🔒Filtro Bola Presa #82

Bem amigos do Bola Presa, mais um Filtro Bola Presa no ar! Nesta semana trazemos o Utah Jazz fazendo a coisa certa, leitura labial, o pior defensor da história do planeta, a coleção de arremessos com passo para trás de James Harden, o Jayson Tatum brasileiro, a piada de quinta série do Joel Embiid, Joakim Noah sensualizando, a incrível história do jogador que abandonou o beisebol para jogar na NBA e muito, muito mais. Vamos lá?

TRETA DA SEMANA

A semana começou manchada pelas ofensas racistas que Russell Westbrook recebeu de um torcedor do Utah Jazz. O jogador respondeu à agressão dizendo que iria “arrebentar” o torcedor e sua esposa, o que lhe gerou uma multa de 25 mil dólares, mas o que importava mesmo era qual seria a reação do time – e da NBA – com o torcedor. Não foi a primeira vez que Westbrook foi alvo de racismo em Utah, aliás. Pouco menos de um ano atrás, o jogador já havia sido chamado de “boy”, um termo pejorativo que faz referência aos tempos de escravidão, e chamou a segurança do ginásio:

O ex-jogador Kenyon Martin também se manifestou dizendo que conseguia lidar com vaias e críticas durante as partidas, mas que quando as ofensas se tornavam pessoais e racistas a coisa mudava de figura. Segundo ele, recebeu ofensas racistas em vários lugares, muitas em Boston, mas que as piores eram em Utah:

Mas ao contrário do que aconteceu nos incidentes anteriores, dessa vez a franquia resolveu se posicionar – e agir. Primeiro tivemos Donovan Mitchell, astro da franquia, se colocando contra o racismo:

“Estou pessoalmente machucado com o incidente. Como um homem negro vivendo numa comunidade que amo, e jogando num time que me dá a oportunidade de viver meus sonhos, esse incidente me afeta pessoalmente. Nos próximos meses trabalharei com o time, meus colegas de time e a Liga para ajudar a tornar nossos ginásios e nossas comunidades mais inclusivas e acolhedoras.”

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Em seguida, chegaram informações de que Steve Starks, presidente do Utah Jazz, se reuniu com os jogadores do time para discutir abertamente a reação deles com o incidente, já que o vestiário ficou “abalado” com o que aconteceu.

Por fim, a Gail Miller, dona do Jazz, se pronunciou publicamente antes do início do jogo seguinte, afirmando que os episódios de racismo não serão tolerados, que eles mancham a reputação dos “reais torcedores” do time, que os times rivais não são “inimigos” e que a franquia se compromete a criar um ambiente de educação e diversidade.

Além das palavras, o time também tomou atitudes: baniu do ginásio o torcedor que ofendeu Westbrook pelo resto da vida e ainda fez o mesmo retroativamente com o torcedor que o chamou de “boy” no ano passado. Que a situação toda sirva de exemplo para mostrar que não há espaço para racismo e ódio num esporte tão plural, diverso e globalizado quanto o basquete da NBA.


TRETINHA DA SEMANA

Ainda que menos sérias, o Warriors também teve sua dose de tretas essa semana. Tudo porque um close infeliz acabou pegando o técnico Steve Kerr aparentemente desabafando: “Estou cansado pra caralho das merdas do Draymond”.

A imprensa então correu para saber o que Draymond Green achava disso, mas o jogador evitou polêmicas: disse que “merdas acontecem”, que é normal técnicos e jogadores ficarem frustrados uns com os outros ao longo de uma temporada, e que Steve Kerr deveria saber que não dá pra falar esse tipo de coisa na frente das câmeras.

Steve Kerr também minimizou o evento, dizendo que lidou com Draymond Green de maneira privada e brincando que leram seus lábios mal, afinal ele teria dito “eu venho a discordar da abordagem de Draymond”. A casa lá pega fogo, galera que ser matar na faquinha, mas ninguém perde o bom humor. O Warriors é o melhor lugar do planeta para arrumar picuinha.


JOGADAS BOLA PRESA DA SEMANA

Começamos as melhores piores jogadas da semana com esse trabalho defensivo FENOMENAL de Kyle O’Quinn. É a pior jogada defensiva de todos os tempos? Possivelmente. Mas temos que bater palmas porque o nível de esforço que ele tem pra sair da frente e não fazer NADA é impressionante, sem esse esforço ele teria atrapalhado minimamente o arremesso só por existir perto da cesta.

Mas a jogada mais incrível da semana é essa bagunça abaixo: Antetokounmpo pegou um rebote achando que o jogo não estava valendo e Cody Zeller foi lá, arrancou a bola das suas mãos e fez a cesta mais fácil da sua vida.

