?Enigma Cousins

?Enigma Cousins

Em uma entrevista ao Bill Simmons, o grande, polêmico e divertidíssimo Charles Barkley falou que um dos jogadores que ele mais temeu na carreira foi Derrick Coleman, o primeiro escolhido no Draft de 1990. Como Barkley bem lembra, Coleman podia jogar nas duas posições do garrafão, sabia arremessar de perto da cesta, de média distância e até de 3 pontos. Era forte, tinha técnica e, para completar, era ambidestro. Mas ao invés de ser o cara mais dominante de uma geração, foi um jogador desinteressado, briguento e cheio de picuinhas que emperraram sua carreira. Ao invés de ser um dos melhores da história, ou ao menos da sua época, ele sobrevive na memória da liga apenas como um dos “e se” que povoam o imaginário de quem viveu suas expectativas.

Máquinas de triple-doubles

Máquinas de triple-doubles

Tentando dar ritmo de urgência para um Thunder que ainda não viu Kevin Durant plenamente saudável nessa temporada graças a uma insistente lesão na coxa, Russell Westbrook registrou na semana passada dois triple-doubles seguidos, em vitórias contra Wizards e Sixers. Exatamente durante esse período, outro armador realizava a mesma proeza, com dois triples-doubles seguidos e o adendo de somar três triple-doubles num período de quatro jogos: Rajon Rondo, do Kings. Rechear a coluna de pontos, assistências e rebotes das planilhas ao mesmo tempo não é nenhuma novidade para os dois. Com 25 triple-doubles em seus 9 anos de carreira, Rondo já tem a décima terceira melhor marca de todos os tempos, se aproximando a passos rápidos dos 28 conquistados por Michael Jordan. Russell Westbrook, também empatado com 25 triple-doubles na carreira, tem acelerado em velocidade vertiginosa: foram 11 apenas na temporada passada, incluindo 4 seguidos no desespero de levar o Thunder aos playoffs na ausência definitiva de Kevin Durant. O mais impressionante a respeito da sequência de 4 triple-doubles seguidos de Westbrook foi que após os três primeiros, o armador sofreu uma cotovelada, fraturou um osso da face, passou por uma cirurgia, perdeu apenas um jogo e voltou em seguida para conseguir a absurda marca de 49 pontos, 16 rebotes e 10 assistências. Sua sequência só foi quebrada quando teve um jogo mais singelo de 43 pontos, 8 rebotes e 7 assistências.

Preview da temporada 2015/16 da NBA – Divisão Pacífico

Bem amigos do Bola Presa, bem vindos a mais uma temporada de NBA aqui neste humilde blog. Depois de merecidas férias (risos) após aquela cobertura louca dos Playoffs, voltamos em ritmo de pré-temporada aquecendo os motores para o basquete de verdade que começa no fim deste mês.

Separamos nosso preview em divisões, apresentando os times na ordem que achamos que eles vão terminar frente a seus rivais. Destacamos quem chegou e quem saiu (os mais importantes, não necessariamente todas as mudanças) e tentamos prever a rotação de cada time.

Parceiros na lama

Parceiros na lama

O que acontece quando um time ruim troca um de seus principais jogadores para um outro time muito ruim? Alguém melhora? Iremos descobrir em breve, já que o Toronto Raptors enviou Rudy Gay, Quincy Acy e Aaron Gray para o Sacramento Kings em troca de John Salmons, Patrick Patterson, Chuck Hayes e Greivis Vásquez.

A troca é um pouco estranha simplesmente porque ela envolve Rudy Gay. O ala é visto na liga como um dos piores negócios da atualidade: pouco dedicado na defesa, precisa de muitos arremessos para atingir sua média de pontos, não cria jogadas para os companheiros e ganha 17,8 milhões de dólares para fazer isso. É algo tão ruim que ele era considerado um dos contratos “introcáveis” da liga até o ano passado, quando o Memphis Grizzlies conseguiu a façanha de mandá-lo ao Toronto Raptors, que na época era um time cheio de esperança que achava que só faltavam pontuadores para o time deslanchar.

Rudy Gay_

Não só o Toronto Raptors não deslanchou com a chegada de Rudy Gay, como o Memphis Grizzlies nem sentiu falta e fez a melhor campanha da sua história mesmo usando apenas o que restou de Tayshaun Prince em seu lugar. O contrato “introcável” conseguiu se desvalorizar ainda mais. O destino do time canadense parecia ser morrer com o contrato de Gay na mão. O ala recebe os 17,8 milhões neste ano e ainda tem mais 19,3 milhões para receber no ano que vem, se quiser. Sim, Rudy Gay tem uma “player option” em seu contrato e eu não vejo ninguém com um mínimo de bom senso dizendo que não tá afim de ganhar todo esse dinheiro só para testar o mercado. Se ele assim o fizer, Sacramento é oficialmente o times menos desejado pelos jogadores da NBA.

