Resumo da Rodada 23/4 – A noite histórica de Damian Lillard

A maior expectativa para a noite de ontem era saber como o Oklahoma City Thunder iria reagir ao ficar com as costas contra a parede, podendo ser eliminado com uma derrota num decisivo Jogo 5 fora de casa. A série se mostrou uma das mais interessantes rivalidades dos últimos anos, Russell Westbrook se alimenta de ódio, Damian Lillard acha que o mundo está contra ele, e independente do resultado tínhamos a garantia de que nenhum dos dois deixaria o jogo escapar fácil.

Assim que o jogo começou e o Blazers resolveu acionar Enes Kanter dentro do garrafão, vimos o primeiro ajuste do Thunder na partida: Steven Adams, que deveria marcar o pivô adversário, foi posicionado do lado oposto da quadra, quase na zona morta, para que Jerami Grant pudesse defender Kanter. A decisão não apenas colocou um defensor mais rápido e capaz de interceptar passes em cima de Kanter como também liberou Steven Adams para jogar na cobertura, vindo por trás para contestar o rival e tendo mais liberdade para bloquear os adversários que cortassem para a cesta sem a bola. Para isso, claro, Adams precisava abandonar seu homem na zona morta, o que serviu como misto entre isca e desafio para que Al-Farouq Aminu ou Maurice Harkless arremessassem dali. Uma tentativa frustrada depois para cada um, ninguém mais tentou arremessos dali no primeiro quarto. O plano foi um sucesso.

Esse pequeno ajuste foi suficiente para colocar toda a responsabilidade pelo ataque do Blazers nas mãos de Damian Lillard. Com Paul George defendendo CJ McCollum, restou para Lillard enfrentar Russell Westbrook ou tentar forçar alguma troca de marcação para pegar Terrance Fergunson, o que não é tão melhor assim. Não à toa, os arremessos que o armador do Blazers teve que converter foram muito, muito difíceis:

Ainda assim, só no primeiro quarto Damian Lillard marcou 19 dos 29 pontos do seu time – fora ele, ninguém do Blazers marcou mais do que DOIS pontos no período. Foram 3 bolas de três pontos convertidas, 4 lances livres, 2 rebotes de ataque e uma atuação memorável, tudo pra manter a cabeça do Blazers pra fora da água.

Isso porque do outro lado o Thunder entrou decidido a matar a partida o quanto antes ofensivamente, e se não fosse por Lillard o jogo teria sido decidido ali. Paul George arremessou a primeira bola que conseguiu em transição, ainda em movimento, como se fosse a coisa mais fácil do mundo. Westbrook, apesar dos gritos de “arremesse!” da torcida do Blazers toda vez em que tocava na bola, não deu um único arremesso do perímetro no primeiro período, atacou a cesta com inteligência e manteve a bola em movimento. Quando o quarto terminou Paul George havia convertido 6 dos 7 arremessos que tentou, dominado a meia distância no ataque, engolido CJ McCollum dos dois lados da quadra e aberto uma diferença de 8 pontos no placar.

Em nenhum outro quarto dessa série o Thunder pareceu tão no controle, impondo seu plano de jogo, e com a melhor versão possível de suas duas grandes estrelas. Foram apenas 4 arremessos de três pontos tentados, se negando a dar os arremessos que o Blazers ofereceu, e 20 pontos no garrafão no período – quase tanto quanto os 22 que o Thunder marcou no Jogo 4 INTEIRO em Oklahoma. Era para esse quarto ter passado como um ROLO COMPRESSOR em cima do Blazers, se não fosse pelo jogo insano de Lillard.

