>Uma outra vitória

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Quando Leandrinho erra a última bola, o joga acaba, mas começa o Rebolation!

Para o cidadão comum, essa seleção de basquete dos Estados Unidos é uma vergonha, porque não tem nem Michael Jordan, nem Magic Johnson. Para quem conhece NBA de “ouvir dizer”, essa seleção dos Estados Unidos é uma farsa porque não tem nem Kobe Bryant, nem LeBron James. Para quem nunca ouviu falar de NBA e conhece basquete só por causa do “Space Jam”, a seleção dos Estados Unidos não vale nada porque não tem o Pernalonga. E para uma garota de 12 anos que passa o dia no Orkut, a seleção dos Estados Unidos é um fracasso porque não tem o Justin Bieber.

O que me surpreende é que até mesmo na gringolândia, os americanos acham essa seleção sem graça e não dão a mínima para o Mundial. Em parte porque, oras, é só o Mundial de basquete mesmo, grandes merdas – pra quem gosta de basquete de verdade, qualquer partidinha da NBA tem mais estrelas e mais qualidade técnica do que ficar vendo a Costa do Marfim no Mundial, e a enorme maioria das grandes estrelas está se poupando ou para a NBA, ou para as Olimpíadas. Mas o desinteresse com a seleção também vem do fato de que os principais jogadores são de equipes ignoradas lá na NBA. A grande estrela, Kevin Durant, virou modinha rápido mas ainda é apenas um jogador do Thunder. Danny Granger, um dos melhores pontuadores da NBA, joga num Pacers mequetrefe e desimportante que ninguém nunca viu jogar. Kevin Love, o jogador mais talentoso no garrafão da seleção, joga no Wolves, aquele time que ninguém conhece a não ser pelas escolhas bizarras no draft. O melhor arremessador do time, Eric Gordon, joga num Clippers famoso apenas por ser o primo pobre do Lakers e ser alvo de uma maldição que lesiosa todos os seus jogadores quando as coisas parecem que vão dar certo. Outro dos grandes arremessadores da liga, Stephen Curry, é pirralho e joga no Warriors, o time que é o circo oficial da NBA. Rudy Gay, melhor jogador do banco da seleção até agora, joga num Grizzlies que é tão engraçado, mas tão engraçado, que o Zach Randolph consegue ser até o melhor jogador da equipe.

Ao contrário do que já chegou a acontecer em mundiais anteriores, essa seleção não é formada pelos jogadores medíocres que sobraram, tipo o gordinho na aula de educação física, e nem é montada com jogadores universitários ou que acabaram de ser draftados. É uma seleção com restrições, claro, que não teve seus principais jogadores à disposição e que ainda sofreu com lesões na preparação e teve que cortar muita gente, mas é muito bem montada por engravatados inteligentes e um técnico perfeitamente consciente do que é necessário para ganhar no basquete da FIBA. Como comentei num post anterior, o perímetro é muito mais importante no basquete internacional, com seus garrafões congestionados, e os Estados Unidos levaram uma caralhada de arremessadores, bons defensores para garantir os contra-ataques e pivôs capazes de passar a bola, arremessar e jogar na correria. Como sempre, a tática é revezar o time sem parar, todo mundo ser capaz de arremessar e defender, e aí matar o outro time começando pelo pulmão. Plano impecável, jogadores talentosos, favoritos na certa. Não tiveram muito tempo de preparação, mas até aí nenhuma seleção tem muito tempo pra perder com essas coisas, e a equipe técnica já aprendeu na raça em torneios anteriores exatamente como montar e executar planos de jogo para o basquete internacional.

Por um lado, é preciso dar crédito a essa seleção. É cheia de jogadores fantásticos, todo mundo chuta traseiros, e não dá pra criticar só porque não tem o Kobe ou o Pernalonga. Quem fala mal desse elenco é porque anda afastado da NBA e não conhece o talento da pirralhada. Mas, por outro lado, é preciso humanizar essa seleção: ela tem limitações, é inexperiente, e num dia ruim quase perdeu para o Brasil, foi por muito pouco. Depois do susto, grande parte do elenco vai aparecer para a próxima partida usando fraldas geriátricas. E a comissão técnica vai ter que repensar algumas coisas muito sérias.

