Preview 2012/13 – Utah Jazz

Continuamos aqui o melhor preview da temporada já escrito

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por um blogueiro gordo. Veja o que já foi feito até agora:

Leste: Boston Celtics, Cleveland Cavaliers, Brooklyn Nets, Indiana Pacers, Atlanta Hawks, Washington Wizards, Chicago Bulls, Orlando Magic, Toronto Raptors e Philadelphia 76ers

Oeste: Memphis Grizzlies, Sacramento Kings, Denver Nuggets, Golden State Warriors, San Antonio Spurs, Los Angeles Clippers, Phoenix Suns, OKC Thunder e Minnesota Timberwolves

Até o esperado dia 30 de Outubro, quando teremos a rodada inicial da Temporada 12/13 da NBA, todos os times terão sido analisados profundamente aqui no Bola Presa.

Nesse ano vamos repetir uma ideia de uns vários anos atrás. Ao invés de só comentar as contratações e fazer previsões, vamos brincar de extremos: O que acontecerá se der tudo certo para tal time, qual é seu teto? E o que acontecerá se der tudo errado, onde é o fundo do poço? Em outras palavras, como seria um ano de filme pornô, onde qualquer entrega de pizza vira a trepa do século? E como seria um ano de novela mexicana, onde tudo dá errado e qualquer pessoa pode ser o seu irmão perdido em busca de vingança?

Hoje é dia de falar do time de Salt Lake City, cidade fundada pelos mórmons, o Utah Jazz.

 

Utah Jazz

 

 

 

 

 

O Utah Jazz, para variar, é um ponto fora da curva. Enquanto a NBA tem times fazendo de tudo para combinar super estrelas, o Jazz continua o seu caminho pós-Deron Williams de não fazer grandes negócios e apenas esperar que seus jovens jogadores se desenvolvam. Além disso, numa era onde tem armador nascendo em árvore e pivôs em falta, eles tem gente até demais para o garrafão e precisam usar o Mo Williams de armador principal.

Não

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que eu não goste do Mo Williams, longe de mim criticar o grande cabeça de azeitona que, por incrível que pareça, foi o melhor ajudante do LeBron James nos tempos de Cleveland. Mas Williams não é armador! Ele foi bem no Cavs porque LeBron fazia as jogadas e ele chutava, ano passado no Clippers ele foi cestinha de várias partidas porque tinha Chris Paul organizando o ataque. O ideal é que ele tenha um armador ao seu lado ou que venha do banco com passe livre para arremessar o que puder em minutos reduzidos. Mas no Jazz? Com suas dezenas de pick-and-rolls? Com os pivôs precisando de passes precisos para jogar? Não consigo ver isso dando muito certo.

Na época em que Jerry Sloan treinava o Jazz, vi até o Raja Bell se dar razoavelmente bem como armador do time, então não vou descartar totalmente o Mo Williams. Mas não mais Sloan treinando a equipe também. O que eu apostaria é que veremos muito Earl Watson em quadra, o orelhudo veterano não é gênio, mas está na NBA faz tempo só porque sabe passar bem a bola. Mesma coisa para Jamaal Tinsley.

Ainda no perímetro, mas fora da posição de armador, o Jazz tem bons talentos, mas novamente nenhuma estrela. Alec Burks foi bem na temporada passada e parece mais preparado para esse ano. No banco de reservas esperamos para ver se o campeão das enterradas Jeremy Evans repete o que fez na pré-temporada. Para a ala eles tem Gordon Hayward, o jogador profissional de Starcraft que tem cara de um moleque de 12 anos, mas que melhorou horrores defensivamente na última temporada. O ex-Clipper Randy Foye também chega para ajudar esse grupo. Repito: nenhuma estrela, mas boa combinação de força física e arremesso para esse grupo de jogadores.

Quem eu destaco desse grupo de perímetro é o recém-chegado Marvin Williams. No Hawks ele era a quinta opção de ataque e ninguém conseguia olhar pra ele sem pensar que “porra, escolhemos ele antes de Chris Paul e Deron Williams”. Mas seus primeiros passos em Salt Lake City tem sido para deixar isso para trás: 11 pontos por jogo em apenas 24 minutos por partida na pré-temporada, mas mais impressionante são os 56% de aproveitamento nas bolas de 3 pontos. Gordon Hayward jogou muitos minutos na posição 2 no ano passado, ele pode atuar ao lado de Marvin Williams e montar uma formação bem alta e eficiente para o Jazz.

É no garrafão que o Utah Jazz tem talento de sobra. Dá até pra dizer que eles tem talento até demais, nem dá pra usar todos o tanto que mereciam. Paul Millsap, o pesadelo do Miami Heat, é o clássico ala de força baixo que compensa tudo com força e inteligência. Al Jefferson não é veloz e saltador como vários outros pivôs da NBA, mas é o melhor jogo de pernas da liga. Nada mais comum do que um cara 10 vezes mais rápido que Jefferson ficar perdidinho com as fintas e giros de Big Al, uma aula a cada noite.

