🔒Filtro Bola Presa #84

O PENÚLTIMO Filtro Bola Presa da temporada 2018-19 está no ar! Em um ensaio para o fim da temporada temos Boban Marjanovic imitando Kobe Bryant, um novo Boban na NCAA, muitas camisetas aposentadas, língua de vaca, camarão apimentado, cookies deliciosos e QUATRO histórias muito legais sobre o Milwaukee Bucks. Seja um assinante e confira!

FENÔMENO DA SEMANA

Na última semana a internet basqueteira dos EUA só falou sobre o NCAA Tournament, o grande mata-mata onde um monte de pirralho joga basquete de qualidade nem sempre alta mas sempre emocionante. Mas se Zion Williamson dominou as manchetes nesta temporada, outro jogador ganhou as redes sociais. O basquete universitário tem seu próprio Boban, mas com uma Força Nominal ainda maior: Tacko Fall, o menino de 2,28m.

Não quero transformar o cara em circo, mas é que a humanidade é fascinante mesmo. E se precisar de outra imagem para ficar impressionado com Tacko Fall, olha como ele AJOELHADO fica na mesma altura de um reles mortal:


HOMENAGENS DA SEMANA

Quem começa a acompanhar a NBA sempre fica curioso para saber como funcionam as camisetas aposentadas em cada franquia. Como as homenagens acontecem? Quem decide? Qual é o critério? E a resposta é que cada um faz o que quer, como quer e quando quer. Nessa semana, por exemplo, vimos três aposentadorias de número com histórias bem diferentes.

Em Miami, o Heat decidiu aposentar o número 1 de Chris Bosh. O ala passou só seis temporadas no time e chegou a brigar com a franquia nos últimos anos porque queria jogar mesmo sabendo do risco de MORRER que corria devido aos coágulos de sangue. No fim das contas Bosh aceitou a aposentadoria forçada e se reaproximou de Pat Riley e do Miami Heat, que decidiu homenagear o jogador que não atuou lá por muito tempo, mas que foi parte fundamental dos anos mais marcantes da história da franquia e foi embora com dois títulos:

E se alguém tiver muito tempo livre, neste link tem o discurso de TREZE MINUTOS que ele fez no evento. Eu acho que Chris Bosh merecia a homenagem só por disseminar a arte do VIDEO BOMB:

Já o Milwaukee Bucks optou por outra rota completamente diferente. Eles aposentaram a camisa 8 de Marques Johnson VINTE E CINCO ANOS depois dele ter deixado a franquia. O ala jogou pelo Bucks de 1977 a 1894, foi All-Star quatro vezes pela franquia e um dos principais nomes do time em uma época onde eram uma das potências do Leste. Certamente um grande jogador, mas um que o Bucks resolveu imortalizar em seu ginásio apenas agora:

Por fim, o San Antonio Spurs aposentou a camisa número 20 de Manu Ginóbili. Aqui é o caso óbvio: uma VIDA dentro da mesma franquia, quatro títulos e possivelmente o nome mais IDOLATRADO pela torcida de San Antonio. Aqui não houve nem hesitação e a homenagem rolou nem um ano depois da aposentadoria do argentino.

A cerimônia foi linda e eu gosto dessa nova tendência de fazer tudo ao fim do jogo, não no intervalo, com tempo para todos falarem, se divertirem e sem quebrar o ritmo do jogo. A show completo com quase UMA HORA está neste link, aqui no Filtro vale destacar Tim Duncan relembrando de quando o Spurs draftou mais um cara desconhecido lá no fim da segunda rodada…

Outro momento glorioso foi esse flagra do BANHEIRO do AT&T Center que revelou que todos no ginásio estavam usando camisetas de Manu Ginóbili e tinham tomado cerveja demais:

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FALTA DA SEMANA

O lance parece brincadeira de criança, mas também parece agressão e também falta mais grave da carreira de De’Aaron Fox, mas na verdade o jogador do Sacramento Kings SOFREU a falta de Derrick White, segundo a arbitragem. Gregg Popovich ficou PUTO demais, mas acho que os árbitros têm um bom ponto aqui:

Mas não é só porrada desastrosa na semana de De’Aaron Fox. Ele também deu um dos passes mais espertos e precisos da temporada, um tapinha para ganhar a dívida que caiu na mão do companheiro Buddy Hield para uma bandeja:


‘QUEM É MELHOR’ DA SEMANA?

