Podcast – Edição 4

Podcast – Edição 4

Fala pessoal, tudo bem? Ficamos felizes com a recepção que vocês tiveram com nossa ideia de vender camisetas. Muitos já compraram, outros gostaram da ideia mas não gostaram da camiseta. Alguns outros só não tem dinheiro. O importante é continuar palpitando para que a gente lance camisetas que agradem vocês. Outra novidade? A volta do Podcast do Bola Presa! Esta já é a 4ª edição, mas quando a 3ª saiu o LeBron James não era campeão, Steve Nash jogava no Phoenix Suns e Dwight Howard era amigão do Stan Van Gundy. Hora de um novo, né? Nessa edição discutimos a troca de Rudy Gay para o Toronto Raptors, a mudança de nome do New Orleans Hornets, que vai se chamar Pelicans e, por fim, respondemos perguntas que vocês mandaram via Both Teams

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Played Hard. Para ouvir nosso podcast é só entrar no link abaixo. Você entrará numa página do 4shared e lá dá pra ouvir direto no site ou baixar o arquivo .mp3 pra ouvir aí durante a vida. São míseros 40 minutinhos de papo com o mínimo de edição possível e uma música animal do Megaman X no background. Aproveitem! PODCAST BOLA PRESA #4  

Preview 2012/13 – Detroit Pistons

Continuamos aqui o melhor preview da temporada já escrito por um blogueiro preguiçoso que deixa tudo pra última hora. Veja o que já foi feito até agora:

Leste: Boston Celtics, Cleveland Cavaliers, Brooklyn Nets, Indiana Pacers, Atlanta Hawks, Washington Wizards, Chicago Bulls, Orlando Magic, Toronto Raptors, Philadelphia 76ers e Charlotte Bobcats

Oeste: Memphis Grizzlies, Sacramento Kings, Denver Nuggets, Golden State Warriors, San Antonio Spurs, Los Angeles Clippers, Phoenix Suns, OKC Thunder, Minnesota Timberwolves, Utah Jazz e Dallas Mavericks

Até o esperado dia 30 de Outubro, quando teremos a rodada inicial da Temporada 12/13 da NBA, todos os times terão sido analisados profundamente aqui no Bola Presa.

Nesse ano vamos repetir uma ideia de uns vários anos atrás. Ao invés de só comentar as contratações e fazer previsões, vamos brincar de extremos: O que acontecerá se der tudo certo para tal time, qual é seu teto? E o que acontecerá se der tudo errado, onde é o fundo do poço? Em outras palavras, como seria um ano de filme pornô, onde qualquer entrega de pizza vira a trepa do século? E como seria um ano de novela mexicana, onde tudo dá

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errado

e qualquer pessoa pode ser o seu irmão perdido em busca de vingança?

Hoje é dia de falar do time da cidade que inspirou uma música bem chata do Kiss, o Detroit Pistons.

 

Detroit Pistons

 

 

 

 

 

Houve uma época que parecia que o Detroit Pistons seria o grande senhor da Conferência Leste para todo o sempre. Eles estavam lá disputando as fases mais agudas dos Playoffs contra Nets, Pacers, Heat, Celtics... sempre tinha um adversário da moda, da época, mas o seu adversário era o insistente Pistons. Parecia que a fase seria eterna porque eles faziam isso sem gastar muito, sem ter super estrelas e realizando trocas inteligentes e eficientes. Ninguém foi mais cultuado na década passada entre os General Managers do que Joe Dumars.

Tudo mudou naquele fatídico dia em que eles trocaram Chauncey Billups por Allen Iverson. Foi trocar o cara discreto e eficiente, o líder pé no chão pela tentação de ter uma mega estrela no time. Como todos lembram, não deu certo e serviu apenas para confirmar o fim de uma era que já tinha começado a ruir quando Ben Wallace assinou com o Chicago Bulls. Não só o time clássico campeão em 2004 foi embora, mas a reconstrução foi patética. Até hoje eles pagam o preço pela decisão de usar o espaço salarial aberto anos atrás para contratar Ben Gordon e Charlie Villanueva por quantias ridículas.