No banco dos dois estão as jovens promessas. Derrick Favors acabou a temporada passada de maneira alucinante, com média de double-double na série de Playoff contra o San Antonio Spurs. Já Enes Kanter mostra, às vezes, porque era considerado o melhor pivô do último Draft. Os 12 pontos e 9 rebotes de média na pré-temporada impressionam, com destaque para os dois jogos contra o Blazers: em um tentou 7 arremessos em 22 minutos e acertou todos. No outro fez 8/13 e saiu com 21 pontos e 12 rebotes em 25 minutos.

Podemos esperar o Jazz jogando pesado no garrafão. Muitos tocos, faltas, rebotes de ataque e aquela raça e gana tradicional de um time que joga para honrar os chatos torcedores que tem. Dificilmente vamos ver o Jazz desanimado ou entregando o ouro só para ir bem no Draft. Eles jogam pra valer nem que seja para perder na 1ª rodada dos Playoffs. Admiro muito o Jazz por isso, tenho que admitir. Mas embora eles joguem bem pensando no agora, seria bom se planejar para o futuro. Eles precisam de um armador, de um pontuador melhor de perímetro e tem vários bons jogadores para usar como isca em trocas. O time é bom, mas tá na hora de chacoalhar esse elenco.

 

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O topo para o Jazz, com esse grupo, é a 1ª rodada dos Playoffs. Não importa o quanto Enes Kanter e Derrick Favors melhorem, não é o bastante para passar por Lakers, Spurs, Thunder ou mesmo Clippers e Grizzlies. Então será que vale a pena lutar tanto para chegar lá e perder onde já perderam no ano passado?

Entendo que desenvolver os jovens jogadores seja importante, mas alguns deles já estão muito bem encaminhados. Acho que vitória mesmo para o Jazz seria conseguir trocar alguns de seus bons jogadores (talvez Millsap ou Jefferson e mais um jovem) por caras que levem esse time a um novo patamar. O Jazz nunca foi de atrair os melhores Free Agents, se eles querem alguma coisa, terá que ser via troca.

 

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É estranho, mas mesmo com vários jogadores melhorando em relação ao ano passado, nada garante que eles repitam a 8ª posição de 2011/12. Isso porque o Minnesota Timberwolves cresce com força, o Golden State Warriors tem elenco para brigar e vai saber o que será de Phoenix Suns e Houston Rockets. Isso sem contar que Dallas Mavericks e Denver Nuggets não devem sair da zona de Playoff.

Mesmo com um grupo bom e jovem, o Jazz tem grandes chances de simplesmente ser passado para trás. É o que acontece com alguns times que se recusam a fazer trocas mais ousadas. E pior, nem vão ir tão mal a ponto de ter uma ótima escolha no Draft do ano que vem. Aliás, falando em Draft, o Jazz tem a escolha do Warriors do ano que vem. Não custa dar uma secadinha.

 

Top 10 – Jogadas do Jazz em 2012

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Preview dos Playoffs – Parte 3

Para ler as primeiras partes do Preview dos Playoffs é só clicar nos links abaixo:
Parte 1 – Bulls/Sixers e Heat/Knicks
Parte 2 – Pacers/Magic e Thunder/Mavs

 

San Antonio Spurs x Utah Jazz

O que o Spurs precisa fazer para vencer:

O Spurs precisa não inventar demais. O estilo de jogo deles encaixa com o do Utah Jazz, o time tem funcionado bem ao jogar de maneira coletiva e dividindo funções, não há porque mudar agora. Acredito que um time mais inexperiente ou um técnico um pouco mais cagão iria querer forçar muito o jogo em cima de suas estrelas só porque é playoff, isso significaria mais infiltrações de Tony Parker e isolações para Tim Duncan. Mas Gregg Popovich é mais esperto que isso e acho que eles não vão deixar de confiar nas bolas de 3 de Danny Green, na defesa de Kawhi Leonard no melhor jogador adversário ou nos bloqueios e defesa de Tiago Splitter nos momentos decisivos.

O Jazz tem apenas a 19ª melhor da defesa da NBA, não vão ter como segurar o Spurs, melhor ataque da temporada regular, se eles mantiverem o mesmo ritmo e estilo dos últimos meses. Esse estilo é ser agressivo, atacar a cesta, nunca diminuir a velocidade (até porque todo mundo joga pouco, podem cansar) e usar e abusar do pick-and-roll. E é esse o segredo do sucesso: A jogada mais usada pelo Spurs na temporada é o pick-and-roll finalizado por quem conduz a bola (geralmente Tony Parker ou Manu Ginóbili), seguido do pick-and-roll finalizado pelo homem do bloqueio. O Jazz, por outro lado, é o segundo pior time da NBA defendendo essas jogadas. Não tem o que inventar.