Vocês sabem que a gente aqui no Bola Presa ODEIA esse papo de “quem é melhor?” que toma conta de toda santa discussão esportiva no mundo. É raso, bobo, sem resposta certa, não leva a lugar nenhum, não é divertido e ainda rouba tempo e espaço de discussões mais relevantes. Dito isso, existe sim uma maneira de fazer a gente responder qualquer pergunta desse tipo. É só usar a mesma estratégia que usaram com Kobe Bryant: “liste esses jogadores do melhor ao pior ou coma uma LÍNGUA DE VACA”:

Fica a dúvida se Kobe iria comer a língua numa boa ou se iria CHORAR como fez o vencedor de um concurso de comer camarões apimentados no intervalo do jogo do Indiana Pacers. Sim, isso aconteceu. Tem até close da lágrima em slow motion no final!

 


ESTATÍSTICAS DA SEMANA

O Milwaukee Bucks, líder da Conferência Leste, tem a melhor defesa desta temporada. O esquema do técnico Mike Budenholzer é ótimo mesmo, mas o John Schuhmann percebeu uma coisa interessante: o Bucks é o time que tem menos jogos contra os melhores ataques da NBA (Warriors, Rockets, Bucks, Blazers, Nuggets, Raptors, Spurs, Sixers, Clippers e Celtics).

Em parte isso acontece porque a maioria dos times é do Oeste, em parte porque o próprio Bucks não pode se enfrentar e em parte porque o calendário quis assim a essa altura do ano. Mas o mais interessante da tabela é ver quais times tem as melhores defesas da NBA considerando só os jogos contra esses melhores ataques. Nesse caso o líder é o Utah Jazz, seguido do OKC Thunder e só então o Milwaukee Bucks.

E falando em defesa do OKC Thunder, eles deram uma das SURRAS mais impressionantes da temporada ao fazer um 24 a ZERO contra o Indiana Pacers na última semana. Foi a maior sequência de pontos marcados sem sofrer nenhum pelo time desde 2015. Considerando que o Thunder venceu o jogo por só OITO de vantagem, esses minutos fizeram toda a diferença…

O Kirk Goldsberry atualizou sua lista de cestinhas de cada ponto da quadra, mas dessa vez ele contou por APROVEITAMENTO, não por quantidade de arremessos marcados. Kevin Durant segue líder da meia distância dos cantos, mas agora divide a área com Jeremy Lin e Bryn Forbes ao invés de DeMar DeRozan e LaMarcus Aldridge. Giannis, claro, lidera no garrafão:


DIA DA MENTIRA DA SEMANA

O jornalista Mike Wise, que escreve para diversos veículos hoje mas que fez sua carreira no New York Times, contou um causo de 1º de Abril do qual foi alvo em um jogo da NBA no longínquo ano de 1996:

“Uma cheerleader do Cavs chegou em mim em um jogo de 1996 contra o NY Knicks e disse: ‘Você é o Mike Wise do NY Times? Meu deus, eu leio tudo o que você escreve’. Fui falar com ela depois do jogo e ela me dispensou. Entrei no vestiário e Patrick Ewing sorriu e disse ‘Primeiro de Abril’.

Ele conta que o Relações Públicas do time e Patrick Ewing organizaram a pegadinha e combinaram tudo com a cheerleader. “Eu realmente pensei ‘Uau, uma cheerleader linda do Cavs me lê'”, admitiu o coitado do jornalista.


GRANDES HISTÓRIAS DO MILWAUKEE BUCKS DA SEMANA

CAUSO UM

A Malika Andrews, da ESPN, contou com maestria a história por trás de um dos grandes investimentos do Milwaukee Bucks nesta temporada, o seu banco de reservas. Não estou falando dos jogadores que compõem o banco do time, estou falando do próprio OBJETO banco, aquelas cadeiras onde a galera que não está jogando fica sentada mesmo.

O projeto do banco durou TRÊS ANOS, envolveu 12 estudantes da Universidade do Colorado, uma pesquisa neozelandesa e seis protótipos. Tudo para chegar num banco que se ajusta a altura do jogador e se mantém sempre em 41º, temperatura considerada ideal para manter a musculatura quente enquanto o atleta descansa.

BucksBench

Segundo os depoimentos dos jogadores, eles são APAIXONADOS pela parte de poder ajustar a altura em relação ao chão por causa dos tamanhos diferentes (alguns enormes) de pernas que cada um tem. Já dizem até que os jogadores visitantes costumam tirar uns minutos antes do aquecimento para sentar lá e fuçar as funcionalidades, embora algumas delas estejam disponíveis apenas no banco dos jogadores do Bucks. É tecnologia, mas ainda é competição.