Bizarramente, o Brasil foi a defesa mais forte que os Estados Unidos pegaram até agora no Mundial. Marcando por zona, os brasileiros forçaram os adversários a arremessar e souberam voltar muito bem para dificultar o contra-ataque. Aí está o fantástico dedo do técnico Magnano, essa defesa de contra-ataque é difícil de implementar e é crucial para dificultar as ações americanas. A equação é simples: se eles são tão bons em infiltração, se são tão atléticos que enterram na cabeça de todo mundo, se penetrar no garrafão é tão difícil na FIBA, e se eles correm muito mais do que o resto do planeta, nada mais óbvio do que usar essas armas para penetrar no garrafão apenas quando é simples, ou seja, no contra-ataque. Por isso a defesa é a principal arma dos Estados Unidos, com a seleção marcando pressão na quadra inteira desde o primeiro segundo de jogo e o Lamar Odom de pivô titular pra poder acompanhar todo mundo na corrida. Então, consequentemente, dificultar o contra-ataque é parar a principal arma americana, é tirá-los da zona de conforto. Cada vez que os Estados Unidos tinham que jogar devagar, num basquete de meia-quadra, e acabavam dando um arremesso de três pontos, dava pra ver um sorrisinho macabro na cara do Magnano. Muito, muito macabro.

Para evitar contra-ataques, também é fundamental cuidar bem da bola, não dar passes idiotas e não se desesperar com a marcação pressão dos Estados Unidos. Como todo mundo sabe, nossa seleção sempre teve “passes idiotas” e “desespero” como suas definições na Wikipedia, e não dava pra acabar com isso de um dia para o outro. Numa das primeiras posses de bola, a pressão forçou o Brasil a levar a bola pro ataque com o Tiago Splitter. Em outras ocasiões, roubou bolas fáceis do Leandrinho, que parece que unta a mão com manteiga sempre que vai jogar de armador principal, e do Marcelinho Machado, que sempre se mete a armador mas não tem nem cérebro nem talento pra isso. Por sorte, Marcelinho Huertas fez uma partida simplesmente espetacular. Soube levar a bola pro ataque sem afobação, mandar os companheiros pararem de correr, dar os passes certos sem forçar o jogo. O Huertas emana uma aura de tranquilidade tão grande que perigava até do Brasil pegar no sono. Fiquei imaginando ele e o Billups depois do jogo tomando chá juntos, falando de arte francesa, tudo beeeem devagarinho, assoprando o chá pra ninguém se queimar. Seriam ótimos amigos.

O Brasil tem aquela tendência de jogar na correria e de arremessar de três pontos sempre que dá, sem muito critério. É como se o Marcelinho Machado fosse o cérebro e o Leandrinho fosse os pés, criando um monstro bizarro que só corre e chuta. Foi o Huertas quem colocou ordem nesse experimento de cientista maluco, acionando os arremessos de três apenas quando eram viáveis. Quando esqueciam do Huertas ou quando ele teve que sair de quadra com 4 faltas, vimos os piores momentos do Brasil no jogo, uma seleção estabanada e afobada, permitindo os tão amados contra-ataques para os americanos. Aliás, o Huertas só sentou no banco de reservas no meio do terceiro período, ao cometer sua quarta falta, quando a água bateu na bunda. Se não fosse por isso, teria jogado o tempo inteiro. Sem ele, o Brasil não sabe pra que lado corre e periga fazer cesta contra.