O Toronto Raptors desistiu tão rápido de Rudy Gay porque o time mudou de General Manager. O antigo GM do Denver Nuggets, Masai Ujiri, foi contratado pelo time canadense nesta última offseason e não demorou em tentar mudar a cara do time. Nada de remendos, nada de

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contratos gordos para quem não faz realmente alguma diferença, a ideia, como tem sido comum em tantos times nos últimos anos, é economizar, investir no Draft, acumular boas moedas de troca e esperar pela hora de fazer o negócio certo. É por isso que Andrea Bargnani foi para o NY Knicks a troco de bolachas e agora Rudy Gay foi para Sacramento em troca só do necessário para se acertar os salários.

O Plano A do Raptors é o idolatrado salve-salve Draft 2014, em especial a estrela canadense Andrew Wiggins, mas para isso o time precisa perder um pouco mais do que tem perdido até aqui. E convenhamos, ser o pior time do Leste tem sido mais difícil do que ser o melhor. Até por isso dizem que em Toronto apenas DeMar DeRozan está a salvo, e que Kyle Lowry deve ser o próximo a ser mandado para algum canto da NBA. A presença do bom armador Greivis Vásquez no negócio ajuda na veracidade do rumor. A base de Vásqez, DeRozan, Jonas Valanciunas e alguma estrela do próximo Draft é promissora, embora não seja garantia alguma de sucesso. De qualquer forma, um salto de qualidade se considerarmos que há menos de um ano o time apostava na dupla mais anti-estatísticas da NBA, Bargnani e Gay. Evoluíram.

Masai Ujiri

Para o Sacramento Kings, bom, o que dizer? Eles tem assistido o Rudy Gay jogar nos últimos anos? O cara tem talento, sabe marcar pontos, sabe criar o próprio arremesso do nada, mas as críticas que ele recebe (com toda razão!), são todas iguais aquelas que TODO O TIME do Kings recebeu nos últimos anos! Falta de comprometimento, defesa preguiçosa, individualismo, pouca eficiência ofensiva e salário alto para pouco retorno. Não é essa a definição de Marcus Thornton? Ou DeMarcus Cousins? Ou mesmo de Tyreke Evans, trocado na última offseason?

A questão salarial não é tão decisiva assim, porém. Primeiro porque o Kings gasta pouco, depois que as renovações com DeMarcus Cousins e Ben McLemore vão acontecer só quando o contrato de Gay já tiver expirado, depois, não é como se o Kings fosse atrair LeBron James ou Carmelo Anthony como Free Agents ao fim da temporada. Com a imagem que a franquia tem na liga atualmente, investir em Free Agents só seria mais um baque para torcedores e uma história de fracasso para o General Manager. E por falar em GM, o do Kings é Pete D’Alessandro, considerado no meio da liga como um dos especialistas nos detalhes estranhos das regras do teto salarial, e antigo funcionário do próprio Masai Ujiri. Assistente de Ujiri, D’Alessandro era considerado favorito para assumir o Nuggets depois da saída de seu chefe para o Raptors, mas acabou indo mesmo para o mega desafio de transformar o Kings em um time respeitável. Outro dia trocou Luc Mbah a Moute pela aposta/bust Derrick Williams, agora pegou Gay. Certo ou não, vêm cumprindo sua promessa feita na offseason de ser agressivo e não ter medo de se meter em negócios.

Pete D'Alessandro

Na minha cabeça limitada, não consigo visualizar um time com Isiaiah Thomas, Rudy Gay, Derrick Williams e DeMarcus Cousins jogando algo parecido com um basquete vencedor, mas antes de começar a martelar todo mundo, é bom esperar um pouco. Às vezes a intenção é mesmo perder, uma atitude até condenável, mas incentivada pelas regras da NBA, ou outras vezes este é só o primeiro negócio de outros, que nos próximos meses vão nos indicar qual é o real plano da equipe.

De qualquer forma dá pra entender que as ótimas temporadas individuais de DeMar DeRozan, no Raptors, e Isaiah Thomas, no Kings, deram uma forcinha nesta troca. Faz anos que o Kings é um time melhor com Thomas na armação, mas por ele ser um anão que não gosta de passar a bola, sempre é visto como um reserva de luxo, um Nate Robinson. Este será o grande teste de sua carreira, para mostrar se pode ou não liderar um time decente. Também é uma abertura de espaço para Ray McCallum, escolha de segunda rodada no Draft deste ano e que fez bons jogos na D-League, e Jimmer Fredette, que precisa jogar para ser isca em futuras trocas.