E, para desespero do Thunder, Lillard manteve o mesmo nível no segundo quarto, e outra vez sozinho – CJ McCollum, que cometeu 3 faltas no primeiro período tentando parar Paul George, sequer entrou em quadra no segundo quarto. Com 5 minutos decorridos no período, o armador do Blazers já contava com 27 pontos. Um minuto depois, Paul George cometeu sua terceira falta e teve que sair de quadra. Foi aí que Russell Westbrook assumiu o time de vez e as coisas começaram a se complicar: foram 11 arremessos tentados, apenas 2 convertidos, e 5 bolas de três pontos arremessadas depois de um quarto inicial em que ele havia conseguido não tentar nenhuma. Enquanto isso Lillard continuou dominando, sem sentar um único segundo. Com 3 minutos para o final do primeiro tempo, já somava 32 pontos. Acabou o quarto com 34, uma atuação histórica, inesquecível, e suficiente para o Blazers começar o segundo tempo à frente no placar.

É claro que os 18% de aproveitamento nos arremessos de Westbrook no segundo quarto não atrairão muitos fãs – prevejo tempos difíceis nas redes sociais para o armador nos próximos meses – mas, apesar disso, sua atuação foi boa. Westbrook contribuiu em muitos lugares diferentes na quadra, manteve a defesa do Blazers sob pressão, fez ótimo trabalho na defesa e, nos raros momentos em que ficou diretamente responsável por marcar Lillard, forçou o rival a finalizações difíceis. O problema é que o duelo direto com Lillard, evidenciado pelo fato de que CJ McCollum e Paul George estavam no banco, atrai e expõe o que há de pior em Westbrook. O armador se sentiu impelido a arremessar de fora e contra um adversário que acertou 3 das 5 bolas de longe que tentou no quarto (e 6 dos 9 arremessos gerais), fica muito difícil não fazer uma comparação de “eficiência” e de aproveitamento mesmo que o estilo dos dois, e aquilo que eles oferecem a seus times, seja tão drasticamente diferente. Quando Paul George voltou à quadra apenas para o arremesso final do primeiro tempo, convertendo uma bola de três que reduziu a vantagem do Blazers a apenas um ponto, ficou evidente que com ele no jogo o período teria sido bastante diferente – especialmente para Westbrook e sua tendência a assumir a responsabilidade.

Foi por isso que, quando Paul George fez sua quarta falta – em mais uma jogada evitável – com menos de 5 minutos decorridos no terceiro quarto, o técnico Billy Donovan preferiu deixá-lo em quadra. O mesmo aconteceu quando Steven Adams, menos de um minuto depois, também cometeu sua quarta falta. Para bater de frente com Lillard, o Thunder não poderia se dar ao luxo de ter seus principais jogadores no banco de reservas. O plano deu certo: Westbrook teve um período excelente com apoio de Paul George, que continuou devorando CJ McCollum numa partida defensiva memorável, e a defesa do Thunder em cima de Lillard foi se tornando mais e mais eficiente. Todos os espaços passaram a ser negados, o Thunder desafiou outros jogadores do Blazers a decidirem – especialmente Aminu e McCollum – e a vida de Lillard virou um inferno. Suas únicas bolas convertidas no período foram duas bolas de três pontos indefensáveis, simplesmente porque não há defesa prevista para um arremesso dessa distância:

Vejam que Paul George não esboça sequer reação depois do “hand off”, não porque ele é pego de surpresa ou tem reflexos de bicho-preguiça, mas porque no plano de jogo esse é um arremesso que o Thunder QUER que Lillard tente. A ideia é que o aproveitamento de bolas dessa distância é mais desejável para a defesa do que qualquer outra bola que o armador tente – nesses Playoffs, a porcentagem de aproveitamento de arremessos dessa distância é de 15%, com 6 acertos em 38 tentativas, para qualquer um não chamado Damian Lillard. Do ponto de vista estatístico, esse é um ARREMESSO RUIM e as defesas querem que os adversários tentem arremessos ruins, é uma escolha – uma escolha que vai doer muito, mas muito MESMO, alguns parágrafos abaixo.

Se não fossem os rebotes ofensivos de Enes Kanter, que jogou no sacrifício e não conseguia sequer balançar o braço quando corria de um lado para o outro da quadra, tamanha era a dor no ombro – o estrago causado pela defesa do Thunder teria sido ainda pior. Ainda assim o Thunder retomou a liderança no placar e, mais importante, o PROTAGONISMO da partida. Com Lillard tendo uma partida humana no período, o Thunder parecia mais uma vez no controle.