A NBA é mesmo cruel e o Pistons passou anos pagando por essas decisões erradas. Mas parece que pouco a pouco o time ameaça voltar ao grupo de elite do Leste. Provavelmente ainda não será esse ano, nem no próximo pra falar a verdade, mas só o fato de existir esperança é novidade nesses novos tempos. Sou fã do faz-tudo Jonas Jerebko, vejo um potencial escondido no corpo magrelo de Austin Daye e sei que Rodney Stuckey pode meter uns 20 pontos em alguns jogos ao longo da temporada. Mas não são eles a fonte de esperança, isso está depositado no trio Greg Monroe, Brandon Knight e Andre Drummond.

O pivô Monroe melhorou muito na última temporada, a segunda de sua carreira, quando teve médias de 15.4 pontos e 9.7 rebotes. Ainda falta um pouco daquele instinto assassino de seu contemporâneo DeMarcus Cousins, mas com mais calma e finesse que o pivô do Kings, Monroe consegue o que quer. Não esperem tocos espetaculares e defesa sufocante dele, mas ele tem bom posicionamento, é inteligente e deve se firmar com um dos grandes pivôs da NBA nos próximos anos.

E vamos em ordem cronológica. Greg Monroe foi a escolha do Pistons no Draft 2010. Em 2011 foi a vez de escolherem o armador Brandon Knight que, apesar da complicada temporada de locaute, impressionou com sua habilidade em criar jogadas para os outros. Quando ele chegou todo mundo apostava nele como um Stuckey 2.0, um pontuador em corpo de armador, mas Knight parece mais disposto a se adaptar à posição. As 4 assistências por jogo escondem esse esforço dele em envolver seus companheiros de time. O fato deles não acertarem o diacho dos arremessos também não ajuda.

Por fim, chegamos ao Draft 2012, quando foi escolhido o nosso poeta favorito, Andre Drummond. Depois de uma Summer League horripilante, Drummond chegou na pré-temporada chutando traseiros. O ala tem 2,08m de altura, mas é tão largo e tem envergadura tão grande que parece que tem uns 2,15m no mínimo, é assustadora a presença dele em quadra. E sabe usar essa força dentro do garrafão, onde ataca a cesta com força e se posiciona bem para pontes aéreas. Defensivamente ainda é perdido, mas tem muito mais vontade do que Monroe. Imagino que o torcedor do Pistons já esteja cansado de esperar, mas um tiquinho a mais de tempo e essa dupla de Drummond e Monroe pode aterrorizar a NBA.

A presença de Tayshaun Prince é importante para a defesa do Pistons não desmoronar, mas ele não resolve nada sozinho. O time ainda tem muitos jovens que cometem erros bobos. Apesar do esforço de Knight, o time também não tem nenhum grande criador de jogadas no perímetro e além de Stuckey ninguém é grande coisa criando o próprio arremesso. Movimentação de bola, experiência e até lances-livres são problemas que vão fazer o Pistons ficar no limbo por mais um tempo. Sabiam que Drummond teve média de 29.5% de aproveitamento lances-livres na universidade? Pois é, a lista de defeitos do time ainda pode ir bem longe.

 

Temporada Filme Pornô

O ideal seria ver o trio do futuro do Pistons funcionando a todo vapor. Brandon Knight se estabelecendo como armador e conseguindo envolver a poética dupla Carlos Drummond e Harriett Monroe (ou algo assim). Mas torcer apenas para o desenvolvimento individual parece pouco para o Pistons. O ambiente da equipe nos últimos anos tem sido péssimo: grupo desunido, jogadores individualistas, nenhum comprometimento. E, porra, nesse ano eles ainda vão ter Charlie Villanueva e Corey Maggette no vestiário para continuar envenenando o resto do grupo. O aparecimento de um líder entre os jovens jogadores talvez seja tão ou mais importante que estatísticas melhores que a do ano passado.

 

Temporada Drama Mexicano

O Detroit Pistons vai gastar 19 milhões de dólares para pagar os salários de Corey Maggette e Charlie Villanueva. E mais 8 milhões no Rodney Stuckey e 5 milhões vão para o Richard Hamilton, mesmo ele jogando em Chicago. Pode ter uma nova briga na arquibancada do Palace of Auburn Hills que não será mais triste e dramático que esses números. E que continuem draftando bem no ano que vem, porque vão estar no Top 10 de novo.

