🔒Filtro Bola Presa #100

Com o Filtro Especial sobre Kobe Bryant, muita coisa ficou acumulada das últimas semanas. Com isso, o Filtro demorou mais para ficar pronto e aí mais coisas apareceram e aí ele ficou maior ainda e esse ciclo todo transformou esse nosso CENTÉSIMO Filtro em algo gigantesco com ótimas fotos, grandes jogadas, alguns péssimos lances que adoramos, cachecóis, inúmeros recordes, brigas, boas ações e muito mais!


CONSCIÊNCIA HISTÓRICA DA SEMANA

Em mais uma temporada individual ótima e de resultados coletivos ruins, Devin Booker atropelou o San Antonio Spurs com 35 pontos e 10 assistências na primeira vitória do Phoenix Suns na casa do rival desde 2013. Depois do jogo, Booker mandou a RELA TOTAL sobre a histórica rivalidade entre as duas franquias: “Sei que Suns e Spurs têm muita história, tenho muito respeito por essa franquia, mas FODA-SE aquele BABACA do Robert Horry

Para quem chegou há pouco tempo, Booker se refere à falta/agressão de Robert Horry pra cima de Steve Nash na famosa série entre os dois favoritos ao título de 2007. O empurrão resultou na suspensão de jogadores importantes do SUNS no jogo seguinte, já que eles deixaram o banco de reservas para invadir a quadra para peitar Horry.


NÚMEROS DA SEMANA

Quer um número que resume o nível alto da carreira inteira de LeBron James? Ele foi eleito o Jogador do Mês em 41% dos meses que disputou na NBA desde que entrou na liga em 2003! São 39 troféus de 95 possíveis! Embora Damian Lillard tivesse um bom argumento a seu favor, ele levou mais um em Janeiro no Oeste…

A família Curry tinha e continua tendo o líder da NBA em aproveitamento de arremessos de 3 pontos entre jogadores em atividade. Mas a dupla trocou de posição nessa semana: Seth Curry acertou seis das oito bolas de longe que chutou num jogo contra o Charlotte Hornets e chegou a 43,6%, ultrapassando Steph Curry, segundo colocado com 43,5%.

Com média de 28 pontos em 28 minutos de quadra nos seus primeiros 10 jogos na temporada, Zion Williamson tem sido o fenômeno esperado. Ele se tornou nesta semana apenas o segundo jogador a marcar mais de 200 pontos com aproveitamento maior que 55% nos arremessos nas primeiras 10 partidas da carreira! O outro era ninguém menos que outro fenômeno atlético, Shaquille O’Neal (238 pontos em 55,7% de aproveitamento). Ele também se tornou o primeiro novato desde Michael Jordan a ter oito jogos de ao menos 20 pontos em suas primeiras 10 aparições:

À NBC Sports, o General Manager do New Orleans Pelicans David Griffin disse que Zion tem mais velocidade lateral que todos os ARMADORES que ele teve nos seus anos de comando no Cleveland Cavaliers e Phoenix Suns. Isso inclui Steve Nash, Stephon Marbury, Jason Kidd e Kyrie Irving. A diferença é que o Zion pesa quase CINQUENTA quilos a mais que essa galera =)

Quem também bateu recordes foi Derrick Rose. O armador do Detroit Pistons, aos 31 anos de idade, bateu sua melhor marca pessoal e conseguiu passar dos 20 pontos em QUATORZE partidas seguidas. Nem em seu ano de MVP, em 2011, ele fez isso. No caminho ele também igualou a marca de Grant Hill, até então único jogador da história do Pistons a ter tantos jogos seguidos com ao menos 20 pontos:

Teve primeira vez tardia também para Kawhi Leonard, que na semana passada conseguiu seu primeiro triple-double na CARREIRA durante a vitória sobre o Miami Heat.

Se você precisa de um arremesso para ganhar uma partida nos segundos finais, você coloca a bola na mão de quem? Já escuto daqui gente falando em Damian Lillard, Steph Curry, LeBron James, Kawhi Leonard e Kemba Walker, mas os números mostram um outro nome decisivo: Nikola Jokic acertou 11 dos 15 arremessos para empatar ou virar partidas no último minuto desde dezembro de 2018:

O que Royce O’Neale, Ben Simmons e Dorian Finney-Smith têm em comum? A versatilidade e a responsabilidade. Eles são o Top 3 de toda a NBA na lista de jogadores que passaram mais posses de bola defendendo a primeira opção ofensiva dos adversários. Esse é o link da planilha completa!