Enquanto isso, Westbrook oscilou entre não ter confiança nenhuma no próprio arremesso, chegando a desistir de uma bola de três pontos livre NO MEIO e transformá-la num passe horrível, e perceber que ele precisa ser agressivo para punir a defesa adversária. Foi um desses momentos em que o armador claramente questionou SEU PAPEL no time, com vários momentos de invisibilidade e insegurança. Mas bastou converter duas bolas de três pontos consecutivas no quarto período para não apenas ele recuperar seu papel como também colocar o Thunder 15 pontos na frente a menos de 7 minutos no fim. Nas últimas 239 vezes em que o time esteve nessa situação, vencendo por 15 tão perto do fim de jogo, o Thunder venceu.

Para matar o jogo, o Thunder resolveu que era hora de explorar Enes Kanter: usou seu “quinteto da morte”, com Jerami Grant de pivô, e começou a fazer bolas em cima de Kanter. No lado oposto da quadra, Russell Westbrook ficou responsável por marcar o pivô e fez um excelente trabalho, a ponto de forçar o Blazers a arregar e tirá-lo de quadra. A partir dali tivemos “small ball” dos dois lados, mas o Blazers melhorou sua defesa nessa configuração sem Kanter e McCollum, enfim, acordou.

Foi ele quem conseguiu diminuir a diferença no placar aos poucos com bolas mais próximas da cesta, a ponto do seu time estar perdendo apenas por 6 a um minuto e meio do fim do jogo. Westbrook então respirou fundo e resolveu atacar a cesta, sofreu contato e converteu a bandeja – que foi invalidada após a marcação de falta de ataque. Não era seu dia. Do outro lado, com Lillard sem espaço nenhum, McCollum foi assumindo o ataque e com um floater por cima da defesa conseguiu empatar o jogo. A resposta do Thunder foi simples: Paul George recebeu a bola e, em mais um arremesso de meia distância, virou a partida.

No duelo entre Lillard e Westbrook, foi McCollum e Paul George que assumiram o jogo no quarto período – até, claro, as posses de bola finais. Foi Lillard quem encontrou uma bandeja absurda para empatar o jogo mais uma vez e Westbrook quem, marcado individualmente por Aminu, tentou uma infiltração para vencer o jogo. O que parecia uma boa ideia acabou se tornando mais um erro para o armador e então Lillard teve a bola nas mãos, jogo empatado, para um último arremesso.

O armador do Blazers resolveu ficar ali perto do logo do meio da quadra, Paul George deu alguns passos para trás para evitar uma possível aproximação, e com o relógio quase estourando Lillard deu um passo seco para o lado e arremessou dali mesmo. Paul George até percebeu que o arremesso viria, mas não conseguiu chegar suficientemente perto a tempo:

Cesta. Vitória. E um “tchau tchaaaauuuuuu” de Lillard ao acenar para o Blazers, fechar a série e caminhar em direção das Semi-Finais da Conferência Oeste.

Dos 5 arremessos de último segundo na história da NBA que fecharam uma série de Playoffs, DOIS são de Lillard – e esse é, disparado, o de mais longe. Aquilo que a estatística diz que é um péssimo arremesso (e que Paul George, na coletiva de imprensa, reiterou que era um “arremesso ruim”, com o qual “a gente tem que viver”) se tornou uma bola de confiança para Lillard. O armador acertou com tranquilidade, chegou aos 50 pontos na partida, e fechou a série tendo acertado 8 dos 12 arremessos que tentou daquela distância – um tiquinho a mais do os tais 15% de aproveitamento do resto da NBA.

