🔒Filtro Bola Presa #64

Voltamos com o segundo Filtro Bola Presa da temporada! Se você ainda não conhece essa coleção PRECIOSA de amenidades semanais exclusiva para nossos assinantes, pode dar uma olhada no Filtro da pré-temporada para entender como funciona!

Nessa semana não faltaram causos, recordes e eventos inacreditáveis com o Golden State Warriors, mas tem também crianças fofas, jogadores desistindo de si próprios, números desbancando um mito, crianças fofas e muito Boban Marjanovic. Vamos lá?

Começamos com a vitória fácil dos atuais campeões no “Clássico do RPG”, Warriors contra Wizards. A partida foi tão mamata, mas tão mamata que, depois de um arremesso de Kelly Oubre Jr. que não deu nem aro, Kevin Durant respondeu com a infiltração menos contestada da sua vida e gritos de “Não quero jogar mais, não é sequer desafiador!”.

Motivo para o jogo ter sido tão fácil? Além dos 30 pontos de Kevin Durant, que tal as ONZE bolas de três pontos de Stephen Curry no jogo? O armador, que segundo a imprensa gringa está em sua “forma de MVP”, está simplesmente acertando qualquer coisa que lança pra cima. O aquecimento do jogo já deveria ter deixado claro que seria uma noite difícil pro Wizards:

Mais surreal ainda é a distância que Curry está arremessando nos treinos com aproveitamento fora de série. No aquecimento foram 5 acertos em 6 tentativas lá do LOGOTIPO do time no meio da quadra, e tudo sem perder o equilíbrio, sem entortar a mecânica e com um passo para o lado para tirar um possível defensor:

Vendo os treinos do Curry não parece nada especial que ele tenha acertado 11 bolas de três pontos contra o Wizards, mas os números mostram o contrário: todas as marcas dele no perímetro são SURREAIS. Atualmente ele é o líder na história da NBA em jogos com mais de 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12 e 13 bolas de três pontos convertidas.

Pra gente ter uma ideia, Curry tem 6 jogos na carreira em que acertou pelo menos 11 bolas de três pontos enquanto todos os outros jogadores da história da NBA, JUNTOS, somam 7 partidas.

Contra o Wizards seu arremesso estava tão confortável que ele chegou a levar a bola para o ataque mansamente em meio a TRÊS defensores e aí causamente arremessar a uns dois ou três passos da linha de perímetro.

Por favor, pausa para a reação de Kelly Oubre Jr. a esse arremesso. Ele fica indignado porque a bola sequer FAZ SENTIDO, contraria tudo aquilo que aprendemos sobre o que deveria ser um bom arremesso e não há repertório defensivo possível para conter isso. A frustração é hilária porque, de fato, NÃO HÁ O QUE FAZER.

A indignação e o espanto, no entanto, foram lentamente se tornando um buraco por onde a alma de todos os jogadores do Wizards FUGIU para nunca mais voltar. Como dá pra ver acima, uma hora a equipe começou a tomar bolas de três pontos na cabeça e sequer eram capazes de demonstrar uma reação física, estavam todos mortos por dentro.

O técnico do Wizards, Scott Brooks, expressou bem a situação: “Alguns dos arremessos que ele estava convertendo, quero dizer, eles eram… você não vê esse tipo de bola. Ele é um jogador especial, um pontuador especial, um arremessador especial e está acertando arremessos de 10 metros de distância. É difícil dobrar a marcação num jogador tão longe da cesta e ele ainda converter. Ele está acertando essas bolas como se fossem bandejas. Nunca vi nada desse tipo.”

Para seus jogadores, ele admitiu: “Não há muito mais que se possa fazer. São arremessos muito difíceis. Ele faz parecer que está jogando videogame porque não são arremessos normais de converter.” Lembrando, claro, que esse tipo de bola sequer era possível de converter nos videogames até a equipe do NBA2K mudar as regras da física do jogo para tornar Curry viável na simulação.

Pra encerrar, Brooks explicou o motivo da gente achar essas bolas do Curry simplesmente ESTÚPIDAS: “Estamos vendo um jogador que só surge uma vez por geração. Ele converte arremessos que, a maioria deles, técnicos considerariam bolas ruins. Mas ele acerto 60% desses arremessos, então são bolas boas para Steph”.

