🔒Filtro Bola Presa #70

Bem amigos ASSINANTES, chegou a hora de mais um Filtro Bola Presa. Nesta semana a Jogada Bola Presa é o filé mignon do post: a capacidade dos melhores jogadores do mundo de às vezes produzirem lances BISONHOS é fascinante demais. Só não digo que é como um acidente de trem porque não sou o Danilo.

PRIMEIRAS VEZES DA SEMANA

Duas boas notícias nesta semana para quem busca maior diversidade no lado da cartolagem do basquete. Começamos com o ex-jogador Shareef Abdur-Rahim, que se tornou presidente da G-League, a liga de desenvolvimento da NBA. Ele é o primeiro muçulmano a presidir uma liga esportiva profissional nos EUA:

Para quem não lembra, Abdur-Rahim, que já trabalhava na NBA, teve uma carreira de muito AZAR. Ele jogou 12 anos na liga, foi All-Star uma vez e teve média de ao menos 20 pontos por jogo em 5 temporadas. Sabe quantos jogos de Playoff ele disputou na vida? SEIS. Se classificou uma vez, perdeu na primeira rodada com o Sacramento Kings em 2005-06. Ele começou a carreira no então Vancouver Grizzlies, um time novo e fraco, depois foi para o Atlanta Hawks também em reconstrução e saiu justo quando eles trouxeram Joe Johnson. No Kings, chegou justo quando o grande time de Chris Webber e Mike Bibby estava se desmanchando.

Voltando à diversidade: o Indiana Pacers anunciou Kelly Krauskopf como nova assistente do General Manager Kevin Pritchard, ela é a primeira mulher a assumir um cargo desse porte na direção de um time da NBA. Krauskopf já foi presidente do Indiana Fever da WNBA e trabalhou no USA Basketball ajudando a formar as seleções americanas.

A coisa mais legal disso é ver a NBA abrindo portas para quem é bom, sem distinção de raça, gênero ou religião. Por outro lado, vale um exercício de extrapolação: com Sue Bird, Becky Hammon e agora Kelly Krauskopf pulando da WNBA para a NBA, há um risco da liga de basquete feminino ir aos poucos perdendo seus maiores nomes por não chegar nem perto da liga masculina nos salários? Ainda é muito cedo para cravar qualquer tendência, mas é curioso pensar em como a cabeça aberta da NBA pode atrair tantos nomes da WNBA que acabe prejudicando sua liga “irmã”.


JOGADAS BOLA PRESA DA SEMANA

Vamos começar com DEFESA! Desde que Jimmy Butler foi embora o Wolves melhorou muito defensivamente (não dava pra piorar, né?) e até está mostrando algo que não víamos lá faz tempo, RAÇA! A vontade de marcar é tanta que alguns extrapolam os limites do bom senso: Taj Gibson usou seu TÊNIS para tentar dar um toco em Nemanja Bjelica!

Méritos também para Kyle O’Quinn, que mesmo a CINCO METROS de distância do seu oponente e, detalhe, NO BANCO DE RESERVAS, fez o que pode para evitar uma bandeja de Eric Bledsoe:

Essa jogada a distância deu certo em outra situação, mas claro que foi na situação ERRADA. Channing Frye fintou Joel Embiid e se viu numa rara situação de infiltração no garrafão. Aí bateu o desespero e ao invés de encarar a enterrada, inventou de mandar um passe para a zona morta para Collin Sexton… que estava fora do jogo:

Em defesa de Frye, Sexton não só estava livre como parecia estar PEDINDO A BOLA. Vendo depois parece mais que ele estava pedindo uma enterrada do veterano, mas perdoamos o pivô nessa aqui. Quer dizer, EU perdoo, seu antigo companheiro e amigo LeBron James não perdoou não:

O pivô do Cavs precisa assistir esse passe do novato Radions Kurucs, do Brooklyn Nets, para se sentir melhor sobre seu desastre. Esse aqui não tem qualquer explicação:

(Falando em Kurucs, vale ler este texto aqui onde ele conta que está finalmente voltando a gostar de basquete após três anos de pouco jogar no Barcelona)

Em Toronto, o melhor time do Leste tenta inovar: OG Anunoby e Serge Ibaka fizeram corta-luzes e dançara QUADRILHA ao mesmo tempo! Nem sei dizer se isso é LEGAL:


JOGADA BOLA PRESA BÔNUS DA SEMANA

Você, assinante de R$9 mangos, fica imaginando como é a Pelada Bola Presa que mensalmente fazemos com os assinantes de R$20 do grupo do Facebook? Seguem imagens exclusivas:


JOGADA BOLA PRESA DO BEM DA SEMANA

Como já explicamos aqui, nem toda Jogada Bola Presa é um desastre, só a maioria. Mas tem outras que nos conquistam por outros motivos, como esse floater de Luka Doncic que poderia passar por cima de 8 Rudy Goberts empilhados e ainda escaparia do toco:

Como se o Twitter precisasse de mais motivos para amar Lukinha, né?!