Sobre os outros jogadores da troca,foram apenas usados para fazer as contas do negócio funcionar. Patrick Patterson, Chuck Hayes e John Salmons vão virar Free Agents restritos ou irrestritos ao fim da temporada, Salmons até poder ser dispensado antes sem dó nem piedade se receber 1 milhãozinho de doletas. Quincy Acy ganha um salário mínimo e Aaron Gray, que ganha 2 milhões, está no último ano de seu contrato.

Os melhores e os piores

Em um post da semana passada analisei números interessantes de times emergentes, equipes que cresceram de produção em relação ao ano passado. Depois pedi que vocês sugerissem equipes para que eu analisasse alguns números também. Entre muitos palpites, senti um padrão: alguns leitores queriam saber dados dos melhores times da NBA (Heat, Spurs, Thunder), outros queriam saber porque os piores são os piores (Wizards, Kings, Magic).

Pensei então em agradar todo mundo. Isso pode significar não agradar ninguém, é verdade. Mas que tal dois de cada grupo?

 

Miami Heat

– Uma estatística que mostra como o Miami Heat é quase insuperável: o time de LeBron James tem 32 vitórias e apenas 3 derrotas em partidas que cometeu menos turnovers que o adversário. Ao mesmo tempo, o Heat é o 4º time que menos desperdiça a bola na NBA!

– O Heat tem outros números que mostram bem seus talentos e até limitações. O time tem 32 vitórias e só 1 derrota quando rouba mais bolas que o adversário; e 26 vitórias e 2 derrotas quando acerta mais bolas de 3 pontos que o outro time.

O primeiro número deixa claro como o Miami Heat arrasa times em contra-ataques. Quando eles conseguem roubar muitas bolas, adeus qualquer chance de bater os campeões. O outro número deixa claro como eles são quase imbatíveis quando estão precisos da linha dos 3 pontos, porém eles só conseguiram acertar mais bolas de 3 pontos em 28 jogos dos 57 que fizeram até agora na temporada. Não é uma área que dominam.

– Mas o que mais me impressiona no Miami Heat é como eles conseguem ser um time que usa a força física e a velocidade na defesa. Falamos muito sobre eles serem imbatíveis no contra-ataque, mas eles também correm com a mesma velocidade de volta para a defesa. Sofrem apenas 11.7 pontos por jogo de contra-ataque, segunda melhor marca da NBA, atrás apenas do Indiana Pacers, o único time que ainda não perdeu do Heat nesta temporada.

– O Pacers teve sucesso porque foi o único time que conseguiu ter paciência, elenco e disciplina para abusar da falta de pivôs do time da Flórida. Os pontos sofridos no garrafão é uma das únicas estatísticas onde o Heat não está no topo do topo, é “apenas” colocado com 40.2 pontos sofridos na área pintada por partida.

– Mas será que em alguma coisa o Miami Heat não é espetacular? Só uma, os rebotes, mas mesmo assim não é nada que eles não consigam contornar. O time é o último da NBA em rebotes por jogo (38.6), antepenúltimo em rebotes ofensivos (8.4), mas compensa porque seus adversário só pegam 10.9 rebotes ofensivos por jogo, 10ª e honesta melhor marca da liga. Um detalhe que talvez explique muita coisa? O Pacers é o líder da NBA em rebotes totais e o 4º em rebotes de ataque.

 

San Antonio Spurs

– O San Antonio Spurs impressiona em quase tudo, difícil escolher o que dizer deles. Mas acho interessante começar falando que de suas 13 derrotas, apenas duas foram em casa (Clippers e Suns, esta última em uma prorrogação bizarra que acabou 5 a 1) e somente três (Pistons, Heat e Knicks) para times do Leste.

– O San Antonio Spurs é o time líder em assistências na temporada (25.3) e nos 24 jogos que conseguiu 26 assistências ou mais, tem 23 vitórias e só uma derrota. A média de assistências cresceu em 2.2 em relação ao ano passado, quando também lideraram a NBA na categoria.

– Somente em 6% de suas posses de bola o San Antonio Spurs finaliza uma cesta em uma jogada de isolação, o clássico mano-a-mano. Como critério de comparação, o Heat faz lances assim em 12% de suas posses de bola, o Lakers em 11%, o Thunder e Knicks em 14%! Ninguém joga mais coletivamente que o Spurs.