É o que a gente sempre diz: bolas boas ou ruins só dependem, claro, do seu aproveitamento. E se o aproveitamento é bom, o Warriors consegue vencer esses jogos mesmo sem se esforçar um minuto sequer na defesa. Foi a segunda vez nessa temporada (e só a quarta vez em quase 25 anos) que um time tomou mais de 122 pontos e ainda assim venceu a partida por 20 pontos de diferença:

Com o começo de temporada espetacular de Curry e Durant (e o começo ruim de Klay Thompson, que só acertou 13% dos seus arremessos de perímetro nos primeiros 7 jogos), começou-se a questionar quais seriam as chances dos dois terminarem uma temporada com 30 pontos de média por jogo. A última vez que isso aconteceu foi na temporada 1961-62 com a dupla Elgin Baylor e Jerry West, mas na época o basquete era PURA LOUCURA e os times tinham, em média, 17 arremessos a mais por jogo para dar. Ou seja, hoje em dia é muito mais difícil, mas nesse ritmo até que DÁ PRA ACREDITAR.

Mas essas especulações só faziam sentido com Klay Thompson muito mais apagado. Na última partida do Warriors ele finalmente despertou, calibrou o arremesso e aí o resultado foram QUATORZE bolas de três pontos num jogo em que ele saiu da partida ainda no meio do terceiro quarto. Não é apenas o recorde de bolas de três pontos num jogo, é também um número de bolas que TIMES INTEIROS levaram 10 anos para alcançar quando surgiu a linha de três pontos:

Stephen Curry, o então recordista de bolas de três pontos convertidas num jogo com 13, incentivou o companheiro a quebrar o recorde no intervalo do jogo e lhe passou a bola obcecadamente na volta dos vestiários:

Kevin Durant também ficou feliz com a marca, mas de maneira um pouco… sincera demais: “Ele parece meio fracote com essa faixinha na cabeça, como se ele não pertencesse à NBA… mas aí você olha para o placar e ele tem 52 pontos, saindo do jogo com 5 minutos restando no terceiro quarto”.

Com ajuda de Klay, o Warriors marcou NOVENTA E DOIS PONTOS só no primeiro tempo contra o Bulls, mas tirou o pé do acelerador no segundo tempo (com todos os titulares indo descansar no terceiro quarto para não voltar mais). Embora o espetáculo tenha o asterisco de que o Bulls teve uma defesa desastrosa, Klay Thompson não vai diminuir seu feito: ele vai emoldurar a bola e, caso o recorde for quebrado, ele quebrará a moldura e dará a bola para seu cachorro Rocco.


Klay Thompson tornou Rocco, seu cachorro, um sucesso nas redes sociais. Mas não é só ele que tem cachorro na NBA, não: que tal os imponentes “Apollo” e “Zeus”, essas gigantes criaturas de Victor Oladipo?


O sucesso do Warriors na linha de três pontos está convertendo cada vez mais times na NBA a abandonar os arremessos de meia distância e se focar ou nas bolas de longe, ou nas bandejas. Falamos um pouco do caso do Bucks num post dessa semana, mas ainda assim vale dar uma olhada nesse mapa de arremessos. À esquerda os primeiros 550 arremessos do Bucks na temporada passada; à direita, primeiros 550 arremessos da temporada atual. Dá pra ver como a média distância praticamente desapareceu e como a linha de três (especialmente na zona morta direita) virou um amontoado de pontinhos verdes.


Enquanto tem tanta gente querendo virar o Warriors, alguns times ainda resistem. Toda a ideia de arremessar no começo do cronômetro para conseguir bolas de três pontos em transição e pegar a defesa adversária despreparada é totalmente ignorada pelo Memphis Grizzlies, o time que mais arremessa nos ÚLTIMOS 7 segundos das posses de bola. Eles dão em média 3 vezes mais arremessos no final do cronômetro do que o time mais apressadinho, o Hawks:


Para aqueles que tem medo de que o Warriors atual dure para sempre, vale saber que vários times estão de olho em Kevin Durant, cujo contrato se encerra ao fim dessa temporada, incluindo algumas campanhas INUSITADAS. Abaixo tem uma compilação de vezes em que o Durant disse no Twitter que a música “Movies”, da Ashanti, é sua favorita para os aquecimentos. Aí adivinha quem o Knicks chamou para cantar o hino justamente no dia em que o Warriors visitará New York?