O mais engraçado dessa baderna é que só Cody Zeller percebeu que o jogo estava valendo, mais NINGUÉM se deu conta disso.Até os seus companheiros de time foram lá cumprimentar Zeller como se faz tradicionalmente entre os lances livres, achando que ele iria cobrar mais um. Destaque para o Zeller SAFADO indo miudinho em direção a bola, como se nada estivesse acontecendo, e só jogando pra valer depois que arrancou a bola das mãos do adversário.  O que aconteceu foi que um tempo foi pedido entre um lance-livre e outro, e pelo jeito todo mundo em quadra tem memória de peixinho dourado.

O Antetokounmpo ficou tão confuso que ele nem resistiu. Destaque também pra cara de PÂNICO E HORROR do técnico Mike Budenholzer depois da jogada, mas essa é só a cara tradicional dele mesmo. Olha como ele está sempre sofrendo:

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Se existe uma jogada que pode superar Cody Zeller nessa semana é a LAMBANÇA que custou uma vitória quase certa do New Orleans Pelicans contra o Phoenix Suns na prorrogação. Sente o drama:

1- Vencendo por três e com a bola, o Pelicans não consegue colocar a bola em jogo no lateral e comete uma violação de 5 segundos. Bola do Suns.

2- O Pelicans não faz falta e deixa o Suns arremessar de 3 pontos. Jogo empatado.

3- O técnico Alvin Gentry pede tempo. MAS O TIME NÃO TINHA TEMPO PARA PEDIR! Falta técnica e lance-livre para o Suns, que vence o jogo.

E pra finalizar as melhores piores jogadas, que tal uma sequência de enterradas de um papai ligeiramente alcoolizado? Por favor tragam esse cara, uma mini-cesta e um engradado de cervejas para o próximo All-Star Game:


ESTATÍSTICAS DA SEMANA

Kyrie Irving se tornou o décimo segundo jogador nessa temporada a conseguir um triple-double com ao menos 30 pontos. NUNCA doze jogadores haviam conseguido essa proeza numa mesma temporada – o recorde anterior, da temporada passada e da temporada 1986-87, era de apenas nove jogadores. Surreal como os números dessa temporada são históricos em diversas frentes.

Os bons números chegam até mesmo nos pivôs, que passaram uns anos ostracizados. Andre Drummond conseguiu nessa semana seu trigésimo jogo de 15 pontos e 15 rebotes na temporada, e isso depois de ter conseguido trinta e um jogos desses na temporada passada. O último jogador a conseguir o feito por duas temporadas seguidas? Ninguém menos que Kevin Garnett, que somou TRÊS temporadas com essas marcas entre 2002 e 2005.

E sabe quem também gosta de estatística? Brook Lopez, que ao ver os tradicionais morcegos que adoram invadir o ginásio do San Antonio Spurs disse ter aprendido com o mito moderno de super-heróis que ser mordido por um morcego lhe dá 70% de chance de se tornar poderoso – e 30% de chance de ficar muito doente, claro. “Não precisa ter medo demais. Acho que vale a tentativa.” Tá de parabéns na coragem, questionável na estatística e muito confuso no seu conhecimento de super-heróis depois de ter misturado Batman e Homem-Aranha.

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Aliás, está rodando na internet uma imagem que o Spurs está INVICTO nos jogos com aparição de morcegos. Se for verdade é a maior estatística da história do esporte:

E o FiveThirtyEight foi lá e fez o trabalho investigativo que todos deveriam ter feito: por que diabos tantos morcegos aparecem no AT&T Center? Bom, pelo jeito fizeram o ginásio bem no meio de uma rota de migração de morcegos que vão para o México no outono e depois retornam para Bracken Cave, a famosa caverna com mais morcegos NO PLANETA:

Na semana passada LeBron James passou Michael Jordan na lista de maiores pontuadores de todos os tempos, deixando-o atrás apenas de Kobe Bryant, Karl Malone e Kareem Abdul-Jabbar. Ao perguntarem para Kareem a reação dele a recordes sendo batidos – e a chance de que seu próprio seja um dia superado – ele foi respondeu com um texto: parabenizou LeBron por ter superado seu maior ídolo assim como Kareem superou seu ídolo Wilt Chamberlain e disse que torce para que todos os recordes sejam quebrados porque isso é um sinal da “evolução humana”. O texto inteiro de Kareem sobre o assunto é incrível: cita uma anedota com o Pelé e ainda diz que a comunidade negra se forçou ao longo da história a quebrar recordes como maneira de ser reconhecida pelos brancos. Vale a leitura!