Na defesa é claro que o Spurs vai apanhar da dupla Al Jefferson e Paul Millsap, como sofreram ano passado com Zach Randolph e Marc Gasol, mas não vai ser igual. A dupla do Jazz não castiga tanto nos rebotes ofensivos como a de Memphis, nem é tão física assim. Nesse ano o Spurs pode gastar mais faltas com Boris Diaw ajudando no garrafão, Tiago Splitter está mais maduro e até Stephen Jackson pode contribuir, seja no mano a mano ou na dobra. Cuidado mesmo o Spurs deve tomar com Devin Harris. Em 2006 o armador foi o grande responsável pela vitória do Mavs sobre o Spurs naquela série de 7 jogos, se ele de novo costurar a defesa do Spurs a cada infiltração o time pode ter problemas.

 

O que o Jazz precisa fazer para vencer:

Já embalando o assunto, eles precisam que os jogadores de perímetro tirem pressão do garrafão. Se Gordon Hayward e Devin Harris não atacarem a cesta ou não acertarem as bolas de 3 pontos, vai ser fácil para o Spurs diminuir o impacto da dupla Al Jefferson e Paul Millsap no garrafão. E até mais que as bolas de longe, creio que as infiltrações possam machucar mais o Spurs. Além de causar faltas, tem maior aproveitamento e dão chances de rebotes ofensivos. Se os rebotes do Spurs não funcionarem eles vão ser obrigados a cortar caras como Boris Diaw e Matt Bonner de sua rotação. Quanto menor a rotação, menor o poder ofensivo do Spurs. Acho que o duelo entre Derrick Favors e Matt Bonner será essencial para tirar Bonner, um dos melhores arremessadores do time, de quadra. O Jazz deve explorar cada matchup para que o Spurs não esteja o tempo todo marcando pontos.

Mas nada disso vai dar resultado se o Jazz não conseguir parar o pick-and-roll do Spurs. Os homens de garrafão do Jazz precisam sair com mais força dos bloqueios para impedir que Tony Parker ataque a cesta. É simples e difícil de fazer ao mesmo tempo, não tem jeito. Outro duelo decisivo será Gordon Hayward e Josh Howard contra Manu Ginóbili, os dois precisam fazer com que o argentino não entre naquele modo onde ele parece o melhor jogador da história do basquete. O Jazz não é um time de bolas de 3 que consegue voltar do buraco em poucas posses de bola, não podem deixar o Spurs deslanchar.

 

Los Angeles Lakers x Denver Nuggets

O que o Lakers deve fazer para vencer:

Esse é o tipo de série sem novidades. Todo mundo sabe o que vai acontecer, como vai acontecer, só não sabemos quem vai ter mais sucesso nas suas funções, é mais execução do que estratégia. O Lakers precisa que Kobe Bryant jogue bem e chame toda a atenção da defesa para ele, mas ele vai estar bem o bastante para passar sozinho por Arron Afflalo? Se sim, obrigará que o Denver sempre mande ajuda na defesa, o que dará as bolas de 3 para Matt Barnes, Steve Blake e Ramon Sessions arremessarem. Mas eles vão estar nos dias bons ou naqueles que o Lakers acerta 2 bolas de 3 em umas 20 tentadas?

Também é óbvio que o Lakers vai explorar seus pivôs o máximo possível, não há time na NBA com dupla mais dominante no garrafão. A questão é como Pau Gasol irá lidar com a marcação física e meio afobada de Kenneth Faried. Geralmente esses defensores que gostam mais de contato são os que mais incomodam Gasol, mas a experiência está do lado do espanhol. Além disso Faried costuma falhar na cobertura de arremessos, se Gasol estiver bem nos chutes de meia distância irá fazer um estrago. O outro duelo no garrafão será de Andrew Bynum contra JaVale McGee, Timofey Mozgov ou Kosta Koufos. Não importa quem seja, Bynum tem vantagem óbvia se conseguir receber a bola perto da cesta. Talvez seja melhor apostar em Mozgov, mais forte, que pode empurrar Bynum para fora do garrafão, do que nos altos e magros McGee e Koufos, vamos ver.

Mas a questão essencial para o Lakers vai ser saber como continuar usando o garrafão no ataque sem entrar na correria desenfreada que o Nuggets vai tentar impôr. Eles são o time que mais dão assistências na NBA e em muitos momentos vão colocar Danilo Gallinari e Al Harrington (se voltar da contusão) na posição 4, obrigando Gasol a acompanhá-los. Se Gasol não sofrer muito nessa cobertura e o Lakers não se afobar, acalmando o jogo e colocando a bola no garrafão, devem vencer sem problemas. O ritmo da partida poderá decidir o vencedor. Ah, outra questão importante e que é traumática para nós torcedores do Lakers: Como parar armadores velozes? O time sofre com isso há anos e Ty Lawson está do outro lado. É o armador que geralmente começa as movimentações de bola do time com suas infiltrações, será que Ramon Sessions conseguirá ficar na frente dele e minimizar o dano? Como eu disse, conhecemos os duelos, falta saber quem vai executar o plano melhor.