 

Top 10 – Melhores jogadas do Pistons em 2012

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>Desconhecido do Mês – Von Wafer

>

O cara com nome de bolacha

Atendendo a pedidos, está de volta a seção do Desconhecido do Mês. Tá bom que como não tivemos nenhum nos últimos meses e eu não prometo nada para o futuro, bem que pode ser o Desconhecido do Ano, mas tudo bem, é só um nome mesmo, como a Frase da Semana que a gente muda a cada solstício.

Para ser o desconhecido da vez eu escolhi uma favorito do Danilo no time dele, um cara que está na luta por um lugar na NBA há anos e que só agora conseguiu espaço de verdade: Von Wafer.

O Wafer é um shooting guard (posição 2) e apareceu para a NBA no draft de 2005, com 20 anos de idade, quando foi escolha número 9 da segunda rodada do meu Los Angeles Lakers. No Lakers ele jogou apenas 16 jogos, um total de 73 minutos, média de menos de 5 por jogo, e quase não fez nada. Acabou sendo mandado para a D-League para jogar no Colorado 14ers, onde foi eleito o jogador do mês em Janeiro de 2007. Quase dois anos jogando entre os fracassados.

Depois de tanto tempo na D-League ele teve chances em mais três times: jogou uma única partida, com apenas um minuto dentro de quadra pelo Clippers em 2006-07, e em 2007-08 jogou 21 jogos pelo Denver antes de ser trocado para o Portland em troca do Taurean Green. No Blazers jogou mais 8 jogos. Como Free Agent ao final da temporada passada ele assinou com o Houston Rockets.

Pelo Rockets ele fez sua estreia contra o Spurs no dia 14 de novembro, marcando 6 pontos em 18 minutos. Pode parecer um jogo ridículo e comum mas foi só a segunda vez na carreira, desde o draft de 2005, em que jogou mais de 16 minutos em um jogo! Ter uma atuação dessas logo no primeiro jogo deve ter dado uma confiança para o Wafer que todo jogador precisa. Melhorou mais quando ele jogou 17 e 18 minutos nos jogos seguintes.

Aí ele teve uma sequência de jogos com menos de 10 minutos, incluindo até um em que jogou menos de um. Tudo porque Tracy McGrady jogou mais tempo nesses jogos. Quanto mais o T-Mac joga, menos tempo para o Wafer em quadra. Não é à toa que hoje, quando tem mais tempo em quadra, é com o T-Mac machucado. Mas veremos que não foi só isso que fez o Wafer ganhar seu espaço no time.

Ele voltou a jogar bastante no jogo contra o Denver no final de novembro, quando o T-Mac não jogou. Foram 19 minutos em quadra e 6 pontos. Depois 18 pontos em 21 minutos no jogo contra o Warriors e por fim 15 pontos em 30 minutos contra o Grizzlies e como titular! Finalmente o Wafer havia conseguido a confiança de uma comissão técnica e tinha lugar cativo em um time. Antes dele ser titular nesse jogo contra o Memphis, quem havia recebido a vaga do T-Mac no time titular tinha sido o Luther Head, jogador de força nominal enorme e que era aposta antiga do Rockets.

Aos poucos a confiança no Wafer foi aumentando mais, mas aí não foi traduzida tanto em números, afinal ele continua jogando sempre entre 10 e 25 minutos por jogo, mas agora tem papel mais importante e joga em momentos mais decisivos.

Ele se tornou o principal arremessador de três do time, então tem jogadas desenhadas pra ele, usadas principalmente quando o time precisa de uma bola de 3 pontos para cortar lideranças. Também se tornou jogador importante nos momentos finais dos jogos, agora sempre está no quinteto que disputa os quartos períodos. A maior prova disso foi a bola de 3 que ele meteu contra o Celtics, em Boston, que acabou sendo a cesta da vitória.

Para se ter uma idéia, hoje ele é o quarto cestinha do Houston em quartos períodos. Ele faz 3,6 pontos por quarto decisivo e só fica atrás de Yao (4,6 pontos), Brooks (4,0) e Artest (4,0). Tudo isso fez com o que o Luther Head acabasse sendo até dispensado do time mesmo com T-Mac fora da temporada. Sinal de que o Rick Adelman acredita que Artest e Wafer dão conta do recado na posição 2 do time.

Para chegar na posição que ele está hoje, o ápice da sua carreira como jogador, o Wafer teve que passar por muita coisa. Sua história no basquete começa na escola Pineview em Louisiana, onde ele jogou os primeiros três anos do seu High School (o ensino médio de lá que tem 4 anos), com médias de 32 pontos, 10 rebotes e 7 assistências. Porém, por causa da escola, ele era um desconhecido no mundo do basquete ainda.