– Vocês conhecem o ranking de eficiência usado pela NBA.com? A fórmula é essa: ((Points + Rebounds + Assists + Steals + Blocks) – ((Field goals attempts – Field goals made) + (Free throws attempts – Free throws made) + Turnovers))

Vocês sabiam que em 38 ocasiões o Tony Parker acabou uma partida nesta temporada com eficiência maior do que a do armador do outro time? Só 11 vezes o seu adversário levou a melhor. Isso numa liga que vive sua melhor safra de armadores na história. Engraçado que entre os vencedores estão Chris Paul (que também perdeu uma vez), Russell Westbrook, Jeremy Lin e, por duas vezes, Greivis Vásquez! GREIVIS VÁSQUEZ!

– Melhor que ele só um senhor de idade chamado Timothy Duncan. Ele venceu 29 matchups de eficiência, perdeu apenas 5 (Aldridge, Randolph, Jamison (!), Ryan Anderson e Jeff Green) e empatou 6 vezes.

 

Washington Wizards

– Vocês querem ficar perturbados? Querem receber uma informação que vai fazer vocês não conseguirem dormir à noite? O Washington Wizards tem a 5ª melhor defesa da NBA. Não importa como você olha, se em pontos cedidos por posse de bola ou pontos totais sofridos, o Wizards é o 5º melhor time da liga inteira em defesa. Onde está seu deus agora?

– Agora uma informação menos surpreendente: o time de Nenê tem o pior ataque da NBA. A equipe é última em pontos por posse de bola, 28ª em turnovers, 29ª em aproveitamento de arremessos, 25ª em lances-livres tentados por jogo, 19ª em assistências e por aí vai até todo o caminho fedido de estatísticas horríveis no ataque.

– Uma guinada começou na temporada do Wizards quando John Wall voltou de lesão. Com o armador em quadra, o Wizards tem boas 14 vitórias em 25 partidas, com 8 vitórias nos últimos 12 jogos.

– A chegada de Wall despertou o novato Bradley Beal, que está transbordando confiança e tem 18 pontos por jogo nos seus últimos 10 jogos. Nos mesmos últimos 10 jogos, Nenê e Emeka Okafor, com 13 pontos por jogo, superam suas médias da temporada em pontuação.

A chegada de especialistas em defesa como Okafor e Trevor Ariza, a melhora de Nenê na defesa, que ficou mais óbvia fora da correria do Denver Nuggets, transformou o Wizards num time difícil de se furar a marcação. E agora, com Wall comandando o ataque o time está equilibrado e jogando bem. John Wall está com 9 assistências por jogo, é o 4º melhor da NBA na categoria.

– Segundo dados da SynergySports, John Wall já finalizou 61 jogadas de isolação nesta temporada, média de 2,44 por partida. Na temporada passada foram 2,7 vezes por jogo e no ano anterior, quando novato, 3,1. A diferença é pequena nos números, mas mostra uma postura diferente do armador ano a ano. Menos individualismo, mais assistências.

 

Sacramento Kings

– Apesar de lanterninha do Oeste, o Kings destrói o Leste na Liga dos Fracassados. O time do incompreendido DeMarcus Cousins tem 8 vitórias e nenhuma derrota contra os 4 piores times do Leste: Magic, Cavs, Wizards e Bobcats.

– O Sacramento Kings é a cara de DeMarcus Cousins. Eles são Top 10 da NBA em duas coisas onde o pivô se destaca: roubos de bola (9º) e, claro, faltas cometidas (7º). Com 1,5 roubo de bola por jogo, Cousins é o pivô mais bem colocado entre os ladrões de bola da liga, ele está na 22ª posição geral, empatado com Jrue Holiday. O próximo pivô da lista é seu contemporâneo Greg Monroe, 34º, com 1,3.

– É difícil o Kings, pior defesa da NBA em pontos sofridos e pontos por posse de bola, ter recorde positivo em qualquer coisa. Mas eles tem singelas 16 vitórias e 13 derrotas nos jogos que conseguem 21 ou mais assistências. Será que era

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a hora de trazer um armador de verdade? Sou Isaiah Thomas sobre Aaron Brooks desde sempre e para sempre.

– Uma outra solução seria usar mais Jimmer Fredette. O meio armador, meio ala, meio mussarela tem incríveis 54% de acerto de 3 pontos, junto com 14 pontos por jogo nas 10 partidas em que atuou por pelo menos 20 minutos.

– O Sacramento Kings é um dos piores times na transição defensiva, eles são o oposto do Miami Heat. O time luta sem entrosamento pelos rebotes de ataque, arrisca muitos roubos de bola e a volta é sempre desorganizada. Não à toa tem a 2ª pior marca da NBA em pontos sofridos em transição, 16 por jogo. Só o LA Lakers, com 16.5, é pior.

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