Paul George está certo de que esse é o tipo de arremesso com o qual você “tem que viver”, ou seja, trata-se de um arremesso praticamente indefensável contra o qual você faz o possível, conta com a estatística e, caso a bola entre, dorme com a consciência tranquila de que não havia muito o que fazer. O problema é que Paul George – e o Thunder – estão justamente ignorando as estatísticas que julgam usar de embasamento quando afirmam que esse arremesso é “ruim”. Pois bem, é ruim para todo mundo, mas não para Lillard – e Stephen Curry. Times que enfrentam o Warriors sabem que Curry não pode ter espaço no meio da quadra para arremessar e, nessas circunstâncias, possui um defensor colocado ao corpo ou até marcação dupla. Esquemas defensivos específicos contra o Warriors são obrigados a repensar toda a defesa de transição, porque os marcadores precisam parar ANTES da linha de três pontos para evitar que Curry freie no meio da quadra e arremesse. Pelos números da série – e por aquele arremesso que Paul George tomou na cabeça quase do mesmo lugar na quadra, ainda nesse Jogo 5 – Lillard deveria ter recebido o mesmo tratamento. Entendo que, para o Thunder, é preferível um arremesso de Lillard no meio da quadra ao invés de uma infiltração, mas a tranquilidade no rosto do armador do Blazers, seu aproveitamento e a cesta da vitória nos forçam a questionar o que é ou não preferível. O mais irônico é que o Thunder finalmente havia encontrado uma maneira de dificultar a vida do Lillard, até interpretar de maneira equivocada o que seria ou não um bom arremesso de último segundo para o armador.

Damian Lillard já está nesse ponto em que os adversários precisam repensar seus esquemas, seus números e seus conceitos. Ao contrário do que Paul George disse, o arremesso não é “acaso”: ele é histórico, um atestado dos novos tempos, dos novos arremessadores e do trabalho que Lillard fez nos últimos anos para se tornar um jogador menos frágil, com mais recursos. Na noite de ontem ele foi simplesmente imparável, mesmo que só encontrasse espaços a 3 passos de distância do perímetro, e nos deu um dos arremessos mais icônicos da história da NBA.

A derrota do Thunder soma-se a um histórico de duras derrotas nos últimos anos e coloca Russell Westbrook numa situação muito difícil. O armador deixou a quadra com 24 pontos, 11 rebotes, 14 assistências, 4 roubos, 2 tocos – mas são os 35% de aproveitamento nos arremessos e aquele infiltração equivocada no final que ficarão na mente de todos. Julgamos os jogadores inconscientemente através de comparações, e o duelo contra Lillard não foi nada lisonjeiro nesse sentido – especialmente porque Lillard saiu vencedor e, por isso, será associado a um “basquete vencedor”. Para mim, o mais emblemático foram os minutos em que Westbrook duvidou de sua identidade e recusou arremessos que eram dele no plano de jogo, ali no meio da partida. Talvez o armador do Thunder precise de um tempo para se reinventar, considerar suas opções, quem ele é e quem quer ser numa quadra de basquete. Damian Lillard já passou por esse momento, de dar alguns passos para trás, e agora exala confiança em seus recursos de qualquer lugar da quadra, em quaisquer situações. Tomou para si a alcunha de jogador decisivo e se deleita com isso. Mostrou-se um jogador maduro; enquanto isso, ao recusar seus erros, o Thunder mostra que ainda está distante dessa maturidade. Será preciso repensar os próximos passos.


Tudo que o embate entre Thunder e Blazers teve de épico, as demais séries tiveram de BOCEJANTES. O Sixers chegou a abrir 14 a 0 contra o Nets com uma defesa tão intensa que fez a equipe de Brooklyn morrer por dentro. Quando o Sixers chegou a 28 pontos, o Nets só tinha 6.