 

O que o Nuggets precisa fazer para vencer:

Eles precisam correr. Contra-ataques e infiltrações de Ty Lawson podem arrasar com a normalmente forte defesa do Lakers. Se eles deixarem Andrew Bynum e Pau Gasol se estabeleceram lá embaixo da cesta vai ser complicado para eles. Correr também é um jeito de cansar o Lakers, conseguir faltas e assim forçar Mike Brown a colocar seus reservas em quadra. Tudo ficará mais fácil para o Nuggets quando eles enfrentarem Steve Blake, Troy Murphy e Jordan Hill ao invés de Ramon Sessions, Pau Gasol e Andrew Bynum.

Na defesa, como disse acima, eles precisam fazer de tudo para que Andrew Bynum receba o mínimo de bolas possíveis perto da cesta. Para isso é necessário atenção na defesa de transição, Bynum é rápido e corre da defesa para o ataque já buscando seu lugar no garrafão, talvez Kenneth Faried ou JaVale McGee precisem abrir mão de alguns rebotes de ataque para não perder a posição na defesa. Também acho que o Nuggets deve passar o máximo de tempo possível em quadra com 4 jogadores abertos e apenas um pivô. Vão sofrer na defesa, claro, mas defesa nunca foi o forte deles mesmo. É a chance que eles tem de causar problemas para o Lakers e castigar o time de Kobe Bryant com bolas de 3 pontos. Falando em Kobe, Afflalo é ótimo o defendendo, mas é o único muito bom para isso no time, não pode se complicar com faltas. A outra opção é Andre Miller, mas com ele em quadra o time perde velocidade e arremesso de fora.

O Nuggets é líder da NBA em assistências por jogo (24 por partida), pontos em contra-ataque (19.8) e, surpresa para muitos, pontos no garrafão (53.4). Tudo isso causado pelo ritmo alucinante que eles impõe ao jogo. Comecei dizendo isso e termino: O Nuggets precisa correr! Muita gente está falando do Knicks contra o Heat, mas acho que a maior chance de zebra nessa primeira rodada está nessa série. O estilo do Nuggets pode incomodar muito o Lakers. Sabiam que apesar do tamanho de seus pivôs, o Nuggets é o time que menos permite pontos em jogadas de costas para a cesta no garrafão? O Lakers é líder em marcar pontos assim. E aí, quem leva?

Jazz derrota Suns e está nos playoffs

Não tive tempo de fazer um Resumo da Rodada na hora certa, mas vale falar do jogo que decidiu a última vaga nos Playoffs 2012. O Utah Jazz recebeu o Phoenix Suns em Salt Lake City e sapecou 100 a 88 no time de Steve Nash.

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A vitória garantiu a vaga na pós-temporada com uma rodada de antecedência, algo até bem inesperado considerando que pouco tempo atrás tinham uns 100 times lutando pela posição.

O legal do jogo foi o clima de playoff no ginásio, aquela estranha sensação de que uma jogada no começo do 1º período realmente vale alguma coisa. Cada toco de Derrick Favors (13 pontos, 11 rebotes, 5 tocos) em Marcin Gortat (2 pontos, 12 rebotes, 1/8 arremessos) no começo do jogo fazia a torcida vibrar como se fosse bola de 3 no último período. Mesmo sendo a torcida do Jazz, foi muito legal. Adoro os dramas cotidianos da temporada regular, acompanhar a mudança e evolução dos times e tudo mais, coisa de bitolado em basquete, mas nada se compara a essa emoção de jogos decisivos.

Os dois times entenderam o recado e jogaram com vontade, mas às vezes vontade vira afobação, nervosismo e isso é fácil de ser percebido por quem está de fora. Shannon Brown tentando decidir sozinho, todo o time do Suns (com exceção de Michael Redd) lançando tijolos de 3 pontos e o novato Markieff Morris cometendo faltas bobas mostravam como o time estava fora de controle. O Jazz se aproveitou com um estilo de jogo que já conhecemos: Bola no Al Jefferson, bola no Paul Millsap e deixa o jogo começar do garrafão para fora. Deu certo, assim como funcionou também a defesa seguida de contra-ataque. Curiosamente o jogo de transição do Jazz funcionou melhor com o lento Jamaal Tinsley do que com o veloz Devin Harris. Coisa de inteligência, de dar o passe na hora certa. Às vezes é mais importante que só correr de cabeça baixa.

O Suns se manteve no jogo até o último quarto porque sua defesa, somada com uns apagões inexplicáveis dos reservas do Jazz, deixavam o time por minutos e minutos sem marcar nenhum ponto. Ou o ataque era fantástico, ou não fazia nada. O importante para eles foi que no último período embalaram de vez e não deram chance para o Suns tentar uma virada final. Ao longo da temporada os dois times tiveram altos e baixos, mas considerando as últimas semanas não era dúvida que o Jazz era o melhor time e merecia a vaga.