CAUSO DOIS

O The Ringer contou um dos casos mais loucos de “jogar tudo para o alto” que eu já ouvi. Kane Pitman, de 27 anos, largou seu emprego na AUSTRÁLIA para se mudar para os Estados Unidos e cobrir o Milwaukee Bucks por conta própria. Ele conseguiu o visto com a ajuda de um site australiano e foi para lá com a cara e a coragem, conseguindo vender matérias de tempos em tempos para a ESPN Australia ou para Melbourne Sun, jornal do seu país. E por que Milwaukee? O maluco virou fã do time na época de Ray Allen e Sam Cassell no começo do século e seguiu mesmo nas fases ruins.

O que ele faz é ser um beat writer, termo que designa aqueles jornalistas que seguem um time o tempo todo. Os caras cobrem todos os treinos, pré-jogo, pós-jogo, seja em casa, seja fora. O hobby é caro e volta e meia Pitman está pegando ônibus de madrugada para não passar uma noite a mais em hotéis Estados Unidos afora. Ele diz que as pessoas sempre dizem que o que ele fez é muito legal e a resposta padrão é “vai ser mais legal se der certo”.  Se não rolar um emprego fixo até o fim da temporada, ele irá voltar para a Austrália.

O coitado do cara tem duas coisas a seu favor, ao menos: o Bucks tem a melhor campanha da liga e, logo, o resto do mundo está interessado no que acontece lá. E ele também é um raro jornalista que segue o Bucks, um time de uma cidade pequena e que está mais interessada em futebol americano, hóquei, esportes universitários ou qualquer outra coisa. Se treinos do LA Lakers ou do Houston Rockets são disputados a tapa, os do Bucks costumam ter meia dúzia de pessoas.

CAUSO TRÊS

Talvez uma história mais relevante sobre o time seja a da pequena Lily, de 11 anos, uma fã de Giannis Antetokounmpo. Ela vive em Stoughton, a cerca de uma hora de Milwaukee, e ficou na fila com outras DUAS MIL PESSOAS para tentar conhecer o Greek Freak, seu atleta favorito. Ela não só conseguiu conhecê-lo e ter sua camisa autografada como também entregou a ele uma pasta com os desenhos que fez do jogador no último ano. Ele e ela se emocionaram:

O pai contou que sempre deixou claro para a filha que ela talvez nunca o encontrasse, mas a chance apareceu e eles esperaram pacientemente por SEIS HORAS no local pelo momento. Parece que valeu a pena! E um detalhe curioso revelado nos comentários do vídeo: aos 37 segundos dá pra ouvir a mãe do jogador, que está sentada ao seu lado, falando “Agkalia pali Agkalia”, um pedido para que Giannis abrace a menina. #FOFODEMAIS!

CAUSO QUATRO

Já se apaixonou pelo time com essas histórias? Então se prepara: o Milwaukee Bucks se tornou apenas o OITAVO time na história da NBA a ganhar ao menos 45 jogos por 10 pontos ou mais de diferença. O que os outros tem em comum? Todos foram campeões!


DICAS DE LEITURA

Mas se você vai ler alguma coisa gringa essa semana, leia a história da “Cookie Mom” no The Athletic. Garanto que vale a assinatura do material deles tanto quanto vale a nossa =)

O James L. Eduards III escreveu uma matéria deliciosa sobre Diane Simon, uma mulher que aparece em quase todos os jogos do Cleveland Cavaliers (e alguns de Pistons e Bulls) só para oferecer cookies deliciosos aos jogadores e técnicos dos dois times. O texto mostra um confuso novato Josh Okogie querendo saber por que uma mulher aleatória queria lhe dar doces de graça dentro do ginásio, mas Taj Gibson, veterano, apareceu para explicar.

Diane Simon costumava ser babá para filhos de jogadores do Cavs nos anos 1970. Os caras acabavam mudando de time e eventualmente voltavam para jogar contra o Cavs, então Diane preparava cookies e outros doces e levava para eles no hotel. Até que um dia Jim Cleamons, que jogou oito temporadas na NBA e depois seguiu na liga como assistente, um dia a chamou para uma partida. Ele hesitou em aceitar o ingresso de graça, mas topou e em troca preparou cookies como agradecimento.

Começou assim uma rotina que sobrevive por décadas até hoje. Ela é convidada para os jogos, leva cookies para os jogadores, nunca cobra nada pelos doces ou pela viagem até o ginásio e em troca só quer uma pequena conversa e o carinho das pessoas que, pouco a pouco, se tornam amigos.

“Eu comecei com um Tupperware, mas Michael Jordan, Scottie (Pippen) e Ron Harper ficavam falando ‘eu não quero ninguém encostando nos meus cookies’, então comecei a trazer latinhas para cada um”, conta Diane.