E se você não aguenta mais o Warriors, até mesmo nesse Filtro, e está espumando ódio pela boca, um pequeno motivo para ter carinho pelo time: eles deram um monociclo novo para a chinesinha que teve seu antigo monociclo roubado em janeiro, com direito ao dono do Warriors entregando o presente e aplausos de toda a torcida:


Por falar em ódio, Raja Bell falou um pouco em uma entrevista sobre sua rivalidade com Kobe Bryant. Segundo ele, o ódio pelo Kobe era “genuíno”, que eles trocavam cotoveladas o tempo todo, mas que com o tempo foram ganhando um “respeito” um pelo outro, inclusive fora das quadras, ainda que nunca tenham virado melhores amigos:

Caso parecido é o de Lance Stephenson com LeBron James: os dois tinham uma das rivalidades mais bizarras dos últimos anos, com Lance não tendo chance de vencer LeBron mas sendo capaz de ENLOUQUECÊ-LO com coisas loucas como “assopradinha na orelha”, mas agora, 6 anos depois, LeBron já está todo orgulhoso da energia que Lance trás para o Lakers vindo do banco. Nada como um dia após o outro, com uma noite no meio:


Por falar em ódio, o que mais explicaria deixar Lauri Markkanen de fora da lista dos melhores jogadores da sua classe? Mais triste que isso só o próprio Lauri comentar na foto em que foi deixado de fora:

[image style=”” name=”off” link=”” target=”off” caption=””]http://bolapresa.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Lauri.jpg[/image]

Ainda no Bulls, outro jogador que é esquecido COM RAZÃO é Cameron Payne, que chegou na equipe e não ganhava minutos porque a comissão técnica não estava convencida de que ele era capaz de jogar basquete. Graças à lesão do Kris Dunn, Payne está ganhando minutos e aí, DO NADA, meteu 7 bolas de três pontos numa partida. O negócio foi tão inesperado que o próprio narrador do Bulls disse que se alguém tivesse dito que o Payne acertaria 7 bolas de longe teria ganhado dele um TAPA NA CARA:


O mundo já tinha desistido de Cameron Payne, mas isso é menos triste do que Karl-Anthony Towns que desistiu DELE PRÓPRIO! Deu um arremesso que sequer chegou no aro, fez cara de BUNDA SUJA, pediu para ser substituído e ganhou o melhor comentário na transmissão da TV: “Towns está com uma cara de que não quer jogar essa noite, então… que seja”. Se ele desiste dele, a gente desiste também.


HINO NACIONAL

A gente queria muito esquecer daquele hino nacional HORROROSO que a Fergie cantou na temporada passada, mas o ex-marido dela não deixou, dizendo que Draymond Green foi desrespeitoso ao ter rido durante a execução do hino e deveria “se desculpar com ela”.

O resultado da reclamação? O Warriors resolveu não deixar o hino cantado pela Fergie morrer, criando uma maravilhosa VERSÃO REMIX que é simplesmente patrimônio imaterial da humanidade:

A música é tão boa, mas tão boa, que já está viajando: dá uma olhada no que estava tocando esses dias durante o aquecimento do Lakers lá no ginásio do Spurs, em San Antonio!

A ideia de remixar o hino da Fergie é tão boa que acabou se tornando um DESAFIO na internet, com várias pessoas tentando criar a melhor versão possível desse clássico moderno que já virou toque do meu celular:

O sucesso é tamanho (e a piada tão boa) que nem a Fergie resistiu, já tá rindo com todo mundo também:


DEMISSÃO DA SEMANA

A demissão do técnico Tyronn Lue pode ser precipitada (ou tarde demais, já que poderia ter acontecido antes do começo da temporada), mas fica difícil defendê-lo com os números: das 19 partidas que ele comandou sem LeBron James, o Cavs perdeu 18 delas. A única vitória por um ponto, em 2016, num jogo em que Kyrie Irving fez 33 pontos e Kevin Love fez 23 pontos com 18 rebotes. Solução para a carreira de Lue: tragam LeBron ou Irving de volta, por gentileza.


MOMENTO BOBAN DA SEMANA

Ele pode enterrar sem sair do chão? Pode. Mas tem coisa mais FASCINANTE do que ver um cara assim puxando contra-ataques, correndo como se estivesse dentro de uma piscina, parecendo que vai tombar a qualquer momento, e aí dar um passe SEM OLHAR para um companheiro? Poesia pura:

A jogada acima só não é mais incrível do que Boban Marjanovic e Tobias Harris, o bromance mais legal da NBA, conversando sobre a amizade dos dois enquanto procuram DINOSSAUROS NO HAVAÍ. Aí está uma premissa que não teria como dar errado!


Ainda no Clippers de Boban, veja a jogada abaixo sem tirar os olhos do banco de reservas! Já podem demitir Doc Rivers e dar o cargo de técnico para o armador Patrick Beverley, né?


FOTOS DA SEMANA

Passaram tantos anos preocupados com o fato de que o ator que fazia Harry Potter estava crescendo e a “ilusão” dele ser uma criança nos filmes ficaria comprometida e não pensaram na solução MAIS ÓBVIA: usar o Enes Kanter de ator para que Harry Potter parecesse uma eterna criança.