Com isso os confrontos no Oeste estão quase todos definidos. O Spurs, líder, pegará o Jazz. Será que Millsap e Jefferson serão Randolph e Gasol desse ano? Pouco provável, mas vão dar trabalho. Thunder e Lakers, garantidos em 2º e 3º, esperam Nuggets e Mavs decidirem quem acaba em 6º ou 7º. Não importa o que dê, as séries serão do caralho. Por fim, Grizzlies e Clippers se enfrentam na série mais impossível de se palpitar nessa primeira rodada. O Clippers ainda poderia ser favorito se tivesse mando de quadra, mas ontem perderam para o Hawks e enquanto escrevo esse post estão perdendo para o Knicks. Se o resultado continuar assim e o Grizzlies vencer sua última partida, garantem o 4º lugar e o mando de quadra.

No resto da inútil rodada de ontem, jogo emocionante entre o embalado e quente Hornets (!!!!!) contra o Golden State Warriors. Veja o final do jogo e perceba porque nem sempre pedir tempo é a melhor escolha nos últimos segundos de jogo.

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Top 10 da Rodada

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Fotos da Rodada

Michael Redd e a arte de tomar toco de um cara de costas

 

(piada com conotação sexual)

 

Multiplique isso por 50, foi o 1º quarto do jogo

 

As estrelas do Celtics B após a vitória sobre o Heat C

 

Rockets eliminado, Lakers consegue virada improvável

O fim de semana foi… bem, como todo fim de semana: Alguns jogos bons, outros ruins e outros médios. Esperavam algo diferente disso? Admiro o otimismo de vocês em relação a vida. Vamos logo aos jogos mais relevantes de cada dia.

 

Sábado nublado com culpa por não ter vontade de sair à noite

O Leste já estava quase decidido mesmo antes do sábado. O Milwuakee Bucks não aproveitou as inúmeras derrotas do Sixers e chegou no fim de semana com 3 vitórias a menos que o time de Doug Collins, a esperança para eles era vencer o Nets e torcer para que o Pacers batesse o Sixers, cortando a vantagem para 2 vitórias antes do confronto direto pela vaga na penúltima rodada. O Bucks fez sua parte ao vencer o Nets, que estava sem Deron Williams. Boa partida de Brandon Jennings (30 pontos), que fez 3 bolas de 3 pontos seguidas e decisivas no último período quando o jogo ainda estava apertado, também destaque para os 17 pontos e 17 rebotes de Ersan Gaga Ilyasova, foi excelente na defesa e ajudou muito no ataque quando Monta Ellis (12 pontos) ficou no banco com problema de faltas.

Mas a vitória serviu apenas para não eliminar oficialmente o Bucks, já que a diferença se manteve igual. Isso porque o Sixers fez partida emocionante com o Pacers e venceu, em Indianapolis, por 109 a 106 na prorrogação. O Pacers vinha de 7 vitórias seguidas e havia dominado os outros jogos contra o Sixers na temporada. Pelo Sixers, muitos heróis na partida: Elton Brand (20 pontos, 9 rebotes) foi incapaz de defender David West (32 pontos, 12 rebotes), mas foi ele que no 3º quarto esquentou o ataque do Sixers e impediu que o Pacers deslanchasse. Já Evan Turner foi essencial na marcação de Paul George na última bola do tempo normal, não deixando o ala do Pacers, muito maior que ele, infiltrar e o obrigou a um arremesso forçado de longe. Na prorrogação 7 pontos (duas bolas de 3 pontos, uma com falta) para Lou Williams, salvador. Mas a bola da partida foi a que deu a liderança final para o Sixers, um arremesso caindo para os lados, todo torto, de Jrue Holiday a 31 segundos do fim, espetacular. Foi uma partidaça que até deixou claro que o Pacers é melhor time, mas o Sixers buscou na marra com algumas jogadas sensacionais.

Agora o cenário está simples. O Bucks precisa vencer os 3 jogos restantes e torcer para o Sixers perder os 3 jogos que faltam para eles, qualquer derrota de um ou vitória de outro decide os

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8 classificados do Leste.

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No Oeste, mais emoção. Os 3 candidatos a última vaga da conferência, Suns, Jazz e Rockets, jogaram no sábado. O Suns pegou o Denver Nuggets em casa e perdeu, muitos méritos para o time de George Karl que voltou a embalar na hora certa. Ganharam praticamente todos os jogos-chave desse final de temporada contra seus adversários diretos. Um dos grandes responsáveis por isso foi Ty Lawson, que está jogando muita bola. No sábado foram 29 pontos, acertou as 5 bolas de 3 que tentou e ainda deu 10 assistências. Acertou de perto, de longe, distribuiu passes, falta mais o que? Matou o jogo ainda no 3º quarto.

Com a derrota o Suns ficou para trás do Jazz, que venceu mais uma na prorrogação. Um toco de Devin Harris em Jameer Nelson no último segundo levou o confronto contra o Orlando Magic para o tempo extra, o 5º jogo do Jazz com prorrogação nas últimas 6 semanas.Gordon Hayward e de novo Devin Harris (21 pontos, 7 assistências), que voltou a ser o velho Harris dos bons tempos nas últimas semanas, comandaram a vitória. Mas crédito ao ganchinho maroto do Al Jefferson a 21 segundos do fim que levou o jogo para a prorrogação. Não que eu vá fazer isso, mas 2 motivos para torcer para o Jazz ir para os playoffs: (1) Al Jefferson é um baita jogador, está na NBA desde 2004 e só disputou playoff uma única vez! Quando era novato e jogava 16 minutos por jogo pelo Celtics, ele merece mais que isso. (2) O Jazz está vencendo jogos épicos para se manter na briga, ninguém está ralando mais do que eles. Mereciam torcida melhor.