Curiosamente, quando o Raptors conseguiu 28 pontos em seu próprio jogo, o Magic só tinha 7, quase a mesma diferença. Tanto Nets quanto Magic chegaram a melhorar um pouquinho ao longo da partida, mas um primeiro quarto de defesa sufocante foi o suficiente para expor as limitações desses elencos, arrancar qualquer confiança de seus jogadores e levá-los a erros não forçados, arremessos precipitados e recusa a dar novos arremessos no restante da partida. Sixers e Raptors só queriam encerrar logo suas séries e se preocupar com as Semi-Finais, e os dois times resolveram da mesma maneira: na defesa, usando os erros do adversário para alimentar as movimentações ofensivas. Joel Embiid não teve nenhuma vergonha de admitir que o plano do Sixers era afunilar o Nets em sua direção, para que ele, “o melhor defensor da NBA”, pudesse cuidar de tudo e dar cobertura para seus companheiros.

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Independente do que você possa achar sobre o ego de Embiid, o pivô foi impressionantemente dominante no garrafão defensivo, jogou como um dos melhores defensores do planeta, e no ataque abriu mão das bolas de três pontos que o Nets tão gentilmente lhe oferece para atacar a cesta. Pareceu imparável, não deu sinais da lesão e ainda jogou apenas 20 minutos, já que a partida estava decidida até antes disso: o Nets nunca ficou à frente no placar e o Sixers chegou a liderar por 39 pontos!

Não foi muito diferente do Raptors, aliás, que chegou a liderar por 37 e também nunca deixou o Magic assumir a liderança. O time de Toronto somou SETENTA E CINCO pontos de vantagem na série contra o Magic após perder o Jogo 1, a maior surra da história entre os jogos 2 e 5 de uma série na história. Orlando Magic, obrigado por participar! O Raptors já pode agora se preocupar com perder o Jogo 1 da próxima série.


Spurs e Nuggets foi bem mais interessante do que isso, mas não por muito tempo. O Nuggets, jogando em casa, apostou inteiramente na marcação individual, apertando o perímetro, mantendo seus defensores na zona morta – ao invés de tirá-los de lá, rumo ao garrafão, para contestar infiltrações ou dobrar a marcação em LaMarcus Aldridge, como é habitual – e, com isso, desafiando o Spurs a fazer todas as suas cestas no mano-a-mano.

O time de San Antonio até conseguiu pontuar, por um tempo, mas foi acumulando erros, bandejas perdidas embaixo da cesta, bolas de meia distância que rodopiavam no aro, e a falta de arremessadores inteiramente livres foi cobrando um preço no placar. O Spurs arremessa poucas bolas de três pontos, mas é líder em aproveitamento porque dá arremessos sem nenhuma marcação – na falta desse espaço, os arremessos de fora do Spurs secaram.

No ataque o Nuggets continuou com dificuldades de usar Nikola Jokic próximo à cesta, com o Spurs dando uma aula de como dobrar a marcação no garrafão com consistência, mas dessa vez as bolas de três pontos caíram: foram 5 só no primeiro quarto. Jamal Murray não teve medo de arremessar, Paul Millsap ficou mais no perímetro e aos poucos essas bolas foram abrindo uma vantagem. Quando Jokic acertou duas bolas de três pontos consecutivas no terceiro quarto, a vantagem foi pra 20 pontos e o jogo acabou ali, com Gregg Popovich jogando a toalha.

Não que o Spurs não seja capaz de tirar uma vantagem de 20 pontos, mas é que faltou qualquer capacidade de criação ao ataque e isso não era ajustável em apenas um quarto. Deu dó de ver como Patty Mills infiltrava e não encontrava ninguém livre no perímetro, especialmente na zona morta, para os tradicionais arremessos livres do Spurs. O que restava para Mills era passar a bola para trás e o ataque recomeçar inteiro, ou então ele mesmo ter que finalizar – pela primeira vez vimos o Spurs ter que dar arremessos que não queria, dentro do garrafão no mano-a-mano, e contra uma das melhores defesas individuais da temporada regular. Foi um desastre, uma total falta de criatividade do ataque, e um lembrete de que o Spurs não tem, de fato, um criador de jogadas consolidado. Na série que tinha tudo para ir mais longe na primeira rodada, o Spurs voltará para casa no próximo jogo com a responsabilidade de encontrar os arremessos que quer dar – ou então ser eliminado.

Torcedor do Rockets e apreciador de basquete videogamístico.

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