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Que tal uma estatística em vídeo? Aqui estão todos os step-backs, os arremessos após o jogador dar um passo para trás, que foram convertidos por James Harden em toda sua carreira. Dá pra ver quão raro era esse arremesso em seu repertório no começo da carreira no Thunder, como ele foi ganhando carta branca aos poucos, como dava vários desses arremessos na meia distância e como agora ele é uma máquina de dar esse arremesso, mas na linha de três pontos porque o Rockets prefere assim.

O conceito de “bolas de três pontos ou bandejas” foi quem levou o step-back de Harden rumo ao perímetro, mas esse conceito não se aplica a um dos jogadores do Rockets: Chris Paul existe sob regras próprias. Nessa semana ele quebrou sua sequência de NOVE JOGOS sem fazer uma única bandeja, pontuando só em arremessos – a maioria de meia distância. Ele é tão bom nisso que ninguém em sã consciência tentaria proibir…


SÓSIA DA SEMANA

Olha a NBA ditando tendências aqui no nosso Brasil-sil-sil varonil! Perguntado pelo motivo de ter jogado com um esparadrapo na cara, Gilberto, jogador do Fluminense, admitiu que foi porque seus companheiros de time acham ele parecido com o Jayson Tatum do Celtics, que usou um esparadrapo numa capa icônica da revista Slam.


IMAGEM DA SEMANA

“The Lob” (ou “O passe pra ponte-aérea”) é uma das jogadas mais celebradas da NBA nos últimos anos, um passe de Dwyane Wade para enterrada de LeBron James. A jogada que marcou o mundo pode ser vista abaixo:

Mas o que deixou a jogada famosa DE VERDADE foi a foto que ela gerou, com Wade correndo para celebrar antes mesmo da jogada terminar. Se você não se emociona com essa foto, tem uma bola de pêlos no lugar do coração.

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A foto é tão icônica que agora faz parte da cultura popular e ganhou uma sensacional versão Toy Story, para umidificar os olhinhos de vez:


FOFURA DA SEMANA

Aproveita os olhinhos marejados para entrar na nossa cota de fofura semanal, dessa vez toda em Indiana. Começamos com os filhos de Thaddeus Young indo tirar uma foto com Paul George para a COLEÇÃO deles com astros de vários times da NBA, olha que gracinha:

E depois tem Paul George abraçando todo mundo dos seus tempos de Pacers com carinho, incluindo um bem apertado no ortopedista do time que o ajudou tanto depois de sua lesão, e em seguida dando seus tênis de presente. É ou não é um dos caras mais bacanas da NBA hoje?


MOMENTO NIKOLA JOKIC DA SEMANA

Boban Marjanovic está fora essa semana, então vamos ter que substituí-lo por um outro pivô sérvio essa semana. O carisma pode não ser o mesmo, mas está quase lá! Abaixo temos o Nikola Jokic ficando MAL ACOSTUMADO porque a Western Union, de Denver, se tornou a patrocinadora oficial do Nuggets:


Por falar em patrocínio, o Thunder deixou de ser o único time da NBA sem um patrocinador estampado na camiseta! Finalmente fecharam negócio com uma empresa local, a Love’s (que já apareceu no Filtro em uma propaganda com o mascote Rumble) e vão receber cerca de 10 milhões de dólares anuais para ajudar. Com essa grana dá pra pagar as multas por falta técnica do Westbrook, por exemplo.


Voltando ao Nuggets, Jokic pode não estar arrasando corações, mas Juancho Hernangomez está! Teve até uma garotinha pedindo gentilmente para ele ser sua companhia no baile de formatura:

Mas talvez ela queira reconsiderar qual jogador convidar para o baile depois de ver QUÃO SEXY o Joakim Noah consegue ser sensualizando na linha de lances livres:


HUMOR QUINTA SÉRIE DA SEMANA

Joel Embiid passou a última semana lesionado e, ao ser perguntado numa entrevista coletiva sobre a porcentagem de sua recuperação, disse que já estava “69% pronto”. Rá-rá-rá, MEIA NOVE, sacou? SEXO! Ben Simmons ficou tão INDIGNADO com a piada merda que chegou a abandonar a coletiva por uns instantes e dá pra ver todo o processo dele não decidindo se ri ou se morre por dentro.