Pontos também para essa enterrada do novato Josh Okogie que derrubou TRÊS ADVERSÁRIOS. Como bem apontou o Rob Perez no tweet abaixo, o lance produziu ONDAS DE CHOQUE:


FRASE DA SEMANA

O armador Spencer Dinwiddie, que acabou de renovar contrato com o Brooklyn Nets, mandou essa sobre os momentos em que ganha confiança em quadra:

Quando eu acerto duas bolas de 3 pontos em sequência, sinto que sou Steph. Acertou alguns arremessos e, cara, sinto que tenho 1,90m e a pele mais clara

Acho que esse é um dos maiores elogios que já vi para Steph Curry! É o equivalente a um goleiro profissional pular para pegar um pênalti enquanto grita “Cáaaaassio!” #clubismo


APITOS DA SEMANA

Foi uma semana movimentada para a conta oficial dos árbitros da NBA no Twitter, a @OfficialNBARefs. Primeiro eles foram com tudo para cima de Chris Webber, que em uma transmissão de TV tinha dado informações erradas sobre algumas marcações de falta. “Por que é difícil educar os fãs sobre as regras? É isso que enfrentamos” disse a conta, que ainda marcou o ex-jogador.

Kyle Kuzma, que estava PUTAÇO com os juízes pelas faltas que haviam marcado nele nessa partida entre LA Lakers e Houston Rockets, fez uma pergunta bastante relevante: “podemos ser multados se respondermos a essa conta?”. Como na NBA qualquer reclamaçãozinha pública custa uns 15 mil dólares, vale o questionamento antes de abrir o bico e o teclado:

A choradeira do LA Lakers sobre as faltas nessa partida rendeu uma das frases mais sinceras do ano vindo do rival PJ Tucker:

Nem penso nisso. A gente também chora tanto quanto qualquer outro time. Todos reclamam. E todos acham que os adversários são mais beneficiados quando reclamam. Quem se importa?

Os árbitros precisam tomar cuidado. Se nesse dia eles tinham razão, em outras tantas eles seriam obrigados a se desculpar, como aconteceu no jogo seguinte do Rockets, onde foram bombardeado por mensagens e tiveram que admitir que, sim, James Harden correu uma meia-maratona no seu step back sobre Ricky Rubio:

Ainda bem, porque Isaiah Thomas já tinha dito que “iria se tornar imparával” se isso fosse legal.


LEBRONS DA SEMANA

No mundo de (muitos) altos e (muitos) baixos do apaixonante LA Lakers, o auge chegou na partida do último fim de semana contra o Charlotte Hornets. A defesa funcionou, os contra-ataques foram imparáveis, venceram por 30 pontos de diferença e o o time alcançou uma marca raríssima: DOIS jogadores alcançaram um triple-double na mesma partida! LeBron James fez 24 pontos, 12 rebotes e 11 assistências enquanto Lonzo Ball marcou 16 pontos, 10 assistências e 10 rebotes.

A última vez que uma dupla fez isso foi com Vince Carter e Jason Kidd em 2007. No Lakers, a última dupla a alcançar a marca foi em 1982, com Magic Johnson e Kareem Abdul-Jabbar:

Na história da NBA, essa foi apenas a NONA dupla a alcançar o feito =0

O dia dos sonhos foi legal, mas poucos dias depois tá lá o LA Lakers perdendo para o Brooklyn Nets. E pior, LeBron ainda tomou O TOCO DO ANO de Jarrett Allen:

A ESPN foi atrás para saber quantas vezes LeBron James tomou tocos na carreira ao tentar enterradas. Calhou que foram míseros OITO TOCOS em 1.850 enterradas ao longo da carreira!!! Ele chegou a passar SETE ANOS sem tomar toco nesses lances! Segue a lista dos heróis, com destaque para Amar’e Stoudemire, que garantiu os dois primeiros:

Captura de Tela 2018-12-19 às 4.24.34 PM

Quer ver todos eles? Tem vídeo! Destaque para Myles Turner, que fez o mais bonito, e Mason Plumlee, que garantiu uma vitória no ÚLTIMO SEGUNDO para o Nets em 2014:

Depois do jogo contra o Nets, mau humorado com a derrota e o toco, LeBron usou toda sua energia para sorrir por MEIO SEGUNDO para garantir uma boa selfie à torcedora que invadiu a quadra:


ESTATÍSTICAS DA SEMANA

A defesa mais feroz da NBA fez mais uma vítima. O Memphis Grizzlies já segurou SEIS oponentes a menos de 90 pontos nesta temporada, e não foram quaisquer times, eles têm, em média 110 pontos por jogo. É nosso Memphão parando os melhores ataques da liga em uma temporada marcada pelos placares elásticos:

Número assustador vindo da Philadelphia: Joel Embiid tem a maior queda de produtividade da NBA nos segundos tempos dos jogos. O saldo do Sixers com Embiidão em quadra é de +8.7/48 minutos nos primeiros tempos e cai para +0.9 nas etapas finais.