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Reggie Jackson, que aprendeu sobre ela quando visitava Cleveland, Detroit ou Chicago pelo Thunder, agora convive mais com ela jogando pelo Pistons e resumiu a relação dos jogadores com a “Cookie Mom”

“Quando você é jovem, você hesita até ver como os veteranos lidam com ela. Ela é parte da fraternidade conhecida como NBA. Todos estão bem com ela, todos conhecem ela. Ela faz tudo de bom coração e, acho, que pelo amor ao jogo e aos atletas. Todos amam tudo sobre ela”.


IMAGINÁRIO POPULAR DA SEMANA

Fiquei feliz nessa semana quando nosso leitor Alexandre Baquero viu uma sequência de lances legais e logo pensou… no Filtro!

É um pouco ofensivo e um pouco hilário toda vez que a torcida se envolve loucamente nos lances-livres dos adversários não por causa do jogo, mas porque querem milk-shake, frango frito ou sei lá mais o que de graça.


FRASE DA SEMANA

Agora no Phoenix Suns, Kelly Oubre estava falando sobre como montar um ambiente saudável dentro do time numa entrevista e mandou essa pérola:

“Se você tem um cumprimento com alguém e você esquece, isso mostra que você não se importa com ela. Então você deve colocar toda sua energia para lembrar desse cumprimento e fazer toda vez que o ver”.

Não tenho lido muito sobre seus cumprimentos desde que ele mudou de time, mas em Washington os handshakes de Oubre eram LENDÁRIOS. Tinha o longo aperto de mãos com John Wall…

…a mão no peitinho de Jeff Green…

…o cumprimento de dedo indicador com Trey Burke


CRIANÇA DA SEMANA

O nosso idolatrado Luka Doncic tem algo de “Early Ricky Rubio” que me fascina: o bom humor. Como alguém consegue ser tão competitivo, sério e piadista ao mesmo tempo é encantador. Se não bastasse dar risada toda vez que faz uma jogada legal, agora o menino tá jogando PEDRA-PAPEL-E-TESOURA, o famoso jokenpô, no banco de reservas com alguém da arquibancada:


HISTÓRIA MAL CONTADA DA SEMANA

Nessa semana ficamos sabendo que o Jordan Bell foi suspenso por um jogo por “conduta em detrimento do time”. Ok, mas o que exatamente ele fez? O Golden State Warriors não contou, mas jornalistas eventualmente descobriram que ele estava fazendo compras no hotel em que o time estava hospedado e colocando tudo na conta de Mike Brown, assistente técnico do time!!!

O time se recusou a dar qualquer outro detalhe, mas já se sabe que não foi a primeira vez que isso aconteceu. A questão principal agora é: que canal pornô Jordan Bell contratou com o cartão do seu técnico?


JOGADAS BOLA PRESA DA SEMANA

A finta de Bojan Bogdanovic para fazer Thon Maker passar reto pelo toco não foi grande coisa, mas o fato de um cara de 2,16m pular sobre a cabeça de outro de 2m sempre vai ser relevante:

Os microfones do ginásio do Philadelphia 76ers flagraram Boban Marjanovic gritando “KOBE!” enquanto girava para um arremesso caindo para trás, exatamente como o Black Mamba costumava fazer (mas com muitos metros a menos de altura). Quem nunca, né?


MASCOTES POWER RANKING

Os 10 pontos dessa semana vão para Hooper, mascote do Detroit Pistons. Ele celebrou a vitória do seu time sobre o Portland Trail Blazers jogando o Oregon Trail, um jogo muito antigo e clássico pelos motivos errados. Parabéns por não morrer de DISENTERIA, Hooper!

Os 5 pontos vão para dois mascotes: Boomer, do Indiana Pacers, e Rumble, do OKC Thunder. Ambos deram festas de aniversário ARRASADORAS, conseguiram elencos estelares de mascotes e parecem ter se divertido muito. Um sonho é participar de uma festança dessa com tanta pelúcia:

RANKING
Bango – 50
Benny – 45
Coyote e Rumble – 40
Franklin – 30
Grizz – 25
Raptor e Jazz Bear – 20
Crunch, Hugo, Chuck, Clutch e Harry – 15
G-Wiz, Hooper e Stuff – 10
Boomer, Champ, Slamson, Gorilla, Pierre, Moondog e Rocky – 5

BÔNUS DE MASCOTE!

Que tal esses mascotes de times japoneses de basquete? Um deles é um BONECO DE NEVE DEPRESSIVO e o outro é um robô com bolas de basquete no lugar das mãos. Alguém coloque o Japão inteiro num museu e guardem com carinho, por favor!

Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

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