 2018-19 está no ar! Em um ensaio para o fim da temporada temos Boban Marjanovic imitando Kobe Bryant, um novo Boban na NCAA, muitas camisetas aposentadas, língua de vaca, camarão apimentado, cookies deliciosos e QUATRO histórias muito legais sobre o Milwaukee Bucks. Seja um assinante e confira!

🔒Os dissonantes

🔒Os dissonantes

A temporada passada, a 2017-18, viu os times arremessarem em média 29 bolas de três pontos por jogo. O Houston Rockets, líder nesse quesito, arremessou mais de 42 bolas de três em média por partida, num total de 3470 tentativas do perímetro durante a temporada regular. Embora estejamos falando de um time firmemente encampado em um “extremo”, quase uma caricatura, o que temos aqui é a tendência mais forte do basquete moderno. Os motivos, já cansamos de listar por aqui: bolas de três são arremessos menos contestados (especialmente em velocidade ou em transição), abrem espaço para a cesta (permitindo pontos mais fáceis no garrafão) e geram um ponto a cada posse de bola com míseros 33% de aproveitamento (quando para conseguir o mesmo resultado com bolas de dois pontos é necessário altíssimos 50% de aproveitamento, muito mais difícil de se conseguir). Não é à toa que o modelo de bolas do perímetro passou a ser gradativamente implementado em toda a NBA, com times em total reconstrução como Nets e Hawks tentando “imitar” o estilo de jogo do campeão Warriors como maneira de se jogar o basquete “certo” mesmo ainda tendo os jogadores “errados”. Mas será que todos os times estão dispostos a embarcar nessa tendência?

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