BULLYING DA SEMANA

Não foi uma semana fácil para fazer amiguinhos na liga. Começamos com a triste situação de Josh Hart, que é oficialmente o cara que mais fica no vácuo ao tentar cumprimentar os companheiros em toda a NBA. Confira comigo os melhores momentos:

Há também o bullying vindo não dos colegas, mas do PATRÃO. Caso que aconteceu com o Charlotte Hornets: o jovem Malik Monk saiu correndo para fora da quadra após a vitória do time sobre o Detroit Pistons na última quarta-feira, cortesia de um arremesso de último segundo de Jeremy Lamb. Acontece que a vitória não tinha realmente acontecido ainda porque o arremesso não tinha sido exatamente no último segundo!

Os juízes ainda deram uns décimos de segundo para o Pistons tentar um milagre e a diferença de DOIS pontos caiu para UM quando Monk recebeu uma FALTA TÉCNICA por ter saído da quadra antes da hora! Dono do time, Michael Jordan ficou PUTAÇO com Monk e deu o que chamaríamos na década passada de um “PEDALA ROBINHO” no seu jovem jogador. Acho que Jordan bateria nele com um taco de golfe se a diferença estivesse em um ponto só.

Mas o melhor bullying aconteceu no jogo entre Denver Nuggets e OKC Thunder. Após uma briguinha na bola ao alto, Russell Westbrook fez questão de falar que estava bem, estava sossegado, estava tranquilo e… VOU FODER COM VOCÊ! Acho que estava tudo bem com todo mundo, menos com Nikola Jokic:

Teve treta antiga também: em JANEIRO, o NY Knicks ganhou do Phoenix Suns e Enes Kanter trollou Devin Booker com um “segura essa derrota”no Twitter:

Mas não importa que isso tudo foi ONZE meses atrás, o menino não esqueceu. O Suns venceu o Knicks na última semana e Booker respondeu ao tweet com “pick-and-roll no número 00 toda jogada”, em referência ao pedido de todo técnico para atacar o pivô rival:

Para terminar, o Kings foi cutucar Steph Curry mostrando imagens do HOMEM NA LUA enquanto apresentava o quinteto inicial do Warriors em Sacramento. O armador, que agora diz que estava brincando quando falou que achava que o homem não tinha ido à Lua, só deu risada:


TORCEDORES DA SEMANA

Em Miami, um torcedor atiçou a curiosidade da conta oficial do Heat: o que ele falou? Por que trocaram de lugar depois dessa cochichada? Meu palpite: superstição pura. Placar apertado e algo precisava ser feito!

Se teve lábia por lá para convencer a companheira, faltou para o cara que se viu no telão e achou que automaticamente era KISS CAM. Calma, rapaz!

Em Indianápolis mais um exemplo de como o JOGO DA VELHA pode ficar muito mais complexo do que parece quando os envolvidos estão correndo loucamente e sem oxigênio no cérebro:


DICAS DE LEITURA

Outra dica é esse texto do Undefeated onde eles entrevistam diversos atletas não americanos e negros para que eles contem como foi a adaptação deles à vida nos EUA, como lidam com o racismo de lá e com a cultura negra americana. Estão presentes veteranos como Tony Parker e Nenê e jovens como Dante Exum e Clint Capela.

É curioso ouvir Capela e Nenê falando não só da barreira da língua, mas da barreira das GÍRIAS usadas pelos negros americanos que dominam a NBA. Outra parte que revela muito da personalidade de cada um e de como enxergam os EUA é a pergunta sobre se planejam continuar morando por lá quando saírem da NBA. Parker diz que irá voltar para San Antonio, Nenê também pretende manter a família por lá, mas Capela e Thabo Sefolosha deixam claro que não compartilham de diversos valores americanos e que preferem voltar para a Europa.

Capela também fala de como a cultura dentro da quadra é diferente. Na Europa há mais cooperação, na NBA há a exigência de que você esteja sempre provando que merece estar lá:


PROGRAMA DE TV JAPONÊS DA SEMANA

Na última offseason Steph Curry foi para o Japão e fez diversas aparições na TV local. Várias viralizaram no ocidente na época, mas por algum motivo essa aqui só foi cair nas redes sociais agora:

Não seria chato ter essa versão do Campeonato de 3 Pontos também no All-Star Weekend! De qualquer forma, fica a lição: devemos imitar tudo que o Japão faz na sua TV.