O método não é perfeito, claro. Segundo o autor, a definição de quem é a primeira opção ofensiva leva em consideração quem arremessa mais bolas e quem mais bate lances-livres nos times. Isso faz com que Dillon Brooks, não Ja Morant, seja a primeira opção do Memphis Grizzlies, por exemplo. E Andrew Wiggins ao invés de Karl-Anthony Towns no Minnesota Timberwolves. E também temos que considerar que os dados de matchup -quem marca quem- fornecidos pela NBA nem sempre são totalmente precisos. De qualquer forma, pequenos erros são compensados por dados de toda a temporada.

Nestas últimas semanas vimos uma das marcas mais raras da temporada. O Milwaukee Bucks fez nada menos que OITENTA E OITO pontos no primeiro tempo de um jogo contra o Washington Wizards! Foi só a oitava vez que um time marcou tantos pontos num primeiro tempo em toda a história da NBA. Como o Phoenix Suns marcou 107 (!!!) em 1990 eu não sei explicar…

E claro que o placar final também foi alto, com o Bucks marcando 151 pontos no total. Das cinco piores marcas da temporada em pontos sofridos, TRÊS são do Wizards: 159 , 152 e 151. As outras duas são de Atlanta Hawks e Houston Rockets (num jogo contra o próprio Wizards, o antológico 159 a 158 do começo da temporada).

Em 28 de Janeiro, ainda antes de trocar por D’Angelo Russell, o Minnesota Timberwolves lutava para sair de uma sequência incômoda de NOVE derrotas. A zica era maior ainda para Karl-Anthony Towns, que havia vencido um jogo pela última vez em 27 de NOVEMBRO do ano passado! Tudo parecia certo, afinal estavam em casa vencendo o Sacramento Kings por DEZESSETE pontos a 2:49 do fim do jogo. Bom, perderam…

Foi a 8.379ª vez que um time entrou nos três minutos finais perdendo por 17 ou mais pontos desde 1996, que foi quando a NBA começou a marcar o lance a lance de todos os jogos. Esta foi a PRIMEIRA em que o time que estava atrás conseguiu a virada. Bônus de bizarrice que a cesta que empatou o jogo veio nesse lance-livre errado de propósito por De’Aaron Fox em que o próprio armador pegou o rebote ofensivo:

Se ajuda, pelo menos outro dia o Wolves meteu VINTE E SEIS bolas de 3 pontos, recorde da história da franquia, e ganhou do todo poderoso Los Angeles Clippers.

O Houston Rockets também tinha uma vantagem grande contra o Utah Jazz, fora de casa, no mesmo dia do desastre do Wolves. Só que aqui a bizarrice não foi uma virada, mas uma CHUVA DE CONFETE a seis minutos do fim da partida!!! Alguém apertou o botão errado e uma derrota desastrosa em casa ficou um pouquinho mais constrangedora para o Jazz…

E nem foi a coisa mais bizarra desse jogo, essa foi a partida que o Rockets jogou sem James Harden, sem Russell Westbrook, sem Clint Capela, contra o time mais quente do Oeste e venceu graças a CINQUENTA PONTOS de Eric Gordon, primeiro jogador do Rockets a chegar a 50 pontos além de James Harden desde Hakeem Olajuwon em 1996:

A marca de Gordon ajudou a liga a fazer história também. Um dia antes Damian Lillard havia passado dos 50 pontos e no dia seguinte foi a vez de Khris Middleton, marcando assim apenas a SEGUNDA VEZ em toda a história da NBA que vimos três atuações de 50 pontos em três dias seguidos. A outra ocasião foi em 17, 18 e 19 de Janeiro de 1962, quando Wilt Chamberlain, Wilt Chamberlain e Wilt Chamberlain alcançaram a façanha. Pois é, teve jogos em três dias seguidos e o homem marcou mais de 50 em todos.