VIAGEM DA SEMANA

O Lucca Savi estava gravando um vídeo sobre como é ir para Miami assistir aos jogos do Heat e, na pura sorte, presenciou aquela cesta MILAGROSA do Dwyane Wade para a vitória em cima do Golden State Warriors. Vale conferir como foi a reação a essa cesta lá do meio da torcida – além das outras imagens dos arredores do ginásio:

E se você ficou com vontade de viajar para ver uns jogos também, vale lembrar que a gente contou todas as nossas experiências de viagem do ano passado em quatro posts, um sobre nosso planejamento, um sobre New Orleans, um sobre Houston e outro sobre San Antonio.

Um que também está pensando em viajar – e preocupado com o que vai dizer na alfândega – é Manu Ginóbili, que não sabe mais o que responder quando lhe perguntarem seu emprego! “Lenda viva” é uma profissão?


“DAME TIME” DA SEMANA

Está sofrendo porque acabou o Horário de Verão aqui no Brasil? Pois saiba que você não está sozinho: Damian Lillard também está na mais pura sofrência, nos mostrando como ele se sente depois de perder uma hora de sono. Parece que o “Dame Time”, aquela hora matadora do Lillard no final dos jogos, vai chegar atrasada uma hora dessa vez.


DICAS DE LEITURA

Essa semana o que não falta é material para ler na fila do banco. Vamos lá:

  • O Contextual Scouting analisou a importância de se ter a primeira escolha no draft. Basicamente novatos tendem a ser, estatisticamente, a melhor relação custo-benefício entre todos os jogadores da NBA, e ficam com seus times em média por 7 anos. Primeiras escolhas em particular são ainda melhores: quase 90% deles se tornam titulares ao longo da carreira, 20% deles são MVP em algum momento e 72% deles viram All-Stars. Mas o mais incrível é que 100% dos All-Stars PODERIAM ter sido escolhidos com a primeira escolha – ou seja, a escolha te dá a OPORTUNIDADE de pegar uma estrela, mesmo que muitos times falhem na escolha. A análise estatística completa pode ser lida aqui.
  • K.C. Johnson descreve aqui o processo do Bulls para tentar aprender o que é “basquete vitorioso” mesmo enquanto perdem sem parar, o que envolve conselhos de Otto Porter Jr., vídeos de times vencedores e treino pegado e com contato. Não é fácil manter uma mentalidade vencedora em meio a derrotas!
  • O fórum do Real GM tem uma discussão interessante sobre como seriam os times da NBA se eles pudessem usar apenas os jogadores que draftaram, sem trocas ou contratações. Dá pra ver bem quais times escolhem melhor e quais times tem estratégicas que passam bem longe do draft.
  • Alan Siegel conta a incrível história de Pat Connaughton, jogador do Bucks que poderia ter seguido carreira no beisebol, onde era muito mais reconhecido, e teve que decidir entre suas duas grandes paixões. Como é jogar um esporte sabendo que talvez fosse melhor em outro? Será possível para ele voltar ao beisebol depois de se aposentar da NBA?

MASCOTES POWER RANKING

Nessa semana tivemos o aniversário do Coyote, o mascote do Spurs. Teve até vídeo de homenagem no ginásio com depoimento de humoristas – e um depoimento suuuuuper sincero do Matt Bonner, que é por si só um mascote mas o mundo ainda não percebeu:

E por falar em aniversário, tivemos o tradicional BOLO NA CARA de torcedores de times rivais, dessa vez do Rocky em Denver. O estranho dessa torta na cara, no entanto, é que pela primeira vez não pareceu combinado, o pobre torcedor do Wolves pareceu realmente atordoado:

Mas os 5 pontos dessa semana não vão para ele, mas para Benny the Bull, que mesmo ATROPELADO PELOS TRENS DA VIDA, atacado, afrontado, humilhado, desolado e sobrecarregado não desiste nunca, porque pelúcia não sabe desistir:

Já os 10 pontos para o vencedor da semana vão para Chuck the Condor. Primeiro porque na semana latina ele se tornou EL CONDORITO, o melhor nome latino de todos os tempos:

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Depois porque nessa época de INTOLERÂNCIAS, ele teve a coragem de enfrentar Robin Lopez, o lendário ODIADOR DE MASCOTES. Chuck saiu sem cabelo e sem barba, mas saiu vivo com a tranquilidade na consciência de quem fez A COISA CERTA, olhou nos olhos da morte e temeu, mas só um pouquinho:

RANKING
Bango e Benny – 45
Rumble – 35
Coyote e Franklin – 30
Grizz – 25
Raptor e Jazz Bear – 20
Crunch, Hugo, Chuck, Clutch e Harry – 15
G-Wiz e Stuff – 10
Champ, Slamson, Gorilla, Pierre, Moondog e Rocky – 5

Torcedor do Rockets e apreciador de basquete videogamístico.

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