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O Rockets penou, mas acabou com a zica das 6 derrotas seguidas e sobreviveu por mais um dia ao bater o Warriors por 99 a 96. Mais uma partidaça de Goran Dragic (18 pontos, 7 assistências), que virou dono do time desde que Kyle Lowry se machucou. Lembrando que Lowry estava sendo cotado por alguns até para ir para o All-Star Game no começo da temporada e que o próprio Lowry teve história parecida: Era reserva e quando Aaron Brooks se machucou virou o melhor jogador do time. Se o Rockets não tivesse dispensado Jeremy Lin no começo da temporada já saberíamos quem seria o próximo da lista a virar melhor jogador do Houston.

No resto da rodada o Heat descansou LeBron James e Chris Bosh, Dwyane Wade jogou só 2 minutinhos. O resto do elenco conseguiu a humilhação de perder para Washington Wizards. Jogo foi decidido apenas no último segundo, quando John Wall deu um passe para que Nenê vencesse a partida: 84-82. O Bulls venceu o já classificado Mavs em um jogo bem mais ou menos e o Memphis Grizzlies praticamente garantiu o 5º lugar do Oeste ao vencer o Blazers por 93 a 89 com toco de Rudy Gay em arremesso de Wes Matthews que poderia empatar o jogo nos segundos finais.

Top 10 da Rodada

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Domingão de Chuva debaixo do cobertor reclamando que o fim de semana passou rápido

O Heat percebeu que era humilhante demais poupar o Big 3. Azar do Houston Rockets, que precisava vencer fora de casa para se manter vivo na disputa pelo 8º lugar do Oeste. O Rockets, como foi de lei na sequência de derrotas, chegou a liderar no final, mas aí entregou tudo. Com o jogo empatado faltando pouco mais de 2 minutos para o final, LeBron James fez uma bandeja, depois meteu uma bola de 3 pontos, aí deu uma assistências para Shane Battier fazer mais 3, logo depois outra assistência para arremesso de James Jones e aí conseguiu uma enterrada por conta própria. 81 a 81 virou 93 a 85 em algumas posses de bola e o jogo acabou. Nada mal para um amarelão. Com a derrota o Houston Rockets está maticamente eliminado dos playoffs.

Suns e Jazz não jogaram no domingo, mas com o Rockets eliminado a situação agora é bem simples: Para o Jazz basta derrotar o Phoenix Suns na próxima partida para se classificar, se perder ainda tem uma chance se vencer o Blazers na última rodada e o Suns perder para o Spurs. Para o Phoenix Suns depender de si mesmo terá que vencer o confronto direto com o Jazz e depois o Spurs, se perder na última rodada terá que torcer para o Jazz também ser derrotado.

Entre os já classificados, confronto sensacional entre Los Angeles Lakers e Oklahoma City Thunder. A partida estava disputada e em alto nível até a metade do segundo quarto quando Metta World Peace puxou um contra-ataque e conseguiu uma enterrada fantástica. Na comemoração da jogada, porém, soltou uma cotovelada violenta na cabeça de James Harden. Queria muito acreditar que foi sem querer, coisa da comemoração, mas o replay não mostra isso. O Paz Mundial se disse arrependido no Twitter, que não foi a intenção dele e eu queria muito que fosse verdade, mas não tem jeito, vai ser justamente suspenso por uns bons jogos. Como parâmetro, Andrew Bynum perdeu 5 jogos por aquela falta violenta no JJ Barea nos playoffs do ano passado. Se for um pouco mais que isso não será surpresa.

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Após a jogada o jogo mudou. O Lakers perdeu um jogador e o Thunder também, Harden tentou voltar, mas com dores de cabeça foi poupado por precaução. Sem ele o Thunder perdeu opções de ataque, mas melhorou absurdamente na defesa, como de costume. O time embalou e chegou a abrir 18 de vantagem, parecia que seria mais um vareio para a varrida do Thunder sobre o Lakers na temporada regular. Mas dessa vez não, começou a reação do time da casa do jeito mais absurdo e improvável que se poderia imaginar, com ajuda dos reservas! O maior ponto fraco do time foi responsável pela virada mais emocionante do time na temporada. Steve Blake fez bom jogo com 13 pontos e ainda ajudou a segurar Russell Westbrook com aproveitamento de 3/22 arremessos. Devin Ebanks conseguiu 8 pontos, fez boa defesa em Kevin Durant e ainda roubou duas bolas no último minuto da 2ªprorrogação, ambas levando o time a lances-livres no contra-ataque. Mas melhor que os dois ainda foi Jordan Hill, que fez 14 pontos, 15 rebotes e deixou Andrew Bynum no banco durante toda a metade do último quarto e prorrogações.

