🔒O poder do calendário

🔒O poder do calendário

Por mais de 25 anos, um certo Matt Winick teve um emprego que pode soar comum para muitos trabalhadores das grandes cidades do mundo: organizar dados em planilhas, acomodar pedidos de clientes, resolver pepinos e entregar resultados dentro de um prazo apertado. Quando finalmente chegava ao fim, era a hora de começar tudo de novo.

🔒Todos já de olho em 2019

🔒Todos já de olho em 2019

A temporada 2018-19 da NBA ainda nem começou e já tem muito time já ansioso pelo seu fim. Não digo técnicos e jogadores, sempre competitivos e preocupados em vencer o próximo jogo e em superar metas imediatas, mas há General Managers que colocaram o verão (do norte) de 2019 como alvo principal de suas ambições.

🔒 A carcaça vazia de Carmelo Anthony

🔒 A carcaça vazia de Carmelo Anthony

Mesmo tendo sido campeão universitário e eleito o melhor jogador do torneio, Carmelo Anthony não foi cotado para a primeira escolha do draft de 2003. LeBron James, vindo direto do Ensino Médio, era a escolha unânime porque parecia ter “potencial ilimitado” e a febre pelo seu talento adolescente já havia tomado os Estados Unidos de ponta a ponta, com transmissões nacionais de suas partidas escolares. Ainda assim, na época, Carmelo Anthony era visto como um jogador mais maduro, mais perto de estar PRONTO, e esperava-se que ele tivesse sucesso na NBA bem antes de LeBron James ser capaz de alcançar seu próprio potencial. De certa maneira, foi isso que assustou o Detroit Pistons, dono da segunda escolha do draft em 2003: vindos de uma Final de Conferência, eles não queriam acrescentar um jogador que já parecia preparado para ser titular e demandaria minutos, o que poderia quebrar a incrível “química” que o time construíra na temporada anterior. Por isso o Pistons acabou escolhendo Darko Milicic, uma promessa europeia que poderia ficar no banco de reservas tranquilamente enquanto era preparada não para ajudar no presente, mas sim para constituir o futuro da franquia.

🔒 Como trabalham os agentes dos jogadores da NBA

🔒 Como trabalham os agentes dos jogadores da NBA

Quando fizemos o texto apontando os vencedores e perdedores desta offseason, esquecemos um nome importantíssimo: Mark Bartelstein. Nunca ouviu falar? Não tem problema, ele nunca entrou em quadra mesmo. Bartelstein é um empresário ou, como falamos no mundinho do basquete, um agente. Ele foi o responsável por negociar alguns dos contratos mais lucrativos e inesperados do último mês, garantindo fortunas para jogadores que nem sabíamos que recebiam lá tanto interesse assim na liga. Como ele consegue isso?

🔒 Sacrifício

🔒 Sacrifício

Em dezembro do ano passado, Danny Green lesionou sua virilha tentando um toco numa jogada qualquer. Fez uma ressonância magnética no dia seguinte, que constatou uma simples distensão muscular. Passou duas semanas fora, em reabilitação, e então retornou às quadras. No entanto, a lesão voltou a incomodar – por vezes apenas limitando seu rendimento, por outras impedindo que ele sequer conseguisse estar disponível para os jogos. Ao todo Danny Green perdeu 12 jogos na temporada graças à lesão, mas como o time estava desesperadamente tentando chegar aos Playoffs e precisava de toda ajuda disponível, eventualmente o jogador passou a ignorar a dor e tentar auxiliar sua equipe apesar das limitações físicas. 

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