ASSASSINO DE NARRADOR DA SEMANA

Por que gostam tanto de Matthew Dallavedova em Cleveland? Porque só ele é PIRADO o bastante para fazer jogadas assim:


TEORIA DA CONSPIRAÇÃO DA SEMANA

As melhores conspirações são aquelas que são tão criativas e bem feitas que você passa a TORCER para que sejam reais. Olha essa que apareceu no Reddit:

Captura de Tela 2018-12-18 às 7.24.52 PM

Confira comigo na tradução:

Pense bem. Dirk Nowitzki e Steve Nash chegaram em Dallas em Junho de 1998 e imediatamente se apaixonaram. Eles estavam sempre saindo juntos, jogando basquete, fazendo coisas que os melhores fazem. Magicamente, Luka nasce em 28 de Fevereiro de 1999, exatos NOVE MESES depois que nossos garotos se conhecem. Ele está bem entre os dois na sua altura, herdou a habilidade dos dois de arremessar, tem o passe e o controle de bola de Nash e o instinto assassino de Dirk. Acho que podemos dizer com 100% de certeza que Luka é o filho de Nash e Nowitzki. Não posso ser convencido do contrário.

Nem nós.


SCOUT DA SEMANA

Pelo jeito o relatório do OKC Thunder sobre o Denver Nuggets deixou algo importante de lado ao falar de Jokic: seu primeiro nome…

Na Universidade Siena, o scout não é feito com nomes incompletos, mas ERRADOS mesmo. Na hora de explicar para os meninos como marcar um rival novo, eles usam terminologia como “esse é um Rondo” ou “esse é um Curry” para que eles já saibam de imediato como o cara pode ser uma ameaça. Criativo.


MOMENTO TIME UNIDO DA SEMANA

Sempre vira notícia quando tem briga no Golden State Warriors, mas deveria virar também quando eles se mostram um grupo unido. Como já aconteceu outras vezes no passado, de novo o elenco se reuniu para prestigiar um momento importante de um de seus membros menos famosos. Dessa vez foi Kevon Looney, que teve sua camisa aposentada na escola onde estudou o colegial em Milwaukee. A cerimônia contou com a presença de Steph Curry, Klay Thompson, Kevin Durant e companhia:

Ainda no Golden State Warriors, vale destaque para essa entrevista que o Draymond Green deu ao voltar de lesão. Ao comentar sobre o que mais sentia falta nesses jogos que viu de longe, citou uma postagem que viu no Instagram. Era um vídeo de uma briga/discussão/provocação entre Patrick Beverley e Russell Westbrook, onde nos comentários tinha um saudoso Gilbert Arenas dizendo que era daquilo que ele mais sentiu falta na aposentadoria: a provocação, a competitividade, o trash talk. Green funciona na base da provocação também.

Talvez o Warriors precise mais de Draymond Green motivado com brigas então, porque essa é a PIOR temporada da equipe na Era Steve Kerr. A décima derrota deles na temporada veio no dia 12 de dezembro, antes disso ela só tinha chegado em 2o de Janeiro (2017-18), 22 de Fevereiro (2014-15), 28 de Fevereiro (2016-17) ou… NUNCA (2015-16), no ano em que quebraram o recorde da história da liga e acabaram o ano com 73 vitórias e 9 derrotas.

Será que está faltando FOCO para o elenco do Warriors? Não sei, responde aí Klay:


BOA AÇÃO DA SEMANA

O nosso querido ex-jogador Dikembe Mutombo sempre fez caridade no Congo, país onde nasceu. Nessa última semana ele mandou trazer para os EUA um menino de 8 anos que precisava com urgência retirar um tumor do rosto. Ele foi até buscar o moleque no aeroporto:

Em Cleveland, jogadores do Cavs foram visitar um garoto de três anos que está com câncer e expectativa de vida de duas semanas. Com direito a Kevin Love vestido de ELFO, eles conseguiram “colocar um sorriso no rosto da minha família” segundo depoimento da tia do garotinho:


MASCOTES POWER RANKING

O vencedor desta semana é o Grizz, mascote do nosso Memphão que voltou a homenagear a LUTA LIVRE, paixão da cidade de Memphis. Os 10 pontos poderiam vir só pela roupa, mas vai para a performance inteira:

A fase do Denver Nuggets é tão boa que até o Rocky está indo além dos simples arremessos do meio da quadra: 5 pontos para o mascote do grande time desta temporada!

RANKING

Bango – 30
Franklin – 25
Benny – 15
Grizz, Coyote, Hugo, Stuff, Raptor e Clutch – 10
Champ, Harry, Moondog, Rocky e Rumble – 5

Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

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