Entre os titulares ficaram dois em quadra: Pau Gasol fez mais uma partida completa com 20 pontos, 14 rebotes e 9 assistências e Kobe Bryant foi o herói do dia e do jeito que o povo gosta. Foi mal durante o jogo todo, acabou com 9/26 arremessos, mas nos últimos 5 minutos de tempo normal e prorrogações foi espetacular. Kobe tinha apenas 9 pontos no jogo quando faltavam 4 minutos para o fim do último quarto, ele acabou com 26! Isso inclui duas bolas de 3 pontos no último minuto do tempo normal, e 6 pontos na segunda e decisiva prorrogação.

Pelo Thunder, Kevin Durant foi fantástico com 36 pontos. Fez todos os 9 pontos do seu time no 2º tempo extra, mas jogou muito mal durante o 4º período e 1ª prorrogação, quando o Lakers voltou para o jogo. Não dá para culpá-lo, o time até estava bem no ataque de transição quando a defesa estava funcionando, mas quando o time foi obrigado a jogar em meia quadra acabaram ficando previsíveis. Sem Harden, machucado e Westbrook, em seus piores dias, ficou tudo em cima de Durant como se eles fossem um daqueles times medíocres que só tem um pontuador, tipo Nets com Deron Williams, saca? Geralmente não é assim, mas pode ser preocupante se um apagão parecido acontecer durante um jogo importante de playoff.

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O resto da rodada não teve um terço da emoção. Tivemos jogos como Kings/Bobcats e Raptors/Pistons que já ganharam muito prestígio por sequer terem sido citados. Um pouco mais relevanets foram as vitórias do Denver sobre o Orlando, que colocou o time na 6ª colocação do Oeste e vitória do Clippers sobre o Hornets em mais um Chris Paul Classic por 107 a 98, mantendo o Clippers ainda em 4º da Conferência. A exceção em termos de emoção pode ser dada ao confronto entre NY Knicks e Atlanta Hawks: Nada de Tyson Chandler pelo Knicks, Amar’e Stoudemire foi pivô com Carmelo Anthony de volta a posição 4. Como resposta o Hawks deixou Josh Smith como único homem de garrafão. O resultado foi um jogo mais veloz, corrido e agressivo: 113 a 112 para o Knicks com 39 pontos do espetacular Carmelo Anthony. Jogão. Só foi chato ver o último 1:40 de jogo sem um pontinho sequer para qualquer um dos lados, mas acontece, os outros 46 minutos de jogo foram bem divertidos.

Top 10 da Rodada

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Jazz ainda vive, Suns assume a 8ª posição

Ontem fiz um post comentando com um pouco

mais de detalhes a briga por uma vaga de playoff no Oeste. E alguns dos jogos mais importantes citados lá já aconteceram na noite dessa segunda-feira. Começamos pelos extremos da lista. O 6º colocado Mavs enfrentou o 10º, o Jazz. Ou devo me corrigir, o 7º colocado Mavs. Dissemos que eles tem tudo para garantir a vaga sem maiores dores de cabeça, até por ter o desempate contra todos os adversários diretos, mas essa sequência de jogos não começou nada fácil. Depois de 3 (!) prorrogações, o Mavs acabou sucumbindo para o Jazz em uma das partidas mais emocionantes da temporada. Com a vitória do Denver Nuggets, o atual campeão ainda perdeu uma posição na tabela.

Como também disse ontem, era mais provável esse Jazz conseguir uma vitória complicadíssima em casa do que uma mais fácil longe de Salt Lake City. Aconteceu a temporada toda, eles perdem jogos relativamente tranquilos fora de casa, mas lá perto de sua (muito) barulhenta torcida acham forças para qualquer coisa. Foi na raça que levaram o jogo para a prorrogação, com uma enterrada no rebote ofensivo de Paul Millsap (16 pontos, 9 rebotes, 6 assistências) após bandeja errada (e com marcação tripla) de Gordon Hayward (24 pontos). Mas teve muita coisa antes e depois disso. Antes, Vince Carter (18 pontos, 12 rebotes) tinha acertado uma bola de 3 pontos a 8 segundos do fim no que poderia ter sido a bola da vitória, quase virou herói. Depois, muitas outras bolas decisivas. Na primeira prorrogação as estrelas foram Devin Harris (23 pontos) pelo Jazz, com uma bola de 3 e uma infiltração seguida de falta, mas do outro lado Dirk Nowitzki empatou o jogo com uma bola de 3 pontos nos segundos finais após enganar a marcação com algumas fintas. Engraçado que quase rolou um replay do tempo normal: nos últimos segundos Hayward bateu para a direita, errou a bandeja e no rebote ofensivo um tapinha de Al Jefferson tocou no aro umas 3 vezes antes de cair fora.