As coisas mudaram quando o técnico Tim Loring o chamou para participar de torneios com um time amador durante o verão americano. A exposição com esse time abriu espaço e o Wafer acabou indo disputar o seu último ano de escola na Heritage Christian Academy em Cleveland. Mas não a mesma Cleveland do LeBron ou o da Família da Pesada, é uma cidade chamada Cleveland mas que fica no Texas e tem só 7 mil habitantes. Lá ele ganhou mais notoriedade e foi convocado para o McDonald’s High School All-American.

Esse jogo do McDonald’s é uma espécie de All-Star Game colegial, todos os grandes jogadores da NBA nas últimas décadas passaram por lá. Entre os MVPs dos jogos estão caras como Alonzo Mourning, Shaquille O’Neal, Jerry Stackhouse, nossos gordinhos Zach Randolph e Eddy Curry, Dwight Howard, Kevin Durant, Michael Beasley e, em 2003, no ano do Von Wafer, LeBron James.

No mesmo ano LeBron foi também o vencedor do cameponato de enterradas, em que disputou a final com o Shannon Brown (hoje no Lakers e que sabemos que pula muito), com o atual novato JR Giddens e com o próprio Von Wafer, que acabou sendo o vice-campeão. Alguém aí sabia que o Wafer sabia enterrar? Eu não. Tanto que no YouTube você é capaz de achar essa jogada patética:

Saindo do colegial o Wafer foi para a Florida State University, universidade famosa mas que não rendeu muitos jogadores da NBA em sua história, apenas 26. Entre os mais notórios estão Sam Cassell, Dave Cowens (o único no Hall da Fama), Bob Sura, Charlie Ward e Al Thornton.


Lá, Wafer teve médias e atuações bem mais ou menos como novato, apenas no seu segundo ano ele foi ser o cestinha da equipe com 12 pontos por jogo. O que manchou sua imagem na universidade foi quando foi suspenso por uns jogos porque matava aulas e não ia nos grupos de estudo. Não é à toa que tantos jogadores não gostaram da regra de ter que fazer pelo menos um ano de faculdade antes de ir pra NBA, imagina ser foda como o Kevin Garnett, por exemplo, e ter que apresentar um seminário numa segunda-feira de manhã? É dose.

Cansado dessa porcaria de vida acadêmica, o Wafer decidiu entrar no draft de 2005 mesmo com muitos especialistas dizendo que ele não tinha chance. E os especialistas tinham toda a razão: o Wafer não era nada espetacular, não tinha uma boa imagem e nem para o famoso camp de Chicago ele foi chamado. É nesse treinamento de Chicago que todos os caras menos conhecidos se mostram para os times e acabam ganhando ou perdendo uma chance na liga, e o Wafer nem convidado para entrar nos times desses perdedores foi.

E para piorar, em um treino para o Suns, o Wafer se irritou com o pivô alemão Jan Jagla que treinava com ele e deu um cotovelada no alemão antes de sair andando e ir embora no meio do treino. Wafer chegou a ter comportamento parecido quando já estava no Lakers, quando uma vez deu um soco no Sasha Vujacic. A gente sabe que o The Machine é um chato e que todo mundo odeia ele, mas dar um soco é demais para um novato sem moral. Qual era a chance de um esquentadinho desse, sem o talento do Artest ou do Rasheed, dar certo?

Em algum momento ele tinha que ter sorte para chegar onde chegou. Um dos olheiros do Lakers, o Irving Thomas, que jogou pela Florida State, foi por duas vezes ver jogos da sua alma mater e acabou gostando do Von Wafer. Convenceu os caras do Lakers a fazer uns treinos com ele. Assim o LA tinha a sua escolha de segunda rodada e o Von Wafer tinha, depois de tanto ficar em segundo plano, um espaço na NBA.

Aqui algumas boas jogadas do Von Wafer na sua curta carreia na NBA:
Primeiro ele dá uma de Jordan e enterra no rebote do lance livre. Isso foi ainda pelo Lakers:

Já pelo Houston ele deu um toco espetacular no Mo Evans:

E aqui são suas enterradas no campeonato de enterradas do McDonald’s All-American de 2003: