🔒Filtro Bola Presa #69

Já passamos oficialmente do “começo da temporada”, já dá pra ter uma boa ideia dos defeitos e qualidades de cada time, e mesmo assim continua TUDO EMBOLADO, com quase todas as equipes sonhando em chegar longe. No meio dessa bagunça na tabela, em que todo jogo faz toda a diferença, é fácil deixar passar um monte de histórias, números, anedotas e chororôs – mas não tema, é para isso que o Filtro Bola Presa vem semanalmente ajudar nossos assinantes!

O fato da tabela estar super embolada até aqui gerou uma aberração: desde 1984 não víamos tantos times que foram para os Playoffs na temporada anterior ficando fora da zona de classificação para a pós-temporada. No Oeste temos Rockets, Jazz e Spurs, por exemplo, tendo campanhas bem mais complicadas do que se esperava, enquanto Grizzlies, Clippers e Mavs, bem azarões, estão bem mais confortáveis na tabela. No Leste temos Heat, Cavs e Wizards vindos de Playoffs e até agora dando indício nenhum de que vão repetir a façanha. Segundo a matéria abaixo, desde 1984 tivemos três anos em que dos 16 times que foram aos Playoffs num ano, 14 repetiram a dose na temporada seguinte: 1986, 2001 e 2013. Hoje seriam apenas 8 times na mesma situação.

E apesar desse cenário mais “homogêneo”, com todos os times tendo chances de classificação, o estilo de jogo não está totalmente homogêneo, não. Clippers e Spurs já ganharam 3 partidas cada mesmo acertando 5 arremessos de três pontos ou menos – é a ANTI-TENDÊNCIA, o basquete “clássico”. Além deles, Hornets, Cavs e Pacers já conseguiram uma vitória cada contrariando a dominância do jogo de perímetro:

Um dos responsáveis pelo Spurs vencer jogos mesmo sem acertar bolas de três pontos é o rei da meia distância, DeMar DeRozan, que é tão “tradicional” que tem até a mãe pedindo para ser “formalmente apresentada” para o Gregg Popovich, que ela não conheceu ainda. Se não rolou a apresentação ainda é porque DeRozan deve estar evitando misturar trabalho com família…

É uma coisa louca. Fui xingado pela minha mãe nesta manhã porque ela está morrendo de vontade de conhecer o Pop. Ela me disse hoje que é bom que eu dê um jeito dela conhecê-lo. Jogar para ele é definitivamente uma honra


SAGA MARKELLE FULTZ DA SEMANA

A saga de Markelle Fultz não termina nunca e só fica cada vez mais e mais bizarra. Depois de perder espaço no time por não estar jogando particularmente bem e atrapalhar o espaçamento em quadra com a chegada de Jimmy Butler, Fultz foi atrás de mais especialistas e agora tem um diagnóstico: ele pode estar sofrendo de “Síndrome do Desfiladeiro Torácico”. Trata-se de uma condição, gerada por esforço repetitivo, que diminui um “vão” entre o pescoço e o ombro e acaba esmagando os nervos e as veias que se encontram por ali. É bem comum entre jogadores de baseball, mas raro entre jogadores de basquete. A hipótese atual é de que as dores, o formigamento e a fraqueza muscular causada pela condição tenham influenciado Fultz a alterar sua mecânica de arremesso – aquela que ele PERDEU de repente e ninguém sabe explicar o porquê.

O tratamento envolve um mês de terapia e, caso não dê resultado, é possível a retirada da primeira COSTELA do tórax para criar mais espaço para os nervos! O problema é que no baseball as histórias de jogadores com essa lesão não costumam ter final feliz: muitos nunca voltam a jogar e outros voltam sem a mesma mobilidade de antes.

No basquete há registro de apenas um atleta diagnosticado com essa questão: Landry Fields. O jogador também passou a ter dificuldades com seu arremesso, comprometendo sua mecânica, e teve que fazer duas cirurgias para abrir espaço para os nervos. Sem muito sucesso, chegou a tentar arremessar com a mão trocada, mas não deu nada certo e ele teve que se aposentar precocemente.

Ainda há esperança para Fultz, porque às vezes a terapia inicial é suficiente, mas se não for podemos estar diante de uma saga muito mais longa (e triste) do que a gente imaginava.


ATROPELAMENTO DE TREM DA SEMANA

Mas lesão séria mesmo é a sofrida por aqueles que tentam cavar falta de ataque nas infiltrações de Zion Williamson, estrela universitária e sensação do próximo draft. O moleque tem apenas 2 metros de altura, mas pesa CENTO E VINTE NOVE QUILOS – na NBA, ele só não é mais pesado do que Boban Marjanovic, que tem 2,22m de altura. O peso não impede Zion de dar enterradas absurdas, mas deveria impedir seus adversários incautos de ficar na frente dele. O Wall Street Journal conversou com alguns dos MALUCOS que tentaram ficar na frente desse trem:

O pobre garoto do vídeo acima conseguiu cavar uma falta de ataque no então fenômeno colegial e disse que “logo percebeu o que tinha feito” dada a força do impacto. Curiosamente, seu técnico na escola é também um professor de FÍSICA que admitiu que seus alunos já lhe perguntaram qual é o poder de impacto de Zion indo a toda velocidade contra o seu corpo. Ele fez uma estimativa rápida na hora: MUITO FORTE.

A pedido do Wall Street Journal, um físico fez as contas e disse que ser acertado por Zion num contra-ataque é equivalente a ser “atropelado por um Jeep a 16 km/h”. Não mata, mas não é gostoso.


Zion será novato na NBA na próxima temporada, enquanto LeBron James é novato NESSA temporada – ao menos segundo a escalação oficial em San Antonio. Ver LeBron parecendo cada vez mais jovem em quadra certamente deixou o pessoal do Spurs confuso:

No entanto, o LeBron novato nunca daria o arremesso abaixo: foi o terceiro arremesso mais LONGE que ele já acertou na carreira, mas ao invés dos outros (que foram arremessos desesperados do meio da quadra ou do próprio garrafão) esse foi um arremesso equilibrado, consciente, com 7 segundos sobrando no cronômetro de arremesso e para assumir a liderança num quarto período apertado. Quer dizer que agora ele dá esse tipo de arremesso com TRANQUILIDADE?

LeBron na verdade está na NBA há 16 anos, mas continua cada vez melhor enquanto os outros jogadores de sua geração estão aposentando. Nessa semana foi a vez de LeBron enfrentar pela última vez seu amigo Dwyane Wade, que está em sua temporada de despedida. O mais fofo é que rolou homenagem do Lakers para ele, festinha, os dois se abraçando apertado e trocando camisetas no final – tudo porque eles são amigos muitíssimo próximos que, segundo eles mesmos, “mudaram a narrativa da NBA ao toparem jogar um com o outro”.


Enquanto LeBron só melhora com a idade, Chris Paul vê uma decadência sem precedentes. Usando o PER, uma estatística complexa para analisar a eficiência geral de um jogador, dá pra ver como a produção de Chris Paul caiu tanto nessa temporada que o pontinho no gráfico precisaria até de escafandro e oxigênio:

A queda de Chris Paul é responsável pela fase horrível do Rockets ou será que é o momento péssimo do time que está atrapalhando seu rendimento?


A queda de Chris Paul é séria, mas não é uma queda num poço tão profundo quanto o Phoenix Suns nessa temporada, o primeiro time desde a instituição  dos 24 segundos de posse bola a ficar abaixo de 10 pontos marcados no primeiro quarto em dois jogos CONSECUTIVOS.

Mas a situação do Chicago Bulls não é muito menos humilhante do que isso, não. Depois do elenco se rebelar contra o novo técnico Jim Boylen por ele dar treinos de mais de duas horas com uma série de punições físicas, o time conseguiu perder de virada para o Kings e os jogadores adversários gritaram, sem dó: “Ops, outro treino de 2 horas e meia para eles amanhã”.


MÚSICA DA SEMANA

Enquanto Suns e Bulls sofrem, o Mavs comemora. O pessoal do The Ringer criou uma absurda e divertidíssima música para homenagear Luka Doncic. Claro que ela foi chamada Halleluka, com a melodia da clássica Hallelujah de Jeff Buckley. O resultado ficou tão bom e fez tanto sucesso na internet que o Dallas Mavericks chamou os compositores para cantarem no intervalo do jogo:

Serviu também para os artistas conhecerem sua musa:

Para ficar em uma semana de PEÇAS MUSICAIS SOBRE JOGADORES ESLOVENOS, o pessoal do Café Belgrado também fez sua música para Luka Doncic. Como envolveu nosso amigo Lucas Pastore, claro que virou PAGODE:


CANARINHO PISTOLA DA SEMANA

Rudy Gobert já tinha sido multado na semana passada por criticar os juízes, que marcaram falta dele em cima de Dwyane Wade numa tentativa de toco num jogo empatado no minuto final. Ainda nos vestiários, Gobert disse que “toda noite era a mesma merda com os árbitros”, que o Jazz era prejudicado por ser “mercado pequeno”, e que ele queria ser “respeitado como jogador” pelos árbitros já que ele “sacrificou tudo para estar naquele lugar”.

Por REVIDE ou uma BIZARRA COINCIDÊNCIA, no jogo seguinte Gobert se tornou o único jogador que eu já vi a ter uma falta apitada na BOLA AO ALTO de início de jogo. Menos de 3 minutos, ele fez uma falta juvenil em James Harden e teve que ir pro banco para ser poupado. No caminho, ficou totalmente PISTOLA, deu um TABEFE num copo de água e foi expulso na hora:

Seu companheiro de time, Donovan Mitchell, resolveu então que iria animar e acalmar o pivô. O resultado está no maravilhoso vídeo abaixo:


DICAS DE LEITURA

  • Quando vemos as dançarinas nos intervalos dos jogos da NBA não nos damos conta do que elas sofrem nos bastidores: Abby Haglage foi atrás dos relatos de cobranças para perder peso, desordens alimentares, salários de 4 dólares a hora e um ambiente que trata as dançarinas como se fossem descartáveis mesmo que o trabalho seja um trabalho especializado.
  • Allen Iverson resolveu escrever sobre quem ele é “de verdade”, para além daquilo que, segundo ele, “nós projetamos” quando ouvimos seu nome. Ele abre o coração sobre os cinco melhores de todos os tempos para ele (Stephen Curry está na lista!), Michael Jordan, moda, legado, e uma história incrível sobre quando ele deu um carrão para o Larry Hughes mas, como a gasolina acabou poucos minutos depois, Hughes achou que tinha sido uma pegadinha.

TORCIDA DA SEMANA

A torcida do Hawks não tem muito motivo para celebrar, então eles estão decididos a tornar a vida dos adversários mais miserável: já gritaram “Draymond Green te odeia” para Kevin Durant depois da briga dos dois, e agora foi a vez de gritar “John Wall te odeia” para Bradley Beal, em referência à eterna novela entre os dois.


O elenco do Boston Celtics fez uma visita ao Hospital Infantil de Boston, mas eles não imaginavam que um dos garotos de lá seria torcedor do Celtics mas odiador da Universidade de Duke, onde Kyrie Irving estudou. A discussão é hilária:


Os filhos de jogadores da NBA também são torcedores, mas como bem sabemos, nem sempre torcem para seus pais. Os filhos do Isaiah Thomas, por exemplo, dormem com incríveis lençóis de LeBron James e de Kevin Durant:

Aliás, vamos agradecer que o pé do Durant aparece coberto no desenho, senão o garoto teria pesadelos para sempre:

Mais torcedores: discutir com Kyrie Irving já é OUSADO, mas e PUXAR O PALETÓ DE UM TÉCNICO porque ele está na sua frente e não te deixa ver o jogo direito? Será que a bronca do segurança foi compensada pelo ângulo liberado para ele poder ver o jogo? Acho que é o exemplo mais drástico que eu já vi de “mas eu tô pagando!”.


Essa semana também tivemos uma COLEÇÃO de chororô de torcedores. Começamos com esse torcedor do Heat que é MALUCO pelo Dwyane Wade e foi ver o último jogo dele contra o Phoenix Suns antes da aposentadoria. O mais legal é que ele não foi só pedir foto, autógrafo ou brinde, ele fez a agora já tradicional TROCA DE CAMISETAS que tantos jogadores da liga tem feito ao longo dos jogos. Como o fã não joga na NBA, levou e autografou seu uniforme do colegial e entregou para o Wade.

 

Ele recebeu o tênis do Wade de presente e chorou como uma criança depois. É legal demais quando um jogador percebe o impacto que tem sobre outras pessoas e mais legal quando um cara não tem medo ou vergonha de demonstrar a importância que o esporte tem na sua vida:

A título de curiosidade, o Bristol Herald Courier fez uma matéria explicando a LOGÍSTICA dessas trocas de camiseta que Wade tem feito após todo jogo. Como Wade sua muito durante as partidas, ele usa duas a cada jogo. Uma terceira, vestida em outra partida e já lavada, fica então de reserva para ser levada a algum jogador após a partida. A razão é simples: é difícil dar um autógrafo numa camisa ENSOPADA de suor, a tinta não pega. “Obrigado por me forçar a ser melhor o que eu sabia que era” ele escreveu na que entregou a LeBron James.


Mais choradeira: dessa vez com Channing Frye fez o dia de uma senhorinha que, nunca saberemos o motivo, gosta muito do discreto veterano do Cleveland Cavaliers:

Rolou também presente de tênis de LeBron para uma funcionária de quadra do Grizzlies, que caiu no choro no MESMO SEGUNDO:

Mas só depois a internet descobriu que a história era mais legal ainda: a moça cuida das bolas em quadra e LeBron notou que toda vez que ia para Memphis, ela ia trabalhar usando um tênis da Nike lançado por ele. Ele resolveu então, sem falar nada, levar um par de presente pra ela esse ano, que é fã dele de longa data. Sensacional:


CONSPIRACIONISTA DA SEMANA

Em um podcast com Vince Carter e Kent Bazemore, nosso eterno MVP Steph Curry resolveu tirar uma página do livro de insanidades de Kyrie Irving e cravou que não acreditava que o homem tinha pisado na Lua. Parece que a insanidade não tem fim! A NASA então resolveu chamar o jogador para um tour pelos seus laboratórios para que ele mude de ideia. Dias depois Curry disse que não estava falando sério, mas que ainda aceitava o convite…

Aproveitando a oferta da NASA frente à descrença de Curry, Blake Griffin resolveu então duvidar da existência do dinheiro do Bill Gates – vai que ele recebe uma oferta similar…


Às vezes eu até que entendo o Curry: precisamos duvidar de tudo porque TODAS as nossas crenças podem estar erradas. Exemplo? Você sabia que o jogador mais LENTO da NBA em velocidade média nessa temporada é John Wall, o cara que supostamente O MAIS RÁPIDO?!?

Ele PODE ser muito rápido, mas jogadas como essa abaixo explicam o dado acima. A velocidade média realmente despenca quando você passa meio minuto sem sair do lugar na defesa:


DIETA DA SEMANA

A temporada de Serge Ibaka está sendo incrível, uma das melhores de sua carreira e responsável diretamente pela campanha impecável do Toronto Raptors até aqui. Um dos seus segredos para a boa forma? Unir ao seu shake de proteína o incrível índice proteico de GRILOS. Sim, você leu certo: nada como um shake de insetos no café da manhã.

Mas talvez grilos sejam menos estranhos do que essa história abaixo, também relacionada com comida: George Hill resolveu ser sócio minoritário numa empresa de CHUCRUTE, o polêmico repolho fermentado. O jogador, que alega ser super cuidadoso com seu dinheiro, resolveu escolher a empresa de chucrute como seu primeiro investimento porque ACREDITA no negócio, no sabor do produto, e chegou até a ir pessoalmente expor a mercadoria nos eventos culinários de Cleveland:


QUADRAS DA SEMANA

O Bala na Cesta falou no seu Facebook sobre o Movimento Quadras Pintadas, organizada pelo Projeto Payback 1×1, que está pintando quadras públicas de basquete no Rio de Janeiro. A ideia do movimento é atrair mais pessoas para as quadras, motivar sua preservação e criar um ambiente que reúna mais pessoas. Espero que dê certo, o resultado é bem bonito:

Quadra

Isso nos leva a esse Tweet da Alexis Morgan, criadora de conteúdo digital do Memphis Grizzlies, que compilou fotos das mais bonitas quadras de basquete ao redor do mundo. Nem todas tem crédito e fica difícil viajar para encontrá-las, mas algumas valeriam o esforço.

E fica aqui a contribuição do Denis: essa quadra ele achou no extremo extremo da América do Sul, em Punta Arenas, cidade chilena com o Estreito de Magalhães ao fundo. Mais FIM DO MUNDO impossível!

PuntaArenas

 


JOGADA BOLA PRESA DA SEMANA

Primeiro temos LeBron James finalmente vingando Kevin Love soltando um TIRO DE CANHÃO em Kelly Olynyk (é o famoso “boliche de um pino só”). Essa é por deslocar o ombro do meu amigo, seu CANADENSE! (lembrete: não jogue queimada contra LeBron James)

Depois temos o PESADELO em que Kemba Walker está preso, e que por enquanto ele é obrigado a chamar de vida. São 3 jogadas incríveis em 25 segundos e NADA vira uma cestinha sequer. Por favor, alguém acorde Kemba Walker, ele merece despertar. #FreeKemba

John Collins é um dos raros pontos positivos da temporada do Hawks, está jogando muito e até venceu um jogo sozinho sem querer, mas a mira para “high five” dele ainda precisa ser aprimorada para as próximas temporadas:

Mas nada vence Derrick Favors com a PIOR cobrança de linha de fundo de todos os tempos, parece quando dá algum problema com seu controle de videogame:


COSPLAY DA SEMANA

Essa aqui não vai para as Jogadas Bola Presa simplesmente porque ela é uma BOA jogada, mas está em nosso Filtro por quão parecida ela é uma com uma jogada clássica de Kobe Bryant:

O próprio Kyle Kuzma se vangloriou da semelhança, ao que seu companheiro de time Josh Hart respondeu: “Ah, para. Uma jogada de sorte e agora você é o Kobe”

Hart


MOMENTO NÃO-É-O-BOBAN DA SEMANA

Não tem Boban essa semana, mas vamos substituir o pivô gigante sérvio por um pivô gigante bósnio e torcer para ninguém perceber. No vídeo abaixo, Jusuf Nurkic fala frases em bósnio para seus companheiros de Blazers tentarem descobrir o que são, incluindo a já lendária “Estou tentando, Jennifer” que CJ McCollum imortalizou como resposta no Twitter a uma torcedora que mandou ele “vencer um jogo de Playoffs antes de falar mal do Warriors”

Não ficou satisfeito com a ausência de Boban? Então vamos substituir o pivô gigante sérvio por um pivô gigante georgiano: Zaza Pachulia cometeu o TERRÍVEL EQUÍVOCO de mandar “feliz aniversário” para Kevin Durant na data errada, então foi parar no Instagram do colega na mesma hora para todo mundo saber “como ele é um péssimo companheiro de time”.

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MASCOTE POWER RANKING

O melhor momento de um mascote na semana foi do Raptor, que fez um sensacional vídeo de treinamento com o lutador Max Holloway, do UFC. Ao fim do vídeo, apareceu no meio da quadra SEM CAMISA, musculoso e com um contrato para o Dana White assinar. Fantástico, mas só quem tava ao vivo no League Pass que viu. Nada de vídeos serem divulgados depois, uma pena. DEZ PONTOS para ele mesmo assim, pela lenda em torno da história.

Os 5 pontos dessa semana vão para o excelente Bango, que por sua vez não para de alimentar as redes sociais. Ele fez um vídeo com uma família que, POR ALGUM MOTIVO, virou especialista naquela brincadeira tonta de jogar garrafas de água para o alto e REZAR para que caiam de pé.  A internet é fascinante.

RANKING

Bango – 30
Franklin – 25

Benny – 15
Coyote, Hugo, Stuff, Raptor e Clutch – 10
Champ, Harry, Moondog e Rumble – 5

Torcedor do Rockets e apreciador de basquete videogamístico.

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