Com uma atuação de 50 pontos de Kyrie Irving poucos dias depois, a NBA teve quatro partidas de ao menos 50 pontos em seis dias, igualando uma marca de 2003, cortesia de Allan Houston, Kobe Bryant, Jamal Mashburn e Tracy McGrady:

Isso foi no meio de uma sequência absurda de Damian Lillard que durou algumas semanas. Ele alcançou a incrível marca de QUARENTA bolas de 3 pontos em cinco jogos (média de OITO por partida). Maior marca da história da NBA!

Agora um recorde assustador a respeito do All-Star Game: esse vai ser o primeiro Jogo das Estrelas sem um jogador do San Antonio Spurs desde… 1997!

E é mesmo um ano de mudanças. Neste ano teremos DEZ JOGADORES disputando o All-Star Game pela primeira vez: Brandon Ingram, Jayson Tatum, Domantas Sabonis, Rudy Gobert, Luka Doncic, Trae Young, Devin Booker, Pascal Siakam, Bam Adebayo e Donovan Mitchell. O único outro All-Star Game com tanta gente sendo eleita pela primeira vez foi o jogo de 1968!!!


FRANQUIAS DESASTROSAS DA SEMANA

Na última semana o Chicago Bulls conseguiu descer um pouquinho mais na sua eterna busca para enfim chegar ao fundo do poço. O time conseguiu a façanha de (1) marcar apenas 81 pontos em um jogo da NBA em 2020, (2) perder em casa do Sacramento Kings e (3) ficar SEM ÁGUA QUENTE NO PRÓPRIO VESTIÁRIO após a partida!

Outro time campeão de bobagem é, claro, o New York Knicks. Há pouco tempo eles demitiram o presidente Steve Mills e anunciaram a contratação de Steve Stoute como “consultor para reformulação de marca”. Pois não é que o responsável por limpar a imagem do Knicks não foi na TV e deu uma entrevista cheia de gafes que obrigou o time a soltar uma nota desmentindo tudo?!

O espertão disse na TV que um novo presidente seria contratado e que “essa mudança vai trazer um novo técnico e ele irá ajudar a desenvolver esses jogadores”. Ou seja, praticamente uma DEMISSÃO AO VIVO do atual técnico Mike Miller. A nota do time disse que Stoute não tem poder sobre as decisões da área do basquete do time. É só mico.

E quando a bobagem não vem de cima, os jogadores assumem pra eles a responsabilidade. O campeão das últimas semanas foi Marcus Morris, só depois trocado para o LA Clippers, que após uma briga com Jae Crowder  no jogo contra o Memphis Grizzlies disse que o rival tem “tendências femininas” em quadra, como simular faltas. É claro que depois veio o tradicional pedido de desculpas que ninguém acredita:

Nesse mesmo dia ainda rolou uma coisa em comum com a história do Chicago Bulls lá de cima: depois do jogo não tinha água nos vestiários! Mas dessa vez só no chuveiro dos adversários. Vingança por causa da briga?


TRETAS DA SEMANA

O Memphis Grizzlies está empolgado com suas vitórias e a confiança tá lá no céu. Nem vamos falar mais dessa briga com a galera do New York Knicks, que até rendeu tuíte engraçado de Jae Crowder, mas de outra contra um QUASE companheiro de time, Andre Iguodala. Em entrevista, Dillon Brooks disse que mal podia esperar por uma troca para poder jogar contra Iguodala e “mostrar para ele” o que é o Memphis. Mensagem apoiada pelo novato Ja Morant:

A molecada estava ofendida porque Iguodala não quis jogar pelo time após a troca do Golden State Warriors na offseason. Eles só esqueceram que o próprio que Grizzlies topou, deixando ele tirar uns meses de folga enquanto buscava uma troca vantajosa. De qualquer forma, a provocação estava feita e até Steph Curry entrou na discussão, defendendo o amigo e ex-companheiro:

Ja Morant respondeu ironicamente com uma foto de Kevin Durant e não fugiu da briga. Depois ele mesmo relembrou de todas as vezes que usou o Twitter para celebrar Curry e disse que “era e ainda sou um fã, mas não tenho medo dele”. Depois de trocado para o Miami Heat, Andre Iguodala fez o que todo veterano deve fazer em situações assim: minimizou tudo, elogiou a molecada e disse para Dillon Brooks cuidar bem do dinheiro da renovação de contrato.