Russell Westbrook é muito, muito estiloso – tanto que ele consegue ir até o limite do estilo, dar a volta e ficar ridículo. A graça é que ele não liga nem um pouco, e a internet agradece esse golpe terrível no conceito de estética:

Pra encerrar as fotos memoráveis da semana, que tal o Anthony Davis brincando de Dhalsim, parecendo uma estrela do mar, e virando o que deveria ser o logo dos futuros tênis de basquete que levem seu nome?


FOFURA DA SEMANA

A criança, super empreendedora e ligada na economia mundial, tentou trocar seu pedaço de pizza por um tênis de Russell Westbrook, mas sua fofura ARRASADORA fez com que Westbrook tivesse que abrir mão das duas coisas e sair de mãos abanando:


TORCEDORES DA SEMANA

Markieff Morris de uma lição particular relâmpago para ajudar um torcedor a arremessar de três pontos e pronto, o moleque já está melhor que o Ryan Anderson, acertando metade dos arremessos que tentou no vídeo! Talvez ainda haja esperança para o ala do Suns se Markieff estiver disponível no WhatsApp…

Outro mini-torcedor também ganhou agrados, sem nem ter que oferecer um pedaço de pizza, por ter ido fantasiado de Uncle Drew, personagem de Kyrie Irving:

Pra encerrar o momento torcida, um garotinho de 6 anos convidou 32 coleguinhas de classe para o seu aniversário e NINGUÉM APARECEU. Como consolo, o Suns mandou ingressos para ele ver os jogos (assim como o time de futebol de Phoenix também). Agora o garoto é solitário, rejeitado, mas com acesso à NBA. Prevejo um blog de basquete surgindo no futuro:


JOGADA BOLA PRESA DA SEMANA

Eu sei que não estava valendo, mas quando as LEIS DA FÍSICA boicotam a sua cesta vale a consideração:


Já a jogada abaixo estava valendo, contraria as leis da física, mas não é ridícula – é uma das mais ESPETACULARES dos últimos anos. Ainda não entendi se o Kawhi Leonard tem um SENTIDO ARANHA que o alertou da bola, se ele resolveu simplesmente se arriscar, se ele previu o futuro, ou se ele TROPEÇOU e caiu sem querer, roubando a bola por acaso no processo. Tire as próprias conclusões:


COMEMORAÇÃO DA SEMANA

Conhecer estatística não é só saber quais arremessos são bons e quais são ruins, é também saber com antecedência qual arremesso MERECE SUA DANCINHA antes mesmo da bola chegar na cesta, como Andre Iguodala:

Essa aqui não é bem uma comemoração, mas depois de ser zoado pelo Wes Matthews, o novato Trae Young foi celebrar seu lance livre convertido pedindo um daqueles clássicos toques de mão não para um companheiro seu, mas para o próprio Matthews, que pelo jeito nem percebeu a provocação:


BABACA DA SEMANA

Tem sempre alguém dizendo que a arbitragem deixou de ver alguma coisa, que favoreceu alguém, mas e quando a arbitragem não vê o Markieff Morris ABAIXANDO AS CALÇAS do Seth Curry no meio de um jogo? Com ajuda das câmeras, Morris foi multado algum tempo depois em 15 mil dólares por “conduta antiesportiva”…


Ainda da série de coisas que a arbitragem não marca: encontramos essa semana dados incríveis sobre violações de 3 segundos de defesa, quando um jogador passa 3 segundos dentro de um garrafão sem marcar ninguém. Da temporada 2012-13 até 2017-18, esse tipo de violação foi marcada 644 vezes no primeiro quarto e 682 vezes no segundo quarto, o que já é pouco. Mas e quando a gente percebe que só marcaram essa violação 197 vezes no quarto período e DUAS VEZES em prorrogações? São 6 anos de jogos indo para a prorrogação e só DUAS VEZES existiram violações de 3 segundos? Isso que é medo de mudar o resultado de uma partida…


DICAS DE LEITURA


MASCOTE POWER RANKING

Chegou o momento da pelúcia nos devolver esperança na humanidade! O campeão dessa semana pegou a piada marota, a piada simples, a piada raiz, a piada moleque de CUTUCAR O OMBRO das pessoas e sair correndo e a transformou em humor de LARGA ESCALA. Parabéns, Bango, por tornar a simplicidade em um momento épico:

No segundo lugar temos algo mais sofisticado, cabeça, intelectual, histórico, taxológico: Harry reproduz uma compilação de todas as danças que viralizaram na internet nos últimos anos. É muito talento para uma águia só:

RANKING

Bango – 15
Coyote – 10
Franklin e Harry – 5

Torcedor do Rockets e apreciador de basquete videogamístico.

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