Graças à armação do Huertas, a seleção americana ficou muito exposta. Ficou clara a dificuldade de jogar contra times que não mordam a isca de jogar em velocidade, afinal os pivôs estão lá pra correr e arremessar, não pra ficar dando pancada e lutar por rebote num jogo lento de meia-quadra. Além disso, os americanos vieram para marcar por zona, impedir os arremessos de três, e o Huertas usou e abusou dos pick-and-rolls, jogada manjadissima na NBA, entrando no garrafão e depois passando para alguém finalizar. Foi assim que o afobado Marquinhos conseguiu uma partida fantástica nos arremessos de fora, que o Leandrinho sobrou tantas vezes livre apesar de ser o foco da marcação adversária, e que o Splitter conseguiu pontuar apesar de não ter conseguido estabelecer um jogo efetivo de costas para a cesta. A seleção americana chuta traseiros, mas um bom armador, uma defesa bem montada e um jogo cadenciado mostrou que não dá pra esperar vitórias fáceis.

O Huertas sequer é tão espetacular assim. Tem ótima visão de jogo, sabe mudar o ritmo de uma partida, dá os passes certos, é veloz, mas é fraco na defesa, não tem força física nenhuma, e tem um arremesso muito fraco e sem confiança. Lembra muito o Luke Ridnour, agora futuro reserva do Wolves, que também é branquelo, não defende nem uma cadeira, é fraco pra burro, mas é inteligente, rápido e até arremessa um pouco melhor. O Huertas poderia ser um reserva na NBA se quisesse abrir mão de dinheiro, fama, minutos, títulos de campeão e de mulheres, algo que não deve acontecer, mas é incrível como um jogador que seria no máximo um reserva pode destruir todo um esquema de jogo da seleção americana. Enfrentando um Brasil que nas mãos do Huertas cuidou bem da bola, jogou sem afobação e deu arremessos de três desmarcados, os Estados Unidos tiveram que pela primeira vez testar seu ataque de meia-quadra, e o resultado foi muito negativo para eles.

Em situações normais de jogo, a seleção americana teria substituído os jogadores sem parar e todo mundo teria jogado muito. Com isso, Eric Gordon, Stephen Curry e Danny Granger teriam entrado bastante, corrido muito, arremessado com a facilidade que possuem e destruído nossa defesa por zona. Mas perdendo o jogo graças ao altissimo aproveitamento de arremessos do Brasil, e sem poder contar tanto com o jogo de contra-ataque, o técnico Mike Krzyzewski foi conservador e manteve em quadra os jogadores mais experientes e os melhores defensores. Foi o suficiente para Eric Gordon, Steph Curry e “Granny Danger”, pirralhos e defensores mais débeis, ficarem de fora – para a nossa sorte. Achei uma decisão idiota da comissão técnica, mas entendo que o esquema tático do Brasil e a atuação do Huertas e dos arremessadores forçaram os Estados Unidos a serem conservadores. Billups errou 6 das 7 bolas de três pontos que tentou, mas ficou em quadra porque é mais experiente e até boceja nos momentos mais tensos do jogo (aliás, foi ele que, usando o corpo vinte vezes maior do que o Huertas, fez cestas importantes dentro do garrafão no final do jogo pra garantir a vitória). Andre Iguodala não acertou um único arremesso sequer, mas ficou em quadra para ajudar na marcação de Huertas e Leandrinho. E o resultado disso foi um ataque um tanto assustado, limitado pela defesa por zona, e que acabou passando a bola para sua maior estrela e torcendo pra dar certo. Não foi mero acaso que o Kevin Durant marcou 27 pontos, mais do que em qualquer outro jogo com a seleção até agora.

Postei aqui, um tempão atrás, que essa seleção brasileira carrega um fardo grande demais: depois de tantos anos tendo um basquete mequetrefe e ignorado, dependemos de uma boa atuação no Mundial para que a cobertura do basquete no Brasil aumente, a verba apareça, as categorias de base se fortifiquem. Torcer pro Brasil, em qualquer esporte, é questão de gosto e não de patriotismo, é normal torcer contra se a seleção vai contra aquilo de que você gosta ou em que você acredita, mas nesse caso em particular a seleção carrega nas costas uma função social, cultural. E acho que essa função foi concretrizada hoje, assim de repente, quando a gente nem esperava. Primeiro, humanizando os americanos, mostrando que o Billups também erra vários arremessos nos momentos decisivos (apesar do apelido “Mr. Big Shot”), que a seleção fica sem saber o que fazer e passa pro Durant, que o Iguodala cai de bunda no chão ao tomar um drible do Leandrinho. E, depois, valorizando o nosso basquete, mostrando que não é porque você nasceu nessa linha imaginária aqui e toma caipirinha que não dá pra chegar na NBA, derrubar o Iguodala, assustar os gringos, quase-ganhar-um-jogo. Mesmo brasileiro, branquelo, magrelo e sem arremesso, dá pra destruir o plano de jogo americano como o Huertas fez. Dá pra colocar coragem na criançada de ir jogar basquete no intervalo da escola e sonhar alto. Linha imaginária é um saco, às vezes precisa de um jogo desses pra entendermos que, não importa onde você tenha nascido, dá pra fazer qualquer coisa, ter qualquer gosto ou afinidade. O problema é quando não existe sequer a oportunidade, quando não existe onde treinar, não há incentivo. A gente quase ganhou dos Estados Unidos, tá todo mundo fazendo barulho, então as oportunidades estão surgindo. A gente do Bola Presa, que tem acesso às estatísticas de acesso ao blog, já sabe faz um tempo que os espectadores de basquete no Brasil estão crescendo. Agora deve aumentar mais ainda, e isso é bom pra quem já acompanha, pra quem ainda vai acompanhar, e principalmente pra quem quer viver disso, seja jogando, seja estudando, seja escrevendo a respeito como a gente faz.

Nem precisa vencer o jogo. Basta mostrar que é possível, e vai ter gente querendo tentar fazer, a cobertura vai aumentar, as oportunidades vão aparecer. O Leandrinho errou o arremesso final, mas tá tudo bem. Verdade seja dita, ele não queria sequer chegar perto da bola no quarto período, já escrevi aqui que ele gosta de ser secundário, jogador de apoio e não estrela, e só bateu para dentro no final quando o Huertas quase implorou pra não ter que arremessar. Errou muitas bolas de três especialmente no final do jogo, todas livres, e acertou apenas 3 das 13 bolas de três que tentou no jogo inteiro. Perdeu 3 bolas, todas tendo que armar o jogo e se sentindo mais desconfortável do que o Hermes & Renato na Record. Mas mesmo assim conseguiu fazer uma excelente partida, jogou muito bem, e sua bandeja nos segundos finais colocou o Brasil no jogo – e deixou o Iguodala de popô no chão. A qualidade do vídeo é uma droga, se fosse do LeBron estaria em alta definição, mas dá pra ter uma ideia:

Se aparecer com qualidade melhor, coloco aqui no lugar, porque esse crossover é pra ficar pra história, nem dá pra ficar triste com o arremesso final que ele errou. Assim como não dá pra se irritar com o Huertas, que errou o lance livre que poderia permitir o empate do Brasil. Sua partida foi espetacular, ele jogou quase a partida inteira, estava exausto, e depois ainda conseguiu errar o segundo lance livre de propósito, pegar o rebote e acionar o Leandrinho para um arremesso final que poderia empatar o jogo. Tem todos esses lances no resumo gringo da partida abaixo:

Mesmo na derrota, deu pra ver o jogo refinadíssimo do Tiago Splitter, como ele se movimenta com leveza, como os ganchos são suaves, como ele poderia fazer comercial de amaciante em pó, mas dá pra ver que ele vai sofrer por uns tempos na NBA até aprender a isolar no mano-a-mano de costas para a cesta e se acostumar a levar pancada e finalizar depois do contato. Lembro de como o Jermaine O’Neal, quando era raquítico, demorou para colocar seu jogo refinado em prática porque desciam o braço nele, mas quando deu certo ele ficou dominante. Com o Splitter vai ser assim também, mas pela seleção brasileira ele sempre vai ser constante, eficiente, mas não vai desequilibrar. Já o Marquinhos, que nunca fez nada na NBA (e olha que eu vi muitos jogos do Hornets só pra ver aqueles 3 minutinhos finais dos jogos, em que o Marquinhos entrava só porque já não valia mais nada), rendeu muito melhor na seleção porque não pôde pra jogar na afobação com o Huertas acalmando o jogo, arremessou muito bem de três por estar livre todas as vezes, sem forçar o jogo, e ainda defendeu o Durant da melhor maneira que dava pra defender, ou seja, permitindo que ele fizesse apenas 27 pontos. Tá no lucro!

Sem Nenê, que voltou pra casa lesionado, e o Varejão ainda sendo poupado da torção no tornozelo, a seleção perde muito em ídolos. Assim como os americanos não dão a mínima para a seleção deles porque tem carinha do Pacers e do Grizzlies e não do Heat, os torcedores brasileiros – especialmente os que chegam agora – querem ídolos pra comprar camiseta, se espelhar e começar a praticar o esporte. O Leandrinho teve uma partida sensacional, mas não quer esse papel, tem horror à bola decisiva, e errou muito no jogo. A gente sabe que ele pode render muito em quadra, vimos ele chutando traseiros no Suns, e se jogasse como hoje teria espaço ao lado de Nash por anos ainda, mas sua inconsistência e sua personalidade apontam para outro caminho – o que não é nenhum problema, nada obriga o Leandrinho a ter que ser estrela ou ganhar jogos sozinho, na raça. Tiago Splitter não rende como poderia nesse garrafão bagunçado da FIBA, e seu estilo de jogo é tão refinado e delicado que não atrai muita gente, é tipo o Duncan, que no máximo atrai um bocejo mesmo sendo o melhor de todos os tempos em sua posição. O Marcelinho Huertas não tem pique pra bater com os grandões, não pontua, é fracote, mesmo tendo desequilibrado totalmente o jogo numa atuação memorável. E o Marcelinho Machado, ídolo no Brasil, tende a comprometer na seleção quando arremessa demais ou tenta armar o jogo. Faltam ídolos. E hoje, nesse segundo, isso não importa nem um pouco.

A notícia de que o Brasil estava ganhando dos Estados Unidos no meio da partida começou a se espalhar mais rápido do que gripe suína, e muita gente que nunca deu atenção para o basquete foi dar uma olhada. Gente trabalhando começou a caçar links na internet, e os jornais deram atenção para o fato. A torcida na Turquia, morna e desanimada, passou o quarto período gritando “Brasil, Brasil”, porque é legal torcer para o mais fraco, porque é fácil odiar a seleção americana como um reflexo de um país e de seus políticas, e porque todo mundo prefiria que LeBron e Kobe estivessem lá, quem sabe se eles perderem feio não aprendam a levar os melhores? Aquela seleção brasileira de jogadores limitados mobilizou torcedores aqui, e mobilizou os torcedores lá, no ginásio. Não temos grandes ídolos, perdemos o jogo, mas a partida em grande nível abriu os olhos de muita gente: dá pra jogar basquete no Brasil. Somos humanos como os americanos. Eles vão ser campeões, nós não, mas isso não interessa. Por um dia, todos olharam para nosso esporte com carinho, até o Iguodala com a bunda no chão mandando os parabéns pro Leandrinho no Twitter. Missão cumprida, o Mundial pode acabar por aqui. O campeonato não vale nada, a maioria dos jogadores nem se interessa por ele e preferiu ficar debaixo das cobertas, mas nós tiramos algo enorme dele, algo maior do que um título, uma outra vitória. Estão olhando para nosso basquete. Pronto, vamos voltar para casa.

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