Rolou um TRASH TALK pesado também entre Patrick Beverley e Jimmy Butler, mas só fora de quadra. O armador do LA Clippers disse que o rival adora falar e gritar dentro de casa em jogos “contra o Pacers“, mas que nos dois jogos contra Kawhi Leonard ele ficou quietinho:

Teve FIM DE TRETA também. Depois de tanta rivalidade, xingamentos e disputas históricas nos Playoffs, Damian Lillard e Russell Westbrook se abraçaram após uma partida entre Portland Trail Blazers e Houston Rockets e Dame postou uma foto dos dois no Instagram dizendo que “eles confundem competição com ódio”:


BOA AÇÃO DA SEMANA

Já há alguns anos que o Jared Dudley sempre distribui ingressos dos jogos do seu time. Ele fazia ano passado isso no Brooklyn Nets e agora repete com o Los Angeles Lakers, basta ter uma partida fora de casa e ele manda um tuíte pedindo que pessoas da cidade se manifestem para receber ingressos. No dia 25 de Janeiro ele ajudou um cara que queria levar seu pai, que é fã do Lakers desde os ANOS 60 (!!!) a ver um jogo ao vivo do seu time pela primeira vez. Bem legal!

Em Boston, Marcus Smart mostrou o lado super herói dos atletas profissionais. Praticamente no ar, enquanto pulava para salvar uma bola, ele percebeu uma criança doente na primeira fileira e mudou de caminho para não cair em cima dela. E depois do jogo ele ainda deu uma passadinha por lá pra ver se estava tudo certo com o garoto:

Por fim, outra boa ação veio do Denver Nuggets. Eles levaram ONZE MÃES de jogadores do time para Phoenix por um fim de semana: teve jantar com os filhos, dia no spa e um camarote no ginásio para assistir a partida contra o Suns. Um jeito legal de aproximar todo mundo e transformar um dia qualquer de temporada regular em um jogo especial:


DICAS DE LEITURA


SEPARADOS NO NASCIMENTO

A torcida do Brooklyn Nets resolveu GRITAR que Reggie Jackson era a cara de Bobby Shmurda, um rapper que estourou em 2014 com a música Hot Nigga. O armador do Detroit Pistons ouviu, acertou o lance-livre e celebrou com a “shmoney dance” que o artista tornou popular:

O Los Angeles Lakers também brincou de separados no nascimento e Danny Green revelou que sempre o comparam com o cantor Lionel Richie. Adivinha quem estava lá no ginásio e topou uma foto com o gêmeo perdido:


JOGADA BOLA PRESA DA SEMANA

A NBA viu um de seus maiores truques de ILUSIONISMO nessa semana. E nem veio das mãos e mentes criativas de Luka Doncic, Trae Young, LeBron James ou Nikola Jokic, mas do brutamontes Marqueese Chriss! Ele fez adversários, companheiros, narradores e até árbitros acreditarem que ele deu uma enterrada. Ingênuos…

Pelo jeito é algo ensaiado nos treinos do Golden State Warriors. Alguns jogos depois foi a vez do novato Alen Smailagić dar a sua enterrada FAKE. Só que dessa vez tenho a impressão que todo mundo percebeu que a bola não entrou…

E nessa semana temos HAT-TRICK do Warriors: Draymond Green simplesmente não bateu o lateral e só saiu driblando. Amigos, esse é o preço por vender a alma para o diabo nos últimos cinco anos.

O nível de atenção de Draymond é comparável com o de Jakob Poeltl, que foi entrar no jogo e só aí percebeu que estavam SEM O UNIFORME. É o tipo de erro que a gente imagina que vai custar a cabeça e a alma do jogador, mas o técnico Gregg Popovich só deu risada mesmo…

Outro cheio de truques foi Bojan Bogdanovic. Nem estamos falando do arremesso da vitória no último segundo contra o Houston Rockets sobre dois marcadores e caindo para trás, mas desse drible por entre as pernas de Kristaps Porzingis. Contra outro adversário isso tinha virado bicuda na testa…

Essa última aqui nem é exatamente uma JOGADA, mas uma obra de arte completa. Bem filmada, bem ensaiada, bem coreografada e, como bem dito pelo John Schuhmann, sem nenhum machucado no fim.


NOSTALGIA DA SEMANA

Uma enterrada fenomenal de LeBron James despertou a nostalgia em todos nós. Ela foi muito parecida com outra feita por Kobe Bryant há 19 anos na mesma cesta, no mesmo ginásio e com a mesma camisa do Los Angeles Lakers. Um SALVE também para quem fez a ótima edição para comparar as duas:

A imagem também rendeu uma das fotos mais ESPETACULARES dos últimos anos. A imagem foi capturada por Andrew D. Bernstein, famoso justamente por ter seguido a carreira de Kobe Bryant e tirado muitas de suas fotos mais famosas. Ele até falou sobre isso no The Athletic, aliás. Mas vamos lá, A FOTO:

LeBron

Depois LeBron disse que não foi uma homenagem consciente, apenas uma feliz coincidência. E se não fosse nossa mente dominada pelo trauma da perda do Kobe, poderíamos ter associado essa enterrada com outra muito parecida feita há 14 anos lá em Cleveland pelo mesmo LeBron!


MÚSICA DA SEMANA

O rapper Lil’ Wayne tem uma música chamada “Kobe Bryant” em homenagem ao jogador. O Los Angeles Lakers colocou a música para tocar no aquecimento de uma partida e Quinn Cook provou que é fã de verdade: sabia a letra inteira!

E falando em Kobe, segundo o LA Times, a viúva Vanessa Bryant aceitou receber as centenas e centenas de objetos que foram deixados no memorial improvisado na frente do Staples Center em Los Angeles.


PRECISAMOS TEMER OS ROBÔS?

Um pouco, mas ainda temos tempo.


INVASÃO DE PRIVACIDADE DA SEMANA

Deveriam ter filmado Kawhi Leonard no strip club? Não. Deveríamos publicar o vídeo aqui no Bola Presa? Também não. Mas ele está com cara de NADA e jogando dinheiro para o alto na frente de uma mulher rebolando. Desculpa, Kawhi.


NBA FASHION WEEK

Na semana retrasada Serge Ibaka e OG Anunoby discutiram feio sobre um assunto essencial para o Toronto Raptors: MODA. Enquanto Ibaka diz que ele não só se veste, “faz arte”, Anunoby estava tentando dizer que foi ele que colocou o companheiro de time no mundo da moda, que o introduziu à elite fashion. Ibaka fica ofendido e inconformado, mas o ala continua: “e os cachecóis?”

A resposta de Ibaka veio nos dias seguintes. Primeiro ele apareceu para um jogo com um cachecol maior que seis lençóis…

… depois deu um cachecol de presente para cada membro do time no avião durante uma viagem para Nova York:

O mais legal é que tudo isso aconteceu durante uma sequência de QUINZE VITÓRIAS seguidas do time e pouco depois do JJ Redick ter dado entrada em seu certificado de velhice ao dizer que hoje em dia os jogadores estão mais preocupados com o que vão vestir do que em vencer jogos de basquete.


PARÇAS DA SEMANA

Uma INVESTIGAÇÃO no Twitter percebeu uma tendência do ala Wes Iwundu, do Orlando Magic. Ele sempre posta quando sai para comer com os companheiros de time e ainda avisa em qual rede de restaurantes a galera decidiu se reunir. Mas, por algum motivo, quando eles saem para comer pizza ele resolve não fazer propaganda gratuita. E ele não respondeu a dúvida…

Vale amor entre ex-companheiros de time também. Kevin Durant e Steph Curry, ambos contundidos, compartilharam um longo abraço após a partida entre Golden State Warriors e Brooklyn Nets:

Teve amizade também com outro ex-Warriors, Andre Iguodala, que estreou pelo Miami Heat justamente contra o ex-time. E por que Klay Thompson fez o discurso ao invés de Curry? Porque ele perdeu no pedra-papel-tesoura, claro!

Depois de muito tentar, o Minnesota Timberwolves finalmente conseguiu trocar por D’Angelo Russell, amigo próximo, pessoal e de longa data de Karl-Anthony Towns. O pivô foi buscar o novo companheiro direto no aeroporto, com sua camisa pronta e muito, muito frio. Bromance total! Mas um comentário: por que diabos, em 2020, Russell usa esse tipo de câmera para filmar as coisas?!


SINCERIDADE DA SEMANA

Sem papas na língua, Spencer Dinwiddie mandou a RELA TOTAL de qualquer time no Leste: “Só não queremos ficar em oitavo, não queremos enfrentar Giannis. (…) Eu não consigo marcar Giannis. Me coloque em Jimmy (Butler), Jayson (Tatum), Ben (Simmons) ou Tobias (Harris), não Giannis”:


NOVOS TEMPOS DA SEMANA

Pedido de casamento constrangedor existe na NBA desde os tempos imemoriais, mas com a mulher fazendo o pedido foi novo. Curioso que ela arma o pedido, ela que ajoelha mas é ela que fica com a aliança, claro!


MOMENTO TACKO FALL FAZENDO COISAS DA SEMANA

Aí está o pivô Tacko Fall, no alto altíssimo dos seus 2,26m de altura, andando de KART:


DEDO NA BOCA DA SEMANA

O título é autoexplicativo. O Washington Wizards ganhou uma partida no último segundo e aconteceu isso aí com o Rui Hachimura:


VINGANÇA SINGELA DA SEMANA

No jogo entre Brooklyn Nets e Indiana Pacers, o Jeremy Lamb resolveu provocar o rival DeAndre Jordan cumprimentando ele após um lance-livre errado. Mas o pivô foi lá, acertou o segundo e ficou PERSEGUINDO Lamb para um novo high-five:


BABY DA SEMANA

O MVP Giannis Antetokounmpo teve o seu primeiro filho, Liam Charles. Ele deve ser uma fofura, mas o papai preferiu não mostrar o rosto do bebê:

E ele ainda se disse esperançoso com os PODERES MÁGICOS do menino: “Veja o Fred VanVleet, ele começou a acertar todos aqueles arremessos quando teve seu filho. Talvez aconteça comigo também”.


ARREMESSO (E TÉCNICO) DA SEMANA

Nenhum arremesso em toda a temporada da NBA foi tão impressionante quanto o de Steven Adams nesta quinta-feira. Do outro lado da quadra, com uma mão só, praticamente sem fazer força, só com a munheca. E o cara que nunca sorri até mostrou os dentes e fez uma DANCINHA à lá Steph Curry. Que momento!

Mas o mais legal é a história por trás do arremesso: alguns dias antes Adams tentou outra bola de último segundo do meio da quadra, mas fez o movimento normal de arremesso e foi um desastre. Chris Paul então foi até ele e mostrou que o chute deveria ser feito com uma mão só, como num lançamento de beisebol. Lição aprendida!


MASCOTES POWER RANKING

Os CINCO pontos da semana vão para o Burnie, que não deixou essa galera do futebol americano roubar a cena só porque o Superbowl foi em Miami. Ele deu uma lição nas pelúcias do San Francisco 49ers e do Kansas City Chiefs:

Quem também recebe CINCO PONTOS é o Harry The Hawk, que fez a alegria dos funcionários do Atlanta Hawks com flores, bombons e todo o carinho que só um ser de pelúcia pode levar:

Já os DEZ PONTOS da rodada vão para o Jazz Bear porque fazer backflip de bicicleta não é pra qualquer um, simples assim:

E se você acha pouco, ele também deu show ao lado das cheerleaders do Jazz. Diria que foi a dançarina mais bonita e talentosa da apresentação, não que eu seja puxa-saco de mascote…

RANKING
Coyote – 45
Stuff – 30
Benny e Jazz Bear – 25
Rocky, Clutch e Bango- 15
Raptor, Burnie, Slamson e Crunch – 10
Harry, Bango, Boomer e Blaze – 5


 

BÔNUS DE MASCOTE

O que é mais legal? (1) um restaurante japonês ter mascote; (2) o Botafogo contratar o Keisuke Honda; (3) o mascote do restaurante dançar com a bandeira do Japão para recepcionar o jogador ou (4) todas as anteriores

Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

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