Na segunda prorrogação, bem feia e com placar baixo de 6 a 6, Millsap quase acertou um arremesso do meio da quadra depois de roubar uma bola nos segundos finais. Não teve jeito, mais uma prorrogação tripla na temporada, a terceira. Lá, Al Jefferson consolidou seu excelente jogo (28 pontos, 26 rebotes) e levou seu time à vitória, que só foi garantida na última bola quando Dirk Nowitzki (40 pontos) errou o arremesso que poderia ter levado o jogo a um quarto tempo extra. Destaque também para os 27 pontos de Jason Terry.

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Aproveitem e vejam também um vídeo do Delonte West enfiando o dedo na orelha do Gordon Hayward

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O Mavs perdeu a 6ª colocação após o Denver Nuggets vencer seu segundo jogo seguido contra o Houston Rockets. O jogo era o mais importante do Rockets nesse fim de temporada, mas eles vacilaram e caíram fora do Top 8. De novo jogaram bem, dessa vez nem teve apagão no 3º quarto, mas perderam nos detalhes. No final, mesmo não conseguindo parar as intensas trocas de bola do Nuggets (o time que mais dá assistências na NBA) chegaram na última bola perdendo por 2 pontos. Conseguiram colocar Luis Scola no garrafão, que fintou Al Harrington, girou e teve um arremesso mais do que livre a uns 2 metros da cesta. Errou. Não dava pra ter tido uma jogada mais perfeita, mais fácil. Podem se culpar porque pela segunda noite seguida foram arrasados pela dupla Ty Lawson e Arron Afflalo, o primeiro fez 25 pontos, o outro 26. Talvez melhor defesa de perímetro e menos infiltrações e não dependeriam da bola de Scola no final.

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No resto da rodada alguns jogos bem menos decisivos. Ninguém assistiu o New Orleans Hornets virar para cima do Bobcats, 75 a 67, que perdeu seu 17º jogo seguido. Também não acredito que muita gente tenha visto a revanche da macarronada, com o Hawks bem mais acordado e batendo o Raptors por 109 a 87 para devolver a derrota do domingo. Nem o Wolves, que já foi o time mais legal da temporada, vale a pena ver agora. Estão cansados, frustrados e machucados. Sem Kevin Love e Ricky Rubio não é surpresa que continuem apanhado e tenham tomado de 111 a 88 para o Pacers, que teve 22 pontos de David West.

Algumas viradas foram interessantes, porém. Uma foi do lixo do Wizards, um time “não muito esperto” nas palavras de Deron Williams, sobre o líder Chicago Bulls, que estava sem Luol Deng e Derrick Rose, poupados. Mesmo assim impressiona que o Wizards tenha tirado 11 pontos de desvantagem no último quarto. Kevin Seraphin foi o destaque com 23 pontos e 11 rebotes. A outra virada foi do Miami Heat, sem Wade, que chegou a perder por 13 pontos para um Nets sem Deron Williams! Mas tudo se entende quando se vê como o Kris Humprhies estava jogando, algo como um Kevin Love melhorado, sabe? Fez 29 pontos em tudo quanto é tipo de arremesso e enterrada, foi espetacular. Mas aí LeBron James apareceu no fatídico último quarto. Fez 17 pontos seguidos para o Heat, liderou um final de jogo de 11-2 para seu time e acabou com, preparem-se: 37 pontos, 6 rebotes e 7 assistências (bocejo), mais um dia na vida de LeBron James. 101 a 98 para o Miami, ainda 2º do Leste.

Ontem também foi dia de um dos piores jogos do Oklahoma City Thunder, que fez apenas 77 pontos contra o Los Angeles Clippers. Perderam, claro. E ainda viram Russell Westbrook marcar apenas 9 pontos e Serge Ibaka, que já tinha tomado uma enterrada antológica de Blake Griffin na semana passada, tomar uma de Nick Young dessa vez. Segunda derrota em poucos dias do Thunder para o Clippers? Acharam um nêmesis? Nessas horas falta um jogador de garrafão para abusar dessa falha do Clippers em defender a área pintada.

Fechando o dia, o Sixers, outrora a melhor defesa da NBA, tomou 113 pontos do Orlando Magic, perdeu e vai dando sopa para o azar na briga

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pela 8ª vaga do Leste. Já o San Antonio Spurs bateu com facilidade o Warriors e aproveitou o tropeço do Thunder para reassumir a liderança do Oeste. . O Suns, por sua vez, bateu com a mão nas costas o Portland Trail Blazers por 125 a 107 e assim assumiu a 8ª colocação do Oeste. Agora depende só de si e com milhões de jogos em casa para ir para a pós-temporada. Sabe o que isso quer dizer, né? Mais um Suns x Spurs se aproximando na pós-temporada: é destino, é amor.

Top 10 da Rodada

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Fotos da Rodada

O mais próximo que já a vi o Perkins chegar de um sorriso. E falta muito.

 

Ótima imitação do banco de reservas do Bobcats! hahaha! Fantástico

 

Kid x Kidd

 

O que fazer para desviar a atenção da derrota? BREAKDANCE!

 

Jogo na neblina
1 2 3 4